sábado, 18 de julho de 2015

FORÇAS ARMADAS: 249 oficiais se demitiram no ano passado. Neste ano, até julho, foram 162. O que é que está acontecendo?


Desfile militar de 7 de setembro em Brasília, no ano passado: (Foto: Agência Brasil)


15/12/2013 às 19:15 \ Política & Cia


Publicado originalmente em 16 de agosto de 2013

EVASÃO DE OFICIAIS DAS FORÇAS ARMADAS

Por Marco Antonio Esteves Balbi – Coronel Reformado do Exército Brasileiro

No dia 6 de agosto passado este blog publicou o post “Baixos salários fazem o Exército perder oficiais – inclusive majores e capitães“.

campeões de audiência 02
Gostaria de compartilhar com os leitores do blog alguns dados a mais, ampliando um pouco a pesquisa para as demais Forças Armadas. Infelizmente vou me restringir aos oficiais, uma vez que os dados referentes aos graduados são divulgados em outras publicações de acesso mais restrito.

Computados os números disponíveis noDiário Oficial da União até 31 de julho deste ano, 162 oficiais se demitiram das Forças Armadas. Para efeito de comparação este número, referente a 7 meses, é superior ao total dos anos de 2007 (152), 2011 (153) e aproxima-se do ano de 2009 (180).

No ano passado 249 oficiais se demitiram das Forças Armadas.
A predominância recai sobre os postos de capitães e tenentes; e os oficiais engenheiros e dos quadros de saúde e intendência superam aqueles dos quadros operacionais, em todas as três Forças Armadas. A evasão ocorre, pois, nos postos mais baixos da carreira e incide nas qualificações mais demandadas no atual mercado de trabalho – engenharia, medicina e logística.

Remuneração não é o único fator

Uma explicação simplista poderia considerar o fator remuneração como o preponderante, uma vez que a demissão deveu-se, em sua grande maioria, por aprovação em concurso público para ocupar cargo que provavelmente pague melhor.

Tal fato não é uma verdade absoluta. Conheço casos de oficiais que se demitiram até mesmo para perceber menor vencimento, mas sem os ônus que a profissão militar requer, como por exemplo a dedicação exclusiva.

Não sei se é do conhecimento geral, mas sempre é bom ressaltar que a profissão militar é sideral, ou seja, permanece-se 24 horas por dia, 365 dias ao ano completamente à disposição da organização militar. O expediente é uma mera referência. As horas do serviço de escala regular, as horas das missões de rotina ou inopinadas, as horas dos exercícios em campanha todas compõem o dia a dia do militar, sem que este perceba qualquer adicional no contracheque.

Certamente, ninguém adere às Forças Armadas pensando em ficar rico. Outros fatores e motivações levam o jovem a passar até cinco anos interno em instituições de ensino, preparando-se para o oficialato.

Por certo, uma das principais emulações será a possibilidade de interação com seus pares, superiores e subordinados, num exercício diário de convivência baseada na disciplina e na hierarquia. Nesse ambiente de sadia camaradagem nasce a liderança que se irá exercer, em sua plenitude, numa situação real de atuação como fração ou unidade constituída.

Falta de recursos leva à realização de simulações e não de exercícios no terreno

A disponibilidade de material de emprego militar atualizado é outro fator crucial para o profissional motivar-se. Com o passar dos anos, torna-se difícil manter o material em condições plenas de uso, obrigando, por vezes, à canibalização. O recente exemplo dos caças ilustra bem a situação.

A realização dos exercícios de adestramento cumprem papel preponderante na combinação adequada homem-máquina, exigindo a aplicação de todo o cabedal de conhecimentos adquiridos. Nos últimos anos a descontinuidade das previsões orçamentárias dificultam em muito a realização plena dessas atividades.

Os seguidos contingenciamentos anuais do orçamento prejudicam até mesmo as mais comezinhas atividades administrativas das organizações militares. Nem sempre é possível realizar os exercícios de adestramento previstos, pois exigem deslocamentos para os campos de instrução e nem sempre o combustível está disponível e a munição é escassa.
Assim, muito tem se investido em manobras na carta, realizadas pelos quadros, e na aquisição de equipamentos de simulação, como forma de compensar a não realização de exercícios no terreno.

Obsolescência do material: ainda usamos fuzis do começo da década de 60 e canhões da Guerra da Coreia (1950-1953)

A obsolescência do material de emprego militar também avança a passos largos, até devido à rápida evolução tecnológica hoje existente no mundo. O armamento básico do combatente do Exército ainda é o fuzil automático leve, desenvolvido no início da década de 60 do século passado. Muitas unidades ainda estão dotadas de canhões e obuses utilizados na Guerra da Coreia.

Os Institutos de Pesquisa das Forças Armadas sofrem restrições orçamentárias que descontinuam estudos e projetos e frustram engenheiros e técnicos de alta qualificação formados nos reconhecidos IME e ITA. Assim, perde-se a massa crítica necessária e indispensável para pesquisar e desenvolver as ações nessa área crítica.


Sargentos são os responsáveis, muitas das vezes, por operarem e manutenirem equipamentos de grande sofisticação tecnológica e altamente custosos (Foto: Satenpe)

Por último, mas não menos importante, ressalte-se o suporte social que a família do militar deve receber, em face das características já citadas da profissão, particularmente no aspecto da saúde, com o funcionamento em boas condições das organizações militares responsáveis pela prestação desse serviço.

Infelizmente, a Lei de Remuneração dos Militares em vigor, remetida como medida provisória para o Congresso Nacional em 2001, e até hoje não votada, promoveu alteração fundamental quando da passagem do militar para a reserva, que contribuiu bastante para a tomada da decisão de deixar as Forças antes do tempo, abandonando-a ao menor sinal de falta de opção profissional, ou maiores desafios na carreira.

O que se pode fazer para minorar a situação atual e tentar reverter o quadro de evasão de oficiais

A legislação anterior contemplava o militar que passasse para a reserva com o soldo referente ao posto ou graduação acima da qual ele se encontrava no momento. Entendeu o legislador, quando estabeleceu a premissa, que características tais como risco de vida, dedicação exclusiva, disponibilidade permanente, mudança frequente de domicílio, vínculo com a profissão, formação específica e aperfeiçoamento constante e a sujeição absoluta aos princípios da hierarquia e da disciplina justificariam plenamente a norma.

Assim, para minorar a situação atual e tentar reverter o quadro de evasão, sugiro que o orçamento das Forças Armadas fique livre dos contingenciamentos e que os diversos projetos de modernização já elaborados e orçados, alguns até iniciados, não sofram restrições orçamentárias. E, que a Lei de Remuneração dos Militares seja discutida e votada pelo Congresso Nacional, preferencialmente recuperando a situação para a passagem para a inatividade.

Para finalizar quero afirmar a importância de se considerar a situação das praças, dos graduados.

Por certo o número de demissões é, também, significativo. A imagem estereotipada do sargento bronco e rude, não condiz com a realidade. Jovens muito bem preparados concorrem em grande número às vagas anualmente disponíveis nas escolas de formação de sargentos.

Concluído o curso, vão servir nas organizações militares onde cumprem papel importante na estrutura das Forças e sofrem as mesmas vicissitudes e dificuldades que os oficiais. Os sargentos são os responsáveis, muitas das vezes, por operarem e manutenirem equipamentos de grande sofisticação tecnológica e altamente custosos.

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IDEOLOGIA DE GÊNERO NA PRÁTICA: Dr. Money e o Menino Sem Pênis. Estagiários cortam pênis de bebê ao invés de cordão umbilical



Enviado por Mari Barão

Publicado em 13 de jun de 2015


BBC Horizon - Dr. Money e o Menino Sem Pênis



David Reimer nasceu um menino saudável, mas foi mudado sexualmente e educado como uma menina após seu pênis ter sido acidentalmente destruído durante uma circuncisão. O psicólogo John Money sugeriu que ele fosse criado como uma menina e acompanhou o caso e publicou a mudança de sexo como um sucesso, o que provaria que a identidade de gênero é algo relacionada a educação e não a natureza. 




O sexólogo e acadêmico Milton Diamond relatou mais tarde que Reimer nunca de fato se havia identificado como do sexo feminino, e que ele começou a viver como homem aos 15 anos. Reimer mais tarde veio a público contar sua história para desencorajar práticas médicas semelhantes. Conheça a impressionante história de David Reimer.





COMENTÁRIO DO BLOG:





Este caso espantoso apresentado no documentário precisa ser divulgado ao máximo. é apresentado um fato real, documentado e detalhadamente comprovado que desmascara a “teoria de gênero”: o drama brutal dos gêmeos canadenses Reimer, mártires dessa ideologia que não tem nenhum embasamento científico e cujos resultados práticos são escandalosamente antinaturais. 



O principal divulgador dessa modalidade de tortura física e psicológica, irresponsavelmente fantasiada de “ciência”, foi o médico neozelandês John Money, que tentou obrigar um menino de 2 anos de idade a se transformar em menina a fim de “comprovar” que o gênero seria uma “construção social” independente dos fatos reais da biologia. 
Seu “tratamento” incluiu, entre uma série abominável de crimes de tortura, nada menos que a castração do pequeno Bruce Reimer, submetido a partir de então a uma insana tentativa de “torná-lo menina”. A ação resultou em uma tragédia familiar sem precedentes que culminou na morte de um irmão e no suicídio do outro. 

Este caso espantoso apresentado no documentário da BBC, “Dr. Money e o Menino sem Pênis“, precisa ser divulgado ao máximo. Por quê? Porque a loucura da ideologia de gênero, por mais incrível que pareça, continua se infiltrando nas sociedades ocidentais mediante a pressão de lobbies que querem inseri-la em políticas governamentais, incluindo os planos de educação a ser impostos às crianças em escolas públicas e privadas.

Estagiários cortam pênis de bebê ao invés de cordão umbilical


Por  | Yahoo Notícias – sex, 17 de jul de 2015


Estudantes de medicina do México foram protagonistas de uma das cenas mais bizarras e chocantes dos últimos tempos. Eles confundiram o pênis de um recém-nascido com seu cordão umbilical e quase deceparam o órgão sexual da criança.



Para piorar a situação, os estudantes tentaram consertar o erro com uma nova cirurgia de emergência, inventando desculpas esfarrapadas para os pais do bebê. A questão é que, nessa nova intervenção, eles machucaram mais ainda a criança.



“Quando começaram a costurar meu filho, eles causaram duas novas lesões com quase dois centímetros de profundidade”, afirmou Diego Izaguirre, pai da criança. A mãe demonstrava a mesma fúria: "Isso não podia ter acontecido, o hospital tinha que ter destacado um ginecologista e não estagiários para cuidar de mim e do meu filho”, disse Zulem Contreras.

O hospital, porém, afirma que “de acordo com as informações disponíveis, durante o trabalho de parto, ao se cortar o cordão umbilical, o prepúcio lesionou-se, e a situação foi corrigida com o procedimento habitual de circuncisão”. Agora, autoridades mexicanas investigam o caso para poder descobrir qual a verdade nele.

IDEOLOGIA DE GÊNERO
  • Ideologia de Género, ou melhor dizendo, a Ideologia da Ausência de Sexo, é uma crença segundo a qual os dois sexos — masculino e feminino — são considerados construções culturais e sociais, e que por isso os chamados “papéis de género” (que incluem a maternidade, na mulher), que decorrem das diferenças de sexos alegadamente "construídas" — e que por isso, não existem —, são também "construções sociais e culturais".
Por exemplo, a feminista Gloria Steinem queixa-se da "falsa divisão da natureza humana em 'feminino' e em 'masculino' (sic). E a escritora francesa Simone Beauvoir pensou a gravidez como “limitadora da autonomia feminina”, porque, alegadamente, “a gravidez cria laços biológicos entre a mulher e as crianças, e por isso, cria um papel de género”.

A Ideologia de Género defende a ideia segundo a qual não existe apenas a mulher e o homem, mas que existem também “outros géneros”; e que qualquer pessoa pode escolher um desses “outros géneros”, ou mesmo alguns desses “outros géneros” em simultâneo.
Segundo a socióloga alemã Gabriele Kuby,
“A Ideologia de Género é a mais radical rebelião contra Deus que é possível: o ser humano não aceita que é criado homem e mulher, e por isso diz: 'Eu decido! Esta é a minha liberdade!' — contra a experiência, contra a Natureza, contra a Razão, contra a ciência! É a perversão final do individualismo: rouba ao ser humano o que lhe resta da sua identidade, ou seja, o de ser homem ou mulher, depois de se ter perdido a fé, a família e a nação.
É uma ideologia diabólica: embora toda a gente tenha uma noção intuitiva de que se trata de uma mentira, a Ideologia de Género pode capturar o senso-comum e tornar-se em uma ideologia dominante do nosso tempo.”
Em Dezembro de 2012, o Papa Bento XVI referiu, num discurso à cúria romana, que o uso do termo “género” pressupõe uma “nova filosofia da sexualidade”:
“De acordo com esta filosofia, o sexo já não é considerado um elemento dado pela Natureza e que o ser humano deve aceitar e estabelecer um sentido pessoal para a sua vida. Em vez disso, o sexo é considerado pela Ideologia de Género como um papel social escolhido pelo indivíduo, enquanto que no passado, o sexo era escolhido para nós pela sociedade. A profunda falsidade desta teoria e a tentativa de uma revolução antropológica que ela contém, são óbvias.
As pessoas [que promovem a Ideologia de Género] colocam em causa a ideia segundo a qual têm uma natureza que lhes é dada pela identidade corporal que serve como um elemento definidor do ser humano. Elas negam a sua natureza e decidem que não é algo que lhes foi previamente dado, mas antes que é algo que elas próprias podem construir.
De acordo a ideia bíblica da criação, a essência da criatura humana é a de ter sido criada homem e mulher. Esta dualidade é um aspecto essencial do que é o ser humano, como definido por Deus. Esta dualidade, entendida como algo previamente dado, é o que está a ser agora colocado em causa.
(…)
Quando a liberdade para sermos criativos se transforma em uma liberdade para nos criarmos a nós próprios, então é o próprio Criador que é necessariamente negado e, em última análise, o ser humano é despojado da sua dignidade enquanto criatura de Deus que tem a Sua imagem no âmago do seu ser.
(…)

A Ideologia de Género é uma moda muito negativa para a Humanidade, embora se disfarce com bons sentimentos e em nome de um alegado progresso, alegados direitos, ou em um alegado humanismo. Por isso, a Igreja Católica reafirma o seu assentimento em relação à dignidade e à beleza do casamento como uma expressão da aliança fiel e generosa entre uma mulher e um homem, e recusa e refuta as filosofias de género, porque a reciprocidade entre o homem e a mulher é a expressão da beleza da Natureza pretendida pelo Criador.”

A ler:
Editado por (OBraga)


VEJAM MAIS SOBRE:

1º - Entre a propaganda e a verdade: a história secreta da Ideologia de Gênero (aqui

2º - IDEOLOGIA DE GÊNERO NA PRÁTICA: Dr. Money e o Menino Sem Pênis. Estagiários cortam pênis de bebê ao invés de cordão umbilical (aqui

3º - O paradoxo da igualdade: Ideologia de Gênero a Lavagem Cerebral (aqui

4º - Professora é expulsa de escola pública por discordar da ideologia de gênero (aqui)

5º - 
Documentário expõe farsa do gênero na Noruega. Padre Paulo Ricardo Denuncia a Ideologia de Gênero na Câmara dos Deputados em Brasília - DF 
(aqui)


6º 
- PERFIL GAY. FALTA MAIS DECÊNCIA E CORAGEM E MENOS COR NO FACEBOOK (aqui)
Apoiar com arco-iris no Facebook é fácil. Quero ver apoiar dando o rabo.
ATÉ O LÍDER MÁXIMO DOS COMUNISTAS COLORIU A FOTO DELE

 
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O Vergonhoso Evangelho Social

Movimento esquerdista nascido nos EUA em meados do século XIX influenciou a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral

T. A. McMahon
Comentário de Julio Severo: O artigo de hoje, da Chamada da Meia-Noite, explica como o Evangelho Social, que foi precursor da Teologia da Missão Integral, teve papel preponderante no governo de George Bush e agora no governo de Obama. Segundo Paul Kengor em seu livro “God and Hillary Clinton” (Deus e Hillary Clinton), o Evangelho Social é também a principal força religiosa na vida de Hillary, que é evangélica. Foi como evangélica adepta desse evangelho socialista que Hillary lançou, quando secretária de Estado dos EUA, os alicerces para um cargo de embaixador homossexual mundial, inclusive transformando o Departamento de Estado dos EUA numa máquina de treinamento e financiamento de ativistas homossexuais do mundo inteiro. É de estranhar que igrejas batistas deem milhões de dólares para essa mulher, que, como todo esquerdista, adora dinheiro. Infelizmente, se ela ganhar a presidência dos EUA, ela dará continuidade à política oficial do governo de Obama e Bush de promover o evangelho social, embora no caso de Bush ele se abstivesse de incluir a promoção do homossexualismo.

Envergonhar-se do Evangelho expressa-se por meio de uma série de atitudes diferentes, desde ficar envergonhado com ele até supor que alguém possa melhorá-lo um pouco para torná-lo mais aceitável.

Prevalece entre muitos líderes religiosos, que professam ser cristãos evangélicos (ou seja, cristãos crentes na Bíblia), a promoção de um evangelho mais aceitável, que possa até mesmo ser admirado pelas pessoas do mundo inteiro. Hoje em dia, a forma mais popular desse tipo de evangelho é conhecida como “evangelho social”.
Embora esse evangelho social seja comum entre os muitos novos movimentos evangélicos, ele não é novidade para a cristandade. Seu princípio moderno deu-se nos idos de 1800 nos Estados Unidos quando pretendeu-se tratar das várias condições da sociedade que seriam causadoras do sofrimento da população. A crença era de que o Cristianismo atrairia seguidores quando demonstrasse o seu amor pela humanidade. Isso poderia ser mais bem realizado aliviando os sofrimentos causados pela pobreza, pelas enfermidades, pelas condições opressoras de trabalho, pelas injustiças sociais, pelos abusos dos direitos civis, etc.
Os que apoiavam esse movimento também acreditavam que o alívio das condições miseráveis em que as pessoas viviam poderia melhorar a natureza moral dos que sofriam essas carências.
O evangelho social, em todas as suas variadas aplicações, ajudou a produzir algumas realizações (leis contra o trabalho infantil e a favor do sufrágio feminino), que contribuíram para o bem-estar social. Ele tornou-se a mensagem central dos teólogos católicos adeptos da Teologia da Libertação e das principais denominações protestantes durante o século 20. Embora sua popularidade tenha crescido e diminuído alternadamente, muitas vezes foi energizada pela combinação entre religião e políticas libertárias, por exemplo, de Martin Luther King Jr. e do movimento dos direitos civis. A médio prazo, através do século passado, o evangelho social influenciou movimentos como a Teologia da Libertação católica e o socialismo da ala esquerdista dos cristãos evangélicos. Contudo, foi no século atual que o evangelho social conseguiu sua promoção mais acentuada. Dois homens, ambos professando ser evangélicos, têm liderado esse caminho.
George W. Bush começou sua presidência instituindo o White House Office of Faith-Based & Company Initiatives (departamento da Casa Branca encarregado de lidar com iniciativas sociais religiosas e empresariais). Seu objetivo foi prover fundos governamentais às igrejas, sinagogas, mesquitas e outros ministérios religiosos que estivessem oferecendo serviços sociais junto às suas comunidades. Bush acreditava que os programas desenvolvidos pelo “povo de fé” poderiam ser pelo menos tão efetivos no auxílio aos necessitados como os das organizações seculares, e talvez até mais do que elas, por seu compromisso moral de “amar e ajudar o próximo”. Quando se preparava para deixar o cargo, ele declarou que considera o seu programa “Faith-Based” como uma das mais relevantes realizações do seu tempo como presidente. Barack Obama, deu prosseguimento ao programa “Faith-Based” com suas iniciativas comunitárias.
Qualquer pessoa que deposita sua esperança nesse evangelho social, que usa “pessoas de fé” para “fazer deste mundo um lugar para onde Deus possa vir”, deve dar atenção às palavras de Jesus em Lucas 18.8b: “Contudo, quando vier o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?” Certamente Ele vai encontrar pessoas de todas as crenças, mas não a fé verdadeira, aquela fé pela qual Judas nos exorta a batalhar diligentemente (Jd 3).
Editado por Julio Severo do artigo da Chamada da Meia-Noite: O Vergonhoso Evangelho Social
Leitura recomendada:
 
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PROFESSOR DA USP E CONSELHEIRO DE ÉTICA DA UNESCO DEFENDE QUE PEDOFILIA NÃO É CRIME?


PROFESSOR DA USP, CLÓVIS DE BARROS FILHO, CONSELHEIRO DE ÉTICA DA UNESCO DEFENDE: PEDOFILIA NÃO É CRIME? É ORIENTAÇÃO SEXUAL? .


Para quem ainda não acredita, para quem ainda não atendeu que a Agenda Revolucionária Gay quer normalizar quer normalizar tudo que vai contra os princípios em que se baseia a sociedade humana.



Veja os absurdos ditos por este professor, a insegurança como ele fala, gesticulando muito, para dizer a aberração de que "PEDOFILIA" é orientação sexual. Veja o que ele disse:



Publicado em 9 de jun de 2015

Contribuir com o canal: http://bit.ly/interrogandoamente

Um professor de filosofia que diz que a pedofilia é "amor" deveria ser imediatamente destituído da sua cátedra. Não por ter dito uma imoralidade. Há imoralidades que são filosoficamente valiosas (as obras de Nietzsche estão repletas disso). 

Nem por ter feito apologia do crime. Ele pode ter dito o que disse com puro intuito teorizante, em tese, sem desejo de incentivar. Deveria ser destituído da cátedra por incapacidade de fazer uma distinção fenomenológica elementar. A pedofilia, pela sua estrutura mesma, nunca pode ser amor a uma PESSOA, porque é fixação simbólica na sua imaturidade, isto é, numa situação cronológica passageira. 

As crianças crescem, tornam-se adultas e perdem interesse para o pedófilo, que tem de buscar novos objetos de prazer na mesma faixa etária dos anteriores. Por definição, a fixação erótica numa circunstância NÃO é amor a uma pessoa. Qualquer primeiranista de filosofia, ou melhor, qualquer cidadão inteligente sem treino filosófico, tem de ser capaz de fazer essa distinção quase instintivamente.

Olavo de Carvalho

 
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A origem da continência militar

O uso da continência entre os militares alude aos gestos criados pelos cavaleiros medievais

Rainer Sousa*

Frutos de uma sociedade isolada e tementes às terríveis invasões bárbaras, os cavaleiros eram um dos mais notórios integrantes do mundo feudal. Dedicado ao uso das armas e à proteção de propriedades, o cavaleiro deveria honrar pela sua posição mostrando pronta disposição para participar de uma luta ou defender as terras de seu senhor. Mais do que a bravura e o poder bélico, esse intrigante personagem medieval também se distinguia por uma série de rituais que reafirmavam sua condição.

Segundo alguns historiadores, para assinalar suas origens, os cavaleiros se singularizavam através de símbolos, acessórios e gestos. É nesse momento que podemos sugerir uma resposta sobre a gênese das saudações militares. Na Idade Média, quando passava por membro de mesma condição, o cavaleiro costumava levantar o visor de seu elmo em sinal de respeito e amizade. Ao olhar diretamente para seu próximo, buscava reafirmar a partilha de habilidades e valores com o outro cavaleiro.

Com o passar do tempo, esse gesto foi preservado na medida em que o uso de forças militares foi ganhando maior espaço e importância. Em outros relatos, temos a descrição de outro ritual que também pode ser visto como um precursor da continência militar. Quando se apresentava para o seu superior, o cavaleiro segurava a rédea de seu cavalo com a mão esquerda e levantava a mão direita para demonstrar que estava pronto para participar de um combate.

Muito provavelmente, por conta do desconforto que a armadura do cavaleiro propiciava, esse movimento foi simplificado até se resumir ao gesto de se levar a mão à cabeça. Ao longo da formação das monarquias nacionais, entre os fins da Idade Média e o início da Idade Moderna, essas saudações foram mantidas como meio de indicar a subordinação à hierarquia militar organizada no interior dos exércitos.

Nas fileiras do Exército Britânico, por voltas do século XIX, o soldado poderia executar a continência tocando seu chapéu com a ponta dos dedos ou retirando o mesmo da cabeça. Na década de 1890, em plenas minúcias da Era Vitoriana, o governo da Inglaterra decretou que a continência fosse realizada quando um subordinado estivesse portando algum tipo de boné ou chapéu.

Atualmente, a reverência militar deve ser feita em pé com a movimentação da mão direita até a cabeça. Rompendo as fronteiras da esfera militar, a continência hoje é também utilizada por facções terroristas e grupos paramilitares, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Contudo, podemos ainda falar sobre alguns casos em que se tentou desviar dessa célebre tradição.

Aficionado pelo esplendor militar do antigo Império Romano, Adolf Hitler resolveu trocar a continência clássica pelo “Ave, César” dirigido ao imperador Júlio César. Nessa continência, o subordinado deveria erguer o braço direito em uma inclinação de quarenta e cinco graus. No caso, a saudação sonora foi devidamente substituída pelo “Heil, Hitler”, que também era ruidosamente reproduzida por vários cidadãos alemães durante os comícios do fuhrer.

*Graduado em História/Equipe Brasil Escola
Brasil Escola/montedo.com
 
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quinta-feira, 16 de julho de 2015

QUAL A ORIGEM DO RAMADAN?


MOHAMED PLAGIOU OS PAGÃOS......

O mês do Ramadan, é o nono mês do calendário Islâmico, onde TODO MUÇULMANO em países muçulmanos, são OBRIGADOS a jejuarem. Se você não jejua... apanha, é preso, e as vezes é morto.((FONTES))

 No Ramadan eles deveriam JEJUAR, mas é o mês que MAIS SE CONSOME COMIDA no ano. Eles comem a noite inteira para poderem ter energia no dia seguinte,  é o mês que MENOS se trabalha nos países Islâmicos. A economia sofre tremendamente durante este mês.Outra mudança é que os mendigos enchem as ruas e você recebe visitas de mendigos na sua casa, porque este mês é um mês que você precisa mostrar generosidade (obrigatório). Se não ajudar o pobre, você poderá ser amaldiçoado por eles!!!
Segundo o alcorão na surat 2:185((Fonte)), o Ramadan foi revelado no alcorão,mas, será mesmo verdade??????........

..................É O QUE IREMOS DESCOBRIR!!!!!!!!!!.................

Descobrimos que o Ramadan tem raízes pagas desenvolvidas na Índia e Oriente Médio, a observância do jejum é para homenagear a "LUA", e termina com a lua crescente destacando  no céu, uma pratica dos adoradores da lua e seus rituais!
Segundo Ibn al-Nadim e Shahrastani, uma seita indiana chamada al-Jandrikinieh, que começou com a pratica do jejum quando a lua desapareceu e terminou com grande festa quando a crescente apontou no céu.
(( Ibn Al Nadim, Al-Fahrisit , página 348))

Os Sabeus, povo pagão do Oriente Médio, identificados em dois grupos:

MANDEÍSTAS E OS HERMETISTAS((HARAN))

Os Mandeístas vivem no Iraque desde o  2 seculo d.c, adoradores de planetas e estrelas(acreditam que influenciam nosso destino), seus deuses  foram classificados em quatro categorias :. "primeira vida", "segunda vida "," terceiro vida "e" o quarto vida. "deuses antigos pertencem à" primeira vida "da categoria.
E os Hermetistas, que adoravam  a lua, como principal divindade, mas, também reverenciavam os planetas e outras divindades.
Antes de Mohamed se proclamar profeta, ele estava com um grupo da Arabia chamado Ahnaf((Grupo árabe pagão, ligados a libertinagem sexual....provavelmente...foram grandes influentes sobre Mohamed(Jawad Ali, Al Mufassal Fi Tariq al Arab Khabl al Islam, Parte VI, página 454  )).
Os Ahnaf foram para Harã(Al-Jazirah) no norte do Síria fronteira com o Iraque e Asia Menor, porém, em Meca os Ahnaf foram chamados de Sabeus, supostamente por ter abraçado a doutrina!
Inclusive Mohamed foi chamado de Sabeu pelos habitantes de Meca, justamente, por ter usurpado muito dos rituais, como as cinco orações, os movimentos durante as orações, as abluções ritualísticas antes de cada oração....Tudo isso provado historicamente, que antes do islam surgir...eram os Sabeus, os donos dos rituais hoje islâmicos.
O RAMADAN também faz parte destes rituais, era uma cerimonia praticada pelos Sabeus MANDEÍSTAS E OS HERMETISTAS.

 A partir dos escritos de Abu Zanad, escritor Iraque árabe que viveu por volta de 747 dC, concluímos que pelo menos uma comunidade Mandeístas localizada ao norte do Iraque observou o Ramadã (Ibn Hazm, I, página 34; citadas por Sinasi Gunduz, páginas 167-168)
Ramadan era originalmente um ritual anual realizado na cidade de Haran, e suas semelhanças com o atual Ramadan dos muçulmanos são assustadoras.

Embora o jejum era praticado nos tempos pré-islâmicos por pagãos de jahiliya, que foi introduzido pela Arábia Hermetistas. Haran foi uma cidade  que hoje é a Turquia, sua principal divindade era a lua, e na adoração da lua, eles realizaram um grande jejum que duravam 30 dias.
 Historiadores árabes como Ibn Hazm( referencia já citada), identificou o jejum do Ramadan, escreveu em seu livro, al-Fahrisit, as diferentes seitas religiosas no Oriente Médio.
 Ele diz que no mês em que o Hermetistas jejuavam por 30 dias, eles honraram o deus Sin, que é a lua. Al-Nadim descreve os feriados, celebrações e sacrifícios  para a lua( Ibn Al-Nadim, Al-Fahrisit , páginas 324- 325). 
Outro historiador, Ibn Abi Zinaad também fala de Hermetistas, eles jejuavam por trinta dias, eles olhavam para o Iêmen, para onde era direcionado o jejum e orações.(Citado por Rushdi Ilia'n, Al Saebiun Harraniyen Wa Mandaeyn , Bagdad, 1976, página 33)

SERIA COINCIDÊNCIA....OU PLÁGIO RITUALÍSTICOS????

Sabemos que os muçulmanos também rezam cinco vezes por dia(direcionados para Meca)
 O jejum pagão também é semelhante ao do mês do Ramadã no Islam, começam antes do amanhecer até o entardecer, como os muçulmanos fazem (Cotação de historiadores árabes por MA Al Hamed, Saebat Harran Wa Al Ikhwan Safa , Damasco, 1998, página 57)
 No entanto, outro historiador, Ibn al Juzi, descreve os Sabeus durante o Ramadan, eles concluem o jejum, sacrificando animais e apresentando esmolas aos pobres( Ibn Al Juzi, Talbis Iblis , preparado por M. Ali, Kher, página 84; Cotação    por MA Al Hamed, Saebat Harran Wa Al Ikhwan Safa , Damasco, 1998, página 57 )

 Há também essas coisas no jejum islâmico!!!

Segundo o livro: Os sabeus de haran pag.78( Dodge, B., O Sabians de Harran , página 78)....
....Segundo as raízes mitológicas que a celebração da lua e seu desaparecimento, quando se juntou com Plêiades na constelação de Touro ocorreu durante a terceira semana de março. As pessoas oraram para a lua, pedindo o seu retorno à cidade de Haran, mas a lua se recusou a voltar, essa seria a explicação mais obvia, para justificar o jejum de 30 dias, a lua não prometeu voltar, mas, ela prometeu voltar para Deyr Kadi, um santuário perto de uma das portas de Haran. Então, depois de 30 dias, adoradores de Sin, a Lua, se deslocavam para Deyr Kadi comemorar e saudar o retorno da lua.  Ibn al-Nadim, os Sabeus chamavam a festa de al-Feter عيد الفطر, o nome pelo qual o festival é chamado Ramadan(Ibn Al Nadim, al-Fahrisit , página 319) Na maior parte do festival, eles repetiam as cinco orações dia e noite, cada oração tinha que ser precedida de abluções!!! 
O mesmo sistema de cinco orações por dia, precedido por abluções, foi adotado por Mohamed, e o jejum do Ramadan propagado pelos Sabeus de Hran para Arábia.

Acredita-se que isso pode ter ocorrido após a ocupação de Nabonido, rei de Babilônia, no norte da Arábia, por volta do ano 552 aC, durante sua estada na cidade de Tayma.
Nabonido era a cidade de Haran, um adorador fanático da lua, Sin, e sua mãe era uma sacerdotisa do Pecado. 
Ele discordou com os sacerdotes da Babilônia que viram o deus, Marduk, como o líder dos deuses da Babilônia. Nabonido estava ansioso para espalhar o culto de Sin, a lua, como a principal divindade, assim deixou seu filho no comando de Babilônia, e passou a viver em Tayma no norte da Arábia.

Esses fatos históricos deixa claro que o Ramadan foi praticado pelos pagãos árabes, e contem as mesmas características do atual e santo Ramadan!!!
Al-Masudi Ramadan diz que recebeu seu nome por causa do tempo quente durante esse mês(Masudi, Muruj Al-Thaheb , 2, página 213)

Observamos que todas as proibições durante esse mês, descritos no alcorão , também eram os mesmo dos pagãos......abstinência de água, sexo e comida......também a mesma descrição, na surata 19(Promessa de Maria, e seu silencio)  faziam os pagãos....não falavam com ninguém...permanecendo em silencio(al-Allusi, Ruh 'al-Maani 16; página 56; Tafsir al-Tabari, al-Allusi, Ruh 'al-Maani 16; página 56; Tafsir al-Tabari , 16, página 56).

Abu Baker relata que aproximo-se de uma mulher entre os adoradores pagãos em Medina, sua abstinência era inclusive de falar.(Ahmad ibn Muhammed Qastallani, Irshad al-Sari , 6: 175; Ibn Hagar, al-Isabah 4: 315)

Pelo que lemos.....os pagãos levavam o jejum a serio.....com direito a penalidades para aqueles que não cumpria! O que torna claro que o islam é uma copia perfeita destes rituais pagãos um plagio......Mohamed e suas farsas e fabulas!
Segundo muitos relatos de historiadores, e materiais encontrados que comprovam a veracidade destas afirmações, o Ramadan foi praticado em muitas cidades no norte, onde Nabonido governou, inclusive Yathrib, hoje conhecida como Al-medina.

 SERIA COINCIDÊNCIA????

Mohamed impôs todas as praticas, antes dos pagãos, agora segundo ele, reveladas pelo deus alah.....ajustando a seu regalo...e assim unindo o útil ao agradável........

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR !!!!!!!!!!!! O POR QUE OS MUÇULMANOS NÃO PESQUISAM PARA SABER AS ORIGENS DESTAS PRATICAS!!!!! IGNORAM E NEGAM TODA A HISTORIA QUE PROVA A RAÍZES PAGÃS NO ISLAM. 
NÃO EXISTE DUVIDAS...........MAIS UMA MENTIRA DESMASCARADA ...........O RAMADAN ERA PRATICADO PELOS SABEUS.........QUE ERAM PAGÃOS.........ADORADORES DA LUA..............DEUS SIN.

Shalom...........
....Que ELOHIM nos guie nos dando discernimento e sabedoria!!!!♥

 
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook