sábado, 2 de maio de 2015

10 livros para empreender de qualquer lugar do mundo




NÔMADE E EMPREENDEDOR


Poder administrar o negócio de qualquer lugar do mundo é o sonho de vários empreendedores.
Esse desejo pode vir da vontade de sair conhecendo vários continentes enquanto trabalha ou da comodidade em cuidar do empreendimento de qualquer lugar: em casa, no aeroporto ou em uma cafeteria.
Mas essa não é uma tarefa simples: empreender remotamente é um campo que requer muito conhecimento antes de sair levando o seu computador por aí (já viu os erros que os empreendedores digitais mais cometem?).
Por isso, separamos 10 livros para o empreendedor se preparar antes de resolver cuidar de seu negócio de qualquer lugar do mundo, com a ajuda de David Kallás, professor dos cursos customizados de Educação Executiva do Insper, Marcelo Minutti, professor de empreendedorismo e inovação do Ibmec/DF, e Gustavo Ziller, empreendedor Endeavor e fundador da desenvolvedora de aplicativos Aorta.
O primeiro passo para empreender é ter uma ideia. Mas isso é apenas o começo. É preciso ter um planejamento para o negócio dar certo, principalmente em um empreendimento administrado digitalmente."Estratégia boa, Estratégia ruim" usa exemplos reais de empresas, entidades e organizações para revelar quais são suas inovações. Esses planejamentos não são só originais, mas também práticos, para todo empreendedor aprender o que funciona ou não e aplicar no seu empreendimento.Segundo o professor David Kallás, a obra é escrita pelo "estrategista dos estrategistas", Richard Rumelt, e fornece "dicas preciosas de como avaliar se uma estratégia é boa, bem como ideias de fontes de poder e diferenciação".
LIVRO PARA QUER QUER SABER QUAIS ESTRATÉGIAS FUNCIONAM


O primeiro passo para empreender é ter uma ideia. Mas isso é apenas o começo. É preciso ter um planejamento para o negócio dar certo, principalmente em um empreendimento administrado digitalmente.
"Estratégia boa, Estratégia ruim" usa exemplos reais de empresas, entidades e organizações para revelar quais são suas inovações. Esses planejamentos não são só originais, mas também práticos, para todo empreendedor aprender o que funciona ou não e aplicar no seu empreendimento.
Segundo o professor David Kallás, a obra é escrita pelo "estrategista dos estrategistas", Richard Rumelt, e fornece "dicas preciosas de como avaliar se uma estratégia é boa, bem como ideias de fontes de poder e diferenciação".
"Reinvente Sua Empresa", livro de Jason Fried e David Hansson chamado originalmente de "Rework", é um bestseller do New York Times. A obra vai contra as ideias de que o empreendedor precisa ser um viciado em trabalho e se encher de reuniões e análises para ser bem sucedido. A obra tem uma pegada meio motivacional, para todo mundo que quer montar seu próprio negócio, diz Marcelo Minutti. "Reinvente Sua Empresa" traz vários exemplos práticos de como criar e otimizar um ritmo de trabalho, como pensar fora da caixa e como ter um ambiente de trabalho menos burocrático, assuntos necessários para quem pensa em empreender remotamente.

LIVRO PARA QUEM QUER UM TRABALHO MENOS BUROCRÁTICO



"Reinvente Sua Empresa", livro de Jason Fried e David Hansson chamado originalmente de "Rework", é um bestseller do New York Times. A obra vai contra as ideias de que o empreendedor precisa ser um viciado em trabalho e se encher de reuniões e análises para ser bem sucedido.
A obra tem uma pegada meio motivacional, para todo mundo que quer montar seu próprio negócio, diz Marcelo Minutti. "Reinvente Sua Empresa" traz vários exemplos práticos de como criar e otimizar um ritmo de trabalho, como pensar fora da caixa e como ter um ambiente de trabalho menos burocrático, assuntos necessários para quem pensa em empreender remotamente.
"Remote: Office Not Required" é outro livro escrito por Fried e Hansson, só que disponível apenas em inglês. Como o próprio nome diz, a obra esclarece dúvidas sobre o trabalho remoto e estimula os que querem tocar seu negócio, mas sem se prender ao ambiente tradicional do escritório com horário fixo."Durante o livro todo, os autores contam histórias e dão dicas de empreendedores e profissionais que levaram ao extremo a cartilha do trabalho remoto e tiveram sucesso saindo do trabalho mais convencional. Esse livro é como um manifesto", conta Marcelo Minutti.

LIVRO PARA QUEM QUER CONHECER O TRABALHO REMOTO DE CABO A RABO


"Remote: Office Not Required" é outro livro escrito por Fried e Hansson, só que disponível apenas em inglês. Como o próprio nome diz, a obra esclarece dúvidas sobre o trabalho remoto e estimula os que querem tocar seu negócio, mas sem se prender ao ambiente tradicional do escritório com horário fixo.
"Durante o livro todo, os autores contam histórias e dão dicas de empreendedores e profissionais que levaram ao extremo a cartilha do trabalho remoto e tiveram sucesso saindo do trabalho mais convencional. Esse livro é como um manifesto", conta Marcelo Minutti.

Fazer um modelo de negócio é um passo considerado fundamental para empreender (quer aprender como fazer um?). Mas não basta ter um projeto em mãos: é preciso que ele seja inovador.O livro "Business Model Generation: Inovação em Modelos de Negócio", de Yves Pigneur, pretende oferecer ferramentas testadas para compreender, projetar, retrabalhar e implementar modelos de negócio provocadores, com dicas práticas e visuais para o empreendedor.

Livro para quem quer ter um modelo de negócios inovador

Fazer um modelo de negócio é um passo considerado fundamental para empreender (quer aprender como fazer um?). Mas não basta ter um projeto em mãos: é preciso que ele seja inovador.
O livro "Business Model Generation: Inovação em Modelos de Negócio", de Yves Pigneur, pretende oferecer ferramentas testadas para compreender, projetar, retrabalhar e implementar modelos de negócio provocadores, com dicas práticas e visuais para o empreendedor.




Livro para quem quer saber lidar com os imprevistos

O acaso faz parte da vida de um empreendedor - especialmente se ele não trabalha em um local físico. "O Andar do Bêbado", de Leonard Mlodinow, é um livro para os empreendedores nômades digitais aprenderem a lidar com os imprevistos e a se virar nesse ambiente de incertezas.
Como exemplo do acaso no trabalho remoto, Marcelo Minutti cita possíveis distrações que não existem em escritório, como uma campainha tocando ou o filho chamando. "O trabalho em casa gera mais riscos de distração do que o ambiente convencional, um conjunto de coisas não previstas e que você deve estar preparado para lidar com elas", diz o professor.


Livro para quem quer acabar com o horário comercial

"Trabalhe 4 Horas Por Semana", livro de Timothy Ferriss de nome original "The 4-Hour Workweek", é um clássico para estimular os empreendedores a gerenciar seu tempo quando trabalham remotamente.
Ferriss é, ele próprio, um empreendedor remoto e um autor bestseller do New York Times. A obra promete que o leitor poderá não apenas conseguir aproveitar seu tempo, mas também multiplicar seu salário e viver onde quiser.
"Trabalhe 4 Horas Por Semana" fala sobre como priorizar coisas que são realmente importantes no dia a dia e como fazer que seu trabalho ande sem depender de você, construindo um estilo de vida que valoriza o tempo livre.


Livro para quem quer uma rotina bem arquitetada

"Design Your Self: Repensando o Modo Como Você Vive, Ama, Trabalha e Se Diverte" é um livro escrito pelo famoso designer Karim Rashid, que planejou, por exemplo, as lojas da Lacoste e as Trump Towers.
O objetivo da obra, assim como o livro anterior, é repensar como organizar a rotina para fazer com que tudo caiba de forma harmoniosa, gerando bons resultados com esse planejamento.
O livro "privilegia a qualidade em detrimento da quantidade do trabalho e estrutura como você trabalha no dia a dia e distribui essas atividades em ambientes remotos, como de casa, em aeroporto ou hotéis", explica o professor Marcelo Minutti.


Livro para quem quer aprender a pensar melhor

"Pense Melhor", de Tim Hurson, dá dicas de ferramentas para criar soluções originais para problemas tanto no ambiente profissional quanto no pessoal. Segundo Marcelo Minutti, a principal lição do livro é separar o pensamento criativo do pensamento analítico. 
É um livro relevante para o trabalho remoto, diz o professor, já que oferece um guia para fazer um modelo mental orientado à produtividade e eficácia.


Livro para quem quer ter uma lição sobre persistência

"Endurance: Shackleton's Incredible Voyage" conta a história do navio Endurance, de 1912, que embarcou para a Antártica. Após um ano de viagem, e ainda distante do destino final, a embarcação ficou presa no gelo.
Ernest Shackleton e sua equipe tiveram de sobreviver durante cinco meses até conseguirem navegar novamente com um barco salva-vidas. O livro, escrito por Alfred Lansing, é descrito como uma obra intensa, inspiradora e que define o heroísmo. Inclusive para os empreendedores que pretendem partir em uma viagem.

Livro para quem quer se descobrir enquanto viaja

"On The Road" é uma famosa narrativa de descobrimento do mundo e de si mesmo por meio de uma viagem. A obra causou uma revolução cultural no século XX, inspirando movimentos como o punk e os hippies.
O livro de Jack Kerouac conta o viagem de dois jovens por meio da Rota 66 ao longo dos Estados Unidos, misturando lirismo, transgressão e loucura.
Segundo o empreendedor Gustavo Ziller, o livro é um clássico, que deu origem a cultura beatnik (movimento de contracultura nômade). "O livro é acelerado, gostoso e intenso", avalia.

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Sindicato dos professores do RS decide se desfiliar da CUT


Cpers entregou pauta de reivindicações ao governo do estado (Foto: Evandro Oliveira/Divulgação)

CPERS tomou a decisão alegando que CUT está 'distante' da categoria.
Servidores aprovaram pauta de reivindicações, já entregue ao governo.


Em assembleia na tarde desta sexta-feira (27) em Porto Alegre, o sindicato dos professores decidiu se desfiliar da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A presidente do CPERS, Elenir Aguiar Oliveira, alegou que a CUT estava distante da categoria. O encontro reuniu cerca de 6 mil servidores no Ginásio Gigantinho.

O CPERS também aprovou outras reivindicações, como a nomeação de concursados, a luta pela garantia dos royalties do petróleo para a educação e o pagamento integral do piso do magistério. A pauta foi entregue no início da noite ao governador José Ivo Sartori e ao secretário da Educação, Vieira da Cunha. Nos próximos dias, uma nova reunião entre governo e categoria deverá ser agendada.

Foto: Dani Conte
"Por Alexandre Haubrich"
Em assembleia realizada nesta sexta-feira (27), o CPERS – Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul, o maior sindicato do Rio Grande do Sul, com 81 mil sócios, decidiu desfiliar-se da Central Única dos Trabalhadores. A direção do sindicato era contrária à desfiliação, pauta levantada por grupos ligados à antiga gestão do CPERS.
A assembleia, que tinha também como pauta a organização da luta contra os cortes de gastos do governo de José Ivo Sartori (PMDB), acabou focada na questão da CUT. Foram 1588 votos pela desfiliação, contra 1129 pela manutenção da ligação com a Central. O CPERS era filiado à CUT há 19 anos, e essa foi a primeira assembleia geral após a mudança na direção, ocorrida no ano passado.
O Jornalismo B não conseguiu contato com a presidenta do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, mas, ao site do jornal Zero Hora, ela lamentou a decisão da categoria, que esteve presente com mais de 6 mil professores no Ginásio Tesourinha, em Porto Alegre: “a assembleia mostrou claramente que a oposição está mais preocupada em dividir a categoria, visto que priorizou a votação (da desfiliação) ao invés de focar nas reivindicações. Vamos encaminhar a desfiliação, mas vamos lutar para unir o magistério e focar nas nossas lutas”, afirmou Helenir.
Ao Jornalismo B, Rejane Oliveira, ex-presidenta do CPERS e principal nome da oposição, disse pensar diferente: o que divide a categoria é o CPERS dizer que quer o piso e defender a carreira e a CUT defender o contrário. Tivemos que fazer grandes batalhas e a CUT usava a imprensa para se posicionar contra a categoria. Isso divide. Agora vamos fazer a luta com as pautas da categoria e com a unidade de quem quiser lutar. Quem quiser defender governos, que faça em seu nome., nós vamos defender os trabalhadores”, explicou.
Rejane também ressaltou a importância da decisão: “vivemos, no último período, filiados a uma Central que usava o prestigio do CPERS e a representatividade da categoria para ir aos governos pedir retirada de direitos dos trabalhadores. Nossa categoria tem uma história de tradição, de luta, de coragem, para defender os interesses dos trabalhadores, e a CUT se utilizou disso para defender os governos. Não podemos permitir que um sindicato com a história do CPERS e uma categoria com a historia que a nossa tem continue com a CUT, uma Central que desistiu de defender os trabalhadores e partiu para defender os governos”

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Um Hangout para Tempos de Guerra


Transmitido ao vivo em 1 de mai de 2015

1 - Lula diz que farão o "inferno" para que Dilma ganhe as eleições;
2 - Correios e máquina pública são usados para distribuição de material do governo;
3 - Dilma mente e dissimula em toda campanha eleitoral;
4 - Tófoli, o advogado do PT, é remanejado para o TSE;
5 - Urnas e eleições são colocadas em cheque;
6 - DIlma faz 100 dias de silêncio e o país começa sua descida a ladeira;
7 - Manifestações começam a eclodir no Brasil;
8 - Estoura o Petrolão com indícios de envolvimento de políticos e empreiteiras;
9 - Lula chama o exército de Stedile para defender DIlma;
10 - Stedille vai a Venezuela solicitar ajuda;
11 - Lula em comício público diz que não vai permitir o golpe e conclama militantes para a guerra;
12 - PT deixa vazar o caderno de teses;
13 - Stedile e Lewandovisk recebem medalha de Tiradentes;
14 - MST distribui a cartilha do guerrilheiro feita por Mariguella a seus seguidores;
15 - MST faz integração para treinamento de guerrilha com o ministro das comunas da Venezuela;

Diante desses fatos, todos fartamente noticiados pelas mídias online e offline nos encontramos agora diante de uma grande pergunta:

Já estamos em guerra?
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Participação especial com o Coronel Moézia

Luiz Cruz - Diretamente do EUAS
Roberto Mezian - Reservista CPOR
Leandro Cimino - SP


  
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sexta-feira, 1 de maio de 2015

O mínimo que você precisa saber sobre Israel

Israel iniciou na quarta-feira as comemorações do 67º aniversário de sua independência, com fogos de artifício, festas, desfiles de soldados e shows.

Em homenagem ao “país mais ameaçado de destruição do mundo“, segundo seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, reproduzo abaixo o artigo “Israel: 67 anos!”, do jornalista Mauro Wainstock. É o mínimo que você precisa saber sobre o único estado judeu.
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Mauro Wainstock

Israel está comemorando 67 anos! Muitos leitores deste artigo certamente já festejaram mais aniversários do que este minúsculo país, com apenas 22.072 km² (menor do que o estado de Sergipe e ainda tendo 60% deste total ocupado por deserto) e 8,1 milhões de cidadãos (sendo 75,3% judeus). Para você ter uma ideia, os 22 estados árabes possuem 350 milhões de habitantes, enquanto os 60 países islâmicos já somam 1,2 bilhão de seguidores.

Se os números são desproporcionais, o desenvolvimento também é. Israel teve deflação de 0,2% em 2014; a economia cresceu 3,2% na média dos três últimos anos; o país possui uma invejável renda per capita de quase US$ 35 mil e índice de qualidade de vida de 0,888 – um dos mais elevados do mundo. Considerada a “cidade que nunca para”, Tel Aviv conquistou recentemente o “Prêmio Mundial de Cidades Inteligentes”. Apesar de ser obrigado a investir cerca 10% do PIB na defesa do país, Israel é o país que mais gasta com pesquisa e desenvolvimento (P&D): são 4,4% do seu PIB, quase o dobro da média (2,4%) dos 34 países desenvolvidos que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Toda empresa multinacional de tecnologia do mundo tem um centro de P&D em Israel, incluindo Intel, IBM, Microsoft, Google, Facebook e Apple.

O país também possui mais empresas listadas na Bolsa Eletrônica “Nasdaq” do que toda a comunidade europeia junta, tem a maior porcentagem/per capita de computadores pessoais e ainda é um dos líderes globais em comunicações, ciências da vida, desenvolvimento de softwares e em cibersegurança. A comparação com o Vale do Silício, na Califórnia, é inevitável, já que possui o segundo maior número de companhias startups no mundo, logo depois dos Estados Unidos. Foram cientistas israelenses que criaram, por exemplo, o telefone celular (laboratório da Motorola), a tecnologia de chips para o processador Pentium (laboratório da Intel), o sistema de armazenamento de voz (“voice mail”), o primeiro programa antivírus para computadores e o ICQ, programa de comunicação instantânea pioneiro na Internet. Há três meses, a Apple inaugurou um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, na cidade de Herzliya – o segundo maior da empresa no mundo e que está gerando mais de 700 empregos diretos. “Temos uma enorme admiração por Israel como lugar para fazer negócios”, afirmou na ocasião Tim Cook, CEO da Apple.




Apesar dos limitados recursos naturais, o intensivo desenvolvimento industrial e da agricultura ao longo das últimas décadas fez com que Israel se tornasse amplamente autossuficiente na produção de alimentos. Ele é reconhecido mundialmente por suas tecnologias de ponta em reuso, dessalinização e controle de perdas de água. É, também, o único país que terminou o século XX com mais árvores do que o iniciou. E o primeiro no ranking mundial/per capita, tanto em números de artigos científicos como em patentes de equipamentos médicos. Foi uma empresa israelense que desenvolveu o exame de sangue que permite diagnosticar ataques cardíacos por telefone; o primeiro sistema para detecção de câncer de mama isento de radiação e monitorado por computador; a primeira filmadora em forma de cápsula ingerível, que permite o exame do intestino delgado; e o diagnóstico de câncer e de disfunções digestivas.

Agora imagine um adesivo para o tratamento de diabetes que substitui a necessidade das injeções diárias; uma forma de diagnosticar câncer de pulmão apenas pela respiração, uma maneira de aplicar drogas para tumores usando a nanotecnologia ao invés da quimioterapia ou um dispositivo a laser do tamanho de um barbeador elétrico que alivia a dor e cura feridas no conforto de sua própria casa. Esses dispositivos já existem ou estão em fase de desenvolvimento. Entre os muitos judeus que têm contribuído significativamente para a humanidade, em todas as áreas do pensamento, estão Albert Sabin (vacina contra a poliomielite), Arthur Solomon Loevenhart (um dos responsáveis pelos medicamentos contra a sífilis), Selman Abraham (descobriu a estreptomicina, valorosa no tratamento da tuberculose), além de Albert Einstein (teoria da relatividade), Siegried Marcus (criou o motor à gasolina) e Sigmund Freud (psicanálise), só para citar alguns. Enfim, contando com apenas 0,2% da população mundial, os judeus já conquistaram 22% de todos os “Prêmios Nobel”.


Em termos educacionais, Israel também se destaca: possui o maior percentual em número de diplomas de curso superior e centros de referências em várias especialidades, como os institutos Technion (Tecnologia) e Weizmann (Ciências), além da Universidade Hebraica de Jerusalém, que está entre as 100 melhores do mundo. E quando o assunto é esporte, Israel disputa torneios com os países europeus, mas ainda assim faz bonito: o time Maccabi Tel Aviv já se sagrou campeão da “Copa Intercontinental”, foi vice-campeão mundial em 2014, quando perdeu para o Flamengo, e ganhou o campeonato europeu de basquetebol seis vezes (é o segundo clube com mais conquistas da Euroliga na história). Também foi a primeira equipe europeia a vencer uma equipe da NBA em solo norte-americano. Por outro lado, a “Macabíada”, principal evento esportivo do mundo judaico, é o terceiro maior do mundo em número de atletas. Nas competições individuais, porém, uma surpresa: o campeão mundial Gary Gasparov, considerado o “Rei do Xadrez”, revelou que, apesar da fama, já foi discriminado por ser judeu.

Por sua riquíssima cultura milenar, Israel tem muitos motivos para ser aplaudido de pé, seja na música, na dança e na criatividade. É inacreditável como há alguns anos realiza o “Festival de Ópera” em… Massada – local que é um monte rochoso, palco de uma batalha histórica. Fica a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, ou seja, seria totalmente impróprio para qualquer tipo de evento. Por outro lado, no cinema, são judeus cineastas como Steven Spielberg, atores do porte de Michael Douglas e Barbra Streisand, e humoristas que inspiraram novas formas de fazer comédia, como os Irmãos Marx, Charles Chaplin, Jerry Lewis, Woody Allen e Jerry Seinfeld. Talvez você não saiba, mas dois judeus, Jerry Siegel e Joe Suster, criaram o Super-Homem; um judeu, Bob Kane, inventou o Batman; e Stan Lee, o mais famoso autor do mundo dos quadrinhos, também judeu, é o responsável por personagens como Hulk e Homem-Aranha. E tem mais: o Capitão América foi desenvolvido pelos judeus Joe Simon e Jack Kirby.

No quesito política, Israel se orgulha da democracia e pluralidade, absorvendo as mais variadas ideologias, etnias, credos, gêneros e religiões. Os árabes, por exemplo, são a terceira maior força no Parlamento, possuindo 14 cadeiras de um total de 120, assim como as mulheres têm voz ativa, com 29 representantes. E por falar nelas: há uma “Miss Israel” negra (etíope) e uma líder religiosa lésbica. Já a jornalista árabe-muçulmana Lucy Aharish, acenderá uma das tochas na cerimônia no “Dia da Independência”, que este ano acontecerá em Jerusalém. No país, todos os grupos são respeitados e acolhidos: Tel Aviv, por exemplo, já conquistou várias vezes o título de “melhor destino gay”.

O respeito à diversidade é uma das características do povo judeu, eternizado com a criação do Estado Judeu. O brasileiro Osvaldo Aranha foi quem “bateu o martelo”. Outro nome importante na história política brasileira foi o do jornalista judeu Vladimir Herzog – encontrado morto nas dependências do 2ª Exército. Hoje temos um embaixador de Israel no Brasil de origem drusa e, este ano, nas comemorações do “Dia Nacional da Imigração Judaica” (18 de março), houve uma homenagem ao senador Aarão Steinbruch, já falecido, autor da lei que criou o “13º salário”, sancionada pelo então presidente João Goulart em 1962. O parlamentar também foi o “pai” da aposentadoria por tempo de serviço.

Mas o relevante papel de judeus na construção da sociedade brasileira data muito antes disto. Em 1412, o infante D. Henrique, ao fundar a Escola de Sagres, trouxe o judeu Iehudá Crescas para ensinar aos pilotos portugueses fundamentos da navegação, produção e manejo de cartas e instrumentos náuticos. Mais tarde, outros judeus colaboraram, como José Vizinho, mestre Rodrigo e Abraham Zacuto, que planejou a viagem de Vasco da Gama às Índias. Sua contribuição possibilitou as viagens transoceânicas e as descobertas marítimas de Portugal. Na frota de Cabral, viajaram como conselheiros pelo menos dois judeus: Mestre João, para pesquisas astronômicas e geográficas, e Gaspar de Lemos (ou da Gama), que foi considerado corresponsável pelo descobrimento. Segundo alguns historiadores, o próprio Cabral, originário de Belmonte, conhecida cidade de marranos, teria origem judaica. Em 1503 o judeu Fernando de Noronha liderou um grupo de judeus portugueses que apresentou a D. Manuel a primeira proposta de colonização do novo território.

Com o passar dos anos, muitos hábitos, provérbios e até mesmo superstições judaicas se incorporaram à cultura popular brasileira, como as expressões “ficar a ver navios”, “vestir a carapuça” e “passar a mão na cabeça” – esta última relacionada ao ato judaico de abençoar alguém colocando as duas mãos sobre sua cabeça ao mesmo tempo em que se pronuncia uma breve oração em hebraico. Outras curiosas contribuições de origem judaica, desta vez na culinária, foram a carne de sol e a tapioca. No entanto, com as perseguições, muitos judeus precisaram esconder essa condição e alteraram seus nomes para não serem denunciados, torturados e mortos. Os chamados “cristãos-novos” passaram a se chamar, por exemplo, Alves, Andrade, Alencar, Amaral, Aguiar, Arruda, Bezerra, Brito, Botelho, Cabral, Carvalho, Cardoso, Costa, Duarte, Fonseca, Gomes, Linhares, Machado, Mendes, Oliveira, Pinto, Pereira, Rodrigues, Santos, Silva, Soares, Vasconcelos, Viana, Vieira, entre tantos outros, cujos descendentes se espalharam por todo o território nacional.

Hoje, o Brasil recebe tecnologia de ponta israelense para a agricultura do nordeste brasileiro e expertise em segurança para ser aplicada na segurança de grandes eventos. Os países possuem parceria econômica, inclusive no Mercosul; intercâmbios educativos, como o projeto “Ciência sem Fronteiras”, que tem a participação de muitos israelenses; programas do Instituto Weizmann de Ciências, que leva brasileiros para cursos especializados em Israel; e concursos sobre o Holocausto, promovidos por entidades judaicas que premiam professores e estudantes das escolas públicas. Além disto, a comunidade judaica atua em variados programas solidários, como o que o Hospital Israelita Albert Einstein desenvolve na Comunidade de Paraisópolis (São Paulo), que beneficia 6 mil moradores com atendimento médico de vanguarda, atividades socioeducativas e assistência biopsicossocial.

Enfim, a terra é árida, e mesmo assim Israel se destaca em questões agrícolas. Não há recursos, e o país desenvolveu alternativas para o combustível. Está cercado por inimigos, e sua tecnologia militar é usada como fonte de inspiração para empresas inovarem… Mundo: deixe Israel viver. Deixe os judeus ajudarem a construir um mundo melhor. A humanidade consciente agradece!

* Saiba mais aqui no blog:


Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil
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Ator de 'Cidade de Deus' é encontrado na cracolândia em São Paulo

Rubens Sabino Silva já foi preso por roubar uma bolsa e tenta para se livrar do vício.
O ator Rubens Sabino Silva, de 30 anos, que interpretou o traficante Neguinho, no filme “Cidade de Deus” foi encontrado, nesta quarta-feira, entre centenas de usuários na área conhecida como cracolândia, durante uma operação da Prefeitura de São Paulo no centro da cidade.
Rubens foi surpreendido pela chegada de policiais militares que foram chamados para conter os dependentes de crack que tentavam impedir a retirada das barracas montadas no local para o consumo da droga.
Houve confusão e resistência por parte dos usuários que atearam fogo em papelões interditando ruas da região da Luz. Em resposta, a PM disparou bombas de efeito moral. No confronto, dois homens foram atingidos por tiros e levados para o pronto-socorro da Santa Casa.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, a polícia reagiu após ser agredida por moradores de rua.
Rubens Sabino Silva não se feriu na confusão. Porém, durante a ação, o ator conversou com o ex-senador Eduardo Suplicy, que acompanhava a retirada dos usuários de drogas do local.
Vivendo na rua há dez anos, Rubens chegou a praticar crimes quando vivia no Rio de Janeiro para manter o vício. Em 2003, foi preso ao roubar uma bolsa, em um ônibus. Após ser solto, Rubens buscou ajuda para ser internado numa clínica de reabilitação, entretanto, voltou a consumir crack ao deixar o tratamento, como informou o jornal O Dia.
De acordo com a Prefeitura de São Paulo, 150 pessoas que estavam no local foram hospedadas em hotéis e serão encaminhadas para vagas de trabalho e cursos profissionalizantes.
  
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Dia do Trabalho - 1º de Maio


Dia do trabalho 1889

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

No dia primeiro de maio de 1886, em Chicago, Estados Unidos, um grupo de sindicalistas, reformadores, anarquistas, socialistas e aquilo que hoje a história chama de “trabalhadores comuns” tomou as ruas da cidade. O movimento não era local nem regional. Em todo país lutava-se, entre outras coisas (mas principalmente) por uma jornada diária de trabalho de 8 horas. Três dias depois, na chamada Haymarket Square da mesma cidade, eclodiu um conflito entre operários e policiais que faria a confusão de ontem em Curitiba parecer bobagem.

É curioso observar, como através do tempo, muda-se o significado da História e dos seus fatos principais conforme a vontade de quem faz o discurso. Dia do Trabalhador hoje, no Brasil, passou a significar algo muito diferente daquilo que se pedia em 1886. A distância é tão grande que até mesmo a definição do evento menciona (como vocês viram acima) a presença de “trabalhadores comuns” entre os manifestantes de Chicago, não é?

Eu fico aqui pensando: quem seriam hoje, no Brasil, esses trabalhadores “comuns” e me atrevo, eu mesmo, a responder – trabalhadores “comuns” no nosso país são 99,9% dos brasileiros! São a maioria gigantesca da nossa população que amanhã, se Deus quiser, NÃO vai estar nas ruas misturada com a ralé da esquerda brasileira...são os médicos que vão estar atendendo em emergências imundas do SUS, são policiais que vão estar trocando tiros com traficantes que trouxeram para o nosso país a cocaína das FARC, são professores que vivem com salário de fome e não cobrem o rosto para invadir a Assembleia Legislativa em Curitiba!

Eles, junto com milhões de operários, caminhoneiros, lavradores, faxineiras, garis...eles e tantos outros que começaram, desde crianças, a ajudar a sustentar suas famílias JAMAIS precisaram de sindicalistas alcoólatras, de guerrilheiras que assaltam bancos nem de padres comunistas para saber quais são, em primeiro lugar, os deveres de um trabalhador e, em decorrência deles, quais os direitos que lhes são devidos.

Não sou “getulista”. Não tenho idade para ter visto o Governo dele. Não o tenho como ídolo nem como vilão mas conheço história – foi com ele, e mais ninguém, que se construiu a luta pelos direitos dos trabalhadores nessa Nação. Getúlio Vargas pode ser acusado de qualquer coisa; menos de ter sido “comunista”.

Causa nojo ver o PT apresentar-se como um partido dos “trabalhadores”. Causa espécie ver essa elite que compra deputados, que mata prefeitos, que destrói a PETROBRAS, que corrompe a nossa infância dizer-se representante daqueles que construíram e que sustentam esse país.

Soube que Dilma não vai discursar em cadeia nacional de televisão. Que ironia! Uma presidente inventada por um sindicalista quase analfabeto, uma “combatente pela democracia” (como ela gosta de se dizer) dos anos 60 e 70 ter tanto medo de um panelaço nacional que precise limitar-se às redes sociais para dirigir-se ao Brasil.

A solução que ofereço aqui é simples: dirija-se aos trabalhadores cubanos, presidente Dilma! Foi dinheiro gerado pelos brasileiros que a senhora entregou, através de empréstimos que até agora tem seus termos mantidos em segredo, para eles reformarem seus portos e aeroportos!

Cumprimente os trabalhadores da Bolívia – país cuja dívida a senhora e seus asseclas perdoaram ! Fale ao povo do Território Palestino – seu ex-ministro e traidor da profissão médica, Alexandre Padilha, empenhou-se em construir centros de tratamento e diagnóstico lá enquanto nossos pacientes morrem no chão!

Se a senhora e seus comparsas disserem que assim escrevo por pertencer a uma elite, que assim a ataco por “ser médico”, lembre-se que foram vocês petralhas que passaram a nos chamar de “trabalhadores da saúde” como todos os outros!

Encerro, pois, dizendo que aqui não é o médico nem o cidadão que a vocês se dirige agora – é o pagador de impostos, é mais um “trabalhador” brasileiro que nesse primeiro de maio tem, como a gigantesca maioria da nossa sociedade, o mesmo orgulho de ser trabalhador e, graças a escória do Partido de vocês, cada vez mais VERGONHA de ser brasileiro!

Quando a História se referir aos petistas, poderá dizer que fizeram qualquer coisa; menos trabalhar de verdade!

Milton Simon Pires é Médico.

  
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