segunda-feira, 6 de abril de 2015

Traição de chinês é descoberta com visita de 17 namoradas a hospital após acidente

Traição de chinês é descoberta com visita de 17 namoradas a hospital após acidente
Um leve acidente de carro foi o suficiente para acabar com 17 relacionamentos ao mesmo tempo. O chinês identificado como Yuan pela mídia local deu entrada em um hospital na cidade de Changsha, na província de Hunan, após sofrer um pequeno acidente, e horas depois, viu suas 17 namoradas aparecerem para saber sobre seu estado de saúde.
Foi assim que todas elas descobriram que 'dividiam' o mesmo homem por meses – ou até anos, em alguns casos. Os médicos foram contatar os 'parentes' do chinês acidentado, e todas as suas 'namoradas' apareceram no hospital ao mesmo tempo.
Tanto as garotas, quanto os próprios funcionários do hospital, ficaram surpresos quando descobriram a verdade ao chegarem em massa ao local para ver o mesmo homem.
"Eu fiquei muito preocupada quando soube que ele estava no hospital", disse Xiao Li, que saía com Yuan há um ano e meio, ao jornal local Chen Bao. "Mas quando comecei a ver mais e mais meninas lindas chegando aqui para vê-lo, eu não conseguia parar de chorar."
Ela conta que criou um grupo para conversar com as outras 16 mulheres online e descobriu que algumas delas chegaram a ajudá-lo financeiramente, emprestando dinheiro a ele por nove anos.
Wang Fang, que também se relacionava com Yuan, disse que tem um filho com o galanteador chinês. "Eu não o amo mais, mas amo muito meu filho. O que vou fazer agora?". Outra namorada, Xiao Ting, afirmou que achava que Yuan era "o cara certo" para ela e que havia começado a planejar o casamento dos dois.
A história de Yuan ficou famosa na China pelas redes sociais, com milhares de pessoas fazendo comentários sobre a façanha do chinês namorador. Mas nem todos criticaram o homem das 17 namoradas – muitos se disseram admirados com sua capacidade 'multitarefas' para administrar os relacionamentos, e outros comentaram que as mulheres deveriam ter percebido algo estranho na relação com 'Don Juan' chinês.
Apesar da confusão nos relacionamentos, os problemas de Yan só estão começando. A polícia local já começou uma investigação sobre alegações de fraude envolvendo o chinês.
  
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Olavo de Carvalho: "Teremos de impor o debate à força"



Seg, 06/04/2015 às 11:10 | Atualizado em: 06/04/2015 às 11:23 Davi Lemos
Olavo de Carvalho é filósofo, professor e escritor


O filósofo e professor Olavo de Carvalho é hoje o maior expoente do pensamento de direita em âmbito nacional. Nesta entrevista realizada por e-mail, o filósofo, residente dos EUA, diz que o reavivamento da direita é resposta à prepotência da esquerda que desembocou no assalto aos cofres públicos. Mas ele aponta que somente a "inteligência individual" é capaz de contrapor-se à esquerda em uma "guerra cultural". 
Muitos brasileiros foram às ruas no domingo (15/03) impulsionados, em sua maioria, pelo escândalo do Petrolão e pedindo a deposição da presidente Dilma Roussef. O senhor entende que seja a corrupção sistemática, como apontou o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, o mal maior gerado nos governos petistas?


Sem dúvida, mas esse mal não surgiu sozinho. Ele nasceu desde dentro de um vasto projeto de poder e é parte integrante desse projeto. Afinal, os crimes de corrupção não foram cometidos para enriquecer este ou aquele indivíduo isoladamente, mas para financiar o PT. Esse é o mal mais vistoso, mas ele não é a raiz, é o resultado final de um processo corruptor muito mais profundo, que começou com a adoção da estratégia de Antonio Gramsci para a tomada do poder e assumiu forma decisiva com a fundação do Foro de São Paulo de 1990. O projeto de Antonio Gramsci consiste basicamente em ludibriar toda a sociedade para que aceite o socialismo sem percebê-lo, até que o partido que comanda o processo adquira - são palavras dele - "o poder invisível e onipresente de um imperativo categórico de um mandamento divino". Nessa perspectiva, o Partido é o único juiz de si mesmo e pode fazer o que bem entenda, sem prestar contas à população e sem nem lhe explicar o que está acontecendo. A corrupção financeira é apenas o aspecto mais exterior que acaba assumindo a corrupção muito mais profunda de toda vida social e política. O Foro de São Paulo se arroga o direito de governar em segredo um continente inteiro, determinando o curso da vida de dezenas de povos, sem lhes prestar a mínima satisfação e, é claro, sem jamais se submeter ao seu julgamento moral. O direito de roubar é só a expressão financeira do direito mais geral de ludibriar.

Esse foi o primeiro movimento de massas identificado com a direita desde o início do governo Sarney. Como o senhor entende esse período de acabrunhamento da direita e o que a fez despertar neste momento?


A estratégia de Antonio Gramsci inclui como elemento essencial a "ocupação de espaços", que significa preencher com elementos da esquerda todos os postos na educação, na mídia, nas instituições culturais e, por fim, na administração pública, tomando de uma possível oposição direitista todos os meios de se fazer ouvir. Nos anos 90, essa operação já foi coroada de sucesso, de modo que já não havia uma oposição de direita não somente no Parlamento, mas em parte alguma. Lula celebrava como apoteose da democracia o fato de que nas eleições presidenciais todos os candidatos fossem de esquerda. A esquerda tinha o monopólio absoluto da palavra, o restante da sociedade caiu na "espiral do silêncio" e perdeu até todo o desejo de falar. Foi só quando a prepotência da esquerda assumiu a forma do assalto geral e cínico aos cofres públicos, que a opinião excluída acabou por se ver praticamente obrigada a manifestar-se de novo.

O senhor é apontado por muitos líderes destes movimentos que pedem a saída de Dilma e que são contra o comunismo como o responsável pela quebra de uma "espiral de silêncio" que marginalizava o pensamento à direita. O senhor vislumbra para os próximos anos um ambiente favorável a verdadeiros debates, uma vez que o pensamento de esquerda é hegemônico entre profissionais de imprensa, na academia e no meio artístico?


A esquerda dominante jamais aceitará o debate franco, pois sabe que vive de mentirinhas tolas e que num confronto honesto sairá sempre perdendo. Sua única esperança é tapar definitivamente as bocas dos discordantes para que não mostrem que o rei está nu. Se queremos restaurar a possibilidade de um debate franco, teremos de impor isso à força.

Em um dos artigos de "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota", o senhor explica porque não é um liberal, mas um conservador. Vê-se nos movimentos a união destas duas correntes. Isto demonstra a incipiência desta nova direita? Qual diferenciação o senhor faz entre elas?


Basicamente, liberais (especialmente libertarians) e conservadores se distinguem porque os primeiros privilegiam a argumentação econômica, fazendo vista grossa à guerra cultural,  que é justamente o ponto principal da estratégia da esquerda. Conservadores, por seu lado, insistem na argumentação cultural e moral ao ponto de às vezes, deixar-se enganar pelo conservadorismo moralista de um Vladimir Putin. Nenhuma corrente ideológica é jamais inteligente o bastante para se mover com agilidade entre as sutilezas da vida política. Só inteligência individual é capaz de dar conta das ambiguidades e astúcias de uma situação política em mutação veloz.

O senhor vem denunciando há anos a influência do Foro de São Paulo sobre a política brasileira e da América Latina. O governo brasileiro não se manifesta contra o que ocorre na Venezuela, por exemplo, onde opositores são presos ou mortos. O Brasil pode chegar a isso?


Acho até engraçado quando ouço advertir que "o Brasil pode virar uma Venezuela". O Brasil "fez" a Venezuela. No discurso do décimo quinto aniversário do Foro de São Paulo, o senhor. Lula confessou isso abertamente. O regime Hugo Chavez foi concebido no Brasil e criado através do Foro de São Paulo. Em segundo lugar, até muito recentemente, a Venezuela estava muito melhor que o Brasil, pois lá havia uma oposição atuante e combativa, enquanto o nosso povo, aceitava com passividade bovina e silêncio de pedra toda imposição do esquerdismo dominante.



Qual a gravidade de o PT ser ligado ao Foro de São Paulo? Por que o senhor defende que o Foro de São Paulo deve ser excluído da política brasileira?



Em primeiro lugar, o Foro articula, numa estratégia global, partidos legais e organizações criminosas de terroristas, de narcotraficantes, de sequestradores. Isso faz dele, como um todo, uma organização criminosa. Em segundo lugar, o Foro atuou de maneira clandestina, negando sua própria existência, até quando foi forçado a admiti-la pelas denúncias sucessivas que eu mesmo divulguei. Como se pode admitir que a política de um país ou, pior ainda, de vários deles, seja determinada por uma entidade clandestina, calculada, nas palavras do senhor Lula "para que ninguém soubesse do que estávamos falando"? Como pode haver normalidade democrática se as decisões são tomadas em conluio com criminosos estrangeiros e se nós, o povo, não temos sequer o direito de saber do que eles estão falando?

O senhor também é um grande crítico do sistema educacional brasileiro. De que forma esta "deseducação" contribui para a formação da hegemonia à esquerda?


A doença principal da educação brasileira foi a adoção do sistema de alfabetização chamado "socioconstrutivista", criado inteiramente por estrategistas comunistas como Lev Vigotsky, Emilia Ferreiro e Paulo Freire para transformar as crianças em servos dóceis de um movimento político, com total desprezo pelo desenvolvimento real das suas capacidades. Hoje em dia está mais do que provado que o sistema socioconstrutivista destrói a inteligência das crianças e produz até mesmo lesões cerebrais. Os responsáveis pela adoção desse sistema são diretamente culpados pelo fracasso retumbante das nossas crianças, amplamente comprovado pelos testes internacionais. Esses homens não são educadores, são criminosos

O senhor defende uma hegemonia da direita? Em que ela seria mais saudável que a atual hegemonia?


Já tivemos uma hegemonia da direita durante o regime militar. Ela fez algumas coisas boas na esfera econômica mas, por ter idéias estereotipadas sobre o comunismo e nada entender da estratégia gramsciana, deixou o campo livre para que a esquerda se apossasse da mídia, do mundo editorial e do sistema educacional. Direitismo não é atestado de inteligência.

Costuma-se apontar o PSDB como a direita brasileira, e aqueles que protestam contra os governos petistas como "golpistas", representantes de uma "elite branca opressora". O que há de errado nestas qualificações?


Não se pode falar do PSDB inteiro, onde há homens bons e maus. O que é certo é que seus líderes mais destacados, como Fernando Henrique Cardoso e José Serra, estão comprometidos até à medula com o esquema do Foro de São Paulo. Estão entre os seus maiores aliados e protetores. Isso remonta pelo menos a 1993, quando o senhor. Fernando Henrique Cardoso teve uma reunião secreta com os dirigentes do Foro e os do "Diálogo Interamericano" que é o think tank da ala mais esquerdista do Partido Democrata Americano. O que se tem feito para esconder o conteúdo das decisões ali tomadas forma uma das mais estranhas histórias de mistério do mundo. Já contei isso várias vezes e não vou me repetir aqui.

O senhor vislumbra um Brasil melhor após o 15 de março? Em que estas manifestações são distintas daquelas de 2013? Por que se diz que em 2013 o povo protestou e agora se diz que foram as elites descontentes e desejosas de um terceiro turno?

Essa opinião nem merece resposta. Basta ver as fotos e vídeos das passeatas para saber que as camadas populares estavam ali muito bem representadas, enquanto a "elite", especialmente a da mídia, fazia o possível para achincalhar o movimento e deformar a sua identidade. Termos como "burguesia", "proletariado", "elite", "povo" etc., na boca de esquerdistas, quase nunca designam conceitos descritivos, ancorados em dados da realidade. São símbolos, estereótipos, slogans e senhas que nada dizem da realidade exterior, mas expressam apenas o sentimento de identidade de um grupo ativista, a mitologia que sustenta a sua existência e unidade enquanto grupo, ao mesmo tempo que delineiam, na mente dos seus membros, a imagem do inimigo ideal a ser odiado, temido e achincalhado - inimigo que, quando não é totalmente inexistente, pelo menos jamais está no lugar onde o apontam.

  
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POR QUE A MANIFESTAÇÃO DO DIA 12 TEM DE SER MUITO MAIOR? TODOS NAS RUAS DE NORTE A SUL DO BRASIL!



O site O Antagonista listou 6 itens que condensam a necessidade imperiosa de que as manifestações de rua de 15 de ABRIL têm de ser muito maiores do que as de 15 de março. 

O blog concorda e por isso transcrevo a nota de O Antagonista na íntegra incluindo este vídeo que já está bombando nas redes sociais.

Aos estimados leitores peço que compartilhem este post nas diversas redes sociais ou ainda por email. Se quiserem, logo abaixo deste post estão disponíveis as ferramentas para compartilhamento e/ou encaminhamento por email. Vamos à luta! Leiam:

No dia 12 de abril, as manifestações de rua têm de ser ainda maiores do que as de 15 de março porque:

a) Os políticos que estão em cima do muro serão obrigados a render-se à evidência de que o Brasil não quer mais o PT

b) Até por uma questão de sobrevivência, eles abrirão o processo de impeachment de Dilma Rousseff

c) Ficará mais difícil para a Controladoria-Geral da União levar adiante a farsa dos acordos de leniência com as empreiteiras do petrolão -- acordos que servem para livrar a cara de Lula e Dilma Rousseff da responsabilidade pelo petrolão

d) Os procuradores da Operação Lava Jato e o juiz Sergio Moro se sentirão mais respaldados para seguir adiante na sua missão de prender corruptos e corruptores

e) O Supremo Tribunal Federal será pressionado a cumprir a lei e não aliviar para essa gente que está destruindo o país

f) Somente com Dilma Rousseff e o PT fora do poder, o Brasil tem a chance ver a luz no final do túnel da crise econômica

Vamos lá, vem pra rua você que ainda não veio. Não é só por você, é por seus filhos e por seus netos.
  
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domingo, 5 de abril de 2015

APÓS 310 DIAS, DILMA ANUNCIARÁ SUBSTITUTO DE JOAQUIM BARBOSA NO STF


APÓS DEMORA RECORDE, NOVO MINISTRO DO STF SERÁ DEFINIDO SEGUNDA
Publicado: 05 de abril de 2015 às 20:17 - Atualizado às 21:43
Redação

A HESITAÇÃO DE DILMA FEZ SURGIR PELO MENOS SETE CANDIDATOS À VAGA DE JOAQUIM BARBOSA

Quase nove meses – 310 dias – após o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa ter a sua aposentadoria antecipada publicada no Diário Oficial da União a presidenta Dilma Rousseff deve, finalmente, indicar nesta segunda-feira (6) o nome do seu substituto.

A demora de Dilma em definir o nome do futuro membro da mais importante Corte de justiça do país é recorde na história republicana do país, o que levou ministros como o decano Celso de Mello e criticar duramente a hesitação da presidente. Em virtude da demora, há pelo menos sete apadrinhados por autoridades do Judiciário, do Executivo e do Legislativo.

Estão cotados para a vaga de Joaquim Barbosa o presidente nacional da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coelho, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves, Luiz Felipe Salomão e Mauro Campbell e os juristas Clèmerson Clève, Heleno Torres e Luiz Edson Pachin. Um oitavo nome seria o do vice-procurador-geral eleitoral, Eugenio Aragão, candidato do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Em novembro deste ano, caso não seja aprovada a PEC da Bengala, Dilma terá mais uma vaga de ministro para indicar no Supremo. A vaga será aberta com a aposentadoria do decano do tribunal, ministro Celso de Mello que atingirá a idade-limite de 70 anos.

Em 2016, a presidente da República terá mais uma vaga, do ministro Marco Aurélio Mello que também atingirá a idade de 70 anos.

  
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Assassinos de homossexuais se casam na cadeia e cai por terra a conversa fiada de homofobia


05 abril, 2015

Seja por ironia do destino, ou não, o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo em uma cadeia na Grã-Bretanha tem como protagonistas dois homens condenados por assassinar gays. Os dois cumprem prisão perpétua por crimes diferentes e se conheceram na cadeia.
Marc Goodwin, de 31 anos, foi condenado por espancar até a morte Malcolm Benfold, de 57 anos, em Blackpool, no ano de 2007. O marido dele, Mikhail Gallatinov, de 40 anos, foi preso em 1997 pelo assassinato de Adrian Kaminsky, de 28 anos, em Manchester. Os dois crimes foram motivados por homofobia, conforme ficou provado nos tribunais.
A cerimônia, ocorrida na última sexta-feira (27), durou cerca de 15 minutos e teve a participação de quatro parentes deles. A mãe de Gallatinov se disse “orgulhosa” do filho.

Por outro lado, o irmão de Benfold, que tem 68 anos, irritou-se com a notícia.
— Como você pode sair e matar um homem por ser gay e, em seguida, ter um casamento gay na prisão? Eu não consigo ver qualquer lógica nisso.
Um porta-voz do sistema prisional ressaltou que o casamento não gerou custos aos cofres públicos e que os dois não poderão dividir cela.

  
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Nazifascismo e Comunismo: Irmãos siameses

Stalin e Hitler: tudo a ver


domingo, 5 de abril de 2015

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

Em 26 de agosto de 1939 Stalin assombrou o mundo com a assinatura do Pacto Nazi-Soviético. No Kremlin, ele e Von Ribbentrop levantaram o histórico brinde “pela saúde do grande Fuhrer”, e o Pravda enaltecia, em editorial, “os laços entre os dois povos, cimentados em sangue”. 


É difícil ignorar as conexões psicológicas, filosóficas e históricas entre o nazismo e o comunismo. No início dos anos 30, os comunistas apoiaram entusiasticamente os esforços nazistas para derrotar o inimigo comum: a social-democracia.



Também não dá para ignorar que os primeiros filiados ao partido nazista eram ex-comunistas. O próprio Hitler não deixou nenhuma dúvida a esse respeito: “Existem entre nós e os bolcheviques mais pontos comuns do que divergências” (”Discursos de Hitler”,Hermann Rauchning, página 133).

       
O Procurador-Geral do Reich, Holand Freisler, havia sido comissário soviético na Ucrânia e Joseph Goebbles, quando estudante demonstrara clara preferência pelo socialismo em detrimento do nacionalismo. Estava convencido de que comunismo e nazismo guardavam a semelhança de sósias e  sentia enorme respeito por Lenin (“O Diário Matinal de Goebbls”, Helmuto Heiber, páginas 24 a 62).



Segundo Hitler, “Não é a Alemanha que irá se tornar bolchevista e sim o bolchevismo é que se transformará em nacional-socialismo. O pequeno burguês social-democrata e o chefe do sindicato jamais poderão ser nacional-socialistas, mas os comunistas, sempre (...) Uma aliança russo-alemã significa simplesmente a confluência de dois rios que correm para o mesmo mar, o mar da revolução mundial. A Alemanha e a Rússia, se se unirem, transformarão o mundo radicalmente” (“Interpretação de Hitler”, Paul Schmidt, página 134).


Hitler e Stalin formaram a mais sórdida aliança de toda a história. O marechal Ribbentrop, quando chegou a Moscou para firmar o célebre “pacto cimentado em sangue”, bandeiras com a cruz gamada tremulavam ao lado da foice e do martelo, com uma banda executando, com ênfase, a “Horst Wessel Lied”, o hino nazista, e a Internacional. Logo a seguir a Polônia era invadida pelos exércitos de ambos os países. Folhetos distribuídos por ordem do marechal Timoschenko inundaram as linhas de defesa polonesas: “Soldados, matem seus oficiais e generais. Não obedeçam às suas ordens...”.


Em pouco tempo, a fortaleza de Brest-Litovsk caiu após o ataque conjunto dos exércitos alemão e soviético e mais uma vez as bandeiras com a cruz gamada e a da foice e o martelo tremularam lado a lado.



A Polônia foi ocupada assim como Engels formulou em sua carta dirigida a Karl Marx em 23 de maio de 1851, quase um século antes: “Tirem tudo o que puderem dos poloneses do Leste. Atirem-nos ao fogo, devorem suas terras e, se os russos concordarem, façam aliança com eles e forcem os poloneses a ceder”( “A Revolução dos Intelectuais”, páginas 52 e 53).



É sabido que durante o avanço sobre a Polônia, o Exército Vermelho suplantou os nazistas em matéria de crueldades. De acordo com o embaixador italiano em Varsóvia, “a barbárie alemã é superada mil vezes pelos indescritíveis horrores das tropas bolcheviques” (“Diário de Ciano”, página 162).



Depois da pavorosa matança, vagões abarrotados com famílias seguiram para os campos de concentração nazistas e comunistas. O sinistro apelo de Engels a Marx tornara-se realidade.



Dados estatísticos comprovam que a polícia secreta soviética deportou um milhão e meio de poloneses para os campos da morte na Sibéria (“Trabalho Forçado na Rússia Soviética”, David Dallin e Boris Nicolaevsky, páginas 263 e 264).



Os soviéticos da NKVD deram uma aula em matéria de atrocidades aos seus colegas da Gestapo.



Os campos de concentração nazistas pareciam ficar devendo muito aos seus congêneres soviéticos. Até no temível campo de Dachau vários cidadãos soviéticos preferiram enforcar-se a voltar para sua pátria.



Os nazistas mataram, mas os soviéticos mataram mais. Os habitantes da União Soviética, a pátria do socialismo, eram divididos em três categorias: ex-prisioneiros, prisioneiros, e futuros prisioneiros.



É interessante também recordar o chamado Massacre de Katyn. O comando alemão fez, em abril de 1943, uma chocante revelação: na floresta de Katyn, perto de Smolensk, haviam sido descobertos milhares de cadáveres de oficiais poloneses, enterrados em valas comuns. Moscou reagiu prontamente, alegando que o referido genocídio havia sido obra do exército alemão, durante seu avanço em setembro de 1941.



A controvérsia resultou em uma investigação científica, realizada in loco por uma comissão internacional composta pelos mais renomados médicos de toda a Europa. Jornalistas de vários países também estiveram presentes durante a exumação dos corpos. 



A cena foi macabra.  Apareceram 4.143 corpos de oficiais poloneses assassinados pela NKVD, antecessora da KGB. Dentro das valas foram encontrados jornais soviéticos datados de abril de 1940 (época da vigência do Pacto Nazi-Soviético).



Os cadáveres estavam vestidos com pesadas roupas de inverno, e o parecer da Comissão foi unânime, responsabilizando a União Soviética pelo massacre de Katyn. Tanto é assim, que durante os julgamentos de Nuremberg, não houve nenhuma alusão, em seu veredicto final, a qualquer culpa da Alemanha no pogrom de Katyn.



Finalmente, em 1989, Mikhail Gorbachev admitiu que a NKVD foi, realmente, a responsável pelo Massacre de Katyn e, no ano seguinte, com data de 25 de março de 1990, nos tempos da “glasnost” e da “perestroika”, foi elaborado um documento, em Moscou, com o título “Lista de Autoridades Soviéticas e Trabalhadores da NKVD que Participaram da Tragédia de Katyn”, que pôs um ponto final no assunto.

“Primeiro a sentença, depois o veredito!”, gritou a Rainha (“Alice no Pais das Maravilhas”)
O comunismo e o fascismo são filhos da I Guerra Mundial, inimigos gêmeos, embora seja verdade que Lenin estivesse preparando suas concepções políticas desde o início do século. Todavia, também muitos dos elementos que deram forma, uma vez articulados, à ideologia fascista, preexistem à guerra. O Partido Bolchevique tomou o poder em 1917, graças à guerra, e Mussolini e Hitler constituíram seus partidos nos anos imediatamente seguintes a 1918, como resposta à crise nacional produzida pelo resultado do conflito.


O ódio recíproco de um pelo outro foi fundamental para o desenvolvimento dos dois movimentos. O fascismo alimentando-se do medo do comunismo e vice-versa. Isso, todavia, não impediu a União Soviética de ter tido boas relações com a Itália de Mussolini até meados dos anos 30 e de dar apoio à direita alemã em 1920 contra os vencedores da 1ª Guerra Mundial. Posteriormente, a Alemanha de Hitler e a União Soviética, entre 1939 e 1941, durante a 2ª Guerra Mundial, foram aliados, como veremos a seguir. Por outro lado, a estratégia de “classe contra classe”, ditada pelo Komintern ao Partido Comunista Alemão constituiu-se em fator de força para ascensão de Hitler ao poder, em 1933, pois dividiu a esquerda alemã.

O mais interessante é a comparação interna das duas ideologias. Embora o fascismo não tivesse o mesmo pedigree filosófico do marxismo, os dois nasceram, como partidos de massa, na mesma época, logo depois da 1ª Guerra Mundial. A vitória da Revolução Bolchevique, na Rússia, foi uma resposta em nome do proletariado, e a chegada de Hitler ao poder, em 1933, na Alemanha, constituiu outra resposta, em nome da Nação.

Bolchevismo e fascismo, no entanto, tiveram a mesma matriz e o mesmo projeto de acabar com a dominação da burguesia. As duas ideologias se caracterizaram por um extraordinário voluntarismo, porque julgavam que a tomada do poder permitiria revolucionar as condições do contrato social, submetendo a economia ao controle do partido e suprimindo a liberdade das pessoas.

O Komintern, que, repetimos, nada mais era do que a vontade de Stalin transmitida a todos os partidos comunistas do mundo, facilitou, de certo modo, o desenvolvimento da extrema-direita, face às táticas que aprovou e difundiu, para poder denunciar o fascismo. Por absoluta carência de idéias sobre o que seria a sociedade comunista, essa esquerda bolchevista refugiou-se nas facilidades proporcionadas pelo antifascismo, uma palavra-de-ordem que unia comunistas e não-comunistas.

Um adolescente de hoje, no Ocidente, não seria capaz de conceber as paixões nacionais que levaram os povos europeus a se matarem uns aos outros durante quatro anos. A I Guerra Mundial foi uma luta travada entre Estados soberanos em nome de paixões nacionais, embora esse seu caráter não pudesse ser vislumbrado na época, e seus prolongamentos menos ainda. Esta foi a fundamental diferença com a II Guerra Mundial, quase que inscrita antecipadamente nas circunstâncias e nos regimes da década de 30 e, por isso, tristemente dotada desse eco tão duradouro, que a prolongou até a queda do Muro de Berlim. Ou seja, até nós.

O bolchevismo viu-se fortalecido na Europa por sua radical oposição à guerra, desde seu início, em 1914, e teve a vantagem de conferir um sentido a esses anos terríveis graças ao prognóstico precoce que fez sobre eles. Isso concorreu de forma eficaz para levá-lo à vitória revolucionária de Outubro. Ao caráter feroz da guerra, ele ofereceu remédios não menos ferozes. O que a hecatombe teve de inaudita encontrou, através de Lenin, responsáveis e bodes expiatórios: o imperialismo, os monopólios capitalistas, a burguesia internacional. Com isso, os bolcheviques definiram, em proveito próprio, que seriam esses os inimigos a serem derrotados: uma classe internacional, que deveria ser vencida pelo proletariado mundial.

Em 1917, o que contava era a proclamação bolchevique da revolução mundial. De um “putsch” bem sucedido, dirigido por um chefe comunista audacioso, no país mais atrasado da Europa, a conjuntura fez dele um acontecimento modelo, destinado a orientar a História Universal, exatamente, como em seu tempo, fez a Revolução Francesa. Através do cansaço geral da guerra e da cólera dos povos vencidos, a ilusão que Lenin forjou com sua ação logo viria a ser compartilhada por milhões de pessoas.

Enquanto os bolcheviques tomaram o poder aproveitando-se da anarquia, os nazistas, em 1933, o tomaram brandindo o temor à anarquia. Ambos submeteram a si o Estado e, através dele e, principalmente, do partido, passaram a controlar toda a sociedade Ambos criaram um “inimigo do povo”: o burguês, para Stalin, e o judeu, para Hitler, pois era necessário que a eventualidade de uma conspiração contra o Estado permanecesse onipresente, a fim de que o povo ficasse mobilizado e o regime, eterno.

A ironia é que os dois regimes totalitários, idênticos quanto à sua pretensão de poder absoluto, apresentavam-se cada um como sendo opositor ao perigo representado pelo outro

Em toda a Europa, os militantes revolucionários remobilizados pela situação política, achavam que Lenin lhes oferecia um modelo. Assim, rapidamente foi efetuada a bolchevização de uma parte considerável da esquerda européia, bolchevização essa que, embora tenha fracassado em levar seus partidários ao poder, deixou partidos e idéias feitas sob um modelo único em toda a Europa e logo depois em todo o mundo.

Em seguida, foi esquecido o que a Revolução Bolchevique tinha de russo pelo que ela tinha de universal. Sobre o Palácio de Inverno, dos czares, a estrela vermelha com a foice e o martelo passou a encarnar a revolução mundial, e as peripécias da História iriam reduzindo ou dilatando, a cada geração, o prestígio desse mito, sem nunca o extinguir, até que Gorbachev, o último dos bolcheviques, se encarregasse, inadvertidamente, de fazê-lo com a ajuda de duas palavrinhas: “perestroika” e “glasnost”.

O fascismo, por sua vez, surgiu como uma reação do particular contra o universal do povo contra a classe do nacional contra o internacional. Embora em suas origens ele seja inseparável do comunismo, combateu seus objetivos ao mesmo tempo em que imitou seus métodos.

O exemplo clássico é o da Itália. Fundador do fascismo em março de 1919 - mesma época em Lenin fundava a III Internacional -, Mussolini pertencera à ala revolucionária do movimento socialista em seu país. O fascismo, com seus grupos de combate paramilitares, somente nos anos 20 e 21 ganharia extensão nacional, na batalha contra as organizações revolucionárias de trabalhadores agrícolas do norte da Itália. Uma verdadeira guerra civil que mostrou, pela primeira vez, a fraqueza do Estado liberal frente às duas forças em luta.

No caso de Hitler, o Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores existia antes dele, mas somente ganhou consistência a partir de 1919, quando da filiação de Hitler, que o animou com sua eloqüência. Embora não tivesse um passado socialista, Hitler era um admirador de Mussolini, e atribuiu à doutrina um adjetivo que iria facilitar sua ascensão: nacional-socialista.

A inovação de Hitler com relação a Mussolini foi a erradicação dos judeus, símbolos, ao mesmo tempo, do bolchevismo e do capitalismo, considerados uma potência cosmopolita demoníaca. A eles, Hitler alimentou um ódio ecumênico que reunia duas abominações distintas: o ódio ao dinheiro e o ódio ao comunismo. Oferecer à abominação, conjuntamente, o burguês e o bolchevique, através do judeu, pode ser considerada a grande “invenção” de Hitler.

Sem dúvida, o Tratado de Versalhes, ao final da I Guerra, não deixou de ter uma parte de responsabilidade sobre isso. Mas é preciso ter em conta, também, que tão logo foi dado o último tiro de canhão, defender a Nação contra a revolução comunista tornou-se mais urgente do que ensiná-la a viver em uma nova ordem internacional na qual a Alemanha já entrava enfraquecida. A prioridade do bolchevismo criou, portanto, seu antípoda: a prioridade do antibolchevismo.

Sem complexos de tomar emprestado o que era preciso da idéia da revolução, o fascismo passou a exaltar desmedidamente a ameaça bolchevique, e vice-versa.

Bolchevismo e fascismo entraram, portanto, quase juntos, no teatro da História. Embora ideologias relativamente recentes, hoje nos parecem - conforme o caso - absurdas, deploráveis e criminosas. No entanto, uma contra a outra fizeram a História deste século, mobilizando esperanças e paixões em milhões de pessoas.

O que torna inevitável uma comparação entre fascismo e bolchevismo não é apenas o fato de terem surgido quase simultaneamente. É também sua dependência mútua:: o fascismo surgiu como uma reação ao comunismo, e o comunismo parece ter prolongado o seu tempo de vida graças ao antifascismo. Os Gulags, no entanto, são anteriores a Auschwitz, onde os judeus foram eliminados em escala industrial.

Embora tenham sido inimigos declarados, não deixaram de ser, também, inimigos-cúmplices. A vontade de se combaterem os uniram, como comprovou o Pacto assinado em agosto de 1939 entre Hitler e Stalin.

O regime soviético sob Stalin, no início da década de 30, no entanto, não tem precedentes em toda a História, pois não se assemelha a nada que jamais tenha existido. Nunca um Estado teve como objetivo matar, deportar ou reduzir à servidão os seus camponeses e nunca um partido substituiu tão completamente um Estado. Nunca uma ditadura teve um poder tão grande em nome de uma mentira tão completa e, contudo, tão poderosa e tão perfeita sobre as mentes, que fazia com que os que a temiam ao mesmo tempo saudassem seus fundamentos.

A maior motivação para a cumplicidade entre o comunismo e o fascismo era a existência de um adversário comum, que as duas doutrinas inimigas exorcizavam através da idéia de que, naqueles anos, a democracia, pela qual fascistas e comunistas sempre manifestaram a mesma repulsa e que constituía o terreno ideal para a expansão de ambos, estivesse agonizante.

A sedução fundamental do marxismo era o seu caráter universalista, e o sentimento de igualdade entre todos os homens era o seu motor psicológico principal. O fascismo, por sua vez, recorreu, para destruir o individualismo burguês, apenas a frações da humanidade: à Nação e à raça. Estas, por definição, excluíam aqueles que dela não faziam parte, e até se posicionavam contra eles. Isso se refletia em uma suposta superioridade sobre os demais grupos de pessoas e de um constante antagonismo frente a eles. Àqueles que não tiveram a sorte de fazer parte da raça superior ou da Nação eleita, o fascismo propunha a opção entre a resistência sem esperança, a submissão sem honra, ou a câmara de gás.

O militante bolchevique, ao contrário, propalava ter como objetivo a emancipação do gênero humano. A revolução bolchevique pretendia-se mais universal, porque proletária. Libertaria o proletariado da única coisa que este tinha a perder: suas correntes, como escreveu Marx no Manifesto.

Todavia, o partido, dirigido por um seleto coletivo cuja opinião do primeiro dentre eles sempre foi a preponderante, sempre se intitulou o “estado-maior da classe operária”. A dissolução da Assembléia Nacional Constituinte, em janeiro de 1918, no primeiro dia do seu funcionamento, a interdição dos demais partidos, a eliminação do dissenso dentro do partido único, substituíram o poder da lei pelo poder absoluto do Secretário-Geral. A palavra-de-ordem de Lenin, antes da revolução, de “todo o poder aos sovietes”, não passou de uma palavra-de-ordem, pois jamais foi posta em prática.

Nessas condições, o espantoso não é que o universalismo bolchevique tenha suscitado, desde sua origem, tantos e tão ferozes adversários. O espantoso é que, isto sim, tenha encontrado tantos e tão incondicionais partidários, principalmente entre as classes mais instruídas.

Finalmente, resta uma referência sobre a analogia entre comunismo e fascismo. Stalin exterminou milhões de compatriotas seus em nome da luta pela criação do homem-novo, e Hitler fez o mesmo a milhões de judeus, em nome da pureza da super-raça a raça ariana. Além disso, existiam afinidades várias e definitivas: ambos não tinham temor a Deus e eram hostis à religião e às crenças ambos substituirão a autoridade divina pela força da evolução e do determinismo histórico. E, ambos desprezavam as leis em nome de uma suposta "vontade política das massas", combatendo o presente sob a bandeira de um futuro redentor.

No entanto, existiam também diferenças, sendo a fundamental a de o fascismo ter encontrado seu berço em sociedades desenvolvidas, como o Norte da Itália e a Alemanha, e o comunismo em "uma sociedade medieval, primitiva e amorfa", conforme expressão utilizada por Antonio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano, o que parece comprovar que a educação e o desenvolvimento não conduzem, necessariamente, a comportamentos políticos racionais.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.
- Mussolini comprova: Fascismo é de Esquerda (aqui)
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1º - MONUMENTO ÁS VÍTIMAS DO COMUNISMO (aqui)
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2º - HOMENAGEM AOS MORTOS NA INTENTONA COMUNISTA DE 1935 (aqui)
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3º - A FOME NA UCRÂNIA - UM DOS MAIORES CRIMES DO ESTADO FOI ESQUECIDO (aqui)
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4º - O FASCISMO Foi durante muitos anos, o mais sólido interlocutor do comunismo (aqui)
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O que realmente pode ser um regime democrático (aqui) e (aqui)
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5º - O QUE REALMENTE ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL? (aqui)
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6º - CONTRATAÇÃO DOS MÉDICOS CUBANOS: O QUE HÁ POR TRÁS DISSO? (AQUI)
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7º - FORO DE SÃO PAULO E SEU MAPA (aqui)

Basta pesquisar na internet para confirmar, dirigentes dos países participes desta inhaca não são flores que se cheirem, ditadores, corruptos, golpistas, que mantém vínculos estreitos de amizade e negócios espúrios!!! Que bela coisa não deve sair daí!!! Assista aos vídeos abaixo, as matérias, e tire suas próprias conclusões.
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8º - A VERDADEIRA INSANIDADE DA TERRORISTA DILMA (aqui)
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9º - LIBERDADE PARA QUÊ? LIBERDADE PARA QUEM? "Por General Paulo Chagas " (aqui)
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10º - RESPOSTA DO GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO À MIRIAM LEITÃO (aqui)
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11º - A VERDADE SUFOCADA PELO MAL! (aqui)
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12º - ASSASSINA FIGARISTA!!! (aqui)
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13º - VOCÊ SABE QUEM É BARACK HUSSEIN OBAMA? (aqui)
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14º - FORO DE SÃO PAULO: LULA DIZ QUE ESTÁ DISPOSTO A TUDO PARA SALVAR O COMUNISMO NA AMÉRICA LATINA (aqui)
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15º - O COMUNISMO JÁ ESTÁ INSTALADO NO BRASIL! (aqui)
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16º - NAZISMO ERA DE EXTREMA-DIREITA? (aqui)
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17º - Nazifascismo e Comunismo: Irmãos siameses (aqui)
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18º - A FAMÍLIA NO CENTRO DA POLÍTICA (aqui)
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19º - LIVRO QUE ENGELS TERMINOU DE MARX: O ORIGEM DA FAMÍLIA, DA PROPRIEDADE PRIVADA E A DO ESTADO (aqui)

  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook