sábado, 21 de setembro de 2013

ELES SÓ QUEREM IGUALDADE: HOMOSSEXUAIS DE CALCINHA E SUTIÃ E SEU DIREITO DE LIVRE EXPRESSÃO



Julio Severo
No lançamento da Frente em Defesa da Comunidade Gay na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, um homossexual dançou de calcinha e sutiã na frente dos deputados. Parece piada? Não é. O fato ocorreu em 24 de outubro de 2007.

Até há pouco tempo, presumia-se que as casas legislativas eram lugares onde o decoro e o respeito eram obrigatórios, nos trajes e nas atitudes.

Eu próprio tive de me conformar semanas atrás, quando estava passando na entrada do plenário de uma casa legislativa sem terno e gravata. O segurança me alertou que com trajes comuns eu não poderia passar por ali. Obedeci à lei. Ai de mim ou de qualquer outro cidadão comum se tentarmos entrar nesses lugares sem terno e gravata em pleno horário de sessão legislativa!

Agora, um homossexual de calcinha e sutiã pode se sentir mais à vontade, pois talvez a primeira preocupação do segurança ou dos políticos não seja deter o escândalo moral em público, mas evitar processos ou rótulos de preconceito!

O noticiário G1, do decadente império Globo, registrou o evento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, mas evitou a responsabilidade de condenar o fato patentemente pornográfico, limitando-se a relatar as palavras de revolta do Dep. Waldir Agnello:
“Roupas mínimas — calcinha e sutiã — para uma mulher já seria inadequado. Para um homem, continua sendo inadequado também. Podem usar nos lugares digamos privados, mas num lugar público não. Aqui é a casa do povo. Por isso, tem que ser respeitada e respeitar todos os tipos de pessoas que temos aqui”.
Mesmo com o protesto do Dep. Agnello, nenhum segurança apareceu para deter o homossexual desrespeitoso.


No entanto, o deputado socialista Carlos Gianazzi, organizador do evento, defendeu o ato do homossexual de calcinha e sutiã, dizendo: “Foi uma normalidade até porque a Parada Gay de São Paulo, do orgulho gay de SP, isso é absolutamente natural e isso é transmitido por toda imprensa, toda imprensa transmite, fotos em jornal, a televisão, as pessoas participam, os deputados participam também”. Interessante confissão, pois embora ninguém imagine que eventos contendo semi-nudez sejam apropriados para crianças, os organizadores das paradas gays insistem em defender a idéia de que as paradas são espetáculos para a família toda — e até a mídia pró-homossexualismo colabora com essa idéia equivocada mostrando crianças, mas ocultando todo tipo de imagem que assustaria olhos e corações desacostumados a ver orgias em público.

Contrariando todos os seus amigos esquerdistas, que defendem as paradas como atrações para a família inteira, Gianazzi preferiu dizer a verdade sobre o clima normal de bordel desses eventos. Nas paradas gays, é comum a semi-nudez — e muito mais. Os ativistas homossexuais sabem e reconhecem isso. Daí, a explicação deles é que o homossexual de calcinha e sutiã na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo não fez absolutamente nada de anormal pelos padrões das paradas gays, onde ocorre tudo, desde homossexuais de trajes mínimos até nudez, uso de drogas e sexo explícito.

Já que nem mesmo numa casa legislativa os seguranças conseguiram intervir contra o exibicionismo imoral de um homossexual, e agora? O que será do resto da sociedade? E se um professor homossexual sentir vontade de um dia aparecer de calcinha e sutiã diante dos alunos? E se um empregado homossexual quiser um dia aparecer de calcinha e sutiã na loja onde trabalha? Seus defensores poderão alegar que tal comportamento é perfeitamente normal, pelos padrões das paradas gays. Se essa desculpa não funcionar e algum “moralista fanático” tentar deter sua exibição homoerótica, seus defensores poderão alegar o enfadonho argumento de que eles estão sendo vítimas de perseguição, humilhação, discriminação, etc. Esse truque não falha, pelo menos não diante da mídia liberal.

Por enquanto, nenhum professor homossexual saiu do armário pornográfico para se assumir de calcinha e sutiã em plena sala de aula, mas um caso recente deixou a Rede Globo escandalizada. Duas professoras lésbicas, que iniciaram um namoro na escola, foram demitidas, porque seu comportamento impróprio era uma afronta e desrespeito aos alunos e seus pais.

Parece que a Globo ficou escandalizada porque as crianças, que podem ver homossexualismo em suas novelas, estão sendo impedidas de vê-lo ao vivo nas salas de aula. “Oh, que horror! Desse jeito, como é que as crianças respeitarão os direitos homossexuais se não podem testemunhar duas lésbicas de mãos dadas ou se beijando?”, imaginam os lunáticos globais. Ou você fica com a mídia liberal, ou é sumariamente tachado de preconceituoso e aliado de skinheads.

Sem dúvida alguma, se tivessem feito a cobertura da destruição de Sodoma, os jornalistas globais teriam aproveitado para atacar não os pecados abomináveis dos sodomitas, mas o “preconceito” de Deus, que decidiu eliminar de uma vez por todas um lugar culpado de viver em farras segundo sua peculiar orientação sexual.

Sodoma, de acordo com a Bíblia, foi destruída porque era um bordel de sodomia, onde os cidadãos viviam paradas gays 365 dias por ano. Os sodomitas queriam estuprar até anjos enviados por Deus! É de preocupar que, do jeito que está em suas concessões ao homossexualismo, São Paulo acabe também se tornando uma cidade onde até anjos poderão correr o risco de ser alvos do mesmo tipo de taradice.

O começo da homoerotização brasileira em público chegou, onde uma casa legislativa, que existe para respeitar e defender os cidadãos e os bons costumes, se prostra diante de um homossexual de calcinha e sutiã apenas para mostrar que defende direitos homossexuais — direitos que inevitavelmente protegerão e promoverão maior homoerotização em todo o Brasil.

Hoje, toleram-se homossexuais em trajes mínimos. E amanhã? Tolerarão o que? Nudez, uso de drogas e sexo homossexual explícito em casas legislativas, escolas e outros lugares públicos?

Lembre-se: Os militantes gayzistas só querem igualdade. Igualdade de fazer em toda a sociedade exatamente o que fazem nas paradas gays.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

1º - DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM 
MOVIMENTO GAY OFICIALIZA GENOCÍDIO CULTURAL CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DO BEIJO GAY EM CULTOS EVANGÉLICO (AQUI)

A MENINA, O BANHEIRO E O MARMANJO GAY

Homossexual Laerte Coutinho exige “direito” de estar em banheiros femininos com meninas de 10 anos

Julio Severo
Uma menina de dez anos entra no banheiro feminino de uma pizzaria e se assusta. Ela volta para sua mãe e cochicha: “Tem um homem lá dentro do banheiro! Ele tá vestido de mulher!”
A mãe não tem dúvida: numa reação natural que qualquer outra mãe teria, reclama para o dono da pizzaria.
O dono, em atenção à mãe e à segurança dela e sua filha, pediu, quase que implorando, para que o homem vestido de mulher não voltasse mais ao banheiro feminino.
Toda a humilhação e imploração do dono de nada valeram. O caso chegou à Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que telefonou — não para a mãe e sua filha —, mas para o homossexual, de nome Laerte Coutinho, dizendo que a pizzaria violou a lei estadual 10.948/2001, sobre discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero. A pizzaria será multada e ameaçada por forças governamentais a serviço e seviciadas pelo movimento gay. Laerte está determinado a exigir essa truculência estatal contra a pizzaria, como lição para todas as meninas do Brasil que encontrarem um gay no banheiro das mulheres.


A Secretaria da Justiça não se incomodou em telefonar para a menina de 10 anos, nem para sua mãe, talvez porque o marmanjo gay seja funcionário do notório jornal esquerdista Folha de S. Paulo, que já foi denunciado por defender descaradamente o assassinato de crianças em gestação.
O caso expõe nitidamente a hipocrisia do governo e da imprensa esquerdista. Na polêmica lei da palmada, os dois atacaram os pais e sua autoridade, alegando que os interesses das crianças devem estar acima de tudo. Mas quando um homossexual entra no cenário, o holofote fica só para ele, e a pobre criança é atirada para um cantinho escuro.
Se a menina tivesse ligado para a Secretaria de Justiça denunciando que sua mãe lhe deu umas palmadas, a resposta governamental teria vindo imediatamente para punir a mãe.
Mas se a menina tivesse denunciado, “Tem um homem vestido de mulher no banheiro!”, a resposta governamental nunca viria para punir o sem-vergonha. Viria, isso sim, para ameaçar o dono do estabelecimento, a mãe da criança (por ter ensinado “homofobia” para a menina) e para dar uma bronca na menina por deixar sua mãe lhe ensinar “preconceito, discriminação e ódio”.
O governo e a mídia incitam crianças a denunciar os pais, que são os maiores protetores de seus filhos.
Mas o governo e a mídia nunca incitam crianças a denunciar predadores homossexuais. Tudo indica que, na visão governamental e midiática, pais são muito mais perigosos do que esses predadores.
Folha de S. Paulo, que está gritando histericamente em favor de seu funcionário homossexual, calou-se para o fato de que uma menina estava envolvida. Nenhum jornalista nem autoridade governamental e muito menos um membro do Conselho Tutelar apareceu para dizer: “Ei, temos de colocar a menina antes do homossexual!” É uma vergonha colossal que o Estado de São Paulo sob o PSDB e a Folha de S. Pauloestejam colocando o homossexual na frente da menina.
Poderia haver perigo com a presença de um homossexual num banheiro feminino com uma menina por perto? Homens homossexuais também ameaçam meninas. Apesar de seu padrão politicamente correto, até mesmo a Globo não deixou de noticiar o caso de dois pais-de-santo homossexuais que estupraram uma menina de 9 anos.
Qualquer caso de uma menina na presença de um homem no banheiro feminino é suficiente para despertar justa indignação em qualquer pessoa normal, especialmente nos pais. Tal indignação só aumenta diante da injustiça de uma imprensa e até governo que tratam com descaso uma menina e sua mãe a fim de prestigiar um marmanjo homossexual.
Casos como esse só tendem a inflamar e incitar a violência contra os homossexuais, porque embora a imprensa e até o governo coloquem homossexuais na frente de uma menina e sua mãe, as pessoas normais sempre defenderão uma menina ameaçada pela presença de marmanjos em banheiros femininos.
Se até nos banheiros masculinos os homens estão enfrentando problemas provocados por homossexuais, por que estender agora essa insegurança aos banheiros das mulheres?
Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição gay — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor da obsessão anti-“homofobia, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de sexo.
A lei 10.948/2001, que está sendo usada para garantir que o marmanjo gay tenha acesso aos banheiros femininos, é uma insanidade do PSDB. Embora o PLC 122 não tenha sido aprovado como lei federal, o governo estadual do PSDB aprovou uma lei anti-“homofobia” no Estado de São Paulo em 2001. A lei foi criada em resposta à reivindicação de dois homossexuais que estavam se beijando em público e se queixaram de pessoas próximas que se sentiram ofendidas. A lei do PSDB foi criada especificamente para proteger o erotismo homossexual em público.
Como resultado direto dessa lei:
Homossexuais dançaram de calcinha na Assembleia Legislativa de São Paulo em 2007, sem nenhum impedimento.
* Um pastor foi preso no centro de São Paulo, após pregar contra as práticas homossexuais.
* O Estado de São Paulo lidera o ranking de incitação de denúncias por “homofobia”.
* Um bêbado foi multado em quase 15 mil reais por chamar um homossexual de “veado”.
* Uma  igreja evangélica teve seus outodoors com versículos bíblicos violentamente removidos pela “justiça” de São Paulo.
Todas essas consequências vieram de uma lei específica para beneficiar dois gays que queriam a liberdade de se beijar em público, na frente de adultos e crianças.
Que tipo de lei farão agora para atender ao marmanjo gay que exige estar com meninas e suas mães nos banheiros femininos?
Enquanto isso, o que uma mãe deverá dizer à sua filha de 10 anos que testemunhar um marmanjo gay no banheiro feminino? Ficar em silêncio para não ofender o marmanjo?
Pronunciamento no Plenário Alertando os Abusos da Lei da Palmada

ELES ESTÃO ENTRE NÓS: ATIVISTAS GAYS “CRISTÃOS



Julio Severo
Se você não vai à igreja deles, eles irão até a sua. Ativistas gays “cristãos” estão se infiltrando no meio de eventos cristãos a fim de sabotarem o que sabemos da Bíblia e homossexualismo.
Em conversa ontem com um ministério evangélico de São Paulo, fui informado que numa vigília do ministério, aberta às igrejas evangélicas, houve uma experiência incomum.
O líder da vigília aproveitou o momento de oração para apresentar para o grupo de intercessores e interessados em oração alguns pedidos especiais de oração, inclusive sobre o aborto e o homossexualismo. O líder destacou meu nome como um homem na frente de batalha nessas questões.
Logo que ele citou meu nome, um pequeno grupo de “crentes” se levantou e se retirou, mandando depois um bilhete reclamando da menção do nome de Julio Severo e oposição ao homossexualismo. Nesse ponto, um evangélico, que havia sido gay, se manifestou dizendo que conhecia o pequeno grupo de “crentes” descontentes. Eles eram na verdade membros de uma igreja inclusiva — uma igreja evangélica para homens e mulheres “evangélicos” que estão determinados a permanecer no homossexualismo.
Ao conhecer a realidade do episódio, o líder da vigília ficou perplexo com a ousadia da militância gay “cristã”, que adotou a postura de se infiltrar e se misturar num evento evangélico a fim de provocar questionamentos.
Essa é, no meu entender, uma nova fase da guerra espiritual que estamos enfrentando.
Eles agora estarão vindo às nossas reuniões para marcar presença e dar “testemunho” de suas perversões teológicas. Estarão vindo às nossas vigílias e reuniões de oração, não para orar, mas para provocar desconcerto com seu testemunho contraditório.
Eles estão também marcando presença na internet, em sites evangélicos populares, lançando dúvidas em posições contrárias à agenda gay e ao homossexualismo por meio de sabotagens teológicas de conhecidas passagens da Bíblia, como anda fazendo a “pastora” lésbica Lanna Holder.
O número de “pastores” gays assumidos está aumentando. Um site com aparência “evangélica”, por exemplo, traz um artigo, assinado por um “Reverendo Márcio Retamero, Pastor da Comunidade Betel do Rio de Janeiro”. “Pastor” e “comunidade” aí são “evangélicos” só no rótulo, e o artigo, intitulado “Carta Aberta a Júlio Severo - Homofóbico e Fundamentalista Religioso”, segue a linha da sabotagem teológica pró-homossexualismo.
Mas o Rev. Retamero, como gosta de ser chamado, não é universalmente anti-evangélico. Sua língua mostra respeito e admiração por evangélicos que, como ele, desprezam o conservadorismo evangélico.
Duas mensagens diretas de Retamero ao Genizah manifestam sua alegria, sem nenhum sentimento de sabotagem ou provocação de questionamentos:
“Parabéns, mil vezes, parabéns! Gostaria de ler um texto lúcido como o assinado por você em outros blogs na web. O Estado é Laico e a Igreja (no sentido calvinista do conceito) deve, para seu próprio bem, ser separada do Estado. Nós, LGBTs brasileiros e brasileiras, não queremos amordaçar ninguém… O problema é o desiquilíbrio de certos púlpitos e a falta de amor destes para com seres humanos e o elevado amor ao dinheiro como vocês aqui no Genizah denunciam sem piedade, no que fazem muito bem! Mais uma vez, parabéns! Oxalá os protestantes deste país pensassem como você! Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 9 de maio de 2011 às 00:31 no Genizah.)
“Graça e Paz! Gostei muito do seu artigo, ele me dá muita esperança no futuro, quando leio reflexões como essa que o sr. agora traz. Sou Pastor da Igreja Presbiteriana da Praia de Botafogo e da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro (Comunidade Betel) e sou gay assumido desde que não tive como mais permanecer na IPB por conta da minha orientação sexual e não OPÇÃO sexual, posto que eu e creio que nenhum outro LGBT OPTARIA por ser gay, caso isso lhe fosse oferecido como opção. Seu artigo me trouxe alegria não apenas enquanto pastor gay e de gays, mas enquanto ser humano gay, que não tem medo, nem vergonha de sê-lo, posto que não optei por isso, mas desde que me entendo como gente, sou assim. Homofobia é pecado sim! E obrigado por dizer isso com todas as letras! Saudações em Jesus Cristo nosso Rei, Salvador e Senhor, Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 19 de janeiro de 2012 às 14:10 no Genizah.)
Por que um pastor da teologia gay criticaria adeptos de uma teologia esquerdista e liberal?
Além de Retamero, outros ativistas gays “cristãos” não poupam elogios ao tabloide sensacionalista Genizah. Em contraste, esses mesmos ativistas, se identificando ou não como tais, não poupam críticas aos sites evangélicos mais conservadores. Logo que um site evangélico publica um bom artigo contra a agenda gay, os infiltradores aparecem com argumentos envenenados para provocar desacreditamentos, numa linguagem de “evangélico” para evangélico. Eles entram sorrateiramente nas seções de comentários, com cara de um João ou Maria, rebatendo mensagens cristãs com interpretações inspiradas diretamente na teologia gay.
Os únicos que escapam dessa campanha de infiltração e críticas são os evangélicos com comportamento de Genizah.
Precisamos pois nos preparar para essa invasão, mantendo firme nosso testemunho e alerta, pois diferente do homossexual comum, que está ocupado com seu pecado sexual, o militante gay “cristão” é um indivíduo ocupado com seu pecado sexual e também ocupado com a promoção e imposição de seu pecado sexual.
O homossexual comum não refuta a condenação da Bíblia ao homossexualismo. O ativista gay “cristão” tem sua própria interpretação da Bíblia, onde coloca na boca de Deus palavras de aceitação ao homossexualismo que Deus nunca disse. Ele sabe desmentir, como “evangélico”, evangélicos que creem e pregam o que a Bíblia realmente diz sobre o homossexualismo.
O homossexual comum não tem interesse nenhum em doutrinar os outros em seus pecados pessoais. Em contraste, o ativista gay, “cristão” ou secular, não pensa em outra coisa.
O alerta de Jesus é válido para todos nós: “Orai e vigiai”.
Orar: Manter comunhão com o Pai, Filho e Espírito Santo, dando atenção à Sua voz.
Vigiar: Manter os olhos bem abertos e atentos, tendo cuidado e tendo abertura para as oportunidades de Deus e tendo atitude de prudência diante de situações de risco que podem aparecer. Manter os olhos no Senhor e em sites que verdadeiramente glorificam Seu nome, não em sites que abusam do Seu nome para defender a teologia gay ou servir, direta ou indiretamente, de cúmplices para essa teologia.
Diante da infiltração gay “cristã” e seus cúmplices, oremos, vigiemos e mantenhamos firme o testemunho da Palavra de Deus.

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- DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM
MOVIMENTO GAY OFICIALIZA GENOCÍDIO CULTURAL CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DO BEIJO GAY EM CULTOS EVANGÉLICO (AQUI)

MARCO FELICIANO E O BEIJO DAS TARÂNTULAS


Marco Feliciano

Julio Severo
Podem acusar o deputado federal Marco Feliciano de mil coisas (aliás, ele tem sido acusado de pelo menos um milhão de coisas), mas não de covarde.
Não era um beijo discreto num cantinho. O ato foi realizado no ponto mais visível para chocar a multidão de evangélicos e outros interessados.
A agressão moral foi registrada neste vídeo: 



A VERDADE SOBRE A PRISÃO DE DUAS ATIVISTAS GAYS DURANTE CULTO EVANGÉLICO | MARCO FELICIANO

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Pela Constituição, qualquer indivíduo que invadir o espaço de um culto religioso para afrontar comete crime. O fato de que as agressoras eram lésbicas ou não pouco importa. Ninguém, pela lei, pode cometer tal crime. Por isso, é inexplicável o “choque” da grande mídia quando Feliciano mandou prender as afrontadoras.

Se o movimento gay queria uma armação para derrubar a resistência cristã, por que não pensou na maior ameaça à vida dos homossexuais? Em países islâmicos, os homossexuais são mortos, e ponto final. Há muitas mesquitas islâmicas no Brasil. Fica a dica para a militância gay mandar suas tropas de beijoqueiros e afrontadores no meio das reuniões islâmicas para ver o que acontece.

Com Feliciano, a afronta é fácil. Ele é acusado de todos os tipos de adjetivos violentos, mas na prática, ele não mata nem as moscas que pousam nos homossexuais. Entre afrontar Feliciano e afrontar um islâmico, a escolha óbvia do ativista gay é o pastor assembleiano, cuja conduta oferece segurança, não violência.

Rachel Sheherazade, jornalista do SBT, também denunciou a agressão à Constituição durante o culto de Feliciano: 


RACHEL COMENTA SOBRE POLÊMICA EM CULTO DE MARCO FELICIANO



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O fascinante é que se dois evangélicos tivessem se levantado no meio de uma reunião num centro espírita para entregar folhetos, a polícia iria cumprir sua obrigação de proteger o lugar de culto espírita e a mídia classificaria os dois, com justiça, de baderneiros.
Mas por que quando homossexuais violam o espaço do culto evangélico não há o mesmo rigor da lei?

No ano passado, denunciei que os ativistas gays estavam enviando seus espiões para os cultos evangélicos. Minha denúncia, “Eles estão entre nós: ativistas gays ‘cristãos,’” está neste link: (aqui)
Estavam apenas sondando. Agora, já sabem o que fazer.
No Estado de São Paulo, o PSDB aprovou o primeiro “PLC 122” do Brasil em 2001, em resposta a uma dupla homossexual que, desavergonhadamente, estava se beijando no meio da rua e disse que foi “vítima” de “homofobia.” O que aconteceu é que quando alguns pais com crianças pequenas reclamaram do imoral beijo público, as “vítimas” expuseram seu “constrangimento” para o PSDB e para o PT, que prontamente elaboraram uma lei de mordaça.

Agora, em São Paulo, a lei protege oficialmente os beijoqueiros gays que constrangem crianças e seus pais, que são obrigados a ver calados para não sofrerem a truculência e os abusos do Estado. É a lei do silêncio e reverência diante da imoralidade. Até crianças são obrigadas a se prostrar diante da “sacralidade” da lascívia gay.

Essa mesma lei protegeu um homem gay que entrou no banheiro das mulheres num restaurante, deixando uma menina de dez anos ali assustada (confira aqui). 

Mas no final, quem levou a melhor foi o homossexual, ao ser embalado pela mídia como pobre vítima de preconceito… A segurança da menina? O que vale no Estado de São Paulo do PSDB é o avanço da ideologia gay. Mais nada.
Para a tarântula, o beijo é o princípio da morte de sua vítima. Depois do beijo, é só esperar a vítima cair paralisada, pronta para ser devorada.








O afrontoso beijo gay em público foi o primeiro passo para aprovar o “PLC 122” do PSDB em 2001. Agora, as tarântulas fazem a festa. Podem se beijar em público e até dançar de calcinha na frente dos deputados na Assembleia Legislativa de São Paulo, fato que ocorreu realmente em 2007, conforme registrado (aqui)

A atitude de Feliciano de mandar prender as duas lésbicas arruaceiras protegeu o culto e a Constituição. Se ele tivesse cedido, o beijo das duas criaturas lésbicas teria sido o beijo das tarântulas, provocando cedo ou tarde paralisações horríveis nos direitos das vítimas.
Foi um grande embate, entre a Constituição e a libertinagem das tarântulas. Feliciano prevaleceu sobre a baderna, usando apenas a Constituição. Por tal atitude sensata, ele deveria ser apoiado por todos.

Mas esse não é o caso. A esquerda secular o odeia. E há também a esquerda evangélica, muito bem representada por Ariovaldo Ramos, que faz questão de fazer oposição a Feliciano. Ariovaldo participou meses atrás de uma mobilização de evangélicos esquerdistas opostos a Feliciano (aqui) na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. 

O Rev. Marcos Amaral, que adora fazer marchas globalistas com pais-de-santo, também se uniu à esquerda secular para protestar contra Feliciano. Aliás, ele revelou que no que dependesse dele, Hugo Chavez deveria ter vida longa e Feliciano um derrame. Vejam (aqui)

Essas são apenas algumas das poucas amostras dos sentimentos da esquerda evangélica, que prefere os beijos das tarântulas e tem horror das preocupações de Feliciano com crianças brasileiras sendo obrigadas a se submeter à doutrinação gay, inclusive submissão total ao beijo gay.

As tarântulas são cruéis e implacáveis. Quase dois anos atrás, Marcelo Serrado, ator que estava fazendo papel de homossexual em novela da Globo e declarou que a oposição ao “casamento” gay era “homofobia,” quase foi linchado pelas tarântulas do movimento gay e da Esquerda secular quando disse sobre o beijo gay na TV: “Isso é algo que tem que ir quebrando aos poucos. Não quero que minha filha [Catarina, 7] esteja em casa vendo beijo gay às nove da noite [na TV]. Que passe às 23h30.” (Confira: (aqui))

Quando a obscenidade gay quer invadir um espaço, nada é sagrado, nem a inocência das crianças, nem o culto a Deus. Portanto, quando tarântulas gays exigem esses espaços, precisamos dar todo apoio aos heróis que ousam defender a inocência das crianças e o culto a Deus.

Meses depois do quase linchamento do ator e dos protestos de Ariovaldo e Amaral contra Feliciano, parece que a esquerda secular e evangélica ainda não suavizou seus sentimentos de crueldade. Nesta semana, em que Feliciano obteve a grande vitória para a Constituição e proteção de um culto, uma colunista do GospelMais mostrou que o pastor assembleiano, mesmo estando já sob o ataque de multidões de fanáticos ideológicos, merece críticas de mais evangélicos. No que depender da colunista, o ideal será vida longa para as tarântulas evangélicas e um derrame para a Constituição e para o bom senso.

O artigo dela, intitulado de “Quando é que Feliciano vai começar a trabalhar?” traz todas as características de um Genizah (aqui no Facebook). Aliás, sua autora, que prefere colocar Feliciano na brasa quente da crítica e maledicência, divulga Caio Fábio na brasa do amor gospel (http://archive.is/NL9R6). 
Outro ídolo dela na brasa desse amor é Ariovaldo, o louvador de Hugo Chavez (aqui).

Quando a Comissão de Direitos Humanos era usada pelo PT durante anos para canalizar vastos recursos do dinheiro do povo do Brasil para o movimento homossexual, não vi Raquel Elana, a autora do GospelMais, reclamando. A explicação pode ser simples: a autora estava fazendo trabalho missionário em outro país. Por isso, ela não pôde cobrar os frutos (maus e podres) do PT.

Mas agora, num momento em que Feliciano teve um grande confronto com as tarântulas e foi vitorioso, não é o tempo de fazer papel de mosca morta em sopa.

Se a preocupação da missionária é frutos, ela poderia passar seu tempo contando sobre seus frutos e almas ganhas no campo missionário. Na ausência de frutos, ela deveria voltar ao campo missionário, para ter no que trabalhar e parar de cobrar dos outros o que ela não mostra em si. Do contrário, querendo ou não, fica parecendo que ela quer se juntar às tarântulas — se é que já não o fez. Mas, querendo sim, já se juntou à festiva esquerda gospel, que não faz e critica quem faz.

Parabéns, Feliciano, pela vitória diante das tarântulas e por sua persistência diante da persistente oposição da esquerda gospel.


LUIZ MOTT, MUSEU ERÓTICO E ESTÁTUA DE BEBÊ PELADO



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OLAVO DE CARVALHO E A CENSURA DA FAMÍLIA NATURAL E TRADICIONAL





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- DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM MOVIMENTO GAY OFICIALIZA GENOCÍDIO CULTURAL CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DO BEIJO GAY EM CULTOS EVANGÉLICO (AQUI)





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