Sejam Bem Vindos! O que queremos ainda Não Sabemos.O Brasil é um país onde o povo é passivo. O crime compensa. A corrupção é a mãe de todos os crimes e a impunidade embala. A bandidagem seria bem menor sem os bandidos de toga e sua máfia no STF. Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim é a mágica cura do amor e da ciência. Aqui relembramos os fatos que não podem ser esquecidos e frisamos que os que mais podem e sabem são os que nada fazem.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
NO BRASIL OS ÍNDIOS ENTERRAM RECÉM-NASCIDOS VIVOS!
Menino Albino tem a mão cortada para servir de amuleto
#MozartSS
Criminosos em busca de albinos para fabricar amuletos cortaram a mão de um menino de sete anos na Tanzânia, indicaram as autoridades neste domingo.
"O menino foi atacado no sábado por três pessoas quando voltava caminhando para casa, com quatro colegas de escola", disse Apolinary Macheta, chefe do governo do distrito de Milepa, no sudoeste da Tanzânia.
O menino, Mwigulu Magessa, está internado em um hospital, acrescentou Macheta. Poucos dias antes, homens armados com facões cortaram o braço de uma mulher albina, mãe de quatro crianças. A polícia que prendeu cinco homens.
Na África, muitos albinos são assassinatos e esquartejados pela crença de que seus membros servem para fazer amuletos que trazem boa sorte e prosperidade e que chegam a ser vendidos por milhares de dólares.
APÓS PARECER DE PROCURADOR DO CASO AMIA, CJL ALERTA SOBRE NOVOS ATAQUES TERRORISTAS
"Com o ataque contra a comunidade judaica na Argentina, aprendemos que, muitas vezes, o terrorismo internacional é um fenômeno abstrato, até que um ataque ocorra. Espero que o relatório de Nisman leve os governos da região a investigar os atos denunciados por ele", disse Jack Terpins, presidente do Congresso judaico Latino-Americano, após tomar ciência do novo relatório do procurador Alberto Nisman, responsável por investigar o ataque à entidade judaica argentina AMIA, em 1994, quer deixou 85 mortos e mais de 300 feridos.
Em seu parecer, publicado em 29 de maio, Nisman acusa o regime iraniano de se infiltrar em vários países latino-americanos, para instalar estações de inteligência destinadas a cometer, incentivar e patrocinar ações terroristas.
"Este relatório reafirma que a nossa região está exposta a ser novamente vítima de um ataque terrorista. É urgente que os países latino-americanos tomem medidas para impedir que isso aconteça. Esperamos que os 85 mortos da Argentina sensibilizem o mundo para o perigo desta rede de espionagem terrorista", disse Terpins.
Funcionários graduados da República Islâmica do Irã foram formalmente acusados pela Justiça Argentina de serem os responsáveis pelo bombardeio da sede da AMIA. Em uma extensa investigação coordenada por Nisman, foram identificados os mandantes intelectuais e materiais do ataque, e lhes foi imposta ordem internacional de prisão da Interpol, que ainda não se concretizou, devido à falta de cooperação do Irã.
Ato de rua em Buenos Aires no 18ºaniversário do ataque à AMIA, em 2012. Foto: Divulgação.
Investigação de atentado na Argentina aponta ramificações de rede terrorista no Brasil
Relatório de procurador argentino sobre ataque terrorista de 1994, em Buenos Aires, mostra que doze extremistas viveram, visitaram parentes ou mantiveram negócios em três cidades brasileiras, revela reportagem de VEJA
Duda Teixeira e Leonardo Coutinho
CARNIFICINA - Um judeu argentino caminha pelas ruínas do edifício da Amia, em Buenos Aires: as últimas ordens recebidas pelos terroristas do Hezbollah partiram do telefone de um morador de Foz do Iguaçu, no Brasil (Sipa Press)
Ali Khamenei, o líder supremo do Irã, deu, em uma reunião em agosto de 1993, a ordem para que se executasse o atentado mais sangrento da história argentina. Menos de um ano depois, no dia 18 de julho de 1994, isso se tornou realidade com a explosão de uma van Renault Trafic em frente a um prédio onde funcionava a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia). No meio dos escombros, 85 mortos.
O carro continha entre 300 e 400 quilos de um composto de nitrato de amônio, alumínio, dinamite e nitroglicerina. Desde então, por quase duas décadas, a cadeia de comando montada a partir do Irã para executar a carnificina em Buenos Aires foi cuidadosamente estudada pelo procurador especial Alberto Nisman.
Seu relatório, que acusa a cúpula do governo iraniano de ter sido mandante do crime, foi apresentado à Justiça no fim de maio. Na semana passada, VEJA teve acesso à sua íntegra. Em 502 páginas, é possível entender não apenas como funcionava a rede terrorista, mas também suas ramificações no Brasil. Doze extremistas citados por Nisman como tendo vínculos com o Hezbollah, o grupo islâmico que é um braço armado do governo iraniano no Líbano, viveram, visitaram parentes ou mantiveram negócios em três cidades brasileiras: Foz do Iguaçu, São Paulo e Curitiba. Pelo menos quatro deles tiveram participação direta ou indireta no atentado à Amia.
A filial do terror: como o Irã montou, no Brasil, a rede de extremistas que participaram do maior atentado terrorista já ocorrido na Argentina
CARNIFICINA -- Á direita, um judeu argentino caminha pelas ruínas do edifício da Amia, em Buenos Aires: as últimas ordens recebidas pelos terroristas do Hezbollah partiram do telefone de um morador de Foz do Iguaçu, no Brasil (CLIQUE NA IMAGEM PARA VÊ-LA EM TAMANHO MAIOR)
Reportagem de Duda Teixeira e Leonardo Coutinho, publicada em edição impressa de VEJA
A FILIAL DO TERROR
Como o Irã montou no Brasil uma rede de extremistas que auxiliaram na organização do atentado terrorista à Amia, em Buenos Aires, em 1994
Ali Khamenei, o líder supremo do Irã, deu, em uma reunião em agosto de 1993, a ordem para que se executasse o atentado mais sangrento da história argentina. Menos de um ano depois, no dia 18 de julho de 1994, isso se tornou realidade com a explosão de uma van Renault Trafic em frente a um prédio onde funcionava a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia). No meio dos escombros, 85 mortos. O carro continha entre 300 e 400 quilos de um composto de nitrato de amônio, alumínio, dinamite e nitroglicerina.
Desde então, por quase duas décadas, a cadeia de comando montada a partir do Irã para executar a carnificina em Buenos Aires foi cuidadosamente estudada pelo procurador especial Alberto Nisman. Seu relatório, que acusa a cúpula do governo iraniano de ter sido mandante do crime, foi apresentado à Justiça no fim de maio.
No início de junho de 2013, VEJA teve acesso à sua íntegra. Em 502 páginas, é possível entender não apenas como funcionava a rede terrorista, mas também suas ramificações no Brasil. Doze extremistas citados por Nisman como tendo vínculos com o Hezbollah, o grupo islâmico que é um braço armado do governo iraniano no Líbano, viveram, visitaram parentes ou mantiveram negócios em três cidades brasileiras: Foz do Iguaçu, São Paulo e Curitiba. Pelo menos quatro deles tiveram participação direta ou indireta no atentado à Amia.
O libanês Samuel Salman El Reda, que vivia em Foz do Iguaçu, foi quem, segundo Nisman, transmitiu os comandos para o atentado em seus instantes finais, por meio de dezenas de ligações telefônicas de sua casa, em Foz, e de um aparelho celular comprado em nome de um membro do Hezbollah, André Marques, para se comunicar com os que prepararam e posicionaram a van com explosivos.
Às vésperas do crime, El Reda foi pessoalmente a Buenos Aires. Pegou um avião de volta duas horas antes de o veículo explodir, já no aeroporto Jorge Newberry, o Aeroparque, assim que recebeu a confirmação de que tudo seguia como planejado. No Brasil, El Reda se aproveitou de uma estrutura montada pelo governo iraniano e pelo Hezbollah desde 1984.
Logo após o início da Revolução Iraniana de 1979, que culminou com um estado teocrático, os aiatolás já estavam suficientemente confiantes para exportar a revolução. Homens bem treinados foram então enviados para o Brasil, a Guiana e a Argentina, com a missão de preparar o terreno para ações futuras. Em 1992, houve um ataque à Embaixada de Israel em Buenos Aires, com 29 mortos. Tanto esse como o atentado de 1994 foram uma represália ao fim do contrato de transferência de tecnologia nuclear da Argentina para o Irã.
O escolhido para comandar a operação na América Latina foi Mohsen Rabbani, que pregava na mesquita Tauhíd, na periferia da capital portenha. “Todos somos Hezbollah”, dizia ele aos alunos. Outras pregações comuns eram o ódio aos judeus e aos americanos. Em Buenos Aires, ele desembarcou com o cargo de inspetor do abate de gado, que para muçulmanos praticantes deve ocorrer segundo preceitos religiosos.
Quatro meses antes da explosão, foi nomeado conselheiro cultural da Embaixada do Irã. O cargo serviria apenas para despistar investigações futuras. Segundo Nisman, as atividades dos terroristas sempre foram camufladas com centros culturais, editoras de livros e mesquitas.
Outro personagem que aparece no relatório é o xeque Taleb Khazraji, que dirige o Centro Islâmico no Brasil, em São Paulo. A entidade possui uma editora religiosa e uma unidade que inspeciona o abate de animais. Soa familiar, não? A denúncia não aponta participação direta de Khazraji no atentado, mas cita ligações telefônicas de sua mesquita para um guianense que tentou explodir o aeroporto de Nova York, em 2007, e outras conexões com figuras centrais da rede terrorista iraniana, entre elas Rabbani.
O xiita Khazraji, afirma o documento, é funcionário do governo do Irã. “O Hezbollah não vai abandonar as armas”, disse ele, após voltar de uma viagem a Teerã em que se encontrou com o aiatolá Khamenei. “Ainda não descartamos a possibilidade de ele ter tido alguma relação com o atentado”, diz Nisman.
Khazraji foi procurado por VEJA na quarta-feira, dia 5, mas seu filho e secretário, Nasser, disse que o pai estava no Irã. No dia seguinte, mudou a versão e disse que ele está no Iraque, “onde os telefones funcionam muito mal”. Anotado.
Não existe só muçulmano que querem a destruição do Estado de Israel. Existem algumas correntes ultra ortodoxas de judeus, dentro e fora de Israel, que também pregam a aniquilação do Estado Judeu.
Eles são em pequeno número, são conhecidos, ignorados e tratados como loucos que são.
Eu entendo como traidores, mas como Israel é o único país decente e portanto desenvolvido e democrático de todo o Oriente Médio fez até a Facebook para que bandidos os ataque, como sempre, covardemente.
E também contribui com o maior numero de gênios e prêmios Nobel do mundo entre ele Freud que não é aceito no mundo islâmico assim como muita coisa da Science - vivem ainda nas cavernas.
Bom, mas a parte que a bandidagem, que ataca Israel, gosta mais e de agredir as mulheres menores pois no Islã é coisa sagrada estuprar e matar mulheres.
- ANTISSEMITISMO ISLÂMICO: A MAIS AMEAÇADORA FORMA DE ÓDIO AOS JUDEUS (aqui)
- O PT ESTÁ ISLAMIZANDO O BRASIL!!! (aqui) - TERRORISMO NO BRASIL! (AQUI) 1º - O QUE REALMENTE ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL? (aqui) 2º - COMO REZA UM ESQUERDISTA? LULA REZANDO!!! ORAÇÃO DO LULA (Aqui)
3º - CÍRIO DE NAZARÉ COM ORGIAS PÚBLICAS PARA MENORES - VOCÊS SE LEMBRAM DISSO? PARA OS QUE AINDA TÊM DUVIDAS DOS ATAQUES FRONTAIS AO CRISTIANISMO(Aqui)
1º - Todos querem viver do governo, mas só o governo que vive de todos. PROTESTO NA AV. PAULISTA/SP - OLHEM OS CARTAZES! (aqui)
2º - A mentira tem perna curta nove dedos e chifre do diabo
QUEM ACREDITA QUE A “DITAMOLE”, NO BRASIL, NÃO TINHA PARTIDO É BANDIDO (aqui)
4º - Lulla agora perde a própria liberdade, e só pode circular de carro blindado, com filme preto no vidro, pois não pode mais aparecer em público sem o risco de tomar vaia. A manifestação de quarta-feira à noite, quando 600 jovens protestaram na porta do apartamento dele, em São Bernardo do Campo, gritando “desce, ladrão”, é o ápice da desmoralização de Lula
A VAIA DE ESPANTAR NELSON RODRIGUES MOSTROU A DILMA A CARA DO BRASIL REAL(aqui)
Foto em frente a casa do ladrão Lulla que se achava Deus
5º - A LÍNGUA QUE O PETISTA FALA, A NOVILINGUA PETISTA, A DOUTRINA E A IDEOLOGIA DO PT – ENTENDA O QUE É O PT (AQUI)
6º - COMO REZA UM ESQUERDISTA? LULA REZANDO!!! ORAÇÃO DO LULA (Aqui)
A grande imprensa brasileira, com as exceções costumeiras, escreveu um capítulo vergonhoso de sua história na quarta-feira. Cerca de 70 mil pessoas — segundo estimativas da Polícia Militar do Distrito Federal (nesta sexta, publicarei um vídeo; aguardem um pouco) — participaram de uma manifestação em Brasília em defesa da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida (leia-se: contra o aborto). Num dia útil, certamente arcando com o custo de faltar ao trabalho — ninguém ali tinha o “ponto” abonado nem estava sendo pago por partido —, milhares de pessoas atenderam à convocação de diversas denominações cristãs para expressar o seu ponto de vista sobre temas que estão em debate na sociedade e que são do interesse dos brasileiros. Não obstante, aquelas 70 mil pessoas foram praticamente ignoradas pelo jornalismo. A IRONIA: UMA DAS PALAVRAS DE ORDEM DA CONCENTRAÇÃO ERA ESTA: CONTRA O CONTROLE DA MÍDIA.
Reproduzo palavras do pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento:
“Senhores da imprensa, nós, que somos chamados de fundamentalistas, queremos uma imprensa livre até para falar mal de nós. Nós não queremos cercear imprensa, não. Agora, eu fico vendo esses esquerdopatas, que querem o controle da mídia para controlar o conteúdo… Eles estão pensando que o Brasil é Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Aqui, não! Imprensa livre, sempre livre!”
Não saiu praticamente uma linha do que disse Malafaia sobre o assunto. Também se omitiram as críticas muito duras que ele fez aos mensaleiros (voltarei a tratar do assunto em outro post). Setenta mil pessoas pediram em coro cadeia para a quadrilha — enquanto Luís Roberto Barroso, na CCJ do Senado, dizia que o STF foi muito duro com aqueles patriotas. E também isso se omitiu. Publicarei, reitero, um vídeo com trechos da fala de Malafaia (a integra de sua intervenção estáaqui).
Houve coisa pior do que omissão: uma reportagem do Estadão Online atribuiu ao pastor o que ele não disse, a saber: que união homoafetiva é crime. Não falou isso. Afirmou outra coisa: que não aceitava que sua opinião, que é contrária, fosse criminalizada, como faz o PLC 122.
Não há por que omitir os fatos. É evidente que uma concentração que tinha na sua pauta, também, a defesa da família tradicional (homem, mulher e sua prole) opõe-se ao casamento e ao ativismo gays. E isso foi dito lá de maneira clara e inequívoca. Era um aspecto importante do protesto, mas era um deles. Não é menos evidente que a esmagadora maioria da imprensa considera essa opinião “conservadora”, “reacionária”, “atrasada” — escolham aí o adjetivo. O mesmo se diga sobre o aborto, duramente atacado no evento. Eis outro item da pauta dita “progressista” — nunca ninguém conseguiu me explicar por que o mundo e a moral progridem com a morte de fetos…
A imprensa — ou “as imprensas” — tenha a agenda que quiser! Como afirmou o pastor, que ela seja livre até para falar mal das opiniões e das pessoas da praça. Mas omitir??? Fazer de conta, como se fez, que a coisa não estava acontecendo??? Tratar a concentração como se estivesse um curso um evento corriqueiro, sem importância? Só não acho que ficou caracterizada a “censura” porque considero que a palavra cabe quando a interdição é aplicada pelo Estado. Mas se trata, sim, de um ânimo censor, que agride a essência do jornalismo.
Estaremos, agora, diante de um novo paradigma, que consistirá em esconder aquilo de que se discorda? Qual é a medida? Se 500 marcham nas ruas em defesa da maconha, a foto vai parar nas primeiras páginas — afinal, é a “pauta progressista”. Se 70 mil fazem um coro contra a descriminação das drogas — e isso também ocorreu —, faz-se de conta que nada aconteceu?
Pois é… Volta e meia, José Dirceu, o chefe de quadrilha do mensalão — até, ao menos, que eventuais e ilegais embargos infringentes não livrem a sua cara —, manda alguém escrever lá no seu blog um ataque qualquer à imprensa, pedindo o “controle da mídia”. Por incrível que pareça, a mídia que ele quer controlar se encarrega de reproduzir suas cretinices. Afinal, disse-me outro dia alguém, a imprensa tem de fazer isso para demonstrar que é isenta e não tem preconceitos…
Ah, bom! Agora entendi! Para mostrar que é isenta e não tem preconceitos, até os ataques de Dirceu à liberdade de expressão são… livremente expressos! Mas os 70 mil da praça, que falaram EM DEFESA da liberdade de expressão, ah, esses foram tratados com menoscabo ou com desrespeito mesmo: “Afinal, não pensam o que pensamos; têm uma pauta reacionária…”.
O que pretende para si mesma a imprensa que age desse modo? Digam-me cá: os 70 mil que foram para a praça, numa quarta-feira gorda, tinham sido convocados por quem? Pelos jornais, TVs e sites noticiosos já tradicionais? Acho que não! As igrejas evangélicas têm seus próprios sistemas de comunicação e não dependem da boa vontade de estranhos para existir. Tratou-se de uma omissão vergonhosa, constrangedora. E, claro, havia jornalistas em penca lá.
Essência da democracia A essência da democracia é o dissenso. O papel da imprensa não é exercer uma censura informal sobre a diversidade de opiniões. Ao contrário. Converter o espaço noticioso em área de militância é um comportamento fascistoide, que agride o fundamento da pluralidade e da liberdade.
Faltassem-nos exemplos, deveríamos olhar para o governo de Barack Obama, nos EUA. Em nome das liberdades civis que estariam ameaçadas no governo Bush; em nome da pluralidade, que estaria sendo agredida pelos supostos fundamentalistas de Bush; em nome da, santo Deus!, da diversidade, à qual os republicanos de Bush seriam hostis, ONGs, movimentos sociais, imprensa, academia, intelectuais etc. se juntaram num grande coro de adoração ao candidato e depois presidente da República e à sua agenda progressista.
Quis o destino — que, para mim, sempre foi a lógica dos fatos — que aquele grande progressista liderasse o governo que montou o mais amplo, profundo e nefasto sistema de espionagem no país, que inclui a perseguição a adversários por organismos do estado e a invasão do sigilo de jornalistas.
A liberdade é e será sempre o direito de divergir. Infelizmente, amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos esse direito. Para estes, a agressão foi irrelevante porque, reitero, não dependem dessa visibilidade para existir. Para o jornalismo, no entanto, a coisa é séria: há o risco de que o paradigma da pluralidade esteja se perdendo. Os cristãos, sempre que julgarem necessário, voltarão às praças. Espero que essa imprensa de agenda tenha como voltar a seus leitores.
Por Reinaldo Azevedo
Osvaldo Aires Bade Comentários
Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook
quinta-feira, 6 de junho de 2013
PEDOFILIA POR TODO O BRASIL COMUNISTA DE LULA E DILMA!
ATRIZ DE 11 ANOS DA NOVELA CARROSSEL NAMORA COM MENINO DE 17 ANOS Posted on 6 de junho de 2013
A atriz, Larissa Manoela do SBT, atualmente no ar com as novelas, “Corações Feridos” e “Carrossel”, ambas do SBT, já tem namorado. Larissa tem 11 anos de idade, segundo informações seu namorado tem 17 anos, seis anos mais velho. Saudades da época, quando crianças de 11 anos brincavam de bonecas, de bola, de corda. Maria Joaquina Medsen, é uma garota dedicada aos estudos, inteligente e bonita pela qual Cirilo é apaixonado. A princípio demonstrou-se ser racista e preconceituosa quanto ao Cirilo só por ele ser negro o rejeitando de qualquer forma. Também já demonstrou ser egoísta em relação aos outros colegas, embora que com o tempo ela vai demonstrando ser uma garota boa e de bons sentimentos.
Osvaldo Aires Bade Comentários
Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook
#Bomba: Mãe de Larissa Manoela desabafa sobre o "namoro" da filha.(aqui)
Com se vai saber da verdade...........
Como poderemos saber, de fato, se a notícia é fake, mas o que importa é que acontecesse na vida real.
Incentivo a pedofilia e outras coisas mais, lembre-se daquele caso do assassino Lindembergue, ele começou a namorar aquela menina, ainda uma criança também com 12 ou 13 anos e ele já com 17 ou 18 e viram a merda que deu....
Segundo o critério da OMS, adolescentes de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se eles tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes pelo menos cinco anos mais novas do que eles.
A relação sexual entre adultos e adolescentes é regulada pelas leis de cada país referentes à idade de consentimento. Alguns países permitem o relacionamento a partir de uma idade mínima (12 anos em Angola, Filipinas e México, 13 na Espanha e Japão, 14 no Brasil, Portugal, Itália, Alemanha, Áustria e China, 15 na França, Suécia, Dinamarca e Grécia, 16 em Noruega, Reino Unido e Holanda).
Já fui um deles Primeiro skinhead a deixar a gangue e denunciar os colegas, rapaz de 20 anos mostra como jovens podem aderir à selvageria como se fosse coisa normal
Por Monica Weinberg
André Brant/André Penner/Egberto Nogueira/Omar Paixão/André Brant
O maior medo de Jorge é ser assassinado. O segundo é encontrar um skinhead na rua – "porque se isso ocorrer eu serei um homem morto". Jorge da Conceição Soler tem 20 anos, é negro, usa óculos, carrega um terço no pescoço e nunca se preocupou em ganhar músculos para se exibir nos embates de rua. Tem o perfil adequado para ser uma presa dos skinheads (cabeça raspada, em inglês), nome pelo qual são conhecidos esses militantes da intolerância e da selvageria que costumam espancar nas ruas negros, gays, nordestinos ou punks pelo fato de serem negros, gays, nordestinos ou punks. Mas Jorge Soler foi, ele próprio, um skinhead.
Durante três meses pertenceu ao grupo Carecas do ABC, que não discrimina os negros, mas nutre ódio especial contra homossexuais, estrangeiros e punks. Chegou a testemunhar – segundo ele, sem tocar um dedo – o espancamento que levou à morte o adestrador de cães Edson Neris da Silva, que passeava de mãos dadas com o namorado no centro de São Paulo, em fevereiro passado. "Eu via um homossexual no meio da rua e evitava olhar. Morria de nojo dos punks", diz.
Ricardo Benichio
Jorge Soler,que está sobos cuidados doprograma deproteção àtestemunha
Jorge Soler é o primeiro caso de que se tem notícia no Brasil de um skinhead que abandonou o movimento e denunciou seus colegas de pancadaria. Depois de três meses na prisão, junto com outros dezessete skinheads dos Carecas do ABC, acusados de formação de quadrilha e homicídio, Jorge resolveu trocar de vida. Denunciou cinco colegas pela morte do adestrador e passou a colaborar com a Justiça. Hoje, respondendo em liberdade a processo por homicídio cujo julgamento deve ocorrer até o final do ano, ele aderiu ao programa de proteção à testemunha, cuja missão é garantir sua vida.
Filho único de uma dona-de-casa e um comerciante, Jorge mudou-se com os pais para o interior de São Paulo e sua casa é permanentemente vigiada por policiais. Formado no ensino básico, queria cursar administração de empresas, mas tem medo de entrar na universidade. Receia que, com uma rotina definida, vire alvo fácil dos skinheads. Em vez de estudar, ganha menos de quatro salários mínimos trabalhando como corretor de imóveis, uma atividade cuja rotina é menos previsível.
"Venha curtir" – Na história de Jorge Soler, chama a atenção a naturalidade com que se envolveu com os Carecas do ABC. Seu depoimento mostra que resolveu cerrar fileiras ao lado da boçalidade discriminatória com a simplicidade de alguém que aceita um convite para ir a uma festa. Um dia, no final do ano passado, ele saiu de casa em Diadema, cidade paulista conhecida pelas altíssimas taxas de homicídio, para comprar um CD de rock, tipo de música abominado pelos skinheads. No caminho, foi abordado por um membro dos Carecas do ABC. Era a primeira vez na vida que tinha contato com um skinhead. O rapaz convidou-o para um encontro do grupo num bar no centro da capital paulista. Ele foi. Gostou da conversa dos militantes mais velhos, que funcionam como líderes. Todos tinham em comum um emprego remunerado e o lema "Deus, pátria e família". "Me identifiquei logo. Eles disseram: 'Venha curtir com a gente'. E eu aceitei o convite", conta.
Em poucos dias, raspou o cabelo, passou a freqüentar as reuniões mensais sempre feitas em bares de São Paulo, qualquer bar, sem nenhum cuidado especial para evitar que fossem ouvidos. No dia em que matariam o adestrador de cães, os Carecas do ABC se reuniram num bar a 2 quilômetros da Praça da República, onde o rapaz seria morto. Em geral, nessas reuniões, fala-se do ódio aos punks, aos gays, da raiva de algum deles contra alguém que tenha queimado a bandeira nacional no Dia da Independência, do sopapo que um deles deu em um punk com que cruzou na rua. No meio da pauta de brutalidades, também se fala, nessas ocasiões, sobre assuntos amenos, como namoradas ou futebol. Em véspera de datas cultuadas pelos Carecas do ABC, como o Descobrimento do Brasil ou a Independência, o tema são as comemorações. Alguns produzem panfletos caseiros para distribuir, pregando sempre o lema "Deus, pátria e família".
Como a maioria dos militantes dos Carecas do ABC, Jorge Soler também nada contava aos pais. "Eu tinha vergonha de falar do que fazíamos", diz. Com sua adesão ao grupo, as agressões gratuitas passaram a fazer parte da vida do jovem de Diadema. "Quando alguém aparecia numa reunião contando que tinha esmurrado um punk, eu ficava com uma sensação de que a justiça havia sido feita", diz ele. Foi só no dia do assassinato de Edson Neris da Silva que Jorge se deu conta da barbaridade em que estava metido. "Até aquele momento achava a violência normal", conta. Mesmo porque não era a primeira vez que seu grupo batia num homossexual. Na mesma Praça da República onde morreu Edson, os Carecas do ABC tinham espancado Marcos Daniel Braga – que, por sorte, escapou da fúria com vida.
Prática esportiva – Os Carecas do ABC surgiram no início dos anos 80, inspirados no integralismo de Plínio Salgado, que, por sua vez, se nutria do ideário do fascismo italiano e do nazismo alemão. O movimento, porém, não prega a ideia da supremacia branca de Hitler, mas combate punks, gays e a presença de estrangeiros – especialmente gente procedente de países latino-americanos mais pobres, como Paraguai e Bolívia. Para eles, nenhum problema em relação a alemães, ingleses ou franceses. Na época em que entrou no grupo, e ainda hoje, Jorge não tinha mais que uma noção dos "fundamentos teóricos" dos skinheads, aquela sopa confusa e rudimentar em que se misturam pitadas de integralismo, nazismo e outras idéias exóticas da mesma família. Os integrantes dos Carecas do ABC pertencem, em geral, à classe média baixa. Boa parte trabalha como segurança, office-boy, secretário. O número de membros gira em torno de 100 na Grande São Paulo. E, como no caso de Jorge, talvez boa parte deles julgue praticar um esporte – espancando e matando. Só isso. Quando se constata a banalização da violência no país, nada parece mais eloquente do que casos assim.
Osvaldo Aires Bade Comentários
Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook
1º - CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES (aqui)