sexta-feira, 7 de junho de 2013

AMPLOS SETORES DA IMPRENSA TENTARAM CASSAR DOS EVANGÉLICOS O DIREITO DE DIZER “NÃO”. AGREDIRAM OS FATOS, A DEMOCRACIA E OS SEUS LEITORES





Vejam esta imagem.

A grande imprensa brasileira, com as exceções costumeiras, escreveu um capítulo vergonhoso de sua história na quarta-feira. Cerca de 70 mil pessoas — segundo estimativas da Polícia Militar do Distrito Federal (nesta sexta, publicarei um vídeo; aguardem um pouco) — participaram de uma manifestação em Brasília em defesa da liberdade de expressão, da liberdade religiosa, da família tradicional e da vida (leia-se: contra o aborto). Num dia útil, certamente arcando com o custo de faltar ao trabalho — ninguém ali tinha o “ponto” abonado nem estava sendo pago por partido —, milhares de pessoas atenderam à convocação de diversas denominações cristãs para expressar o seu ponto de vista sobre temas que estão em debate na sociedade e que são do interesse dos brasileiros. Não obstante, aquelas 70 mil pessoas foram praticamente ignoradas pelo jornalismo. A IRONIA: UMA DAS PALAVRAS DE ORDEM DA CONCENTRAÇÃO ERA ESTA: CONTRA O CONTROLE DA MÍDIA.
Reproduzo palavras do pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento:
“Senhores da imprensa, nós, que somos chamados de fundamentalistas, queremos uma imprensa livre até para falar mal de nós. Nós não queremos cercear imprensa, não. Agora, eu fico vendo esses esquerdopatas, que querem o controle da mídia para controlar o conteúdo… Eles estão pensando que o Brasil é Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina. Aqui, não! Imprensa livre, sempre livre!”
Não saiu praticamente uma linha do que disse Malafaia sobre o assunto. Também se omitiram as críticas muito duras que ele fez aos mensaleiros (voltarei a tratar do assunto em outro post). Setenta mil pessoas pediram em coro cadeia para a quadrilha — enquanto Luís Roberto Barroso, na CCJ do Senado, dizia que o STF foi muito duro com aqueles patriotas. E também isso se omitiu. Publicarei, reitero, um vídeo com trechos da fala de Malafaia (a integra de sua intervenção estáaqui).
Houve coisa pior do que omissão: uma reportagem do Estadão Online atribuiu ao pastor o que ele não disse, a saber: que união homoafetiva é crime. Não falou isso. Afirmou outra coisa: que não aceitava que sua opinião, que é contrária, fosse criminalizada, como faz o PLC 122.
Não há por que omitir os fatos. É evidente que uma concentração que tinha na sua pauta, também, a defesa da família tradicional (homem, mulher e sua prole) opõe-se ao casamento e ao ativismo gays. E isso foi dito lá de maneira clara e inequívoca. Era um aspecto importante do protesto, mas era um deles. Não é menos evidente que a esmagadora maioria da imprensa considera essa opinião “conservadora”, “reacionária”, “atrasada” — escolham aí o adjetivo. O mesmo se diga sobre o aborto, duramente atacado no evento. Eis outro item da pauta dita “progressista” — nunca ninguém conseguiu me explicar por que o mundo e a moral progridem com a morte de fetos…
A imprensa — ou “as imprensas” — tenha a agenda que quiser! Como afirmou o pastor, que ela seja livre até para falar mal das opiniões e das pessoas da praça. Mas omitir??? Fazer de conta, como se fez, que a coisa não estava acontecendo??? Tratar a concentração como se estivesse um curso um evento corriqueiro, sem importância? Só não acho que ficou caracterizada a “censura” porque considero que a palavra cabe quando a interdição é aplicada pelo Estado. Mas se trata, sim, de um ânimo censor, que agride a essência do jornalismo.
Estaremos, agora, diante de um novo paradigma, que consistirá em esconder aquilo de que se discorda? Qual é a medida? Se 500 marcham nas ruas em defesa da maconha, a foto vai parar nas primeiras páginas — afinal, é a “pauta progressista”. Se 70 mil fazem um coro contra a descriminação das drogas — e isso também ocorreu —, faz-se de conta que nada aconteceu?
Pois é… Volta e meia, José Dirceu, o chefe de quadrilha do mensalão — até, ao menos, que eventuais e ilegais embargos infringentes não livrem a sua cara —, manda alguém escrever lá no seu blog um ataque qualquer à imprensa, pedindo o “controle da mídia”. Por incrível que pareça, a mídia que ele quer controlar se encarrega de reproduzir suas cretinices. Afinal, disse-me outro dia alguém, a imprensa tem de fazer isso para demonstrar que é isenta e não tem preconceitos…
Ah, bom! Agora entendi! Para mostrar que é isenta e não tem preconceitos, até os ataques de Dirceu à liberdade de expressão são… livremente expressos! Mas os 70 mil da praça, que falaram EM DEFESA da liberdade de expressão, ah, esses foram tratados com menoscabo ou com desrespeito mesmo: “Afinal, não pensam o que pensamos; têm uma pauta reacionária…”.
O que pretende para si mesma a imprensa que age desse modo? Digam-me cá: os 70 mil que foram para a praça, numa quarta-feira gorda, tinham sido convocados por quem? Pelos jornais, TVs e sites noticiosos já tradicionais? Acho que não! As igrejas evangélicas têm seus próprios sistemas de comunicação e não dependem da boa vontade de estranhos para existir. Tratou-se de uma omissão vergonhosa, constrangedora. E, claro, havia jornalistas em penca lá.
Essência da democracia
A essência da democracia é o dissenso. O papel da imprensa não é exercer uma censura informal sobre a diversidade de opiniões. Ao contrário. Converter o espaço noticioso em área de militância é um comportamento fascistoide, que agride o fundamento da pluralidade e da liberdade.
Faltassem-nos exemplos, deveríamos olhar para o governo de Barack Obama, nos EUA. Em nome das liberdades civis que estariam ameaçadas no governo Bush; em nome da pluralidade, que estaria sendo agredida pelos supostos fundamentalistas de Bush; em nome da, santo Deus!, da diversidade, à qual os republicanos de Bush seriam hostis, ONGs, movimentos sociais, imprensa, academia, intelectuais etc. se juntaram num grande coro de adoração ao candidato e depois presidente da República e à sua agenda progressista.
Quis o destino — que, para mim, sempre foi a lógica dos fatos — que aquele grande progressista liderasse o governo que montou o mais amplo, profundo e nefasto sistema de espionagem no país, que inclui a perseguição a adversários por organismos do estado e a invasão do sigilo de jornalistas.
A liberdade é e será sempre o direito de divergir. Infelizmente, amplos setores da imprensa tentaram cassar dos evangélicos esse direito. Para estes, a agressão foi irrelevante porque, reitero, não dependem dessa visibilidade para existir. Para o jornalismo, no entanto, a coisa é séria: há o risco de que o paradigma da pluralidade esteja se perdendo. Os cristãos, sempre que julgarem necessário, voltarão às praças. Espero que essa imprensa de agenda tenha como voltar a seus leitores.
Por Reinaldo Azevedo



Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

PEDOFILIA POR TODO O BRASIL COMUNISTA DE LULA E DILMA!
ATRIZ DE 11 ANOS DA NOVELA CARROSSEL NAMORA COM MENINO DE 17 ANOS
Posted on 6 de junho de 2013


A atriz, Larissa Manoela do SBT, atualmente no ar com as novelas, “Corações Feridos” e “Carrossel”, ambas do SBT, já tem namorado. Larissa tem 11 anos de idade, segundo informações seu namorado tem 17 anos, seis anos mais velho. Saudades da época, quando crianças de 11 anos brincavam de bonecas, de bola, de corda. Maria Joaquina Medsen, é uma garota dedicada aos estudos, inteligente e bonita pela qual Cirilo é apaixonado. A princípio demonstrou-se ser racista e preconceituosa quanto ao Cirilo só por ele ser negro o rejeitando de qualquer forma. Também já demonstrou ser egoísta em relação aos outros colegas, embora que com o tempo ela vai demonstrando ser uma garota boa e de bons sentimentos.



l1
l2
l3

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 


#Bomba: Mãe de Larissa Manoela desabafa sobre o "namoro" da filha. (aqui)


Com se vai saber da verdade...........


Como poderemos saber, de fato, se a notícia é fake, mas o que importa é que acontecesse na vida real.

Incentivo a pedofilia e outras coisas mais, lembre-se daquele caso do assassino Lindembergue, ele começou a namorar aquela menina, ainda uma criança também com 12 ou 13 anos e ele já com 17 ou 18 e viram a merda que deu....

Segundo o critério da OMS, adolescentes de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se eles tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes pelo menos cinco anos mais novas do que eles.

A relação sexual entre adultos e adolescentes é regulada pelas leis de cada país referentes à idade de consentimento. Alguns países permitem o relacionamento a partir de uma idade mínima (12 anos em Angola, Filipinas e México, 13 na Espanha e Japão, 14 no Brasil, Portugal, Itália, Alemanha, Áustria e China, 15 na França, Suécia, Dinamarca e Grécia, 16 em Noruega, Reino Unido e Holanda).

CARECAS DO ABC, O VERDADEIRO MOVIMENTO ESQUERDISTA NAZIFASCISTA


Já fui um deles
Primeiro skinhead a deixar a gangue e denunciar os colegas, rapaz de 20 anos mostra como jovens podem aderir à selvageria como se fosse coisa normal
Por Monica Weinberg

André Brant/André Penner/Egberto Nogueira/Omar Paixão/André Brant

O maior medo de Jorge é ser assassinado. O segundo é encontrar um skinhead na rua – "porque se isso ocorrer eu serei um homem morto". Jorge da Conceição Soler tem 20 anos, é negro, usa óculos, carrega um terço no pescoço e nunca se preocupou em ganhar músculos para se exibir nos embates de rua. Tem o perfil adequado para ser uma presa dos skinheads (cabeça raspada, em inglês), nome pelo qual são conhecidos esses militantes da intolerância e da selvageria que costumam espancar nas ruas negros, gays, nordestinos ou punks pelo fato de serem negros, gays, nordestinos ou punks. Mas Jorge Soler foi, ele próprio, um skinhead. 

Durante três meses pertenceu ao grupo Carecas do ABC, que não discrimina os negros, mas nutre ódio especial contra homossexuais, estrangeiros e punks. Chegou a testemunhar – segundo ele, sem tocar um dedo – o espancamento que levou à morte o adestrador de cães Edson Neris da Silva, que passeava de mãos dadas com o namorado no centro de São Paulo, em fevereiro passado. "Eu via um homossexual no meio da rua e evitava olhar. Morria de nojo dos punks", diz.

Ricardo Benichio
Jorge Soler, que está sob os cuidados doprograma de proteção à testemunha



Jorge Soler é o primeiro caso de que se tem notícia no Brasil de um skinhead que abandonou o movimento e denunciou seus colegas de pancadaria. Depois de três meses na prisão, junto com outros dezessete skinheads dos Carecas do ABC, acusados de formação de quadrilha e homicídio, Jorge resolveu trocar de vida. Denunciou cinco colegas pela morte do adestrador e passou a colaborar com a Justiça. Hoje, respondendo em liberdade a processo por homicídio cujo julgamento deve ocorrer até o final do ano, ele aderiu ao programa de proteção à testemunha, cuja missão é garantir sua vida.



Filho único de uma dona-de-casa e um comerciante, Jorge mudou-se com os pais para o interior de São Paulo e sua casa é permanentemente vigiada por policiais. Formado no ensino básico, queria cursar administração de empresas, mas tem medo de entrar na universidade. Receia que, com uma rotina definida, vire alvo fácil dos skinheads. Em vez de estudar, ganha menos de quatro salários mínimos trabalhando como corretor de imóveis, uma atividade cuja rotina é menos previsível.



"Venha curtir" – Na história de Jorge Soler, chama a atenção a naturalidade com que se envolveu com os Carecas do ABC. Seu depoimento mostra que resolveu cerrar fileiras ao lado da boçalidade discriminatória com a simplicidade de alguém que aceita um convite para ir a uma festa. Um dia, no final do ano passado, ele saiu de casa em Diadema, cidade paulista conhecida pelas altíssimas taxas de homicídio, para comprar um CD de rock, tipo de música abominado pelos skinheads. No caminho, foi abordado por um membro dos Carecas do ABC. Era a primeira vez na vida que tinha contato com um skinhead. O rapaz convidou-o para um encontro do grupo num bar no centro da capital paulista. Ele foi. Gostou da conversa dos militantes mais velhos, que funcionam como líderes. Todos tinham em comum um emprego remunerado e o lema "Deus, pátria e família". "Me identifiquei logo. Eles disseram: 'Venha curtir com a gente'. E eu aceitei o convite", conta.


Em poucos dias, raspou o cabelo, passou a freqüentar as reuniões mensais sempre feitas em bares de São Paulo, qualquer bar, sem nenhum cuidado especial para evitar que fossem ouvidos. No dia em que matariam o adestrador de cães, os Carecas do ABC se reuniram num bar a 2 quilômetros da Praça da República, onde o rapaz seria morto. Em geral, nessas reuniões, fala-se do ódio aos punks, aos gays, da raiva de algum deles contra alguém que tenha queimado a bandeira nacional no Dia da Independência, do sopapo que um deles deu em um punk com que cruzou na rua. No meio da pauta de brutalidades, também se fala, nessas ocasiões, sobre assuntos amenos, como namoradas ou futebol. Em véspera de datas cultuadas pelos Carecas do ABC, como o Descobrimento do Brasil ou a Independência, o tema são as comemorações. Alguns produzem panfletos caseiros para distribuir, pregando sempre o lema "Deus, pátria e família".

Como a maioria dos militantes dos Carecas do ABC, Jorge Soler também nada contava aos pais. "Eu tinha vergonha de falar do que fazíamos", diz. Com sua adesão ao grupo, as agressões gratuitas passaram a fazer parte da vida do jovem de Diadema. "Quando alguém aparecia numa reunião contando que tinha esmurrado um punk, eu ficava com uma sensação de que a justiça havia sido feita", diz ele. Foi só no dia do assassinato de Edson Neris da Silva que Jorge se deu conta da barbaridade em que estava metido. "Até aquele momento achava a violência normal", conta. Mesmo porque não era a primeira vez que seu grupo batia num homossexual. Na mesma Praça da República onde morreu Edson, os Carecas do ABC tinham espancado Marcos Daniel Braga – que, por sorte, escapou da fúria com vida.

Prática esportiva – Os Carecas do ABC surgiram no início dos anos 80, inspirados no integralismo de Plínio Salgado, que, por sua vez, se nutria do ideário do fascismo italiano e do nazismo alemão. O movimento, porém, não prega a ideia da supremacia branca de Hitler, mas combate punks, gays e a presença de estrangeiros – especialmente gente procedente de países latino-americanos mais pobres, como Paraguai e Bolívia. Para eles, nenhum problema em relação a alemães, ingleses ou franceses. Na época em que entrou no grupo, e ainda hoje, Jorge não tinha mais que uma noção dos "fundamentos teóricos" dos skinheads, aquela sopa confusa e rudimentar em que se misturam pitadas de integralismo, nazismo e outras idéias exóticas da mesma família. Os integrantes dos Carecas do ABC pertencem, em geral, à classe média baixa. Boa parte trabalha como segurança, office-boy, secretário. O número de membros gira em torno de 100 na Grande São Paulo. E, como no caso de Jorge, talvez boa parte deles julgue praticar um esporte – espancando e matando. Só isso. Quando se constata a banalização da violência no país, nada parece mais eloquente do que casos assim.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 


1º - CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES (aqui)

2º - CONSCIÊNCIA NEGRA!!!???? (aqui)

3º - NO BRASIL OS ÍNDIOS ENTERRAM RECÉM-NASCIDOS VIVOS!
Menino Albino tem a mão cortada para servir de amuleto (aqui)

4º - CARECAS DO ABC, O VERDADEIRO MOVIMENTO ESQUERDISTA NAZIFASCISTA
Já fui um deles (aqui)

5º - SOBRE COTAS E OUTROS BICHOS! (aqui)

6º - RELIGIÕES PERCENTUALMENTE "MAIS BRANCAS"(AQUI)

7º - A FARSA DO VITIMISMO AFRO-DESCENDENTE (aqui)

8º - PAI DA ESCRAVIDÃO NOS EUA ERA NEGRO (aqui)

terça-feira, 4 de junho de 2013

DIFERENÇAS BÁSICAS METAFÍSICAS E IDEOLÓGICAS ENTRE REAÇAS E COMUNAS
Por William Marcos
























Sobre o Trabalho
REAÇAS: Trabalha servilmente ou comandando. Tenta construir, obter, gerar resultados. Mesmo na adversidade, continua trabalhando. Se não consegue trabalhar, pede até esmola, mas não para nunca.
COMUNAS: Acha que é algo indigno, pois somente gera resultados para alguém que o está dominando.

Sobre a Moral
REAÇAS: Se percebe que algum grupo ou pessoa ofende sua moral, irá rechaçar e repudiar. Irá expressar de alguma forma os valores a qual está construída sua existência. Seu conceito de moral é individual.
COMUNAS: Aceita e promove tudo que é diversidade, mesmo que não a pratique. Acha comum e permitido qualquer ação que venha a desconstruir os costumes que seguram a instalação do caos.

Sobre a Família
REAÇAS: Tem a consciência que veio de uma, e quer preservar a sua. Protege a sua e a família de todos, até mesmo a ideia de família de quem lhe é contrário. Sabe que a família agrega outras famílias, possibilitando a socialização entre pessoas.
COMUNAS: Não faz sentido o grupo familiar, pois sua essência é fazer parte de um grupo universal.

Sobre o Materialismo
REAÇAS: Protege as coisas materiais, pois sabe que para viver é necessário uma estrutura mínima e suficiente. Nesse sentido, é capaz de doar as coisas materiais, pois sabe que o desenvolvimento das massas se baliza na capacidade de também vir a ter coisas, e para isso, necessário também produzir; e para produzir, necessário se estruturar.
COMUNAS: Acha que as coisas materiais caem do céu e por essa razão, pode requisitar os bens de quem quer que seja. Paradoxalmente, gosta de coisas boas, apesar de não validar o modo de produção que proporciona ter acesso às coisas materiais.

Sobre Ideologias
REAÇAS: Não se deixa levar por opiniões populistas. Está diversamente em todo tipo de grupo social e se mantém a trancos e barrancos, por achar que os opostos são necessários à vida. Entende que as utopias terminam onde começa o fato do ser humano ser um predador carnívoro.
COMUNAS: Sacrifica quem já não mais compartilha de sua ideologia, mas não admite ser sacrificado. Esquece-se da condição humana em ser naturalmente ‘predador carnívoro’ e se deixa enganar por utopias.


Nota: A busca da verdade vai além das oportunidades e do que quer o ego do filósofo.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 



ENQUANTO O NOSSO POVO NÃO DEIXAR DE AMAR BANDIDOS ELES IRÃO FINGIR SER OPOSIÇÃO PARA FICARMOS TROCANDO 6 POR MEIA DÚZIA...


Lula e FHC, dois velhos camaradas da esquerda que enganaram o Brasil fingindo que existia rivalidade entre eles e seus partidos, PT e PSDB. FHC declarou em entrevista seu orgulho de ser um estrategista Gramsciano melhor do que Lula. 
PT e PSDB deram um golpe no Brasil, com a Estrategia das Tesouras, para implantar o Socialismo no Brasil. PT é Comunista, PSDB é Socialista. 
Toda grande mídia brasileira é de esquerda, propaga o Marxismo Cultural.
Todos os jornalistas da Revista Veja já estiveram em partidos de esquerda.
Na Revista Veja não se pode falar em militares.






Veja essas fotos e mais no álbum:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.183289845159151.1073741831.167125120108957&type=3

Globalismo e Socialismo Fabiano por Olavo de Carvalho
https://www.youtube.com/watch?v=KV7i-gcZy-4

O PSDB é um LIXO: O Patriota (Programa de 04/10/2012).
http://www.youtube.com/watch?v=8XMaTsKbOS8

A Agenda Socialista do PSDB: O Patriota (Programa EXTRA).
http://www.youtube.com/watch?v=W3rzG5lU2Tw

DEM e PSDB são de ESQUERDA: JAMAIS SERÃO DE DIREITA!!! O Patriota: a Voz da Resistência.





Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

sábado, 1 de junho de 2013

QUEM É A DRª DAMARES ALVES? O QUE A HABILITA A DENUNCIAR
31/05/2013 14:00 por Redação
Fé em Jesus entrevista exclusiva com Damares Alves (10).jpg

Entrevistamos com exclusividade a Dra Damares Alves, militante cristã que há anos trabalha em defesa dos povos indígenas, do direito à vida, da família, da criança e do adolescente brasileiros, entre outras causas. Recentemente um vídeo publicado sem seu prévio conhecimento, viralizou na web, trazendo luz a muita informação desconhecida pela sociedade de um modo geral. Esse novo vídeo com detalhes e conteúdo informativo e esclarecedor adicionais, acompanha depoimentos de diversas autoridades que testemunham sobre seu trabalho e engajamento junto a parlamentares, ONG's, Comissões; mostrando que ela não tem lutado sozinha, e nem se encontra desprotegida.
Algumas das denúncias citadas pela Dra Damares você confere ao final da matéria




Leia também:
Fonte: Cynthia Ferreira - Fé em Jesus

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 
EX-GERENTE DA MICROSOFT PRETENDE CRIAR PRIMEIRA MARCA DE MACONHA DOS EUA

Por Jonathan Thrall
SEATTLE, 30 Mai (Reuters) - Um ex-executivo da Microsoft pretende criar a primeira marca nacional norte-americana de maconha, com cânhamo que ele espera importar legalmente do México, e disse que estava dando início ao seu negócio adquirindo farmácias de maconha em três Estados dos Estados Unidos.
Jamen Shively, ex-gerente de estratégia corporativa da Microsoft, disse ver sua empresa com sede em Seattle como líder na venda de maconha para fins recreativos e médicos, assim como a Starbucks é o nome dominante em café
Shively, de 45 anos, cujos seis anos na Microsoft terminaram em 2009, disse que estava atrás de 10 milhões de dólares de investidores para dar início ao negócio.
O uso, venda e posse de maconha continua ilegal nos Estados Unidos sob a lei federal. Dois Estados norte-americanos, no entanto, legalizaram o uso recreativo da maconha e estão entre os 18 Estados que permitem seu uso para fins médicos.


"É um mercado gigante em busca de uma marca", disse Shively sobre a indústria da marijuana. "Ficaríamos felizes se obtivéssemos 40 por cento do mercado mundial."
Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 estimou que o negócio global da maconha em 142 bilhões de dólares.
Os Estados de Washington e Colorado tornaram-se os primeiros a legalizar a maconha para uso recreativo nos EUA quando os eleitores aprovaram a legalização em novembro.
Shively exibiu seus planos, junto com sua visão para um futuro no qual a maconha será importada do México, em uma conferência no centro de Seattle na quinta-feira.
Ao seu lado estava o ex-presidente mexicano Vicente Fox, conhecido de Shively de longa data e que vem sendo um defensor da descriminalização da maconha. Fox disse que estava ali para apoiar a empresa de Shively, mas que não tinha participação financeira na mesma.

Joe Biden
30 de maio, Rio de Janeiro, RJ - O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, posa para foto com crianças durante tour na Dona Marta, favela pacificada do Rio (AP Photo/Victor R. Caivano)

Shively disse à Reuters tem esperança que Fox possa ter papel de consultor em sua empresa, chamada Diego Pellicer em homenagem ao bisavô de Shively, produtor de cânhamo.
A venda de cânhamo ou maconha permanece ilegal em grande parte do mundo, embora países principalmente na Europa e nas Américas tenham descriminalizado a posse de pequenas quantias do produto. Um número maior de países descriminalizou ou legalizou o cânhamo para uso medicinal.
(Por Jonathan Kaminsky)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

MACONHA MICROSOFT

Não foi á toa que foi demitido da Microsoft.
Esse é o verdadeiro capitalismo. Geração nóia.....mundo perdido?
O cara dá uma tragada e começa a enxergar tudo azul. Dá outras travadas. Cai, bate a nuca e reinicializa, levanta e diz "o sistema foi reinicializado forçadamente, estamos procurando um diagnóstico". 
Quando lançar o produto no mercado... Podia mandar umas amostras pra mim!!!


Bom, pra quem quiser, já vendo faz um tempo. Quem quiser é só me procurar. Um viva à modernidade!!! Legalize já...

Quando será que ele vai começar a comercializar as franquias, quero montar uma aqui no Brasil em Brasília.
Até na maconha o Brasil fica atrasado 50 anos em relação aos EUA. Pode? 


Agora falando sério.

Sou a favor também de criminalizar o comércio e o consumo de álcool: A droga que mais mata, destrói pessoas e famílias. O método seria similar ao que foi feito com o tabaco/cigarros. Nos EUA com 16 anos você vota e dirige carro. Com 8 anos já é considerado "maior" para a lei penal. Com 18 anos vai lutar do Afeganistão ou no fim de mundo qualquer, mas só pode comprar e beber com 21 anos.

E tem também a questão da licença federal para vender bebida e não poder beber em público. Tem a questão da responsabilidade civil e penal para quem serve e vende bebida.

É melhor ter essa erva produzida e comercializada legalmente com garantias de procedências; tendo recolhido impostos e gerando empregos legais, do que ela enriquecendo traficantes e matando muito mais, de todas as maneiras, direta e indiretamente e sendo uma ameaça até para o Estado de Direito – Democracia, com o crime super organizado.


Afinal hoje, legal ou ilegal, quem quiser fumá-la não vai ter dificuldades alguma! Hoje no Brasil é muito mais difícil comprar um antibiótico do que maconha.
O Estado pode aproveitar os recursos advindos dos impostos para aplicar integralmente na saúde; ao invés de armar um aparato policial que jamais vai impedir o tráfico e ainda vai, por vias tortas, alimentar a corrupção e muita morte!

No calçadão de Venice Beach, Los Angeles, tu compra "receita médica" e adquire maconha na hora. 

SOM ALTO EM CARRO DA MULTA DE R$ 1 MIL NA CIDADE DE SP
O prefeito Fernando Haddad (PT) sancionou ontem a lei que proíbe carros com som alto nas ruas da cidade, em qualquer horário do dia. A partir de agora, o veículo que estiver incomodando a vizinhança poderá ser multado e até apreendido por agentes da Prefeitura. Para a lei começar a pegar de verdade, porém, ainda falta regulamentar como a fiscalização será feita.
Até agora, a legislação municipal proibia apenas o barulho em estabelecimentos, como bares e restaurantes. Com isso, fiscais do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) não podiam agir, por exemplo, se um carro estivesse parado em um posto com música alta ou em um dos mais de 300 pancadões que acontecem por semana na cidade.
A nova lei prevê multa de R$ 1 mil para esses casos - o valor poderá até quadruplicar em caso de repetidas reincidências. Segundo a Prefeitura, os detalhes operacionais necessários para que a nova regra não fique apenas no papel deverão ser decididos e publicados em até 60 dias - tempo previsto na lei para que Haddad edite um decreto com as instruções.
Um dos autores da lei, o vereador Coronel Camilo (PSD) acredita que ela já começará a ter efeito imediatamente. “O valor alto da multa e a previsão de apreensão do veículo já vão assustar quem coloca música alta. Além disso, o fiscal agora pode agir quando a música alta estiver vindo não de dentro do bar, mas sim de um carro estacionado na frente do estabelecimento”, afirmou.
Em sua opinião, a fiscalização do Psiu tem deixado a desejar nos últimos anos, mas isso não deve ser visto como empecilho para que a nova lei pegue. “Agora estamos chamando a atenção para esse assunto do barulho e esperamos que as coisas melhorem. Agentes vistores da Prefeitura, guardas-civis metropolitanos (CGMs) e até policiais militares por meio de convênio podem fazer essa fiscalização”, disse o vereador e ex-comandante da PM.
Horários
Dois pontos importantes, porém, não ficaram claros na lei. Não há horário determinado para a proibição - ela diz que atenção “especial” deve ser dada ao período noturno - nem o limite de decibéis permitido. A Lei de Zoneamento já detalha o barulho máximo liberado em cada horário. Nas zonas residenciais, por exemplo, é de 50 decibéis durante o dia (entre 7h e 22h) e de 45 decibéis (o equivalente ao som de uma conversa) no resto da noite. Esses deverão ser os limites usados para fiscalizar a nova regra. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook