quinta-feira, 30 de maio de 2013

O QUE É CULTURA ORGANIZACIONAL?



O que significa cultura organizacional? Talvez você não conheça o real sentido do termo, mas, seguramente, é capaz de reconhecê-lo quando está inserido dentro dele. Talvez você o reconheça pelo lado negativo, por meio das suas amargas experiências no ambiente de trabalho ou ainda pelo lado positivo decorrente de uma carreira profissional de sucesso proporcionada pelo seu espírito empreendedor na organização.

Todas as empresas, independentemente do tamanho, do segmento em que atuam e dos bens ou serviços que produzem, possuem cultura organizacional, formalmente instituída ou não. Aliás, as empresas são bem mais do que isso. Elas possuem personalidade própria e podem ser rígidas ou flexíveis, apoiadoras ou hostis, inovadoras ou conservadoras, de cultura fraca ou cultura forte.

Assim, cultura organizacional é um sistema de valores compartilhados pelos seus membros, em todos os níveis, que diferencia uma organização das demais. Em última análise, trata-se de um conjunto de características-chave que a organização valoriza, compartilha e utiliza para atingir seus objetivos e adquirir a imortalidade.



Características

De acordo com pesquisadores do assunto, existem sete características básicas que, em conjunto, capturam a essência da cultura de uma organização: 
Inovação e assunção de riscos: o grau em que os funcionários são estimulados a inovar e assumir riscos.
  • Atenção aos detalhes: o grau em que se espera que os funcionários demonstrem precisão, análise e atenção aos detalhes.
  • Orientação para os resultados: o grau em que os dirigentes focam mais os resultados do que as técnicas e os processos empregados para seu alcance.
  • Orientação para as pessoas: o grau em que as decisões dos dirigentes levam em consideração o efeito dos resultados sobre as pessoas dentro da organização.
  • Orientação para as equipes: o grau em que as atividades de trabalho são mais organizadas em termos de equipes do que de indivíduos.
  • Agressividade: o grau em que as pessoas são competitivas e agressivas em vez de dóceis e acomodadas.
  • Estabilidade: o grau em que as atividades organizacionais enfatizam a manutenção do status quo em contraste com o crescimento.

Com base nesse conjunto, pode-se dizer que a cultura organizacional onde você está inserido é representada pela forma como os colaboradores em geral percebem as características da cultura da empresa. Não importa se eles gostam ou não. Na maioria das empresas, a maioria das pessoas não gosta.

Cultura organizacional



Por que é importante entender a cultura organizacional? Aceitar melhor a sua existência, compreender os seus meandros, entender como ela é criada, sustentada e aprendida, pode melhorar a sua capacidade de sobrevivência na empresa, além de ajudá-lo a explicar e prever o comportamento dos colegas no trabalho.

Se a empresa onde você trabalha possui valores essenciais bem definidos e amplamente compartilhados, maior o impacto positivo das lideranças sobre o comportamento dos funcionários e, portanto, menor a rotatividade. Isso é o que se pode chamar de cultura organizacional forte.

Por outro lado, quando os valores essenciais estão equivocados e se chocam com os valores adotados pela maioria, menor o grau de comprometimento com eles e maior a probabilidade de a empresa sumir do mapa em uma ou duas gerações. Isso é o que se pode chamar de cultura organizacional fraca.

A questão da escolha e da permanência em qualquer uma delas depende exclusivamente de você. De minha parte, penso que você nunca deve trabalhar para uma empresa dotada de valores que não condizem com os seus nem para um patrão espiritualmente fraco. Essa escolha será decisiva para atingir ou reduzir o grau de satisfação que você tanto almeja no trabalho.


Pense nisso e seja feliz!

Jerônimo Mendes 

Administrador, Coach Empreendedor, Escritor e Palestrante. Autor de Manual do Empreendedor (Atlas), Empreendedorismo para Jovens (Atlas), ...


Fonte: O que é cultura organizacional?
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quarta-feira, 29 de maio de 2013

A DEFESA DA CLASSE MÉDIA
O melhor programa social que existe chama-se emprego. Ele garante dignidade ao ser humano, ao contrário de esmolas estatais, que criam uma perigosa dependência


Todos vimos, chocados, uma turba ensandecida invadindo agências da Caixa em diferentes estados, após rumores de suspensão do pagamento do Bolsa Família. Impressionou o fato de que a maioria ali era bem nutrida, em perfeitas condições de trabalho em um país com pleno emprego.
Uma das beneficiadas pelo programa, em entrevista, reclamou que a quantia não era suficiente para comprar uma calça para sua filha de 16 anos. O valor da calça: trezentos reais! Talvez seja parte do conceito de “justiça social” da esquerda progressista garantir que adolescentes tenham roupas de grife para bailes funk.
Não quero, naturalmente, alegar que todos aqueles agraciados pelas benesses estatais não precisam delas. Ainda há muita pobreza no Brasil, ao contrário do que o próprio governo diz, manipulando os dados. Mas essa pobreza tem forte ligação com esse modelo de governo inchado, intervencionista e paternalista.
O melhor programa social que existe chama-se emprego. Ele garante dignidade ao ser humano, ao contrário de esmolas estatais, que criam uma perigosa dependência. Para gerar melhores empregos, precisamos de menos burocracia, menos gastos públicos e impostos, mais flexibilidade nas leis trabalhistas, mais concorrência de livre mercado e um sistema melhor de educação (não confundir com jogar mais dinheiro público nesse modelo atual).
O ex-presidente Lula criticava, quando era oposição, o “voto de cabresto”, a compra de eleitores por meio de migalhas, esquema típico do coronelismo nordestino. Quão diferente é o Bolsa Família, que já contempla dezenas de milhões de pessoas, sem uma estratégia de saída? Um programa que comemora o crescimento do número de dependentes! O leitor vê tanta diferença assim?

Chuck Norris vs Marilena Chauí - Professora da USP

Quem rir e aplaude são tudo classe media.

                                     http://www.youtube.com/watch?v=N96YeHJLjFs
A presidente Dilma disse que quem espalhou os boatos era “desumano”, “criminoso”, e garantiu que o programa era “definitivo”, para “sempre”. Isso diz muito. “Nada é tão permanente quanto uma medida temporária de governo”, sabia Milton Friedman. Não custa lembrar que o próprio PT costuma apelar para o “terrorismo eleitoral” em época de eleição, espalhando rumores de que a oposição pode encerrar o programa. Desumano? Criminoso?
Depois que o governo cria privilégios concentrados, com custos dispersos, quem tem coragem de ir contra? Seria suicídio político. Por isso ninguém toca no assunto, ninguém vem a público dizer o óbvio: essas esmolas prejudicam nossa democracia e não tiram essas pessoas da pobreza. As esmolas estimulam a preguiça, a passividade e a informalidade. Por que correr atrás quando o “papai” governo dá mesada?
O agravante disso tudo é que os recursos do governo não caem do céu. Para bancar as esmolas, tanto para os mais pobres como para os grandes empresários favorecidos pelo BNDES, o governo avança sobre a classe média. É esta que paga o preço mais alto desse modelo perverso. Ela tem seu couro esfolado para sustentar um estado paquidérmico e “benevolente”.
Para adicionar insulto à injúria, não recebe nada em troca. Paga impostos escandinavos para serviços africanos. Conta com escolas públicas terríveis, antros de doutrinação marxista. Os hospitais públicos também são péssimos. A infraestrutura e os meios de transporte são caóticos. A insegurança é total. Acabamos tendo que pagar tudo em dobro, fugindo para o setor privado, sempre mais eficiente.
Como se não bastasse tanto descaso, ainda somos obrigados a ver uma das representantes da esquerda, a filósofa Marilena Chauí, soltando sua verborragia em evento de lançamento de livro sobre Lula e Dilma. Chauí, aquela que diz que o mundo se ilumina quando Lula abre a boca, declarou na ocasião: “A classe média é um atraso de vida. A classe média é estupidez, é o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista.”
É fácil dizer isso quando ganha um belo salário na USP, pago pela classe média. Chauí não dá nome aos bois, pois é mais fácil tripudiar de uma abstração de classe. Mas não nos enganemos: a classe média que ela odeia somos nós, aqueles que simplesmente pretendem trabalhar e melhorar de vida, ter mais conforto material, em vez de se engajar em luta ideológica em nome dos proletários, representados pelos ricos petistas.
Pergunto: quem vai olhar por nós? Que partido representa a classe média? Com certeza, não é a esquerda das esmolas estatais bancadas com nosso suor, que depois ainda vem declarar todo seu ódio a quem paga a fatura.
Perdemos dois ícones da imprensa independente: Dr. Ruy Mesquita e Roberto Civita. Que a chama da liberdade de imprensa continue acesa!
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1º - ROGÉRIO ALVES, O TAXISTA QUE VIROU MITO DA CLASSE-MÉDIA SEM DEIXAR DE SER POBRE (AQUI)

2º - A DEFESA DA CLASSE MÉDIA (AQUI)
O melhor programa social que existe chama-se emprego. Ele garante dignidade ao ser humano, ao contrário de esmolas estatais, que criam uma perigosa dependência

3º- MITOS DA CHAMADA “NOVA CLASSE MÉDIA” (AQUI)
VERGONHA! DIREÇÃO DA FACULDADE DE DIREITO DA UFC CEDE À PRESSÃO DE COLETIVO FASCISTA E RETIRA ARTIGO DE SITE



Depois de haver declarado que não exerceria “qualquer tipo de censura” e que asseguraria “à sua comunidade acadêmica a livre manifestação de pensamento”, a direção da Faculdade de Direito da UFC retirou da página da faculdade na internet, sem nenhuma explicação, o artigo “Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ‘Casamento’ homossexual e o fim da democracia”, de autoria do Prof. Glauco Barreira Magalhães Filho (para conferir, clique aqui).

O artigo despertou a ira fingida de alguns estudantes da UFC, reunidos num tal de “Coletivo Conteste!” que promoveu uma petição pública, histérica e mentirosa, exigindo a retirada do artigo do site da Faculdade de Direito. E, para vergonha da Universidade Federal do Ceará, conseguiu o que queria.

Não há explicação para a retirada do artigo -- que nada tem de ofensivo ou preconceituoso --, a não ser o medo do patrulhamento ideológico ou das manifestações dos camisas pardas desse imbecil coletivo. Numa palavra: faltou coragem.

E assim, por falta de coragem dos que deveriam defendê-la, vai morrendo a liberdade de pensar e de expressar o pensamento.

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Criada em 21 de fevereiro de 1903, por força da Lei Estadual Nº 717, a Faculdade Livre de Direito do Ceará foi a primeira instituição de ensino superior do Estado. O Curso começou a funcionar no andar superior do antigo prédio da Assembléia Legislativa, hoje Museu do Ceará, situado na Praça dos Leões. O prédio onde atualmente está localizada a Faculdade, situado à rua Meton de Alencar, de frente para a Praça Clóvis Beviláqua, foi inaugurado em 12 de março de 1938.

terça-feira, 28 de maio de 2013

DENYS ARCAND COMPLETA TRILOGIA EM 'A ERA DA INOCÊNCIA'

Seqüência começou com 'O Declínio do Império Americano', em 1986, e continuou com 'As Invasões Bárbaras'

31 de dezembro de 1989 | 21h 00 Neusa Barbosa, da Reuters


Observador atento e irônico das contradições da civilização moderna, o cineasta canadense Denys Arcand completa uma trilogia informal sobre esse tema no filme A Era da Inocência, que entra em circuito em São Paulo e Rio de Janeiro nesta sexta-feira, 29.
 Veja também:
Trailer de 'A Era da Inocência' 
A trilogia foi iniciada em 1986, com O Declínio do Império Americano, e continuou em 2003, com As Invasões Bárbaras, que venceu naquele ano o Oscar de filme estrangeiro.
O intérprete ideal deste ceticismo com a modernidade é o protagonista Jean-Marc Leblanc (o ator de TV e teatro canadense Marc Labrèche, que atua pela primeira vez sob a direção de Arcand). Ele é um apagado funcionário público do Departamento de Direitos Civis onde enfrenta, diariamente, uma rotina que está esgotando toda a sua energia.
Em casa, sua vida familiar é nula. Ele quase não fala com a mulher Sylvie (Sylvie Léonard), uma agressiva e bem-sucedida corretora de imóveis. Suas duas filhas adolescentes preferem o som de seus Ipods a qualquer conversa com o pai.
No trabalho, Jean-Marc frustra-se por sua impossibilidade de solucionar os inúmeros problemas de uma verdadeira multidão, que procura a repartição todos os dias.
Mais uma vez ironizando as instituições públicas canadenses, Arcand retrata-as como imensas estruturas inoperantes. Como fizera em As Invasões Bárbaras, ele novamente faz um retrato negativo dos hospitais, desta vez usando como pretexto a doença da mãe de seu protagonista.
No auge da insatisfação existencial, Jean-Marc escapa mentalmente para fantasias mirabolantes com uma top model (Diane Kruger, de Tróia). Ele se imagina transformado num homem másculo, poderoso, que protagoniza as mais incríveis aventuras.
Num dia em que arrisca uma aventura na vida real, Jean-Marc envolve-se com uma bela mulher, Béatrice (Macha Grenon). Logo descobre que ela faz parte de um grupo de pessoas que se fantasiam de personagens históricos (no caso dela, da rainha Beatriz de Savóia) e encenam torneios idênticos aos medievais, com cavalos e tudo.
A ironia contra os ardorosos fãs de O Senhor dos Anéis é evidente, com direito a uma citação direta à trilogia de Peter Jackson.
Além das instituições governamentais, Arcand volta sua crítica igualmente contra a mídia. Impossível pensar que foi por acaso que criou a personagem de Karine, jornalista ninfomaníaca e corrupta interpretada com malícia por Emma de Caunes - filha do ator e diretor Antoine de Caunes, que foi apresentador do programa Eurotrash com o estilista Jean-Paul Gaultier.
Uma curiosidade para os espectadores de língua portuguesa será ver, numa brevíssima cena, um exemplar do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, nas mãos do protagonista.
Na coletiva deste filme, que encerrou o Festival de Cannes 2007, Arcand afirmou que admira muito o escritor português e que escolheu este livro por se adequar ao clima de sonho que caracteriza o personagem Jean-Marc Leblanc.

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sexta-feira, 24 de maio de 2013

COMO DEIXAR UMA MULHER “P DA VIDA”
Se você acha que para deixar uma mulher braba é preciso traí-la, xinga-la ou não lhe dar atenção. Uma nova pesquisa revelou que existe algo cotidiano que deixa as mulheres muito irritadas.
Esse estudo feito pela Universidade de Ottawa revelou que as mulheres ficam brabas e mal humoradas ao verem outras com decotes, principalmente as que têm as "melões" maiores. A coisa é tão séria que elas automaticamente olham e fazem comentários malvados contra as outras, mesmo que elas estejam com pessoas desconhecidas por perto.



O teste foi bastante simples, eles colocaram duas mulheres que jamais tinham se falado na vida em um lugar, depois faziam uma com decote passar por elas. Logo em seguidas as mulherescomeçavam a falar mal da outra, como se fosse à coisa mais normal do mundo, tipo falar do tempo com algum desconhecido.

fofoca


O teste também foi feito com uma mulher sem decote, mas dessa vez nenhuma das outras fez nenhum comentários maliciosos.
Essa é a prova definitiva de que mulheres tem inveja e odeiam outras mulheres com os peitos de fora. Então se quiser deixar sua namorada louca da vida, leve num lugar cheio de decotes.




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ALUNO DÁ LIÇÃO DE MORAL EM PROFESSORA DURANTE AULA


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Quem nunca teve um professor que passava o tempo todo reclamando ou demonstrando profundo desinteresse ao ensinar?
Pois é, situações como estas parecem tornar-se cada vez mais comuns. Talvez pelo baixo salário, ou até mesmo pela insatisfação com sua profissão, alguns professores acabam desanimando e “levando” as aulas, o que para muitos alunos também é ótimo, já que eles também não querem estar ali.
Ao contrário do que acontece em grande parte dos casos, onde a situação é “conveniente” para ambos, um aluno americano chamou a atenção de uma professora durante uma aula.
De acordo com o aluno, a professora ficava somente “passando textos aos alunos, enquanto ficava sentada reclamando do salário", confira o vídeo.


O aluno, identificado como Jeff Bliss, foi procurado por uma equipe de reportagem americana, confira a entrevista.



E você, concorda com a atitude do aluno? Já passou por algo parecido?



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quinta-feira, 23 de maio de 2013

ATENÇÃO, A POLÍCIA FEDERAL PUBLICOU NOTA NA MANHÃ DE HOJE AFIRMANDO TER "DESCOBERTO" A ORIGEM DOS BOATOS SOBRE O FIM DO BOLSA FAMÍLIA

ATENÇÃO, A POLÍCIA FEDERAL PUBLICOU NOTA NA MANHÃ DE HOJE AFIRMANDO TER "DESCOBERTO" A ORIGEM DOS BOATOS SOBRE O FIM DO BOLSA FAMÍLIA

























Diferentemente do que se acreditava, a farsa não partiu de nenhuma agremiação que faz oposição ao governo, já que as mesmas, segundo a própria PF, não tem nem competência pra espalhar mentiras.

Segundo a conclusão apresentada no relatório do inquérito, “ocorreu um grande mal entendido, pois algumas pessoas tiveram acesso a um vídeo da campanha eleitoral de 2002 de Lulla, no qual o ex-presidente Lulla critica a política assistencialista dos governos.” 

“Algumas pessoas desinformadas pensaram que o vídeo era recente, e acharam que Lulla ia mandar acabar com o bolsa família”.

No vídeo mencionado, o ex-presidente condena a distribuição de cestas básicas e tickets de leite, afirmando que tais medidas são uma verdadeira “compra de votos”.


Segundo Maria Magalhães Mascarenhas de Macêdo, beneficiária do programa, o boato se espalhou quando “a gente viu o presidente dizendo que no Brasil ninguém votava por ideologia, que o povo pensa com o estômago e não com a cabeça, aí a gente pensou que ele ia ser coerente e ia mandar a Dilma acabar com a Bolsa (Família)”.

“Embora a PF tenha concluído que o vídeo do ex-presidente foi quem causou o mal entendido, Lulla não será interrogado, pois segundo sua assessoria comunicou, ele mesmo criou o boato, mas não-sabia-de-nada assim como o Obama não-sabia-de-nada de escutas ilegais e toda a Alemanha Vermelha Nazista também não-sabia-de-nada do holocausto - e isso não se trata de apenas coincidência."




1 - O VÍDEO QUE CAUSOU A CONFUSÃO DO BOLSA: (AQUI)

2 - MAIS SOBRE A BOLSA (AQUI)

3 - EM 1993 LULA FALANDO SOBRE A IMPEACHMENT DO COLLOR  (aqui) e (aqui)

4 - EXPLICAÇÕES - FOLHA DE SÃO PAULO 1997 (aqui)


5 - HITLER - PROPAGANDA FOLHA DE SP (aqui)

6 - DONA NEILI SANTOS FERREIRA DIARISTA QUE RECEBE AJUDA DO BOLSA FAMÍLIA (aqui) e (aqui)

7 - JOÃO ROGÉRIO DA SILVA ALVES MOTORISTA DE TÁXI QUE FOI PROMOVIDO A CLASSE MÉDIA (AQUI)

8 - AQUI, MAIS EXPLICAÇÃO DA PRESID-ANTA: (AQUI)

9 - MAIS SOBRE DILMA: (AQUI)


10 - COLLOR DE MELLO CANTA "LULA LÁ " É MOLE? UOL - ATÉ QUANDO? (aqui)


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- Informação retirada do site (aqui)