sábado, 18 de agosto de 2012

O DETETIVE E A ORIGEM DA PALAVRA POLÍTICA





A palavra política é grega: ta politika, vinda de polis.

Polis é a Cidade, entendida como a comunidade organizada, formada pelos cidadãos (politikos), isto é, pelos homens nascidos no solo da Cidade, livres e iguais, portadores de dois direitos inquestionáveis, a isonomia (igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito de expor e discutir em público opiniões sobre ações que a Cidade deve ou não deve realizar).



Ta politika são os negócios públicos dirigidos pelos cidadãos: costumes, leis, erário público, organização da defesa e da guerra, administração dos serviços públicos (abertura de ruas, estradas e portos, construção de templos e fortificações, obras de irrigação, etc.) e das atividades econômicas da Cidade (moeda, impostos e tributos, tratados comerciais, etc.).
Civitas é a tradução latina de polis, portanto, a Cidade como ente público e coletivo. 
Res publica é a tradução latina para ta politika, significando, portanto, os negócios públicos dirigidos pelo populus romanus, isto é, os patrícios ou cidadãos livres e iguais, nascidos no solo de Roma.


Polis e civitas correspondem (imperfeitamente) ao que, no vocabulário político moderno, chamamos de Estado: o conjunto das instituições públicas (leis, erário público, serviços públicos) e sua administração pelos membros da Cidade.

Ta politika e res publica correspondem (imperfeitamente) ao que designamos modernamente por práticas políticas, referindo-se ao modo de participação no poder, aos conflitos e acordos na tomada de decisões e na definição das leis e de sua aplicação, no reconhecimento dos direitos e das obrigações dos membros da comunidade política e às decisões concernentes ao erário ou fundo público.


- Já a "Dona" Ética, a sua origem é a expressão grega ethike philosophia, “filosofia moral”, de ethos, “caráter moral”, que originalmente tinha o sentido de “costume”. São os nossos costumes, nossas ações, que mostram o que nós somos, não o que dizemos – os advogados que me perdoem.

Sua antepassada ficou muito conhecida através de um trabalho de Aristóteles, Ta Ethika, “Sobre a Ética”. Desde o século 17, a senhora é usada para designar “princípios morais de uma pessoa ou grupo”.

O DETETIVE DAS PALAVRAS E SEU DESESPERO PERANTE A QUEDA DAS PALAVRAS

O detetive viu que as suas explicações não ajudariam a pobre palavra rica. Ficou desolado ao ver que ela estava ganhando fortunas por andar nas bocas de numerosas pessoas que a citavam falsamente, que a ostentavam para defender seus imundos interesses, para ocultar as falcatruas que minavam o bem-estar de tanta gente honesta.


Ele sabia que, para uma palavra, ser muito usada num contexto falso era o equivalente a um câncer para um ser humano. Ela ia ficando enfraquecida, triste, perdia as suas funções e o seu poder comunicativo, deixando de ocupar o lugar que lhe fora destinado pela evolução das palavras.

Até que um dia ela se veria rolando pelas sarjetas do idioma, desprovida de valor, abraçada a uma garrafa de vodca barata, cantando músicas obscenas num canto qualquer do vernáculo.

Além de se condoer da pobre palavra, ele se indignou com o auto-contentamento de Animal político.

- E quanto a vocês, vou dizer uma coisa extremamente chocante. Vocês não passam de uma falsificação.

Ambas as palavras se mostraram horrorizadas e indignadas. Responderam em coro:

- Mas que absurdo é esse? Respeite-nos! Nós somos palavras chamadas sempre que alguém diz que não quer saber de política ou se mostra decepcionado com ela. Houve um filósofo grego que disse que “o homem é um Animal político“, ou seja, que o trato com a
política está em seus gens, de modo que todos têm que aceitar isso.



Nós somos a expressão que obriga todos a ver que não se pode viver sem política. Nossa função é das mais nobres! Dê uma olhada nas conversas por aí e veja como somos necessários!

- É? Já lhes vou mostrar uma coisa, mas antes de mais nada vou falar sobre cada parte da expressão.

Animal vem do Latim animalis, “ser vivo, ente que respira”, de anima, “respiração, alma”, do Indo-Europeu ane-, “soprar, respirar”. Uma palavra relacionada é ânimo, que está fazendo tanta falta para a amiga de vocês ali.

E político vem do Grego politikos, “relativo ao cidadão ou ao Estado”, de polites, “cidadão”, derivado de polis, “cidade”. Esta palavra veio do Indo-Europeu polh-, “espaço fechado, em geral em local elevado”, o que descreve o núcleo inicial de muitas cidades nas civilizações antigas.

A palavra polícia é uma parente, que vem de politia, “administração civil”, passando depois para “administração da ordem pública numa cidade”.

- Muito bem, e a expressão que formamos?

- Veio de uma interpretação tendenciosa daquele a quem citamos há pouco, o filósofo grego Aristóteles. Um dos livros que ele escreveu se chamava Ta Politika, “Sobre a Administração das Cidades”. Ali ele diz que o o homem é um Politikon Zoon.


- Taí! – disseram simultaneamente político e Animal. Não sabemos Grego, mas tá na cara que Politikon é político e que Zoon é Animal: zoologia é “o estudo dos animais”, que isso a gente estudou no secundário! Viu só, seu falso acusador? Um sábio da Grécia disse que o homem é um Animal político e você quer desdizer?

O detetive pôs água na ebulição:

- Meus senhores, Politikon Zoon significa, em Grego, “um animal feito para viver em cidades”, “um ser social”. Significa que o ser humano tem mais eficiência e controle sobre o meio quando reunido em cidades e repartindo funções. Na origem, nunca quis dizer que somos uma espécie que tem que agüentar manobras escusas para manutenção de poder.

Animal político murchou. Acaso ou não, pareceu ter passado um laivo de sorriso nas rugas de Ética.

As três palavras se levantaram e se dirigiram à porta. O detetive, penalizado pela sorte da dama tão finamente vestida, retirou a luva de couro preta que o deixava tão másculo (pelo menos ele achava), tomou delicadamente a mão da senhora e lhe depositou um rápido beijo. Ela o olhou com o ar doce dos agonizantes que ainda estão lúcidos e saiu.

Antes que a expressão Animal político lhe quisesse apertar a mão, ele recuou, abanou com a mão esquerda enluvada e fechou a porta.

Ficou à janela, vendo a limusine partir fofamente pelas ruas ásperas, contando o dinheiro que havia feito por merecer e pensando no triste destino de algumas palavras.

Seu coração pesava à medida em que ia empilhando as notas.

Já que o momento é de efervescência política, nada melhor que conhecer (ou reler) algumas frases antológicas sobre essa atividade que deixou de ser nobre há muito tempo. 

"A política é uma delicada teia de aranha em que lutam inúmeras moscas mutiladas." (Alfred de Musset) 

"A política é como a esfinge da fábula: devora todos que lhe não decifram os enigmas." (Antoine Rivarol) 

"A política é a arte de captar em proveito próprio a paixão dos outros." (Henri Millon de Montherlant) 

"Os homens hão de aprender que a política não é a moral e que se ocupa apenas do que é oportuno." (Henry David Thoreau) 

"A política tem a sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano." (Voltaire) 

"Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta." (John Kenneth Galbraith) 

"Na política, os ódios comuns são a base das alianças." (Alexis de Tocqueville) 

"Com grande freqüência, a política consiste na arte de trair interesses reais e legítimos e de criar outros, imaginários e injustos." (Arturo Graf) 

"A política... há muito tempo deixou de ser ciência do bom governo e, em vez disso, tornou-se arte da conquista e da conservação do poder." (Luciano Bianciardi) 

"A política é a condução dos assuntos públicos para o proveito dos particulares." (Ambrose Bierce) 

"Uma guerra política é aquela em que todos atiram pelos lábios." (Raymond Moley)

"Política é como o show business: você tem uma estréia fantástica, desliza por algum tempo e acaba num inferno." (Ronald Reagan)

"A política e os destinos da humanidade são forjados por homens sem ideais nem grandeza. Aqueles que têm grandeza interior não se encaminham para a política." (Albert Camus)

"A ação política é cruel; baseia-se numa competição animal, é preciso derrotar, esmagar, matar, aniquilar o inimigo." (Otto Lara Resende) 

"Em política, sempre é preciso deixar um osso para a oposição roer." (Joseph Joubert) 

"Um jovem promissor deveria ingressar na política para assim poder continuar prometendo por toda a vida!" (Robert Byrne) 

"Há duas maneiras de fazer política. Ou se vive para a política ou se vive da política. Nessa oposição não há nada de exclusivo. Muito ao contrário, em geral se fazem uma e outra coisa ao mesmo tempo, tanto idealmente quanto na prática." (Max Weber) 

"A política é talvez a única profissão para a qual se pensa que não é preciso nenhuma preparação." (Robert Louis Stevenson) 

"Em política, o que não é possível é falso." (Antonio Cánovas del Castillo)

"Na política não há amigos, apenas conspiradores que se unem." (Victor Lasky) 

"Na política, a verdade deve esperar o momento em que todos precisem dela." (Bjornstjerne Bjornson) 

"A política baseia-se na indiferença da maioria dos interessados, sem a qual não há política possível." (Paul Valéry) 

"Em política é preciso curar os males e nunca vingá-los." (Napoleão III)

"Encontrou-se, em boa política, o segredo de fazer morrer de fome aqueles que, cultivando a terra, fazem viver os outros." (Voltaire)

"Todos os segredos da política consistem em mentir a propósito." (Jeanne Pompadour)

"Política é como nuvem. Você olha e ela esta de um jeito. Olha de novo e ela já mudou." (Magalhães Pinto) 

 "Errar é humano. Culpar outra pessoa é política." (Hubert H. Humpherey) 

"A política é a arte de tirar o melhor proveito possível de determinada situação." (Maurice Barrés)




PT BATE EM PROFESSOR E QUER CUIDAR DAS PESSOAS?



http://youtu.be/gmy7bTfdZrk

Publicado em 17/07/2012
PT BATE EM PROFESSOR E QUER CUIDAR DAS PESSOAS?
Guarda Municipal X Professores

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- GRÉCIA: A CRISE COMEÇOU COM UMA FRAUDE (aqui)

"Histórias Reais"

"Histórias Reais"

Umas das histórias mais impressionantes que já li. 

"A cada ano, pelo menos 5.000 mulheres são assassinadas por ter traído a honra de suas famílias. Este caso é o testemunho de uma sobrevivente. Souad estava condenada. Porque nasceu num povoado da Cisjordânia onde se conservavam os costumes ancestrais. Porque acreditou estar apaixonada e confiou nas promessas de um homem. Porque desonrou sua família e seu povo. Por isso seu cunhado foi escolhido para aplicar a sentença: ela deveria ser queimada viva. Souad salvou-se por milagre, graças à ajuda de uma mulher que trabalha em uma organização humanitária. E decidiu escrever sobre todos aqueles que ameaçaram sua vida para denunciar ao mundo a prática dessa barbárie. Queimada Viva é um testemunho arrepiante. E um aviso. Para acabar com o silêncio também criminoso que encobre a morte dessas mulheres, vítimas das leis dos homens."

fonte: jeanebj.spaces.live.com /blog cns!B783E9D6A3E6 ...
Apesar de achar que o livro é um pouco maçudo , e tive que parar de ler por algum tempo, pois estava um pouco cansada, achei interessante, pois fiquei a saber mais acerca da história do Iraque. E acreditem que Saddam teve o fim que merecia.
"Pela autora de Sultana

A vida de uma mulher sob o regime de Saddam Hussein 

Mayada Al-Askari nasceu numa poderosa família iraquiana, num meio onde primavam a riqueza, a educação e o orgulho na herança cultural dos seus antepassados. Os seus avós eram ambos tidos como heróis: um deles lutara ao lado de Lawrence da Arábia, o outro era considerado o primeiro verdadeiro nacionalista árabe. O tio fora primeiro-ministro durante quase quarenta anos e a sua mãe desempenhara um importante papel no mundo da política. Mas quando o impensável aconteceu – a tomada do poder por Saddam Hussein - Mayada deu por si sozinha em Bagdad, divorciada, com dois filhos e rendimentos que mal lhe garantiam a subsistência. Longe iam os dias em que a vida era feita de privilégios e espontaneidade; no seu lugar estava agora um mundo de brutalidade e medo, que culminará numa manhã de Agosto, em 1999, quando é sumariamente presa e levada para a famosa prisão de Baladiyat, falsamente acusada de imprimir propaganda antigovernamental. É então encarcerada numa minúscula e imunda cela, juntamente com mais dezassete "mulheres-sombra", isolada do mundo e proibida de receber visitas.

Mayada não é apenas a biografia de uma mulher intimamente ligada à história do Iraque; é uma poderosa acusação a Saddam Hussein e ao mundo de terror e intimidação que construiu. Paralelamente, é também um olhar sobre as vidas e os sentimentos daqueles que sofreram enormemente sob um dos mais cruéis regimes da história.

“O tratamento gracioso de Sasson de tão horripilante material, incluindo uma visão geral da turbulência política e social no Iraque, é um tributo à sua amiga.”
Publisher’s Weekly"
Gostei de ler o livro, de um modo geral retrata a nossa sociedade de hoje e o que acontece com muitos dos jovens que quando são criados num ambiente onde nada é tabu "nem proibido", revoltam-se quando alguém tenta impor regras ou limites na sua vida, seja por motivos religiosos ou mesmo pela própria cultura. Acreditem que ao lermos este testemunho em certas passagens conseguimos identificarmo-nos com a personagem do livro, mas claro de uma maneira mais soft.  

"Sabatina James (o nome é um pseudónimo) nasceu em 1982 no Paquistão. Aos dez anos emigrou com a família para Linz, na Austria, onde se tornou cidadã deste país. é nesta pequena e serena aldeia austriaca que ela cresce e vive a adolescência. E Sabatina adorava a vida que levava no Ocidente...

Gostava dos amigos, do ambiente que a rodeava e no qual estava a desenvolver-se enquanto mulher e cidadã. Tudo parecia simples e perfeito. A vida como que fluía para a jovem muçulmana. Mas quando fez dezasseis anos as coisas mudaram radicalmente: o inferno chega então à sua tranquila existência. Muçulmanos convictos e de algum modo adversos ao quotidiano do Ocidente, os pais acham que ela se tornara demasiado ocidental. Pelo que, enviam-na para o Paquistão, mais especificamente para uma madrasa, onde é espancada e maltratada. Quando Sabatina sabe que também tem de casar contra sua vontade, foge e volta para a Europa. Ao tocar novamente em solo europeu, encontra a dura resposta do Islão radical: no dia 2 de Junho de 2001 a família sentencia-a à morte. Sabatina vive desde então escondida no Sul da Alemanha."




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PORQUE É QUE NOS FILMES O SERIAL KILLER É SEMPRE BRANCO?






Mais um testemunho sobre verdades escondidas: um estudo de um acadêmico da Boise State University denuncia que os mérdia ocultam factos em massa sobre os «serial killers» negros, mas fazem-no a tal ponto que a população fica a pensar que só os brancos é que são «serial killers» ou assassinos em série.

Algumas passagens deste trabalho:

«Houve muitas expressões de choque e surpresa nos media em 2002 quando se descobriu que o «D.C. Sniper» eram dois homens negros. Dois dos estereótipos que envolvem os serial killers são a ideia de que são sempre homens brancos e que os afro-americanos raramente se encontram representados nessas fileiras. Ora numa amostra de 413 serial killers a actuar nos EUA desde 1945 até meados de 2004, verifica-se que noventa são afro-americanos. Relativamente à proporção da população afro-americana durante esse período, os afro-americanos estãosobre-representados nas fileiras dos serial killers num factor de 2.(...)


No filme «Copycat» (Fiedler, Nathanson, & Amiel, 1995), Sigourney Weaver faz o papel de uma especialista em serial killers. Na cena de abertura, está a dar uma lição a um auditório ao qual ela pede que todos os homens se levantem, enfatizando que este tipo de assassínio é primariamente um comportamento masculino. Pede depois a todos os homens afro-americanos e asiático-americanos que se sentem, ficando apenas os homens brancos de pé, a representar os serial killers. A mensagem para quem vir o filme é que apenas os homens brancos cometem este tipo de crimes horrendos e que os homens de outras raças nunca o fazem.


Este estereótipo está espalhado pelos EUA (...) É um dos mistérios da criminologia moderna que um grupo responsável por um desproporcionadamente elevado número de homicídios de todos os outros tipos tenha ganho a reputação de não produzir serial killers, ou pelo menos de produzir um número desproporcionalmente baixo destes crimes. Por exemplo, dados do período entre 1976 e 1998 revelam que os afro-americanos cometeram 51,5% dos homicídios registados nos EUA.»

(...)

E porquê, perguntareis?

E perguntareis bem. Eis uma possível resposta, segundo o autor do estudo:

«A falta de conhecimento sobre os serial killers afro-americanos deriva de um forte preconceito mediático contra noticiar estes casos. Isto pode ter a ver com o medo de acusações de racismo, ou com a relutância em estigmatizar ainda mais um grupo já estigmatizado, ou, no caso dos média de entretenimento, a ideia de que as personagens afro-americanas apelam pouco às audiências brancas. (...) Imagine-se quantas vidas podem ter-se perdido porque as autoridades se deixaram levar pelo estereótipo e concentraram por isso a sua investigação nos homens brancos.»

Pode ler-se mais sobre o estudo nesta página(pdf).

Basicamente, não é grande novidade. A diferença é que até aqui só nós, os "«nazis»/«racistas»/racialistas/extremo-direitistas" é que dizíamos isto...

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Como funcionam os serial killers
por Shanna Freeman - traduzido por HowStuffWorks Brasil







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O comportamento dos serial killers

Os serial killers também podem ser classificados por suas habilidades organizacionais e sociais. Podem ser organizados ou desorganizados(dependendo do tipo de cena do crime) e não-sociais ou anti-sociais(dependendo de são excluídos pela sociedade ou se excluem dela). O quadro abaixo ilustra comportamentos dos dois tipos mais comuns.
comportamento do serial killer
A maioria dos assassinos seriais identificados são organizados e não-sociais. Muitos deles também seguem alguns outros padrões básicos. Mais de 80% dos serial killers são homens brancos, na faixa dos 20 aos 30 anos [fonte:Hickey]. Serial killers são geralmente inteligentes, e matam com freqüênciamulheres brancas. Não há como dizer que uma pessoa é um serial simplesmente por sua aparência - a maioria deles é de um sujeito comum. Ted Bundy, condenado por 30 assassinatos, era descrito como uma pessoa atraente, carismática e articulada. John Wayne Gacy era uma figura popular em sua comunidade e fazia performances como palhaço em festas do bairro. Ele conheceu a primeira-dama Rosalynn Carter quando foi chefe de seção eleitoral do Partido Democrata local. Também foi condenado pelo assassinato de 33 garotos e homens.
Geralmente os serial killers demonstram três comportamentos durante a infância, conhecidos como a tríade MacDonald: fazem xixi na cama, causam incêndios, e são cruéis com animais. É também provável que tenham vindo de lares desfeitos, e que tenham sofrido abuso ou negligência. Apesar de alguns serem tímidos e introvertidos, outros são sociáveis e expansivos, mas na verdade se sentem muito isolados.
Muitos teóricos apontam as infâncias conturbadas dos serial killers como uma possível razão para seus atos. Falaremos sobre isso e sobre outras teorias de por que eles matam no próximo capítulo...


aileen wuornos
Florida DOC/Getty Images
Exceções à regra

Já houve serial killers mulheres, serial killers que eram membros de minorias raciais e étnicas, serial killers que matavam pessoas de outras raças e serial killers que começaram a matar durante a infância.
  • Aileen Wuornos (acima), retratada no filme "Monster - Desejo Assassino" (2003), foi condenada por matar sete homens. Ela foi executada com injeção letal em 2002.
  • A maioria das vítimas de Jeffrey Dahmer e John Wayne Gacy - ambos brancos - foi de homens e garotos de minorias raciais ou étnicas.
  • Mary Bell tinha 10 anos de idade quando foi condenada pelo assassinato de dois meninos na Inglaterra em 1968. Depois de ser encarcerada em um reformatório para meninos e depois em uma prisão feminina, foi libertada aos 23 anos.




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SABATINA JAMES, MAIS UMA VÍTIMA DO ISLÃO QUE VIVE SOB PROTEÇÃO POLICIAL NO OCIDENTE

SABATINA JAMES, MAIS UMA VÍTIMA DO ISLÃO QUE VIVE SOB PROTEÇÃO POLICIAL NO OCIDENTE



Sabatina James (Dhedar. Paquistão 1982) não pode revelar o seu verdadeiro nome por motivos de segurança e tem mudado frequentemente de nome e de passaporte para poder viajar ao Afeganistão e ao seu Paquistão natal.

Aos dez anos emigrou com a família para Linz, na Austria, onde se tornou cidadã deste país. é nesta pequena e serena aldeia austriaca que ela cresce e vive a adolescência. E Sabatina adorava a vida que levava no Ocidente...
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Vive sob constante vigilância policial e com medo da ameaça de morte por parte da sua própria família e da «lista de morte» dos talibãs, desde que escreveu o livro «Do Islão ao Cristianismo: a Minha História». Nele, a autora conta a sua vida e como escapou ao casamento forçado quando tinha treze anos. A obra é já um dos livros mais vendidos na Áustria, e foi entretanto editado também na Alemanha e em Espanha, em breve será editado na Holanda e no resto da Europa, bem como nos EUA. Participou no Woman World Awars juntamente com a rainha Rania da Jordânia, com Marianne Faithfull e com outras personalidades femininas e será em breve entrevistada na televisão norte-americana pelo famoso jornalista Larry King. Está a organizar uma fundação de defesa dos direitos das mulheres casadas contra a vontade. Acredita que a guerra contra os Talibãs é a única solução e que a diplomacia não serve.

Apesar de constantemente aconselhada pelas autoridades alemãs a ficar em casa, a paquistanesa viaja pelo mundo e não pára de se exprimir publicamente, porque considera que as verdades que revela sobre o desrespeito e medo reinantes no mundo islâmico têm de ser conhecidas, e espanta-se, e entristece-se, por não ver a devida divulgação no Ocidente de casos como os da rapariga de oito anos iemenita que foi casada à força com um homem de trinta mas conseguiu divorciar-se, só que o governo iemenita não a deixou ir receber um prémio pela sua luta, sendo nisso substituída pela rainha Rania da Jordânia, a qual todavia não se pronunciou sequer contra a atitude do governo do Iémen.


Para ler a entrevista (em Castelhano), clicar aqui.

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