sexta-feira, 13 de abril de 2012

ECOLOGIA - Brasil é o 10º país que mais investe em energia limpa, diz relatório

O Estado de São Paulo, 12/abr/2012

Investimentos subiram 15% e chegaram a US$ 8 bilhões em 2011; EUA lideram ranking


Um relatório divulgado na quarta-feira, 11, pelo instituto americano Pew indica que o Brasil é o décimo país que mais investe em energia limpa, tendo direcionado US$ 8 bilhões para o desenvolvimento da produção alternativa - um aumento de 15% em relação a 2010. O documento ainda aponta que o País registrou a terceira maior taxa de crescimento no setor nos últimos cinco anos entre os países do G20.


O documento, intitulado Who is Winning the Clean Energy Race (Quem Está Ganhando a Corrida da Energia Limpa, em tradução livre), destacou os investimentos do Brasil em energia eólica, superando a produção de 1 gigawatt em 2011, suficiente para abastecer 750 mil casas. O setor ainda deve se desenvolver nos próximos anos, segundo o Pew.

Em âmbito global, o ano passado registrou recorde no investimento em energias limpas. Foram US$ 263 bilhões, um aumento de 6,5% comparado a 2010. A fonte de produção que mais cresceu foi a solar - 44%, atraindo US$ 128 bilhões em investimentos e respondendo por mais da metade da energia limpa produzida pelo G20. A queda dos preços nos últimos doze meses foi a maior responsável pelo crescimento.


No total, a capacidade de produção de energia limpa foi ampliada em 83,5 gigawatts em todo o mundo no ano passado, sendo 30 gigawatts de energia solar e 43 gigawatts de energia eólica. O mundo consegue produzir agora 565 gigawatts de energia limpa.
Nas Américas, o Brasil está apenas atrás dos Estados Unidos, que retomaram o primeiro lugar do ranking da China, líder no último biênio. Os americanos investiram US$ 48 bilhões em energias limpas no ano passado, um aumento de 44% comparado a 2010. O Canadá, outro país americano listado, é o 11º.






"O investimento em energias limpas, sem contar pesquisa e desenvolvimento, cresceu 600% desde 2004, com base nas políticas nacionais que criaram estabilidade no mercado", disse Phyllis Cuttino, diretor do programa de energia limpa do Pew. "Esse aumento é significante porque significa inovação, comercialização e instalação de tecnologias que criam oportunidades para todos os setores do mercado", completa.



Completam o ranking China (US$ 45.5 bilhões), Alemanha (US$ 30.6 bilhões), Itália (US$ 28 bilhões), os outros países da zona do euro (US$ 11,1 bilhões), Índia (US$ 10.2 bilhões), Grã-Bretanha (US$ 9.4 bilhões), Japão (US$ 8,6 bilhões) e Espanha (US$ 8,6 bilhões).


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Olimpia Pinheiro
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IMÓVEIS - Minha Casa Minha Vida 2 passa a adotar critérios de extrema pobreza

O Globo, Danilo Fariello, 12/abr

Mudança favorece regiões Norte e Nordeste, e reduz beneficiados no Sudeste
O governo federal alterou a escolha dos beneficiados pelo programa Minha Casa Minha Vida 2 em cidades com até 50 mil habitantes, para famílias de baixa renda, e favoreceu as regiões Norte e Nordeste, reduzindo os beneficiados no Sul e Sudeste. Com critérios estabelecidos em portaria de novembro, a escolha dessas cidades deveria ser anunciada em fevereiro, mas ocorrerá apenas hoje, em evento no Palácio do Planalto com a presidente Dilma Rousseff. Na nova distribuição, o número de beneficiados no Nordeste saltará de 43.970 para 60.287. Na Região Norte, eram 8.771 e agora são 13.650, um crescimento acima de 50%. Quem perdeu mais foi a Região Sudeste, de 29.301 para 12.627 moradias, menos da metade do previsto anteriormente.

A mudança traz novos elementos para turbinar o programa Brasil sem Miséria. Na escolha das cerca de 2.300 cidades - em um universo total de quase 4.900 - entraram critérios de extrema pobreza, que não tinham destaque na previsão anterior.

Com o atraso, construtores e agentes financeiros estimam que poucas unidades deverão ser entregues este ano, por causa dos prazos limitados para contratação previstos na legislação eleitoral. Entre junho e outubro não se pode fazer novos contratos no governo. Mas muitas promessas poderão ser feitas pelos agentes políticos nos municípios que escolherão seus prefeitos em outubro.
Para incluir novos critérios para a definição dos municípios beneficiados pelo programa, principalmente o relativo à miséria dos beneficiados, o governo teve de anular um leilão de escolha de agentes financeiros que já havia sido homologado em novembro. Ontem, o Diário Oficial trouxe uma portaria que revogou esse leilão e redefiniu as parcelas de cada região entre as 107.348 residências que serão construídas para a população de baixa renda nos municípios com menos de 50 mil habitantes.

O governo nega relação entre a alteração nos critérios e as eleições municipais. Segundo o Ministério das Cidades, que coordena o Minha Casa Minha Vida, teve peso maior na escolha dos municípios o número de domicílios em situação de extrema pobreza, mesma regra adotada pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) para o Brasil sem Miséria. O MDS, porém, não participou dos debates para a escolha dos municípios.

Para o presidente do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Carlos Marun, que esteve ontem em audiência na Câmara dos Deputados, as mudanças no cronograma causa-ram um atraso irrecuperável na execução do Minha Casa Minha Vida 2 em cidades com até 50 mil habitantes.

Segundo ele, com base nos critérios anteriores, prefeitos reservaram terrenos para as construções e agora podem ficar fora do programa. Essa etapa do Minha Casa Minha Vida prevê a construção de imóveis de R$ 25 mil reais, que atendem à chamada faixa 1, de famílias com renda de até três salários. Deverão ser construídas pelo menos 40 residências em cada cidade selecionada.


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PROGRAMA PERGUNTE A DILMA






Dilma e a Aposentadoria:
Visando uma aproximação com os eleitores, a Presidenta da República Dilma Rottweiler lança hoje o pograma: Pergunte ao Dilmão.

No que se refere a questão de vir pra Foz do Iguaçu... até a Dilma irá passar a bolsa da balsa na ponte, o pobre vai ter direito de gastar sua parcela do Bolsa Muamba na Ponte da Amizade!

Dilma x Mano Menezes, Ricardo Teixeira, CBF, Copa do Mundo e etc..

VEJA MAIS:
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72 MOTIVOS DO INSUCESSO E OS VIKINGS

Perceba de uma vez por todas: Se prepare para a pior situação [planeje-se] e assim poderás esperar o melhor. Veja que: Se algo pode dar errado, vai dar errado. Se algo que ia dar errado deu certo é porque, ainda deu errado. Nunca de chance para o azar. Corra sempre o risco do mais certo. Não há caminho (modo) certo para fazer o errado. O erro não vinga. Desenvolva o poder do “pensamento planejamento pessimista”, preventivo, precavido, defensivo, concreto, diligente e detalhista – de inspirações ousadas. Quando uma coisa sai errada muitas vezes, com certeza é a intenção que está errada. A saída parece ser ter um “otimismo” condicionado a consciência, a realidade, a objetividade, a inteligência, a lógica, a disciplina e, para começar fazer o básico com excelência regularmente. Otimismo é não deixa que a dificuldade exterior seja maior do que a solução.

<!--[if !supportLists]-->1.    <!--[endif]-->Desinteresse ou falta de energia, de vigor físico, de disposição. Esse é o motivo básico e essencial que quando caminha para o desalento (1) há serio risco de morte. Preguiça.                       
<!--[if !supportLists]-->2.    <!--[endif]-->Educação/criação – Ausência de fartos exemplos consistentes e inequívocos de berço e no continente do México para baixo (América do Sul) e na imensa maioria do mundo de um modo digno de viver. Coragem.
<!--[if !supportLists]-->3.    <!--[endif]-->Não possui proatividade e gerenciamento (gestão) eficaz do tempo (hipervelocidade)
            - antecipação.
<!--[if !supportLists]-->4.    <!--[endif]-->Baixa criatividade – inovações lucrativas.
<!--[if !supportLists]-->5.    <!--[endif]-->Falta de desenvolvimento das inteligências e atitudes para o sucesso – mente
     tacanha (2).
<!--[if !supportLists]-->6.    <!--[endif]-->Dificuldade em enxergar a realidade com resultado, o óbvio, ser objetivo - autismo (3).

(1) Desalento: [De des- + alento.] 1.Falta de alento; desânimo, abatimento:"Desânimo...       Desesperança... Desalento..." (Manuel Bandeira, Estrela da Vida Inteira, p. 41).

(2) Tacanho: [Do hebr. taqanah, poss.]1.De pequena estatura; baixo.2.Pequeno, curto."Os pródigos e dissipadores do seu e alheio censuram de tacanhos, insociáveis e apoucados os prudentes, econômicos e poupados." (Marquês de Maricá, Máximas, Pensamentos e Reflexões, p. 309); "muito menos caberá à multidão pretender cercear o poder criador do gênio, sob o pretexto de tacanhas conveniências." (Adelino Magalhães, Obras Completas, II, p. 228).4.Manhoso, astucioso, sagaz.
5.Que não revela visão, largueza de vistas, nas idéias; estúpido, inhenho:

"Semelhante escola é produtora de monstros, ou só deve engendrar espíritos estupendamente tacanhos." (Raimundo Correia, Poesia Completa e Prosa, p. 587.)
Avaro (1): [Do lat. avaru.] Que tem avareza, que é sórdido e excessivamente apegado ao dinheiro. Sórdido: [Do lat. sordidu.]1.Que tem ou denota sordidez (1); imundo, abjeto, repugnante: mocambo sórdido; estalagem sórdida;"Divago como os cães danados / A horas mortas, por becos sórdidos!" (Manuel Bandeira, Estrela da Vida Inteira, p. 251).2.Que é ou se apresenta sujo, emporcalhado, nojento: mendigo sórdido; roupas sórdidas. 3.Fig. Que denota o emprego de meios degradantes e baixos para alcançar um fim; ignóbil, vil, torpe: vitória sórdida; procedimento sórdido.4.Fig. Corrompido pelo mal ou pelo vício; indigno, infame, corruto: chantagista sórdido; prostituta sórdida.5.Fig. Indecoroso, indecente, obsceno: espetáculo sórdido.6.Fig. Miserável, mesquinho [v. avaro (1)]: O homem sórdido ama o dinheiro, mas não ama a vida.7.Fig. Próprio de quem é sórdido (6); miserável, desgraçado, mesquinho:"A vida que leva é sórdida; come para não morrer, pouco e ruim." (Machado de Assis, Várias Histórias, p. 31.)

(3) Autismo: [De aut(o)-1 + -ismo.] 1.Psiq. Fenômeno patológico caracterizado pelo desligamento da realidade exterior e criação mental de um mundo autônomo.

<!--[if !supportLists]-->7.    <!--[endif]-->Inconsciência – alta subjetividade (1).
<!--[if !supportLists]-->8.    <!--[endif]-->Falta de equilíbrio psicológico – maturidade.
<!--[if !supportLists]-->9.    <!--[endif]-->Falta de autoconfiança.
<!--[if !supportLists]-->10.     <!--[endif]-->Não querer e não saber fazer o certo.
<!--[if !supportLists]-->11.     <!--[endif]-->Falta de visão de reprodução (DNA) e de sobrevivência próspera: Instantânea, ampla, profunda, e de longo curso. Software de Tecnologia de Gestão Vencedora.
<!--[if !supportLists]-->12.     <!--[endif]-->Falta de liderança – não obter resultados extraordinários das pessoas comuns.
<!--[if !supportLists]-->13.     <!--[endif]-->Falta de estratégias competitivas lucrativas – não saber gerenciar recursos escassos.
<!--[if !supportLists]-->14.     <!--[endif]-->Não se conhecer (profundo autoconhecimento) e assim “(re)conhecer” os outros.
<!--[if !supportLists]-->15.     <!--[endif]-->Não saber o seu talento e destino.
<!--[if !supportLists]-->16.     <!--[endif]-->Baixa ambição; principalmente de aprendizagens constantes.
<!--[if !supportLists]-->17.     <!--[endif]-->Falta de ganância para com os conhecimentos/informações corretos. Orgulho.
<!--[if !supportLists]-->18.     <!--[endif]-->Egoísmo.
<!--[if !supportLists]-->19.     <!--[endif]-->Auto-suficiência.
<!--[if !supportLists]-->20.     <!--[endif]-->Medo – do sucesso. Dos 2 (dois) males o pior; não é em absoluto a constatação de que se perdeu dinheiro ou algo. O maior problema do medo não é também quando se foge e sim a sua evolução, a sua parte paralisante o pavor. Quando a realidade se assenta ela se converte em medo. É natural que de vez em quando haja surtos “otimistas” descolados da realidade. O medo é a base de muitas de nossas reações econômicas. É o fundamento da aversão ao risco. É a maior causa das crises.
<!--[if !supportLists]-->21.     <!--[endif]-->Mau-caratismo.
<!--[if !supportLists]-->22.     <!--[endif]-->Incapacidade de trabalhar em equipe.
<!--[if !supportLists]-->23.     <!--[endif]-->Falta de emulação (2) - benchmarking (3).
<!--[if !supportLists]-->24.     <!--[endif]-->Inveja.
<!--[if !supportLists]-->25.     <!--[endif]-->Arrogância maior que o talento (pavulagem).
<!--[if !supportLists]-->26.     <!--[endif]-->Sem religiosidade ou uma religião séria e correta.
<!--[if !supportLists]-->27.     <!--[endif]-->Ausência de solidariedade / compaixão.

(1) Subjetividade: Qualidade ou caráter de subjetivo. Filos. Domínio do que é subjetivo: Individual, pessoal; particular, passado unicamente no espírito de uma pessoa. Diz-se do que é válido para um só sujeito e que só a ele              pertence, pois integra o domínio das atividades psíquicas, sentimentais, emocionais, volitivas, etc. deste sujeito. Cf., nesta acepç. Objeto (9): Filos. Na relação de conhecimento, o correlato do sujeito, isto é, o que é
                                conhecido, em oposição ao que conhece. Sujeito (13): Filos. Na relação de conhecimento, o correlato objeto, isto é, o que conhece, em oposição ao que é conhecido: o pensamento, a percepção, a intuição, etc.

(2) Emulação: Do lat. Aemulatione: Sentimento que incita a igualar ou superar outrem; competição,rivalidade,concorrência;estímulo, incentivo. Informática: Ato, processo ou efeito de emular. Jurídico: Rivalidade que leva alguém a, abusando de seu direito,recorrer à justiça, só com o fim de satisfazer sentimentos inferiores e infligir vexames a  outrem.

(3) Benchmarking (do inglês): Transcrição da pronúncia para o português [ÈbEntSma-¨kIN] [Ingl.] Market. Processo por meio do qual uma empresa adota e/ou aperfeiçoa os melhores desempenhos de outras empresas em determinada atividade. Ponto de referência em comum dos pontos mais altos, modelo, padrão: significa aprender, melhorar, copiar e adaptar à sua empresa as práticas de sucesso das empresas campeãs. Literalmente quer dizer “tábua das marés”. O correspondente em japonês é dantotsu. 

<!--[if !supportLists]-->28.     <!--[endif]-->Falta de escrúpulo (1).
<!--[if !supportLists]-->29.     <!--[endif]-->Falta de amor – falta de empatia (2), não amar servir pessoas.
<!--[if !supportLists]-->30.     <!--[endif]-->Más companhias.
<!--[if !supportLists]-->31.     <!--[endif]-->Aproximar-se de quem não agrega valor.
<!--[if !supportLists]-->32.     <!--[endif]-->Acompanhar-se de pessoas que não levam aos objetivos traçados.
<!--[if !supportLists]-->33.     <!--[endif]-->Falta de ética (3).
<!--[if !supportLists]-->34.     <!--[endif]-->Indisciplina, inclusive da ciência administrativa.
<!--[if !supportLists]-->35.     <!--[endif]-->Incapacidade de cumprir métodos (4) / Procedimentos.
<!--[if !supportLists]-->36.     <!--[endif]-->Não saber delegar ordens e serviços.
<!--[if !supportLists]-->37.     <!--[endif]-->Falha ou Ausência de network (5) – não formação de uma excelente rede de contatos.
<!--[if !supportLists]-->38.     <!--[endif]-->Ausência de objetivos e quando os tem não cumpri-los.
<!--[if !supportLists]-->39.     <!--[endif]-->Ausência de persuação e bom relacionamnto intra e interpessoal.
<!--[if !supportLists]-->40.     <!--[endif]-->Insubordinação ao que presta (não imitar os melhores) - espírito do contra e espírito de porco (6).
<!--[if !supportLists]-->41.     <!--[endif]-->Incapacidade de se comprometer.
<!--[if !supportLists]-->42.     <!--[endif]-->Não ter diligência (7).

(1) Escrúpulo: Hesitação ou dúvida de consciência; inquietação de consciência; remorso; cuidado; zelo; meticulosidade; delicadeza de caráter; senso moral.
(2) Empatia: Tendência para sentir o que sentiria caso estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outrem.
(3) Ética: Do latim ethica. Do grego ethiké. Filosofia: Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto. Bem: Qualidade atribuída a ações e a obras humanas que lhes confere caráter. Moral: (filosofia): Conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupo ou pessoa determinada.
(4) Métodos: [Do gr. méthodos, ‘caminho para chegar a um fim’.] Caminho pelo qual se atinge um objetivo Programa que regula previamente uma série de operações que se devem realizar, apontando erros evitáveis, em vista de um resultado determinado. Processo ou técnica de ensino. Modo de proceder; maneira de agir; meio. Tratado elementar. Fig. Prudência, circunspecção; modo judicioso de proceder; ordem. Ver. Meio1 (8): Recurso(s) empregado(s) para alcançar um objetivo; expediente; método.
(5) Network [ÈnEtw«Õk] [Ingl.]1.Rád. Telev. Rede de emissoras afiliadas. (*) Nota do autor: No mundo empresarial entende-se como a rede de relacionamento profissional que alavancam carreiras e negócios. REZAR PELOS OUTROS DÁ SORTE – REZES PARA E POR QUEM GOSTAS - Uma boa rede de relacionamentos não depende de pessoas influentes e sim de pessoas importantes para o negócio/metas assim, antigos colegas de trabalho de sucesso, antigos fornecedores e antigos clientes, são sua rede de relacionamentos. Se você não conhece ninguém do segmento em que atua ou deseja atuar, desista. Crie e mantenha relacionamentos até mesmo, ou principalmente, os em rede virtuais (internet). Veja também: público formador de opinião, entidades certificadoras e controladorias, clientes experimentais e “modernosos”, imprensa especializada, clubes, chats e etc. Lembre-se: pessoas precisam de atenção, não só de gala e pompa. Avalie também os valores (verdades) da outra empresa/pessoas e veja se há compatibilidade (1) cultural e predisposição para relacionamentos CO-OPERATIVOS (aprendizagem). Finalmente, verifique as possibilidades de ganhos reais para ambos os casos. É importante perceber o que é importante para ambos. IMPORTANTÍSSIMO!!! O melhor dos de bem não é e nunca foi a maioria do total existente, e sim que eles se agrupam em ilhas de excelência, é a elite mesmo. Exemplo: clubes (Assembléia Paraense), cartão (American Express), Universidade de Harvard, MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussetes), Prêmio Nobel. Prioridade máxima e acelerada: parcerias, sociedades, fusões, aquisições, convênios e relacionamentos diversos (network) com os melhores do ramo (concorrentes) a nível nacional e global - CO-OPETIÇÃO - e com os melhores de outros setores e a colaboração intelectual - poder das relações lucrativas ao consumidor com troca de valores e não de favores, aquisição de nova linha de conhecimentos, pensamento, sentimentos e ações aplicados ao cliente externo (TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS). Obs: execução sumária e imediata já!!! – Temos que desapegar da estrutura organizacional do “ver-o-peso”. “A cópia criativa gera idéias brilhantes, isso é aprender continuamente. Você só pode copiar bem o bem se você souber o que copiar”. A regra é: se você não pode fazer “igual”, FAÇA MELHOR. Esse é o poder do conhecimento e do amor que é o querer ser.
(6) Espírito do contra: Espírito de contradição. São aqueles que se deleitam em contradizer, em ser do contra em tudo quanto se diz. Espírito de porco: pessoa que interfere em qualquer negócio ou assunto criando embaraços ou agravando os já existentes. Possui um obstinado e incansável ânimo para manter todo mundo na miséria pagando qualquer preço - teimosia pura, inclusive com nossos bens máximos: tempo produtivo, boa saúde, bem estar e da própria vida em si.
(7) Diligência: [Do lat. diligentia.]1.Cuidado ativo; zelo, aplicação: 2.Atividade, rapidez, presteza.                        3.Providência; medida: 4.Investigação, pesquisa, busca: 5.Execução de certos serviços judiciais fora dos respectivos tribunais ou cartórios:


                                                                               “Todos os medos perdidos estão novamente aqui”

<!--[if !supportLists]-->43.     <!--[endif]-->Não cumprir ordens de modo perfeito e rapidamente, não ter senso de missão.
<!--[if !supportLists]-->44.     <!--[endif]-->Desinteresse em seguir carreiras ou não gerencia-las.
<!--[if !supportLists]-->45.     <!--[endif]-->Não saber negociar e fechar acordos/contratos e quando feitos não cumpri-los.
<!--[if !supportLists]-->46.     <!--[endif]-->Não evitar e superar conflitos.
<!--[if !supportLists]-->47.     <!--[endif]-->Não amar a meritocracia, o esforço obssessivo pessoal em melhorar, enfim não amar a mudança para o melhor em tudo e em todos. Méritocracia (1): Manda quem sabe mais e obedece exemplarmente quem é o melhor.
<!--[if !supportLists]-->48.     <!--[endif]-->Falta de exigência para um padrão de qualidade superior global – Estado da Arte (excelência).
<!--[if !supportLists]-->49.     <!--[endif]-->Falta de iniciativa.
<!--[if !supportLists]-->50.     <!--[endif]-->Falta de “acabativa” não termina o que começa.
<!--[if !supportLists]-->51.     <!--[endif]-->Falta de motivação.
<!--[if !supportLists]-->52.     <!--[endif]-->Não cria incentivos.
<!--[if !supportLists]-->53.     <!--[endif]-->Baixa auto-estima.
<!--[if !supportLists]-->54.     <!--[endif]-->Inflexibilidade mental – não possuir mente aberta e sim mente obtusa (2).
<!--[if !supportLists]-->55.     <!--[endif]-->Não potencializar produtivamente a diversidade. Exemplo: raça, credos, gostos, etc...
<!--[if !supportLists]-->56.     <!--[endif]-->Costuma repetir os mesmos erros.
<!--[if !supportLists]-->57.     <!--[endif]-->Insiste em antigos sucessos.
<!--[if !supportLists]-->58.     <!--[endif]-->Preconceitos gratuitos (3).
<!--[if !supportLists]-->59.     <!--[endif]-->Auto-sabotamento/Auto-traição.
<!--[if !supportLists]-->60.     <!--[endif]-->Comportamentos destrutivos.
<!--[if !supportLists]-->61.     <!--[endif]-->Vícios negativos.
<!--[if !supportLists]-->62.     <!--[endif]-->Irresponsabilidade ou dependência.
<!--[if !supportLists]-->63.     <!--[endif]-->Imprevidência (otimismo).
<!--[if !supportLists]-->64.     <!--[endif]-->Inexperiência ou inabilidade no manejo
<!--[if !supportLists]-->65.     <!--[endif]-->Despreparos técnicos, táticos e físicos.
<!--[if !supportLists]-->66.     <!--[endif]-->Não saber tomar rapidamente decisões lucrativas

       
(1) Meritocrático: Meritocracia (mérito + -cracia)s. f. 1. Sociol. Forma de liderança que se baseia no mérito, nas capacidades e nas realizações alcançadas, em detrimento da posição social. 2. Sistema social onde se pratica esse tipo de liderança. 3. Grupo de líderes pertencentes a esse sistema. Mérito: [Do lat. meritu.] 1.Jur. Questão ou questões fundamentais, de fato ou de direito, que constituem o principal objeto da lide. 2. Merecimento: [De merecer + -imento.] 1.Qualidade que torna alguém digno de prêmio, estima, apreço, ou de castigo, desprezo, etc. 2.Valor, importância: o merecimento do livro. 3. Superioridade, excelência. 4. Capacidade, habilitação, inteligência, talento, aptidão: merecimento literário; merecimentos científicos.
(*) Nota do autor: Ame o mérito. Mérito é; manda quem sabe mais e obedece exemplarmente quem é o melhor. O sistema cruel é aquele que apenas restringe e não diz ás pessoas qual o lugar delas e principalmente, como elas podem realmente progredir através de avaliações profissionalmente justas periódicas.

(2) Obtusa: [Do lat. obtusu, 'embotado'.] 1.Que não é agudo; rombo, arredondado:
 pássaro de bico obtuso;folha obtusa.
2.Fig. Que é pouco penetrante; rude, bronco, estúpido, fechado: espírito obtuso;"Ali ficava .... aquele imbecil impondo a sua pessoa, grosseiramente, tão obtuso que não percebia o enfado dela, a sua regelada secura!" (Eça de Queirós, Os Maias, II, p. 54).3.Fig. Que não é nítido; pouco claro; confuso: frases de sentido obtuso.
                    
(3) Gratuito: (úi) [Do lat. gratuitu.] 1.Feito ou dado de graça.2.Desinteressado; espontâneo: Exemplo: feito ou dado de graça."Toda a problemática do pensamento interessado e do sentimento gratuito, do ideal e do real, do sonho e da ação, da poesia e da prédica surge.... nos versos de José Gomes Ferreira" (João Gaspar Simões, Crítica, II, I, p. 328). 3.Destituído de fundamento; infundado: acusação gratuita. ~ V. ato —.

<!--[if !supportLists]-->67.     <!--[endif]-->Sede de poder – mentalidade esquerdeopática ou direita chifrim (1) – pacto com o demônio.
<!--[if !supportLists]-->68.     <!--[endif]-->Personalismo (2), centralização, tirania.
<!--[if !supportLists]-->69.     <!--[endif]-->Falta de persistência (perseverança) com resiliência (3).
<!--[if !supportLists]-->70.     <!--[endif]-->Não possuir prontidão (4).
<!--[if !supportLists]-->71.     <!--[endif]-->Desorganização e falta de planejamento rigoroso, sistemático e profissional.

(1) Chinfrim: [De or. express.] 1.Insignificante, reles. 2.Bras. V. arrasta-pé (1). 3.Bras. V. rolo1 (16). 4.Pop. Algazarra, vozearia. 5.Pop. Desordem, confusão. [Sin., nas acepç. 4 e 5: chinfrinada, chinfrineira, chinfrinice.]

(2) Personalismo: [De personal(i)- + -ismo.] 1.Qualidade do que é pessoal, subjetivo.
2.Conduta de quem refere tudo a si próprio:
indivíduo de personalismo onipotente.3.Filos. Doutrina segundo a qual a pessoa é o tema central da reflexão. 6.Polít. Fenômeno caracterizado pela concentração da unidade da força eleitoral e do prestígio de um partido na pessoa de um chefe carismático. 4.Filos. Doutrina inspirada em Leibniz (v. leibniziano), segundo a qual o mundo é constituído por uma totalidade de espíritos finitos que, no seu conjunto, formam uma ordem ideal, em que cada um deles conserva sua autonomia. 5.Filos. Doutrina cujos representantes principais foram Emmanuel Mounier (1905-1950), filósofo nascido em Grenoble (França), e Nicolai Berdiaeff (1874-1948), filósofo e místico russo, que, embora concebendo o ser humano em sua individualidade como um valor absoluto, considera que esse valor não é independente nem superior ao do relacionamento do indivíduo com a coletividade e com a natureza, mas por intermédio desse relacionamento se expressa e se perfaz. [O personalismo toma corpo nas cruzadas ético-políticas que afirmam a necessidade do aprimoramento moral do indivíduo como panacéia para a cura de todos os males político-sociais.].

(3) Resiliência: Enfrenta obstáculos decididamente - sabe avaliar positivamente. Atenção!!! A diferença da persistência para a teimosia está no coração – a teimosia deriva do orgulho cego, da mente fechada que tem ondas de fúria, baseado na sede de poder e inflexibilidade congnitiva. Resiliência é a competência que bons profissionais têm de “resistir” criativamente, isto é, passar por fortes pressões e voltar rapidamente ao seu estado normal de equilíbrio físico e mental. É a capacidade, que poucas pessoas têm, de se adaptar rapidamente a uma nova e boa situação após mudanças profundas. É o poder de recuperação (*) funcional que alguns desenvolvem e outros não diante dos embates da vida – adversidades que são vistas como oportunidades. Eficácia pessoal: capacidade de realizar, assumir responsabilidades e gerenciar situações, a partir da tomada de decisões individuais, independentemente dos estímulos externos, atua bem em situação de pressão, frustração, críticas, mantendo o ritmo competitivo necessário e controle emocional.
                           (*) Nota do autor: Funcional é definido aqui como tudo o que facilita a realização das metas pessoais e profissionais do executivo e disfuncional o que atua como obstáculo à realização dos objetivos e missão.

(4) Prontidão: competência, disposição e disponibilidade para desafios no acertar e melhorar (aprendizagem acelerada): Qualidade do que é pronto; presteza, agilidade, desembaraço, rapidez; rapidez de compreensão ou na execução de algo – sagacidade com audácia; estado de quem se acha pronto para fazer determinada coisa; estado de alerta permanente de uma empresa para com seus clientes internos e externos; parceiro-funcionário de serviço na empresa ou fora dela; prestes ou pronto para agir, a entrar em ação; dar, oferecer, ministrar; mostrar-se pronto, declarar-se pronto a executar um trabalho; oferecer-se, dispor-se; mostrar-se disposto; prestar-se. Disponibilidade permanente para atender, preferencialmente, ao ciente externo, sempre, e coragem para mudar para melhor - e para o bem.

TEORIA DA CORAGEM NÓRDICA

A principal razão pela qual os nórdicos combatiam com tanta sagacidade, mesmo em situações complemente adversas, era a inspiração vinda da própria religião pagã. Os deuses pagãos eram apresentados ao povo escandinavo(1) como grandes guerreiros, dotados de virtudes de combate, força e temeridade(2).
Pela saga(3), Thor, o deus do trovão, era destemido e, caso fosse necessário rumava ao desconhecido, estava sempre disposto a se lançar à morte certa em campo de batalha, sem titubear. Tinha a coragem e a bravura de um legítimo nórdico para defender o que acreditava ser o correto:

- “Thor será sempre o sustentáculo/dos que não se arreceiam(4) de qualquer obstáculo/ Aquele que pode contar com a sua espada/ Domina o seu destino e
não teme nada”, diz a tradição.

Mesmo diante da morte certa os guerreiros não declinavam de sua missão, pois mesmo a derrota(5) podia trazer-lhe gloria, desde que fosse numa batalha e pela espada. A religião escandinava pregava a idéia de que todos os heróis teriam o mesmo destino - estavam fadados a perecer na guerra e, assim, mesmo conscientes de que seu destino final não haveria nenhuma chance de vitória, estavam ávidos pelos combates, portanto, nunca recuavam em nenhuma das batalhas.
 
<!--[if !supportLists]-->(1)  <!--[endif]-->Escandinavo: [Do fr. Scandinave < fr. Scandinavie < lat. Scandinavia.] 1.Da, ou    pertencente ou relativo à Escandinávia (Suécia, Noruega, Islândia e Dinamarca). [Cf. nórdico.]2.O natural ou habitante da Escandinávia.

<!--[if !supportLists]-->(2) <!--[endif]--> Temeridade: [Do lat. temeritate.] 1.Qualidade ou ação de temerário; imprudência, ou arrojo, ousadia.

<!--[if !supportLists]-->(3) <!--[endif]--> Saga1: [Duma raiz germ. a que se filiam o al. sagen e o ingl. to say, 'dizer', pelo fr. saga.]
1.Designação comum às narrativas em prosa, históricas ou lendárias, nórdicas, redigidas sobretudo na Islândia, nos sécs. XIII e XIV:"Sua imaginação [de Agripino Grieco] diverge, essencialmente, da mística e nebulosa imaginativa nórdica, da que, nas noites imensas das florestas escandinavas, nas brumas do Báltico ...., engendrou as sagas bárbaras e terríveis." (Ronald de Carvalho, Estudos Brasileiros, 2a série, p. 94).2.Canção baseada nalguma dessas narrativas.
3.
P. ext. Canção heróica ou lendária.4.P. ext. História ou narrativa rica de incidentes:"os Moura Alves têm a sua saga, uma história que talvez desse para escrever não um único livro, mas vários" (Maria Alice Barroso, Um Nome para Matar, p. 37).

<!--[if !supportLists]-->(4) <!--[endif]-->Arrecear: [De ar-2 + recear.]1.V. recear. [Conjug.: v. frear.]      

(5) Derrota2: [Do lat. dirupta, i. e., via dirupta, 'caminho aberto através de obstáculos'.] 1.Náut. O caminho percorrido por uma embarcação numa viagem por mar; rota.


O Deus do Velho Testamento cristão é heróico e podia conceder força aos heróis para que tivessem capacidade de combater e expulsar o mal, esse conceito religioso está próximo do pensamento nórdico.
O que é apresentado de forma diferente da atual divindade no Novo Testamento.

A valentia viking era semelhante à de um hoplita(1) espartano(2) - que jamais refuga em campo de batalha. Essa valentia até certo ponto é algo bastante semelhante à mitologia grega, mas com uma diferença crucial: os helenos(3) acreditavam na glorificação pelo sacrifício, conhecida como bela morte, porém este não era um elemento necessariamente ligado à religião, mas sim à própria cultura da Antiguidade.

O Ragnarök na mitologia viking - o crepúsculo dos deuses - é um grande evento que levaria ao fim do mundo após uma grande guerra entre o bem e o mal, envolvendo todos os deuses e heróis. Esta é uma batalha que opõe os guerreiros Aesir, liderados por Odin, a outro exército liderado pelo pelo deus Loki. Ambos os lados contariam com grandes guerreiros em combates – quase todos eles acabariam sendo mortos no confronto.

Para alguns historiadores a bravura dos escandinavos estava diretamente mais ligada aos cultos a Odin, e não a esse grande confronto entre os deuses. Segundo esses estudiosos, os guerreiros nórdicos pertenciam a uma aristocracia odinista. “A idéia máxima entre os odinistas é que o guerreiro deveria morrer em batalha para poder alcançar o Valhala(4), o paraíso presidido pelo deus Odin. Esse ímpeto de tombar em combate dava uma coragem a mais nas batalhas e bravuras do mar”, afirma.

(*) Nota do Autor: Nos países frios há menor sensibilidade aos prazeres; nos temperados, ela é um pouco maior e, nos países quentes, é extrema. Assim como se distinguem os climas pelos graus de latitude, é possivel distingui-los, por assim dizer, pelos graus de sensibilidade.

<!--[if !supportLists]-->(1)  <!--[endif]-->Hoplita: [Do gr. hoplítes, pelo lat. hoplites, ae.] 1.Na Grécia antiga, soldado de infantaria pesada cuja armadura era composta de elmo, couraça, escudo, grevas, espada e lança.

<!--[if !supportLists]-->(2)  <!--[endif]-->Espartano: [Do lat. spartanu.]1.De, ou pertencente ou relativo a Esparta (Grécia antiga); lacedemônio.2.Fig. Que tem ou lembra a severidade da educação e costumes espartanos; sóbrio, rigoroso, austero, severo, virtuoso: varão espartano; austeridade espartana.3.O natural ou habitante de Esparta; lacedemônio. 4.Indivíduo espartano (2).

<!--[if !supportLists]-->(3)  <!--[endif]-->Heleno: [Do gr. héllen, enos.] 1.V. grego (1). 2.V. grego (4).3.Indivíduo dos helenos, povos que, substituindo a dominação dos pelasgos, povoaram a Grécia; grego. [Fem.: helena. Cf. elena.]

<!--[if !supportLists]-->(4)  <!--[endif]-->Valhala: [Do antigo alemão Walhalla < nórdico antigo valhöl, 'paraíso dos guerreiros'.] 1. Na mitologia escandinava, local paradisíaco, morada dos deuses e regido


<!--[if !supportLists]-->(5)  <!--[endif]-->pelo deus Odim, para onde iam os guerreiros mortos em combate.

A SAGA VIKING

 No século VIII as terras do norte Europeu estavam superpovoadas, obrigando uma parte da população a sair em incursões pelo mar, tanto para o comércio quanto para os saques. A palavra Viking podia significar “incursão marítima” ou cidade comercial. No inicio do primeiro milênio os escandinavos começaram a formar reinos e feudos e, mais ligados à terra, adotaram um estilo de vida sedentário.

8 de junho de 793 – O ataque de marinheiros nórdicos aos Mosteiros de Lindesfarme marca o início da “Era Viking”. Muitos monges foram mortos no mosteiro, alguns afogados no mar e outros tantos foram levados como escravos.

Em 865 as incursões Vikings de pequeno porte dão lugar a uma invasão massiva que capturou a cidade Inglesa de Yorke e fundou o reino de Jórvík.

Entre 840 e 1040 os vikings assombraram a peníssula ibérica. Saqueiam povoados desprotegidos e ricos monastérios.

No fim do século VIII escandinavos chamados de Rus começaram um processo de colonização e criaram inumeras cidades na atual Rússia ocidental. No ano de 880 é criado o reino de Kiev, onde eslavos e outros povos eram governados pelos vikings.

O Império Bizantino travou inúmeras batalhas contra os Rus ou Varegues, como eram chamados. Mesmo assim, os imperadores bizantinos mantinham uma guarda pessoal formada por esses terríveis guerreiros.



Islândia


No ano de 982, Érick, o vermelho (950 – 1003), foi expulso da Islândia após matar dois de seus colegas vikings o que o forçou a encarar uma viagem de mais de 800 quilômetros. Ao voltar, o espertinho Èrick dizia ter encontrado uma terrra verde, Geenland/Groenlândia, para que assim os habitantes da Islândia (terra do gelo) partissem para colonizar a enorme ilha “verde” - e deu certo.


No verão de 1003 Leif Ericson (970 – 1020) parte em busca desse admirável mundo novo e chega ao Canadá. Lá encontra uma terra plana e aprazível, qua a chama de Vinland (terra do vinho). Contudo, não se sabe o proque dos nórdicos nunca terem conseguido estabelecer uma colônia segura nas Américas. Minha tese é de que devido a rispidez do seu ambiente natural eles aprenderam (se habituaram) a não gerar muitos filhos. Então dominarão o mundo através de seus colizados e descendentes diretos – os Britânicos. 



 Abraço e Sucesso a Todos

Olimpia Pinheiro
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