sábado, 13 de junho de 2015

Juízes estaduais e promotores: eles ganham 23 vezes mais do que você


ÉPOCA descobre que os salários reais do Judiciário ultrapassam – e muito – o teto constitucional dos funcionários públicos. Há 32 tipos de benesses, inventados para engordar os contracheques de suas excelências. Não é ilegal. Alguns juízes e promotores se perguntam: é correto?

RAPHAEL GOMIDE COM LÍVIA CUNTO SALLES
12/06/2015 - 23h34 - Atualizado 12/06/2015 23h38

(Ilustração: Daniel Graf e Alexandre Lucas)

Quando o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anunciou a promoção do juiz Geraldo Prado a desembargador, em 2006, fez-se um silêncio embaraçoso no salão onde transcorria a sessão. Foi com desgosto que muitos receberam a notícia da promoção por antiguidade – ou “inevitabilidade”, como Prado define. Ele desagradava à maioria dos demais juízes da corte, em virtude de suas decisões “excessivamente liberais” nas Varas Criminais. No fim dos anos 1990, constrangera os colegas ao liderar, ao lado de poucos, um movimento pelo fim do nepotismo no Tribunal. O juiz Prado estava na vanguarda do que era inexorável: a lenta mas firme assepsia nos maus hábitos do Judiciário brasileiro. O nepotismo acabou banido, mas apenas em 2005, por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Ao tomar posse como desembargador, o juiz Prado aprontou outra. Recusou-se a rodar num carro oficial, símbolo de poder dos desembargadores. O presidente do Tribunal tentou demovê-lo. Argumentou que a atitude “diminuiria a força institucional da magistratura”. Não colou. Até se aposentar, em 2012, só ele e um colega, entre 120 desembargadores, abdicaram do conforto. Para o juiz Prado, “o carro oficial significa um status incompatível com a República”. “Deve ser usado em prol do beneficiário do serviço e não do servidor. O magistrado da Infância e Juventude deve ter uma viatura à disposição para atender à demanda. Mas não tem sentido o conjunto da magistratura ter carro oficial”, diz o desembargador aposentado e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
>> O que dizem os tribunais e MPs sobre os salários dos juízes e promotores acima do teto

Nos últimos anos, atitudes como as do juiz Prado ajudaram na depuração dos vícios e privilégios que persistiam há décadas no Judiciário. Resultaram na criação dos Conselhos Nacionais da Justiça e do Ministério Público (MP). Juízes e seus primos, os procuradores e promotores dos Ministérios Públicos, tornaram-se mais transparentes e produtivos. Hoje, trabalham com metas e planos estratégicos para diminuir a proverbial lentidão dos nossos Tribunais. Ainda há, porém, um longo caminho a percorrer rumo ao Judiciário que o Brasil precisa. É preciso paciência. São muitos os obstáculos.

Um deles, talvez o mais urgente a ser enfrentado, envolve os altos salários dos juízes estaduais – e, também, dos promotores dos Ministérios Públicos dos Estados. Desde 2003, quando o Congresso estabeleceu o salário dos ministros do Supremo como teto constitucional para os funcionários públicos, os Tribunais e MPs estaduais passaram a criar toda sorte de expedientes para engordar o contracheque. Hoje, o teto é de R$ 33.763. Os penduricalhos são muitos – ao menos 32 tipos de auxílios, gratificações, indenizações, verbas, ajudas de custo... – mas o objetivo é apenas um: ganhar mais do que determina a Constituição. Nada disso é, por enquanto, ilegal. Mas não são poucos os juízes e promotores que se questionam: é correto?

Nos últimos oito meses, ÉPOCA apurou, junto aos 27 Tribunais de Justiça e aos 27 MPs estaduais, os reais vencimentos – e todos os benefícios – de magistrados e promotores, incluindo salários, vantagens pessoais e auxílios (consulte os vencimentos pagos por Estado no gráfico abaixo). Confirmou-se o que todos no Judiciário suspeitavam: o contracheque de juízes e promotores ultrapassa, e muito, o teto constitucional de R$ 33 mil. A média de rendimentos de juízes e desembargadores nos Estados é de R$ 41.802 mensais; a de promotores e procuradores de justiça, R$ 40.853. Os valores próximos mostram a equivalência quase perfeita das carreiras. Os presidentes dos Tribunais de Justiça apresentam média ainda maior: quase R$ 60 mil (R$ 59.992). Os procuradores-gerais de justiça, chefes dos MPs, recebem, também em média, R$ 53.971. Fura-se o teto em 50 dos 54 órgãos pesquisados. Eles abrigam os funcionários públicos mais bem pagos do Brasil.
>> Os juízes que furam o teto

ÉPOCA obteve os dados nas páginas de transparência dos órgãos. Para calcular as médias dos TJs e MPs estaduais, a reportagem avaliou os vencimentos de ao menos 5% dos integrantes como amostra, respeitando a proporção de membros da segunda instância, de modo a não gerar distorções. Durante a pesquisa, encerrada em abril, usou-se o mês mais recente disponível. ÉPOCA analisou 3.714 profissionais (2.602 magistrados e 1.112 promotores) dos 21.707 membros nos Estados. Segundo Cristiano Fernandes, professor de engenharia elétrica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e especialista em estatística aplicada a ciências sociais, a análise é “consistente” e “satisfatória”. O levantamento de ÉPOCA não aborda a Justiça Federal nem o Ministério Público na esfera federal. Neles, sabe-se que há menos penduricalhos.

Na teoria, os salários – chamados de subsídios básicos – das duas categorias variam de R$ 22 mil a R$ 30 mil. Os salários reais deles, no entanto, avançam o teto pela soma de gratificações, remunerações temporárias, verbas retroativas, vantagens, abonos de permanência e benefícios concedidos pelos próprios órgãos e autorizados pela Lei Orgânica da Magistratura, a Loman, de 1979 – o MP os recebe por equivalência. Por sua natureza jurídica (ressarcir despesas geradas pelo trabalho), as indenizações não estão sujeitas ao teto nem a Imposto de Renda. Generalizadas, produzem a mágica de elevar os salários, legalmente, acima do teto. Há salários reais que ultrapassam R$ 100 mil. O maior é de R$ 126 mil.
Benefícios ou regalias?

Com estabilidade, poder e prestígio social, juízes e promotores recebem como executivos da iniciativa privada, mas gozam umpacote de benefícios só possível na esfera pública. Usufruem dois meses de férias anuais – mais um recesso de 14 a 30 dias –, não têm horário fixo, ganham auxílios para moradia, alimentação, transporte, plano de saúde, dinheiro para livros e computadores e ajuda até para pagar a escola particular dos filhos. É uma longa série de benefícios, alguns que se enquadram facilmente como regalias. Variam conforme o Estado. ÉPOCA descobriu 32 delas. Além do auxílio-moradia, o mais comum é o de alimentação. Chega a R$ 3.047 mensais para promotores do Maranhão.
>> TCU manda suspender "supersalários" no Senado

O TJ do Rio de Janeiro é o que oferece mais benesses. Há auxílio-creche de R$ 854 por filho até 6 anos e auxílio-educação de R$ 953 por filho até 24 anos (na faculdade). Há 180 dias de licença-maternidade (padrão) mais 90 de aleitamento. Há, ainda, de três a cinco salários mínimos por adoção até o filho ter 24 anos. O TJ do Rio afirma que é unidade de referência e está entre os quatro Tribunais mais eficientes do país, tendo cumprido 100% da meta desde 2009, ao lado do TJ do Rio Grande do Sul (leia os comentários dos demais órgãos aqui).

Os benefícios oferecidos com dinheiro público são generosos e criativos. No TJ de Mato Grosso vigora um dos melhores planos de saúde do mundo, com gastos ilimitados. Ressarce consultas particulares e até passagens de avião para tratamento de magistrados e dependentes em hospitais fora do Estado. Só a partir de dezembro os juízes passaram a ter de apresentar recibos fiscais para obter reembolso. Em Minas Gerais, os magistrados recebem mais 10% do salário para custear a saúde (até R$ 3.047). Têm direito ainda a, como os promotores, de R$ 13 mil a R$ 15.235 por ano para livros jurídicos e materiais de informática. O TJ-MG afirmou que, embora haja previsão, o auxílio não é pago. O MP paranaense banca até 50% de mestrados e doutorados e 20% de cursos de graduação e línguas.

Os promotores do Rio de Janeiro recebem mais R$ 1.100 para transporte. Isso não impede que o órgão gaste R$ 100 mil mensais – R$ 545 por carro –, há três anos, no aluguel de 183 vagas no Terminal-Garagem Menezes Côrtes, no Centro. O fluminense é também o mais liberal no envio de membros para estudo no exterior: 12 cursam mestrado ou doutorado, com salário integral. Nos demais Estados, há 17 promotores e dez juízes fazendo o mesmo. Tantos são os benefícios do MP do Rio que até promotores se constrangem, em conversas privadas. “Em breve, o subsídio será só para juntar dinheiro, porque as demais despesas já estarão cobertas pelos auxílios”, diz um deles.

Para Joaquim Falcão, ex-conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e diretor da faculdade de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV), promotores e juízes “precisam de prerrogativas – como independência – para exercer sua função, não de privilégios”. “Pagar auxílio-escola para o filho não é prerrogativa, é uma apropriação privada e individual da prerrogativa do cargo. O cargo é público, a prerrogativa é pública e o privilégio é uma apropriação individual”, diz Falcão.

Ninguém diz que juízes devem ganhar mal – ou menos que outras carreiras de Estado. Mas a comparação da renda deles com a dos demais brasileiros mostra que há algo de excessivamente desigual em vigor. Um levantamento do Conselho da Europa, de 2012, mostra que os juízes iniciantes de 26 países europeus recebiam 2,2 vezes a média salarial da população de seus países. Os salários dos membros da Corte Suprema equivaliam a 4,2 vezes o vencimento médio nacional, e os da cúpula da Procuradoria-Geral a 3,6 vezes. No Brasil, o inicial de magistrados e membros dos MPs, na maioria dos Estados, R$ 24.818, corresponde a 14 vezes a média de rendimento de trabalho do país – R$ 1.817, conforme a Pnad. Comparados os vencimentos totais dos magistrados levantados por ÉPOCA, a proporção se elevaria para 23 vezes. Segundo o IBGE, em 2013, 99% dos brasileiros recebiam até R$ 10.500 mensais, e a média do 1% mais rico do país era R$ 18.899.
>> As filhas de servidores que ficam solteiras para ter direito a pensão do Estado

Mesmo com tantas vantagens, 72% dos magistrados não estão felizes com seus salários, segundo o Censo do Judiciário de 2014. OIBGE aponta a magistratura como a profissão mais bem paga do país, e os vencimentos de juízes e promotores os posicionam com larga margem na exclusiva elite do 1% mais rico do país. O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), João Ricardo dos Santos Costa, admite que a distorção preocupa. Mas argumenta que o salário precisa ser competitivo com o de grandes escritórios de advocacia e que a única outra atividade remunerada que podem exercer é o ensino. O que torna os vencimentos dos magistrados “aparentemente acima do teto”, diz, são as indenizações fruto da “falta de aumento e de valores atrasados”. “São vias legais que a carreira buscou de complementar os reajustes para recompor o salário, de acordo com a norma constitucional.” Apesar disso, ele afirma que há defasagem de 20% a 25%.

A presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Norma Cavalcanti, diz que “os penduricalhos são a busca da correção”. “Os vencimentos são com base em lei estadual. Ninguém recebe mais do que a lei permite”, afirma. Para Falcão, muitos benefícios foram sendo concedidos no vácuo da lei e vigoram até ser considerados abusivos. “Decidem pagar e dão a justificativa de legalidade, enquanto o STF não disser que é ilegal. E a jurisprudência é não devolver o recebido”, afirma.
Salários reais de juízes estaduais e promotores ultrapassam o teto constitucional para os funcionários públicos  (Foto: Marco Vergotti e Felipe Yatabe)






Minha casa, minha vida

A mais recente vitória das categorias veio numa noite de setembro do ano passado. O ministro do Supremo Luiz Fux, ex-desembargador do Rio, determinou em liminar o pagamento de auxílio-moradia de R$ 4.377 a juízes federais sem “residência oficial à disposição”. Por esse princípio, só em São Paulo deveria haver 4.333 moradias oficiais para magistrados e membros do MP. A partir daí, apesar de o mérito da ação ainda não ter sido julgado, todos os 29.074 juízes e promotores do país passaram a ter direito ao benefício, uma despesa extra de R$ 1,53 bilhão ao ano em tempos de ajuste fiscal.

Nem todos concordam em usufruir esse benefício. O juiz do Trabalho Celso Fernando Karsburg, do Rio Grande do Sul, abriu mão do auxílio-moradia por considerá-lo “imoral, indecente e antiético”. Em artigo, escreveu que o direito existe desde 1979, mas ninguém o usava porque era “visto como algo indevido, para não dizer absurdo, imoral ou antiético”. Para ele, isso mudou quando se percebeu que o Executivo não concederia a reposição do poder aquisitivo perdido com a inflação. “O pagamento do auxílio-moradia, indistintamente a todos os juízes, ainda que previsto na Loman, é uma afronta a milhões de brasileiros que não fazem jus a esse ‘benefício’”, escreveu. No mesmo Rio Grande do Sul, os desembargadores João Barcelos e Carlos Roberto Caníbal também recusaram o benefício.

Em Goiás, Alan Conceição foi o único desembargador a abdicar da benesse. “Se tenho moradia própria, qual a razão de receber esse auxílio?”, questionou, ao jornal O Popular. Também recusou o auxílio-livro de R$ 2.600 e o carro ofici­al, como Geraldo Prado fizera, no Rio. Alans, Prados, Karsburgs, Barcelos e Caníbals são exceções. Em Mato Grosso, até os aposentados recebem ajuda para morar – a maioria em casa própria. O TJ rejeitou recurso do Estado e manteve o auxílio aos inativos, mesmo contrariando resolução do CNJ. 

Na Europa, as coisas são bem diferentes. Sem direito a carro com motorista, o juiz da Suprema Corte da Suécia Göran Lambertz pedala sua bicicleta 15 minutos até a estação de trem de Uppsala e enfrenta 40 minutos no vagão até Estocolmo, onde trabalha. Na última instância daquele país, Lambertz recebe € 10 mil mensais – R$ 33.700 – sem nenhum abono, auxílio-moradia ou alimentação. “Não almoço à custa do dinheiro do contribuinte. Luxo pago com dinheiro do contribuinte é imoral e antiético”, disse, em entrevista para o livroUm país sem excelências e mordomias, da jornalista brasileira Claudia Wallin, sobre a Suécia. Nenhum dos 16 juízes do Supremo do país tem secretário particular, só assistentes comuns ao colegiado.
 
T-Q-Q
A gama de benefícios é resquício de privilégios históricos. Nos primeiros anos do Brasil Colônia não havia Justiça organizada, e os donatários das Capitanias Hereditárias tinham jurisdição sobre suas terras. Em meados do século XVI, o rei de Portugal, Dom João III, estabeleceu um governo central e passou a nomear magistrados, formando uma classe fidalga cheia de privilégios, que defendia os interesses da Coroa. No Império, a Justiça continuaria a ser exercida por escolhidos do imperador. Com a Constituição Republicana de 1891, foram instituídas a vitaliciedade para juízes e a irredutibilidade de vencimentos. Era a tentativa de garantir autonomia e evitar perseguições aos que deveriam zelar pelo “bem comum”, não por interesses do imperador ou “coronéis”. Só em 1934 seria criado o concurso de seleção. O historiador do Direito Cássio Schubsky acreditava que a origem fidalga explica os ganhos e benefícios especiais. Juízes e promotores se definem como “membros” de seu órgão; “servidores” são os demais funcionários. As leis mudaram, mas hábitos e práticas do passado ainda determinam o status social da classe jurídica.

Esse status permite não apenas a reprodução de privilégios, mas a manutenção de um ritmo de trabalho único no Brasil. Juízes e promotores não têm uma rotina de trabalho como a iniciativa privada. Não há horário fixo ou ponto e se define o próprio expediente, frequentemente em apenas um turno. No TJ do Amazonas, é das 8 às 14 horas; no MP do Pará, a carga é de seis horas diárias; em Goiás, o magistrado opta pelo matutino ou vespertino; em São Paulo, o mínimo é de 13 às 19 horas; e, no Tocantins, a carga do promotor é de 35 horas semanais. Alguns atuam no gabinete ou fórum três ou quatro vezes por semana, no chamado “T-Q-Q” (terça-quarta-­quinta), em especial no interior – e mantêm residência na capital. O desembargador aposentado Geraldo Prado afirma que o “T-Q-Q era a regra” nos anos 1980, mas que a prática tem sido combatida.

Outra vantagem simboliza a diferença entre magistrados e promotores e os demais brasileiros: as férias. A lei garante um mês de descanso remunerado a todo trabalhador. Juízes e promotores têm 60 dias, além do recesso judicial, de 18 dias. Em 2014, essas pausas somaram 81 dias, 22% do ano, fora feriados. A origem do benefício é a lei da magistratura, de 1979. O Ministério Público adota o mesmo critério. “Não conheço nenhuma empresa que dê dois meses de férias. Eu mandaria meu currículo amanhã!”, afirma Bernardo Cavour, consultor de recursos humanos, sócio da Flow Executive Finders.

Eles recebem duas vezes no ano o adicional de férias de um terço. O TJ do Espírito Santo, o TJ e o MP do Paraná são ainda mais generosos: lá, o bônus é de 50%. Na soma, resulta em um 14o salário. Muitos TJs e MPs pagam gratificações de até um terço do salário a quem acumula função do colega de férias ou licença. De acordo com Costa, da AMB, a profissão tem carga laboral “insuportável”, de 1.400 processos por ano, e alto índice de doenças (13% dos magistrados tiveram licença remunerada por doença ou acidente no último ano). Costa afirma que as férias dobradas são compensação para fins de semana de sobreaviso. “Fora dos grandes centros não há plantão nos fóruns, só existe um juiz na maioria das comarcas, disponível dez meses do ano, inclusive fins de semana”, afirma Costa.

Além da sobrecarga financeira, o excesso de férias impacta processos. É comum uma ação ter, em seu curso, diversos juízes e promotores distintos, o que pode gerar paralisia, insegurança jurídica – diante de decisões divergentes – e encarregar da sentença alguém pouco familiarizado com a questão. Matematicamente, a redução das férias aumentaria a produção da Justiça em 8%, o equivalente a um mês de trabalho ao ano. A fórmula foi testada com sucesso em Portugal, onde juízes gozavam 60 dias até 2007. Diante da austeridade imposta pela crise, extinguiram-se os dois meses de repouso. Não há notícia de explosão de estresse, porém a produtividade cresceu 9%.

Se a prestação de serviço da Justiça aos cidadãos fosse rápida e exemplar, talvez a enorme lista de privilégios revelada por ÉPOCA fosse menos questionável. Mas a Justiça é lenta para 88% dos cidadãos, mostra a pesquisa O Judiciário segundo os brasileiros. O CNJ estipulou metas de produtividade, e os Tribunais reconhecem a necessidade de ser mais eficientes e expeditos. No ano passado, havia 95 milhões de processos na Justiça, e o acervo continua a crescer. Em 2014, os Tribunais estaduais, como um todo, não cumpriram nenhuma das cinco metas estipuladas, entre elas a de julgar quantidade maior de processos do que os distribuídos no ano. Com salários acima do teto, juízes e promotores precisam pôr os pés no chão e olhar ao redor. 


SALÁRIOS DE MAGISTRADOS E PROMOTORES

Saiba quanto ganham os juízes e membros do MP

AcreRondôniaRoraimaAmazonasParáAmapáMato GrossoMato Grosso do SulGoiásTocantinsDistrito FederalMaranhãoPiauíCearáRio Grande do NorteBahiaPernambucoSergipeAlagoasParaíbaMinas GeraisEspírito SantoRio de JaneiroSão PauloParanáSanta CatarinaRio Grande do SulAcreAmazonasRoraimaRondôniaParáAmapáMato GrossoMato Grosso do SulGoiásTocantinsDistrito FederalMaranhãoRio Grande do SulSanta CatarinaParanáSão PauloBahiaRio de JaneiroMinas GeraisEspírito SantoSergipePiauíCearáRio Grande do NorteAlagoasParaíbaPernambuco

SÃO PAULO

Tribunal de Justiça

SUBSÍDIO
SALÁRIO MÉDIO
R$ 43.690,00
Janeiro de 2015, amostra de 254 membros, ou 11% do total
SALÁRIO DO PRESIDENTE
JOSÉ RENATO NALINI
R$ 66.215,00
Janeiro de 2015
MEMBROS DO TJ
358 desembargadores
2.333
Auxílio-moradia
R$ 4.377,00
Auxílio-alimentação(1)
R$ 638,00
Plano de saúde
Não tem
Auxílio-educação
Não tem
Carros com motorista
460 (para desembargadores)
Vagas
Nos prédios de trabalho
Orçamento
R$ 8.427.298.492,00
Folha de pagamento
R$ 90.116.994,00 (2014)
Assistentes
4 para Desembargadores
 
1 para juízes
Adicional por trabalho no eleitoral(2)
Não informou
Licença-maternidade
180 dias
Férias(3)
60 dias por ano
Licença-prêmio
90 dias a cada cinco anos
Auxílio-mudança(4)
R$ 21.657,00
Em estudo no exterior
0
Recesso
20.dez.2014 a 6.jan.2015
  1. (1) Retroativo equivalente a R$ 56 mil mais correção por magistrado
  2. (2) Pago pelo TRE
  3. (3) Com dois abonos de um terço
  4. (4) Mediante comprovação de despesa, por promoção ou remoção de comarca

Ministério Público

SUBSÍDIO
SALÁRIO MÉDIO
R$ 40.255,00
SALÁRIO DO PROCURADOR GERAL
MARCIO FERNANDO ELIAS ROSA
R$ 42.826,00
Janeiro de 2015
MEMBROS DO MP
263
Auxílio-moradia
R$ 4.377,00
Auxílio-alimentação(1)
R$ 638,00
Plano de saúde
Não tem
Auxílio-educação
Não tem
Carros com motorista
11
Vagas
Nos prédios de trabalho
Orçamento
R$ 1.751.048.705,00
Folha de pagamento
R$ 57.543.470,00,00 (2014)
Assistentes
2
Adicional por trabalho no eleitoral(2)
R$ 4.041,00
Licença-maternidade
180 dias
Férias(3)
60 dias por ano
Licença-prêmio
90 dias a cada cinco anos
Auxílio-mudança(4)
R$ 22.797,00
Em estudo no exterior
0
Recesso
20.dez.2014 a 6.jan.2015
  1. (1) Retroativo equivalente a R$ 56 mil mais correção por magistrado
  2. (2) Pago pelo TRE
  3. (3) Com dois abonos de um terço
  4. (4) Mediante comprovação de despesa, por promoção ou remoção de comarca
  

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Promotor diz que vítima foi obrigada a amarrar amigas em estupro coletivo. Quem são os menores?

Os menores são acusados de sequestrar, estuprar e tentar matar quatro meninas, no dia 27 de maio.


Os quatros menores suspeitos de cometer o estupro coletivo contra quatro meninas em Castelo do Piauí estão sendo ouvidos nesta quinta-feira (11) pelo juiz Leonardo Brasileiro no Complexo de Defesa e Cidadania em Teresina.
Segundo as informações do Ministério Público divulgadas pelo portal G1, uma das meninas foi obrigada pelos criminosos a amarrar as amigas antes de serem estupradas e arremessadas do alto de um penhasco.
“Eles renderam essas moças quando elas estavam indo embora. Uma delas foi obrigada a amarrar as amigas com uma corda de rede e barbantes em um pé de caju. Após isso, espancaram elas até desmaiarem e a partir daí começaram os atos libidinosos”, disse o promotor Cesário de Oliveira, que teve acesso ao inquérito policial.
De acordo com o promotor, o homem identificado pela Polícia Civil como Adão José de Sousa, 40 anos - único adulto no grupo - participou efetivamente do crime articulando todos os atos de crueldade.
“Eu não tenho dúvidas da participação dele. Todos os atos de crueldade saíram da cabeça do Adão. Depois que as meninas foram arremessadas do alto do penhasco, ele (Adão) mandou os meninos verificar se estavam vivas e mandou que jogassem pedras na cabeça das que ainda balbuciavam”, relatou o promotor.
O caso
A mesma publicação lembra que no dia 27 de maio quatro adolescentes entre 15 e 17 anos foram estupradas, amarradas e espancadas. Uma das jovens, Danielly Rodrigues não resistiu aos graves ferimentos e morreu no início da noite de domingo (7), após 10 dias internada. Ela sofreu esmagamento do lado direito da face, lesões pelo pescoço e traumatismo torácico. Das outras três vítimas, apenas uma permanece internada no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e seu estado de saúde é estável.

Publicado em 10 de jun de 2015

Veja a reconstituição do estupro coletivo que aconteceu no Piauí.
Policias com a ajuda de um dos menores envolvidos no estupro coletivo que chocou o Brasil realizam a reconstituição do crime.
O menor explica em detalhes como foi toda a ação!

Quatro adolescentes foram alvo de um estupro coletivo seguido de tentativa de homicídio no Piauí. De acordo com o promotor Cesário Cavalcante Neto, responsável pela representação no caso, as meninas foram violentadas sexualmente por duas horas em uma forma de “rodízio”.

Os cinco suspeitos envolvidos no crime teriam amarrados as vítimas em um pé de caju, amordaçado, vendado, e em seguida foram se revezando para que todos estuprassem as meninas. Danielly Rodrigues Feitosa, uma das vítimas, não resistiu e morreu no último domingo (7) .

No último dia 27, as meninas, com idades entre 15 anos e 17 anos, foram em duas motos a um ponto turístico próximo à cidade para fazer fotografias. Elas foram abordadas pelos suspeitos quando desciam do local.

Segundo o promotor, depois que elas foram abusadas, os suspeitos arrastaram as garotas até um penhasco e as jogaram de uma altura de 10 metros. Depois desceram para conferir se elas estavam mortas e as feriram com pedradas ao perceber que ainda estavam acordadas. “Eu nunca vi um crime ser cometido, em grupo, com tanta crueldade. Os envolvidos confessaram de forma lúcida tudo o que praticaram”, afirmou.

Quatro menores foram apreendidos e um adulto preso, todos envolvidos no crime. Segundo o promotor, eles confessaram a participação e devem responder por, pelo menos, cinco crimes cada um. As meninas foram encontradas muito feridas em um local conhecido como Morro do Garrote, próximo à entrada de Castelo do Piauí, no interior do Estado.

O promotor acredita que Danielly tenha oferecido resistência. Quando foram encontradas, três garotas estavam totalmente vestidas, mas Danielly estava de shorts, porém sem calcinha.

A polícia trabalha na elaboração dos laudos para apurar se todas as vítimas foram violentadas sexualmente. As outras três vítimas seguem internadas. Duas estão no Hospital de Urgência de Teresina. As jovens, de 17 e 15 anos, não estão mais na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e se recuperam bem. A outra vítima, de 16 anos, foi a que teve ferimentos menos graves. A garota está internada em um hospital particular da região e também se recupera bem.

Os quatro adolescentes suspeitos eram conhecidos na cidade. Eles estão detidos no Centro de Internação Provisória de Teresina (CEIP) e Adão José de Sousa, de 40 anos, no presídio público da cidade.

Quem são os menores acusados de estupro coletivo no Piauí?

Um crime bárbaro que aconteceu em Castelo do Piauí, onde quatro meninas entre 15 e 17 anos foram brutalmente estupradas e mutiladas por quatro menores e um homem de 40 anos, está entre os assuntos mais comentados entre os brasileiros.
A acusação da autoria do crime recai sobre os adolescentes: B.F.O, 15 anos, G.V.S., 17 anos, I.V.I, 15 anos, e J.S.R, 16 anos. Eles são acusados de sequestrar, estuprar e tentar matar as meninas, em 27 de maio.
Diariamente manifestações exigindo punição severa e até execução sumária são alimentadas em redes sociais virtuais e também em rodas de conversa.
Segundo o site UOL, os garotos já tiveram diversos problemas de comportamento, envolvimento com drogas e passagens pela polícia.
Segundo o site apurou, os meninos não estudavam, pois tiveram vários problemas nas escolas que já frequentaram, com histórico de abandono dos estudos. São também semi-analfabetos, moram em lugares periféricos em situações de miséria, têm famílias desestruturadas, com histórias de loucuras, depressão, abusos, abandono, revolta e descontrole.
Ainda a reportagem destaca que os quatro também têm várias passagens pela polícia (com um deles com quase uma centena de conduções à delegacia local), além de serem usuários de drogas e assíduos frequentadores de lugares de venda de entorpecentes na cidade. Dois deles, inclusive, já tinham passagens pelo CEM (Centro Educacional Masculino), lugar de encarceramento de menores infratores do estado, em Teresina.
As famílias dos garotos relataram que estão com medo e duas delas já foram ameaçadas, após a grande revolta popular da cidade. Uma das famílias já tinha sido expulsa do bairro em que morava por conta das ações criminosas de um dos menores.
Os menores ainda não foram visitados por nenhum dos parentes e também não têm advogados.

COMENTÁRIO DO BLOG:

Por Emanuel Junior
 "De menor", antes de arrancar os seios das garotas, estuprar, espancar e jogar de cima de um morro nas pedras, já havia assaltado um posto de gasolina e baleado uma pessoa... se estivesse preso eles não teriam feitos isso com as garotas!
 

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O que o MBL, Movimento Brasil Livre, tem a dizer sobre isto: "Bonde do Rolê: Petrobrás, Lei Rouanet e a agência

"Bonde do Rolê: Petrobrás, Lei Rouanet e a agência. O que o MBL, Movimento Brasil Livre, tem a dizer sobre isto? 


Veja o envolvimento da PETROBRÁS no patrocínio direto da Banda "Bonde do Role" de Pedro D'Eyrot, um dos responsáveis pelo MBL - Movimento Brasil Livreque aparece apenas nesta foto ao lado do General Paulo Chagas, que com certeza, pensava tratar-se de um exemplo para a Juventude Brasileira. 

Não sabíamos do envolvimento dele e sua banda com os milhões desviados da Petrobrás....acompanhe mais um capítulo da novela "Petrolão". 

No artigo anterior mostramos um pouco das influências de Pedro D'Eyrot, um dos responsáveis pelo MBL - Movimento Brasil Livre, aqui:
http://defesa-hetero.blogspot.com/2015/05/movimento-brasil-livrembl-sera-que-seus.html#.VXin-PlViko, com o título: "MOVIMENTO BRASIL LIVRE (MBL): SERÁ QUE SEUS RESPONSÁVEIS DEFENDEM A DEMOCRACIA MESMO? ANALISE....".


Neste artigo, postaremos um pouco mais do envolvimento da PETROBRÁS, do PT e Outros com a banda "Bonde de Role", de Pedro D'Eyrot, mostrado na foto abaixo: 


Da esquerda para a direita: Renam A.F.dos Santos (MBL), General Paulo Chagas, Pedro D'Eyrot (MBL) e outros.   

Foto tirada em 26/05/15 em Brasília, véspera da entrega do PEDIDO DE IMPEACHMENT ao Dep. Fed. Eduardo Cunha por seus companheiros do MBL, após a MARCHA PELA LIBERDADE, promovida pelo MBL - MOVIMENTO BRASIL LIVRE.

Para começar, vamos relembrar o artigo anterior, onde apresentamos o envolvimento de alguns dos "cabeças" do MBL - Movimento Brasil Livre com falcatruas financeiras, e citamos também um dos seus responsáveis, domo da Banda "Bonde do Rolé", Pedro D'Eyrot, fazendo o seguinte:
1). APOLOGIA AO USO DA MACONHA, em sua foto publicada nas redes sociais:



2). No Facebook dele, a OFENSA A CULTO CRISTÃO:


 "Jesus Bleibet Meine Freude (significa: "Jesus alegria dos homens" em Alemão.Passando aqui pra desejar uma noite cheia de paz , esperança e bondade no coraçãde todos os homens". 


Isto foi em 31/7/2014. Nada a ver com o Natal. Pura zombaria e aviltação da figura de Jesus Cristo.

3).NOVA: E agora nos surge mais uma prova de sua discriminação religiosa, mostrando um Jesus Cristo numa cruz quebrada, aviltando a fé dos cristãos no SACRIFÍCIO DE CRISTO:

Foto do banner da propaganda do show anual feito em Goiânia pela Banda "Bonde do Role" de   Pedro D'Eyrot.


Portanto, não precisa pensar muito para se deduzir que Pedro D'Eyrot e sua banda estão aviltando o sacrifício de Jesus Cristo na Cruz do Calvário, desejando quebrar seus ensinos, representada por uma cruz quebrada ao meio. Isto expressa seu ódio por Jesus Cristo e consequentemente aos seus seguidores, através da violência expressa nas figuras acima e seus dizeres. Querem banalizar Jesus Cristo e zombar dos cristãos e do Cristianismo.

4). Mostramos também a letra da música que a banda de Pedro D'Eyrot canta fazendo APOLOGIA AO USO DA "COCAÍNA", postada em seu facebook, veja:
"V1d4 L0k4"
Amanhã estréia o novo video ViDa LoKA do @bondedorole !! Vai ser o video mais putanheiro e subversivo de toda a historia dessa banda!! Ja vai decorando a letra: "eu e meus amigo vamo abri uma padaria, não vai vendê pão pronto, só vai vendê FARINHA" - APOLOGIA AO USO DA COCAÍNA... a coisa está feia!

Veja no facebook dele: https://archive.is/njv2j .
Veja também o vídeo, COM DISCRIÇÃO, e preste atenção na letra da música no facebook de sua banda "Bonde de Rolê": https://archive.is/3Uod1 .

Veja com DISCRIÇÃO........Já de imediato, cena imprópria para menores de 18 anos......é isto que a banda de um dos líderes do MBL prega à juventude Brasileira.......


VOLTEMOS AO MBL - Movimento Brasil Livre

Agora, temos mais informações sobre o PEDRO D'ETROY, um dos líderes "ocultos" do MBL. Oculto? Por que será que só no dia da entrega do Pedido de Impeachment que ele apareceu?

A banda dele tem um agencia, que é a entidade que negocia os shows, apresentações, etc.

Esta agencia está 100% ligada à PETROBRAS, bem como se utiliza da Lei Rouanet para "eventos culturais"...
Bonde do Role: Petrobrás, Lei Rouanet e a agência chamada "A CONSTRUTURA MÚSICA E CULTURA".. 

O que o MBL, Movimento Brasil Livre, tem a dizer sobre isto?

Evento "cultural" BANANADA e  "A CONSTRUTORA MUSICA E CULTURA" patrocinado pela PETROBRÁS... R$2.500.000,00 (DOIS MILHÕES E QUINHENTOS MIL REAIS) SÓ NESTE EVENTO "CULTURAL"? SIM, PASMEM!


Patrocínio da Petrobras reconhece Festivais de Música Independente como pólos de produção e disseminação da cultura alternativa pelo Brasil.

2) "2007 - MÚSICA INDEPENDENTE – A nova era dos festivais via Lei Rouanet (íntegra aqui: http://goo.gl/qSuRki)

Fabrício Nobre, presidente da Abrafin – Associação Brasileira de Festivais Independentes, criada em dezembro de 2005 com o apoio do Sebrae (GO) e do Ministério do Trabalho através do SENAES (Secretaria Nacional da Economia Solidária), explica como se deu o processo: “Conseguimos esse patrocínio via edital público, num concurso público entre todos os tipos de festivais de música independente no país. O MinC, IMS e Petrobrás reconheceram os festivais independentes de música como fato transformador do cenário da música brasileira, um verdadeiro espaço para nossos artistas e para tradições às vezes esquecidas pela música de mercadoComo? Quer dizer que o Ministério da Cultura, o IMS e a Petrobrás apoiam a banda "na transformação da música brasileira" em APOLOGIAS À MACONHA, COCAÍNA na destruição de milhares de vidas de adolescentes e jovens? E ainda colabora com milhões de reais para a banda "Bonde do Rolê" AVILTAR SÍMBOLOS RELIGIOSOS, JESUS CRISTO, E DISSEMINAR ÓDIO AOS CRISTÃOS? com maconha, cocaína e incitar os seus fãs a odiarem Jesus Cristo e os cristãos com o dinheiro da Petrobrás e com o apoio do SEBRAE-GO, SENAES, Ministério da Cultura, e Cervejaria Sol?
...
“O patrocínio vai favorecer festivais como Abril Pro Rock (PE), Bananada (GO), Goiânia Noise Festival (GO), Do Sol (RN), Porão do Rock (DF), Demo Sul (PR), MADA (RN), Ruído (RJ), Eletronika (MG), Senhor Festival (DF), Calango (MT), Grito Rock (MT), BoomBahia (BA), Evidente (RJ), Jambolada (MG) e Varadouro (AC)”, explica Fabrício.
...
Bom Momento
A Petrobras está investindo R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) e a Cervejaria Sol mais 500 mil."

3) "2015 - Fabrício Nobre (íntegra aqui: http://goo.gl/McgNN1

Fabrício Nobre retornou, em julho 2013, ao empreendimento cultural, à Construtora Musica e Cultura, uma empresa gestora de carreiras artísticas / musicais e também uma agencia de “booking” de shows de artistas (Black Drawing Chalks, Bonde do Rolê, Boogarins, Hellbenders, e outros), que fundou em 2010 e geriu até final de 2011. Foi de março de 2012 a junho de 2013, Superintendente de Ação Cultural da Secretaria da Cultura do Estado de Goiás.

Dirige o FESTIVAL BANANADA , em Goiânia – GO, desde 1999. Fundou e presidiu a ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes) entre 2005 e 2010. Geriu o mais importante selo de rock independente do país das últimas duas décadas, a Monstro Discos, onde fez a produção artística e direção executiva de 12 edições do Goiânia Noise Festival".

  

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terça-feira, 9 de junho de 2015

Itália é considerada país mais intolerante da Europa



Publicado em 8 de jun de 2015

A Itália foi classificada como o país mais intolerante na Europa, em relação aos muçulmanos e aos romenos, também chamados Romani, ou ciganos. De acordo com uma pesquisa feita pelo Centro de Pesquisa Pew, em Washington, 86% dos italianos não suportam a etnia Romani, e apenas 9, em cada 100 pessoas, se mostraram tolerantes. O país das massas também conseguiu um outro primeiro lugar, quando se trata da intolerância em relação aos muçulmanos. Com 61%, a Itália bateu a Polônia em 5%.

  

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O significado das bandeiras dos países


Porque há um solzinho nas bandeiras da Argentina e do Uruguai? Por que a bandeira do Nepal tem aquele formato? É o que procuramos responder.

Desde que entramos no colégio, aprendemos a desenhar as bandeiras dos mais diversos países. Eventos como Olímpíadas e Copas do Mundo têm o poder de potencializar esta curiosidade a respeito do símbolo de cada país. Aprendemos desde cedo que a da França é azul, vermelha e branca, que a da Itália é verde, vermelha e branca, que a do Nepal não é diferente de todas, que a da Suíça é quadrada e lembra a da Cruz Vermelha. Mas por que estas bandeiras são assim?
Veja abaixo o significado de algumas bandeiras que você sempre quis saber porque são do jeito que são.
Turquia: a lua crescente e a estrela são os símbolos do Islã. Vários países da região no norte africano e Oriente Médio, como Argélia, Tunísia e Paquistão adotam esta combinação em suas bandeiras. No caso turco, uma hipótese muito aceita pela população é que Mustafa Ataturk, fundador da república turca, caminhava pelo campo após a batalha da independência do país e enxergou uma lua crescente e uma estrela no céu.
Libéria: a semelhança inequívoca com a bandeira dos Estados Unidos não é à toa: mostra a origem dos ex-escravos que fundaram o país.
Quênia: o curioso símbolo ao centro da bandeira, que parece um besouro a quem olha sem tanto cuidado, representa a etnia Maasai, que constitui a população do país. Trata-se de um escudo com duas lanças cruzadas.
Barbados: a bandeira do pequeno país caribenho chama a atenção pelo tridente ao centro. Ele representa a independência do país junto ao Reino Unido. O azul simboliza o mar e o dourado as areias das belas praias da ilha.
Uruguai: o desenho é inspirado na dos Estados Unidos, o que a diferencia da bandeira argentina. As noves listras em azul e branco representam os nove departamentos (espécie de estados) do país. Ambas têm dois pontos em comum: a cor celeste (que representa a cor do céu na região do Prata) e o Sol de Maio, símbolo da independência da Espanha – embora o Uruguai tenha se tornar um país após ficar independente do Brasil.
Japão: a bandeira japonesa parece uma das mais simplórias de todas, até descobrirmos o significado do círculo vermelho, que a torna uma das mais lindas do mundo: o de um nascer do sol, já que se trata da terra do sol nascente.
Nepal: por mais que seja um país minúsculo encravado em meio ao Himalaia, todos conhecemos o Nepal por conta do formato peculiar de sua bandeira. Ela é assim por ser resultado da junção de duas bandeirolas da dinastia Rana, que governava o país. A borda azul simboliza a paz, e a cor, que fica entre o rosa e o vermelho, é a cor nacional do Nepal.
Reino Unido: é uma mistura das bandeiras de Inglaterra, Escócia e País de Gales. O fundo azul com um “X” branco é escocês; a cruz em vermelha é inglesa; e o “X” vermelha dentro do “X” branco é norte-irlandês.
Mônaco e Polônia: os dois países tem bandeiras exatamente iguais: dividida horizontalmente em duas, com a parte superior vermelha, e a inferior branca. Os motivos, porém, são bem diferentes. No caso de Mônaco, as cores são as da Casa de Grimaldi, e datam do século XVII. No caso polonês, são as cores do país, determinadas no século XIX.
  

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Educação no Japão: crianças no Japão ajudam a entregar o lanche e a manter a limpeza na escola



No Japão limpeza se aprende nas escolas


Foto : Marcelo Hide / Fotos Públicas

Durante a Copa do Mundo do Brasil em 2014 foi nas arquibancadas e não nos gramados que os japoneses mais chamaram a atenção do mundo. Mesmo depois da sua seleção ter perdido a partida, torcedores japoneses segurando um saco plástico azul realizavam a coleta do lixo da arquibancada. A torcida japonesa recolhia todo o lixo deixando limpa a arquibancada para ser ocupada pela próxima torcida. Esse costume de limpar o próprio lixo na verdade é uma lição que faz parte dos ensinamentos da escola primária de todo o Japão.

No Japão crianças da escola primária realizam a limpeza da escola diariamente. Aprendem com 6 anos de idade apartir do primário que tudo que os alunos sujam tem que ser limpo por eles mesmo. E esse costume vem sendo assimilado como se fosse uma brincadeira com os colegas de classe. Todos os dias após o horário da merenda escolar os alunos tem quinze minutos para realizar a limpeza, os serviços ja são pre determinados de acordo com calendário passado pelo professor que orienta onde cada grupo tem que realizar a limpeza nesse dia.

Fotos dos alunos da escola primária Dyonan da cidade de Okazaki limpando a sala de aula.

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