quinta-feira, 12 de junho de 2014

O “MURO DE BERLIM” DA FOLHA DE S. PAULO


A Folha de S. Paulo comparou a proteção policial da seleção alemã em um trecho de 500 metros de uma rua na Bahia ao Muro de Berlim. A comparação é de péssimo gosto - e reveladora de desconhecimento histórico.

A seleção alemã de futebol está em concentração na Bahia, usando um campo na Vila Santo André. É o “campo de concentração” da seleção alemã. Piada que exagera no péssimo gosto – nojenta de verdade, não? Pois a Folha de S. Paulo escreveu uma não menos infeliz.
Os alemães já ficaram famosos na Copa de 2014 por construírem por si próprios um alojamento em 5 meses, por insatisfação com os hotéis e as condições no Brasil. Um recorde – e sem custos para o erário e o pagador de impostos brasileiro. Uma seleção que veio apenas para jogar futebol – e contra o Brasil – deixou um legado maior para o país do que os 7 anos de gestão do PT desde que o Brasil foi recrutado para sediar a Copa.
Como disse a voz da razão em anacolutos, Dilma Rousseff, os turistas não levarão daqui os aeroportos, os estádios ou os alojamentos que eles próprios se encarregam de construir para poder treinar.
Ou seja, não é uma notícia muito feliz para o PT. A militância petista, travestida de jornalistas em diversos pasquins que fazem as vezes do que se chama por estas paragens de “jornalismo”, precisava ter alguma notícia negativa para “compensar”. Como se sabe, do mensalão ao superfaturamento, o discurso do PT é sempre baseado no toi aussi – basta acusar que outro também fez coisas erradas (ainda que comparando elefantes com formigas, ainda que mentindo na acusação) e voilà, o mal se torna bem. Completamente justificável.
Escalado para a missão, o repórter da Folha em Santa Cruz Cabrália (BA) Fabio Victor encontrou motivo para reclamar: o alojamento isolou um trecho de 500 metros de uma ruazinha de terra no bairro Vila Santo André. O isolamento contou com a ajuda da PM.
Alguns jornalistas da Folha de S. Paulo, bastante empenhados em criticar a polícia per fas et per nefas, parecem crer que a polícia militar garantir a segurança de jogadores de seleções internacionais numa Copa do Mundo é algo digno de uma ditadura de coturnos em casernas. Citando outro jornalista, Fabio Victor dispara:
Jornalista que vive há dez anos na região, Léa Penteado faz um paralelo irônico. “Quando se comemoram os 25 anos da queda do Muro de Berlim, eles [os alemães] vêm pra cá e a PM comemora erguendo uma barreira que separa as duas partes da vila.”
Pior: o título da reportagem é Alemanha cria “muro de Berlim” na Bahia.
Afinal, parece que criar riquezas no país e garantir a segurança legal esperada para um evento como a Copa do Mundo é algo nocivo. Entregar crachás aos moradores da região para transitar pela rua é considerado humilhante (queríamos nós, paulistas, termos apenas de portar um crachá para trafegar pelas greves provocadas pelos amiguinhos da estrela vermelha para prejudicar eleitoralmente um governador tucano). Tudo com o estranho intuito de pintar os feitos (antes mesmo do início da Copa) da seleção alemã como negativos – nocivos mesmo.
Para isso, exageram morbidamente na comparação palavrosa. Já é um erro comparar negativamente com requintes de crueldade, como a famosa Lei de Godwin garantindo que discussões na internet sempre terminarão com associações ao nazismo.
Mas aí há também um movimento reverso: acredita-se que comparar uma demarcação temporária por pura segurança (apenas exigindo-se um crachá, o que acontece em qualquer evento usando vias públicas neste país há décadas sem mimimi e siricutico) pode ser feita com o Muro de Berlim.
Ninguém aceitaria de bom grado grado uma comparação com um campo de concentração como na “piada” forçada do primeiro parágrafo, comparando qualquer forma de segregação com os lugares mais parecidos que o planeta Terra já teve do inferno: os campos de concentração nacional-socialistas de Hitler (Auschwitz-Birkenau, Dachau, Sobibór, Treblinka etc), por ser uma comparação de extremo mau gosto – e falta de respeito pelos que morreram, sofreram, tiveram a vida, o espírito, as posses, a razão de viver tomada pelos nazistas.
Todavia, parece ser normal fazer “piadinha” com os campos socialistas de Pol-Pot, Mao Tsé-tung, Lenin, Stalin e afins. Ou com o “legado” do socialismo para o mundo.
A Folha de S. Paulo compara uma demarcação temporária em uma rua de terra de 500 metros não com “um muro”. O Muro de Berlim não foi só uma parede colocada em Berlim para delimitar uma linha imaginária dividindo um país, na qual se exigia um “crachá” para passar de um lado para outro.
Não: foi uma idéia do maior genocida de toda a história mundial, o líder comunista chinês Mao Tsé-tung, que sugeriu ao dirigente sociopata da Alemanha Oriental (a de esquerda, que não se livrou do totalitarismo e até hoje é mais pobre e com ranços xenofóbicos) Walter Ulbricht que construísse um muro “como a Muralha da China” para impedir que os pobres alemães, vigiados pela polícia política socialista, a assassiníssima Stasi, fugissem para a liberdade capitalista do outro lado.
Walter Ulbricht (que, como quase todo dirigente socialista fora Kruschev, morreu no cargo sem dividir ou disputar o poder completo sobre cada vida na Alemanha Oriental) não é estudado nos livros de história moderna entre os tiranos mais assassinos, genocidas, ricos e esquisitos do planeta. Seu sucedâneo, Erich Honecker, adorava luxos ocidentais (não largava um Nescafé por um minuto, amava cerveja ocidental e dava cigarros HB à sua esposa, todos proibidos à população do país), mas chamava o Muro de Berlim de “muro antifascista”, na velha retórica da esquerda de associar liberalismo contrário à concentração de poder no Estado com o poder de Estado completo, o fascismo.
Qualquer pessoa que se aproximasse do Muro passava a ser vigiada pela polícia. Tentativas de escalá-lo ou cavar túneis por baixo resultavam em fuzilamento imediato – ou com a polícia forçando asfixia nos túneis de maneira cruel. Até hoje há desaparecidos que tentaram enfrentá-lo, cujos corpos estão soterrados onde antes ficava esta pavorosa construção.
Quando se aprende sobre o Muro de Berlim, lembra-se apenas da sua queda, como se fosse apenas uma parede qualquer que foi “simbolicamente” derrubada, marcando o fim da Guerra Fria. Não foi. O muro era uma realidade concretíssima na Alemanha Oriental socialista. Não foi a queda de um símbolo: foram as paredes de uma prisão real sendo destruídas.
Se a esquerda tropical adora justificar a miséria cubana não colocando a culpa no socialismo monástico de Fidel Castro, mas no “embargo estadunidense”, deveria se lembrar do Muro de Berlim, uma das coisas mais bizarras do mundo: um muro feito pela própria esquerda para impedir que os cidadãos fugissem para o lado capitalista com sua liberdade e riqueza. Alguns destes mesmos esquerdistas reclamando do embargo hoje defenderiam com unhas e dentes o Muro de Berlim, se suficientemente em contato com a propaganda ditatorial que o justificava.
A Alemanha Oriental legou mais de 70 mil mortes de 1948 a 1987, com uma população de 16 milhões de pessoas (pouco menos do que a grande São Paulo – algo como assassinar quase inteiramente a população de Mairiporã). Em termos comparativos, em 21 anos de ditadura militar, o Brasil teve pouco mais de 500 mortos e mil desaparecidos. Alguém ousa fazer piadinha e comparação desnecessária com a ditadura brasileira – como quando a Folha foi criticada por anos pelo termo “ditabranda”?
Anne Applebaum, a autora do riquíssimo livro Gulag: Uma História dos Campos de ConcentraçãoSoviéticos (todos sabem o que foi Auschwitz, mas quantos sabem o que é um Gulag socialista, de onde muitas vezes os nazistas tiraram “inspiração” para suas máquinas de trabalho forçado e morte?), conta que teve a idéia de contar ao Ocidente a não-estudada história do Gulag por ver, em uma ponte em Praga, turistas ocidentais achando graça de comprar velhas bugigangas com símbolos socialistas, como a foice e o martelo, e usarem aos risos. Qualquer uma dessas pessoas teria nojo até mesmo de encostar em um broche com uma suástica – mas tratam como um mero arcaísmo um regime ainda mais assassino, xenófobo, racista, homofóbico e totalitário.
O problema não é nem a Folha de S. Paulo permitir uma matéria com um verdadeiro descoco de comparação, típica de “inocentes” acreditando-se informadores, crendo-se apenas exagerada ou de mau gosto. O problema é que o maior jornal do país, que tem um cabedal de jornalistas das mais variadas estirpes e tendências (o que causa o efeito colateral de não evitar críticas de simplesmente nenhum lado), deveria se informar mais ele próprio antes de dizer uma coisa dessas.
Afirmar que a seleção alemã fez um “Auschwitz” ao pedir proteção da polícia em uma rua (quando, por exemplo, membros da seleção da Bósnia já quase sofreram um assalto no Guarujá) seria considerado ofensivo até a última gota – não com os pobres moradores da Vila Santo André com seus crachás, mas aos judeus que sofreram e morreram no campo de concentração polonês, cujas horrendas mortes devem ser lembradas pelo que foram, para não serem repetidas por eufemistadores e revisionistas de plantão.
Foi um dos maiores guerreiros da liberdade de todos os tempos, o presidente republicano americano Ronald Reagan, que fez o discurso que mais animou alemães de ambos os lados que tiveram suas famílias separadas, sua esperança destruída mesmo depois da ameaça nazista e seu sonho de ver um mundo livre da tirania do “Estado corretor em busca da sociedade perfeita” destruído pelos socialistas que criaram o Muro de Berlim. É dele a célebre frase que virou expressão corrente de libertação na língua inglesa: Tear down the wall.


Ao comparar uma proteção policial com o Muro de Berlim, a Folha de S. Paulo parece cair na esparrela em que cai o jornalismo brasileiro pela zilionésima vez em uma semana: comparar tudo o que é ruim no mundo ao nazismo, mas “esquecer” ou tratar com muito menor importância as mortes do socialismo, infinitamente mais presente em nossas vidas (inclusive no Brasil) e cujas mortes são contadas numa montanha de cadáveres no mínimo 5 vezes maior.
Mais respeito com as vítimas do comunismo e do Muro de Berlim, para que a esquerda não use novamente de linguagem eufemística para suas tentações de concentração de poder “corretivo e distributivista” no Estado e novamente justifique medidas assassinas como essa com base no toi aussi - “se eles podem fechar uma rua por um mês, nós podemos construir um muro para impedir que as pessoas fujam de nosso paraíso igualitário”.

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quarta-feira, 11 de junho de 2014

"ARTISTAS" Cínicos, Viciados, Otários & Viados!




"É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda; admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar: bons cachês em moeda forte; ausência de censura e consumismo burguês. Trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola."

(Roberto Campos)







Já sabemos quem foram os integrantes dos black bostas, que estavam lá, financiados para fazer a baderna e matar inocentes...

 Lula e a Zelite Comunista

A cínica e quadrilheira esquerda caviar - O Zé








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GUERRILHEIROS ESTRANGEIROS INVADEM A ZONA URBANA DE SÃO PAULO E TODO O BRASIL

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,estrangeiros-ja-sao-2-mil-em-ocupacoes-e-engrossam-atos-as-vesperas-da-copa-imp-,O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,estrangeiros-ja-sao-2-mil-em-ocupacoes-e-engrossam-atos-as-vesperas-da-copa-imp-,1507593 
Grupo de sem-teto invade igreja Nossa Senhora do Carmo durante protesto
São Paulo - No prédio do antigo Cine Marrocos, na região central de São Paulo, 475 famílias pagam R$ 200 mensais ao Movimento dos Sem Teto do Sacomã (MSTS), criado em setembro de 2013 e responsável por sete ocupações. Dos sete andares, três estão reservados só para estrangeiros. Haitianos, o grupo mais numeroso, somam 52 famílias e ficam no segundo pavimento. Camaroneses e dominicanos estão logo acima, no terceiro. No quarto ficam peruanos, bolivianos e venezuelanos. Gays e travestis foram agrupados no quinto andar.
Às vésperas da Copa do Mundo, estrangeiros moradores de ocupações, incluindo imigrantes de Serra Leoa e de Cabo Verde que participaram de conflitos armados em seus países, estão escalados na linha de frente dos protestos de sem-teto marcados para acontecer na cidade a partir de terça-feira.
Atualmente, 17 movimentos de luta por moradia - entre eles Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Luta por Moradia Digna (LMD), Movimento Moradia Para Todos (MMPT) e Frente de Luta por Moradia (FLM) - pressionam vereadores a incluir no novo Plano Diretor proposta que reserva novos terrenos para a construção de conjuntos populares, até mesmo em áreas nobres e de preservação ambiental. Os atos prometem mais uma vez parar o centro, como vem acontecendo há três meses.
Para conseguir entrar em algum programa habitacional, como o Minha Casa Minha Vida, porém, o estrangeiro precisa ter pelo menos 5 anos de residência fixa e legal no Brasil, além de filho matriculado em escola, entre outras exigências. É essa esperança que move o haitiano Wadson Jean, de 34 anos. No País desde 2011, ele quer arrumar logo uma mulher e ter um filho. Jean mora no prédio do Cine Marrocos desde o fim do ano passado e já viveu em duas favelas. "Não perco um protesto", afirma o haitiano.
Os principais movimentos estimam que africanos e latinos representem hoje 10% dos moradores dos 50 prédios da região central que viraram ocupações desde outubro de 2012. Segundo a Prefeitura, são 20 mil moradores fixos nos edifícios - 2 mil são estrangeiros.
Africanos que perambularam nos últimos anos em favelas da zona leste encontraram refúgio nos prédios invadidos do centro, onde as mensalidades cobradas dos movimentos de sem-teto variam de R$ 30 a R$ 220, valores bem mais baixos do que o aluguel na periferia. O mesmo aconteceu com bolivianos e peruanos que moravam em cortiços e pensões na região central.
Os camaroneses também não param de chegar às ocupações. Sylvie Aristide Tchocgnia, de 30 anos, está no País desde 2012. Em seu apartamento de 30 metros quadrados no Cine Marrocos chama a atenção um longo sofá vermelho e dois tapetes aveludados verdes, com estampa de tigre. "Minha patroa que deu o sofá. Ela veio aqui. Nem acreditou na organização do prédio, na limpeza. Os tapetes eu trouxe de Garoua", relata a camaronesa, citando sua cidade natal.
Sylvie mora com a filha de 3 anos e trabalha na limpeza de uma galeria comercial da Rua São Bento. Antes, ela morou por 15 meses em uma favela no Jaçanã, na zona norte. "O pessoal nos bairros tem preconceito com a gente", diz.
Sonho
Os estrangeiros também ocupam andares inteiros no número 138 da Rua Marconi, no 10 da Avenida Rio Branco e no 908 da Avenida Ipiranga. Eles afirmam se sentir mais "confortáveis" com pessoas da mesma nacionalidade. Muitos dizem ter sofrido preconceito em outras áreas da cidade.
A divisão, segundo as lideranças, facilita a convivência das famílias e a divisão de tarefas. "São pessoas sofridas. Chegaram ao País sem condição de trabalhar ou alugar um imóvel. Eles se sentem mais amparados quando estão perto de parentes", afirma a líder Welita Caetano, de 29 anos.
Prestes a completar 5 anos de Brasil no dia 9 de setembro, o casal de peruanos Carmem Paredes, de 32 anos, e seu marido, Richard Torres, de 33, não deseja mais nada na vida além de uma casa própria. Eles moram com o filho, Luis Gustavo, de 4 anos, e nunca faltam em protestos do MSTS. "Quando não consigo ir, por causa do filho, meu marido vai. A gente não falta em nenhum. O próprio artigo 6º da Constituição assegura moradia a todos os cidadãos do País, não diz que estrangeiro não pode", afirma Carmem, repetindo um mantra adotado pelos moradores de ocupações do centro.
O texto constitucional é repetido também pelos moradores de andares reservados a homossexuais e idosos. "Eu fiquei 15 dias acampado na frente da Prefeitura no ano passado, quando cortaram nossa luz. Eu vou para todo protesto. Todo mundo tem direito à moradia digna", diz Alessandro Feitosa, de 38 anos, que trabalha no Aeroporto de Cumbica e decorou seu quarto no Cine Marrocos com capas de gibis. Antes ele morava em um albergue na zona norte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

26.mar.2014 - Integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) percorrem a avenida Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, na manhã desta quarta-feira (16), em marcha rumo à Prefeitura de São Paulo, no centro da cidade, por melhores condições de moradia

Grupo de aproximadamente 500 manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, de acordo com a Polícia Militar, protestou na manhã desta quarta-feira (26) desde o Largo do Batata, zona oeste da capital paulista, até a Prefeitura de São Paulo. O movimento, que reivindica melhores condições de moradia, espera reunir mais de 5.000 pessoas vindas das principais ocupações da cidade: Dona Deda, Capadócia, Faixa de Gaza, Estaiadinha e Nova Palestina.

A passeata percorreu as avenidas Faria Lima, Rebouças, Consolação e terminou em frente à prefeitura, no centro da capital. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) orienta os motoristas a evitar esses locais.

Francisco Gomes Roldan, um dos coordenadores da ocupação Nova Palestina, disse que o objetivo do protesto é cobrar do prefeito Fernando Haddad a revogação do decreto municipal que destina a área da Nova Palestina ao interesse social. A área será destinada à construção de um parque. Mas os sem teto querem que a área se interesse da habitação. "Vamos exigir que ele [Haddad} cumpra o que foi acordado na última reunião", disse.

De acordo com Roldan, na área da Nova Palestina vivem, atualmente, 10 mil pessoas. Outra reivindicação é o avanço em projetos habitacionais nas áreas do Campo Limpo e Paraisópolis. O movimento também pede que os gestores da prefeitura não entre com ações de despejo em áreas ocupadas.







1º - GUERRILHEIROS ESTRANGEIROS INVADEM A ZONA URBANA DE SÃO PAULO E TODO O BRASIL (aqui)
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2º - O HAITI É AQUI! LEIA A TRAMA DE UMA GUERRA PARA MATAR O POVO BRASILEIRO (aqui)
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3º - HAITIANOS JÁ TEM TÍTULO DE ELEITOR E FORAM INSTRUÍDOS A VOTAR NO PT (aqui)
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4º - VÍRUS EBOLA ENTROU NO BRASIL??? (aqui)
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5º - ALERTA GERAL: VINTE MIL HOMENS VINDOS DO HAITI EM IDADE MILITAR ESTÃO AQUI NO BRASIL! (aqui)
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6º - GOVERNO BRASILEIRO REFORÇA VIGILÂNCIA CONTRA VÍRUS EBOLA EM PORTOS E AEROPORTOS (aqui)


ARTISTAS FAZEM PINTURAS NO INTERIOR DO PRÉDIO DO CINE MARROCOS, NO CENTRO

Local é ocupado por famílias sem-teto desde novembro de 2013.
Grupo afirma que pretende utilizar o local como 'espaço cultural'.

17/02/2014 14h22 - Atualizado em 17/02/2014 18h25
Um grupo de artistas fez pinturas no interior do prédio do antigo Cine Marrocos, no Centro de São Paulo, no domingo (16). O local está ocupado por famílias do Movimento dos Sem-Teto do Sacomã (MSTS) desde novembro de 2013.
A intervenção foi organizada pela internet, em um evento aberto organizado pelo grupo Sap Crew e pelo artista Marcelo Zamulko, conhecido como “Vida”. Ele conta que a organização foi feita em parceria com membros da ocupação do prédio.
“O primeiro andar será transformado em ambiente cultural, onde serão feitas oficinas de diversas atividades artísticas, inaugurando com as de grafite", diz ele sobre os planos para o local. Em novembro, época da invasão do edifício pelo Movimento dos Sem-Teto do Sacomã (MSTS), a prefeitura planejava usar o prédio como futura sede da Secretaria Municipal de Educação.
Procurada pelo G1 na manhã desta segunda-feira (17), a prefeitura afirma que "o Cine Marrocos foi adquirido pela Secretaria Municipal de Educação para abrigar equipamento público e não será destinado a Habitação de Interesse Social". (Leia a íntegra da nota no final da reportagem)
Segundo Zamulko, no fim de semana cerca de 100 grafiteiros pintaram o térreo e o primeiro pavimento do edifício com o objetivo de “levar arte e cores ao Cine Marrocos e despertar o interesse cultural dos ocupantes”.


O grupo pretende que também seja feita no local uma biblioteca "com um acervo de livros doados, [cursos de] alfabetização de adultos e aulas de inglês para os ocupantes", diz Zamulko.



As pinturas foram feitas no 1º andar e em parte da sala de projeção. Segundo o MSTS, o 1º andar abrigará um espaço cultural para o movimento. O edifício foi desapropriado e cedido para a Secretaria Municial de Educação antes de ser ocupado pelo grupo. (Foto: Victor Moriyama/G1)
As pinturas foram feitas no 1º andar e em parte

da sala de projeção (Foto: Victor Moriyama/G1)
Outro grafiteiro que participou da intervenção foi Arthur Subtu. “Eles tinham um espaço determinado no primeiro andar [para as pinturas], mas foi mais gente do que o previsto. Então, eles abriram outro espaço também e ficaram dois ambientes”, afirma Arthur, explicando que as pinturas também foram feitas em “uma sala um pouco antes de onde ficava o cinema e também numa espécie de corredor”. “Onde era o cinema também teve algumas coisas”, diz.


Subtu conta que ninguém tinha autorização para subir aos andares superiores, e acrescenta que os organizadores da ocupação também estavam presentes, identificados com camisetas. Os artistas podiam escolher o tema de suas pinturas. Arthur fez uma pintura com a mensagem “o Brasil não valoriza sua cultura”.



Veja a íntegra da nota da prefeitura:


"O Cine Marrocos foi adquirido pela Secretaria Municipal de Educação para abrigar equipamento público e não será destinado a Habitação de Interesse Social. Reforçamos que a Secretaria de Habitação mantém um canal de diálogo aberto e permanente com as lideranças da ocupação e estuda a melhor forma para a desocupação do local. O prédio do Cine Marrocos encontra-se em péssimo estado de conservação, inclusive a rede elétrica, que apresenta fiação exposta.



Ainda, as famílias poderão se inscrever nos programas habitacionais da Secretaria Municipal de Habitação e aguardar atendimento habitacional. Não haverá atendimento prioritário apenas por terem ocupado o prédio. Atualmente, 130 mil famílias estão cadastradas e aguardam atendimento habitacional."


Setor de cultura do MSTS convidou artistas para ação no edifício. G1 acompanhou pinturas no domingo (16).



 

Clique aqui nas FOTOS: 

Grafiteiros colorem antigo cinema ocupado por sem-teto em São Paulo


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SENSACIONAL ACHADO DA SHELL...VALE A PENA LER




ISTO É HISTÓRIA

Carta à Shell - 1986 - Relíquia histórica

CARTA ENVIADA À SHELL NOS ANOS 80
Este fato é verdadeiro. A Shell tem a carta arquivada.

Isto é FANTÁSTICO. NÃO TEM PREÇO, UMA RARIDADE

A empresa Shell abriu seus arquivos e veio a conhecer o conteúdo e uma carta enviada por um consumidor, nos anos 80, ao seu Serviço de Atendimento ao Consumidor. Ela está transcrita na sua forma original, inclusive com os erros gramaticais. 

Conheça a carta:

Olá!Tenho um Corcel II 1986 a álco e sou cliente dos posto Shell.

Não abasteço em nenhum otro posto há mais de 5 ano. Tô escrevendo porque tô com uma dúvida na qual acho que vocês são os mais indicado a me ajuda. A questã é que tô progamando uma viage para domingo dia 27/10. Nesse dia será realizado o 2º turno das eleição e mais uma vez vai tê a proibição de venda de alco da meia noite até a meia noite de domingo. A chamada lei seca. Mas o trajeto que pretendo percorre no domingo é muito maior do que cabe de alco no tanque do meu carro, já que não vai tê venda de alco, vô te que carrega em alguma vasilha o resto que segundo meus cálculo é um tanque e meio quase 100 litro.

Gostaria de sabe qual a vasilha mais segura pra transporta o alco ou se tem alguma outra solução pro meu pobrema. Pensei em talvez abastece com gasolina por que a proibição de venda é so de alco pelo que eu vi.

Caso a solução seja mesmo a de transporta o combustive a se usado, gostaria de sabe se algum posto de vocês na região da Grande ABC poderia faze um desconto por que eu vo está comprando mais de 150 Litro de alco no sábado.

Conto com a ajuda de vocês. 

Assinado:
Luis Inacio da Silva
Torneiro Mecânico

São Bernardo do Campo/SP

Resposta da SHELL:

Prezado Sr. Luis Inácio da Silva
Em retorno à sua carta, gostaríamos de esclarecer que a lei a que o senhor se refere, proíbe apenas a venda de bebidas alcoólicas nos dias de eleições e não a de combustíveis automotores.

Shell Brasil S.A. Petróleo 

E essa anta ainda foi presidente do Brasil e, se bobearmos, será de novo. Que povinho, para eleger um analfabeto desses para cuidar de nosso país!!!

Bêbado Mijado




Bêbado ataca Pelé










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