domingo, 26 de janeiro de 2014

PROMOTOR DE JUSTIÇA FAZ APELO A LUCIANO CARTAXO: “PELO AMOR DE DEUS, PARE COM ESSAS FESTAS!” EM JP


Promotor Marinho Mendes diz que as festas promovidas pela gestão de Cartaxo estão “matando sonhos de famílias simples”

Política 25/01/2014 às 12:12
Acusado por vereadores de oposição de ‘torrar’ muito dinheiro público com a realização de festas na cidade de João Pessoa, o prefeito Luciano Cartaxo (PT) acaba de ganhar mais um crítico. Em artigo publicado neste sábado (25), no blog do conceituado jornalista Tião Lucena, o promotor de justiça Marinho Mendes censurou publicamente a política de ‘pão & circo’ implantada pelo gestor petista na capital paraibana.


Em seu artigo, Marinho Mendes, que atua como promotor da Infância e da Juventude na cidade de Bayeux, acusa Cartaxo de “matar sonhos de famílias simples” e faz um apelo dramático ao prefeito petista: “pelo amor de Deus, pare com essas festas!”.


O promotor de Justiça lembra que, em apenas 50 dias, Luciano Cartaxo “atirou no lixo a estonteante quantia de R$ 1.057.244” com a realização de festas. Para Marinho Mendes, o dinheiro gasto pelos cofres públicos de João Pessoa poderia “abrir oportunidades” e “criar possibilidades” de implantação de políticas públicas que possibilitem a formação de “uma mocidade sadia”.


Zenaldo Coutinho Prefeito de Belém - Prefeito da cidade mais barulhenta do Brasil


A CIDADE DO BREGA E DAS APARELHAGENS SONORAS!
O Estado do Pará e Belém, a capital do Estado, têm os piores índices do Brasil e do Mundo, tais como:
  1. A Capital Nacional do Barulho/Poluição Sonora e a Prefeitura de Belém (Prefeito Zenaldo Coutinho) e o Governo do Estado (Governador Simão Jatene), ambos do PSDB, ainda patrocinam esses crimes com festas e aparelhagens sonoras "treme terra" em praças e logradouros públicos que resulta em outros crimes, tais como, dano/destruição do patrimônio histórico e outros;
  2. Belém é uma cidade pobre e com verbas milionárias para festas;
  3. Pior IDH do Brasil e qualidade de vida péssima; 
  4. Pior índice de Saneamento Básico do Brasil;
  5. Um dos piores trânsitos urbano;  
  6. Com altos índices de violência, 23ª cidade mais violenta do mundo, homicídios, estupros, pedofilia; 
  7. Um dos piores índices de educação, isso já sendo no pior país do mundo em educação - o Brasil;
  8. A cidade que mais dá bebidas alcoólicas e drogas à suas crianças.

VEJAM O TEOR!

“Atenda minha simplória petição clamorosa! Rogo! pare com essas festas terrivelmente danosas à construção de uma mocidade sadia, e com essas fortunas, crie eventos educativos por meses a fio para esse público, construa centros da juventude, edifique escolas profissionalizantes de ponta em cada bairro populoso, para atender regiões... Funde a universidade municipal para a pobreza”, diz o promotor da Infância e da Juventude.


“Imploro! Pare com essas festas! já que elas estão condenando milhares de crianças e adolescentes à desonra, à ignomínia, à infâmia do atraso, do sepultamento de sonhos. Não é sensacionalismo, lhe convido para passar um dia no meu gabinete e verás a violência que são suas farras, pagas com os impostos que deviam servir a esse povo que o comedido e discreto mandatário jurou publicamente tirar das trevas da ignorância e da lama da miséria”, acrescenta Marinho Mendes.




Leia abaixo na íntegra o artigo do promotor Marinho Mendes publicado no blog de Tião Lucena. Fonte: (aqui)



Senhor Prefeito, seja piedoso, pelo amor de Deus, pare com essas festas



Prefeito Luciano Cartaxo, nunca lhe pedi nada, nem o conheço pessoalmente, nunca o vi, mas ouso lhe encaminhar da forma mais humilde, com a alma tocada de tristeza e com o mais agudo desalento (acreditava muito na sua sensibilidade e benevolência, mas não fio mais), a mais comedida e despretensiosa súplica: Pelo amor de Deus, pare com essas festas!



Sr. Alcaide, sou Promotor da Infância e da Juventude na cidade de Bayeux, talvez Vossa Excelência não saiba, mas sou. Quiça esse Burgomestre não tenha ciência, que lá na minha sala, passam dezenas de mães desesperadas, de pais enlouquecidos, com olhares perdidos, desorientados, com a auto-estima destruída, desesperançados, uma vez que filhas e filhos adolescentes, entre os 12 e 14 anos, simplesmente amanhecem o dia nessas suas folganças e outras simplesmente desaparecem, são aliciadas para motéis, arranjam colegas nessas festas e ficam com homens novos e velhos e outras se encharcam de drogas de todos os naipes, mas o Senhor não tá nem aí e eu que pensava na sua benignidade, tô um fosso de desapontamento.



A mídia noticiou, que somente nos primeiros 50 dias do seu mandato, o erário pessoense atirou no lixo (penso desta forma), a estonteante quantia de R$ 1.057.244 e que esse Cacutu desembolsou do dinheiro desse povo pobre e carente, mais de meio milhão de reais para duas bandas de nomes estrambóticos, Natirus e Sambô. Aqui prá nós: se esse dinheiro fosse seu, você contrataria por esse valor esses conjuntos musicais? É óbvio que o senhor balançaria a cabeça negativamente.




Caro Administrante, suas festas estão matando sonhos de famílias simples, uma mãe modesta ao extremo, teve sua filha de 13 anos atraída por um morador de bairro nobre e lá na sua casa, deflorou a quase criança. Ambas estão com impiedosa depressão. Mas o estupro descarado não foi com ninguém próximo, importante! Enquanto estupros coletivos são praticados nas augustas areias, aí onde o superintende máximo adora gastar os recursos que mataria fome, sede e exterminaria vergonhas, isto sem dó e sem compaixão, afinal, não são seus mesmo. Ao tempo que outras mancebas passam dias fora de casa, outras trazem “amigas” para suas casas ao alvedrio dos pais, todas vítimas dos seus festejos (hoje tive que retirar duas de Bayeux e solicitar ao Conselho tutelar que fosse deixá-las em seus aconchegos, onde encontraram mães com as mãos na cabeça) e daí minha meu pirronismo nesse gestor.



A imprensa do nosso sublime torrão nada notícia de políticas públicas para crianças e adolescentes. Quanto dinheiro que poderia abrir oportunidades, criar possibilidades de resgates, de acesso, tornar sonhos acalentados pelos necessitados realidade. Pasmem! gera efeito contrário, pois auxilia essa juventude a cada dia, ébria pelo ópio da sua propaganda e sem visibilidade do veneno que o senhor a oferece, eufórica, se entrega aos prazeres sexuais precoces, às drogas, causando estragos indeléveis em suas vidas e no seio das suas famílias esfaceladas, já que os reflexos dos seus folguedos, repercutem no interior desses lares, cujas faíscas vão afundando-os a cada dia.



Atenda minha simplória petição clamorosa! Rogo! pare com essas festas terrivelmente danosas à construção de uma mocidade sadia, e com essas fortunas, crie eventos educativos por meses a fio para esse público, construa centros da juventude, edifique escolas profissionalizantes de ponta em cada bairro populoso, para atender regiões carentes da comuna, funde a universidade municipal para a pobreza, também eleve com esmero e amor centros de tratamento de dependentes químicos, casas de acolhimento e de passagem para situações extraordinárias de abandono, riscos e vulnerabilidades, forneça transportes de qualidade grátis para participação em eventos culturais, educacionais, de construção de identidade, invente, planeje, projete. Fazer festas qualquer pródigo fanfarrão e exibicionista sabe fazer, notadamente quando o dinheiro não é dele.



Imploro! Pare com essas festas! já que elas estão condenando milhares de crianças e adolescentes à desonra, à ignomínia, à infâmia do atraso, do sepultamento de sonhos. Não é sensacionalismo, lhe convido para passar um dia no meu gabinete e verás a violência que são suas farras, pagas com os impostos que deviam servir à esse povo que o comedido e discreto mandatário jurou publicamente tirar das trevas da ignorância e da lama da miséria.



Venha conhecer os adolescentes sem nada, daqui de Bayeux e daí de Jampa, do Valentina, dos Cangotes, dos Rabos das Bestas, das Curvas dos “SS”, das vergonhosas cracolândias bem pertinho do Paço onde o gerente público tem pomposo gabinete, aí bem no coração da cidade de Nossa Senhora das Neves, e nas suas belas praias e sem dúvida, o maioral da administração pessoense se convencerá e cabisbaixo, vencido pelo pudor de nada ter feito por esse segmento, exclamará: “Marinho, você tem razão, quem quiser festa que pague, pois honra, caráter, honestidade, também passa por não se locupletar de divertimentos bancados com o dinheiro da massa famélica e ávida de instrução, e dirá ainda mais: Marinho, onde eu estava que não vislumbrei essas crianças e adolescentes desvalidos, que perdi um ano e nada fiz, nada gerei em seu favor e meus auxiliares também só viram sombras, trevas, não tiveram olhos para vê-los, e então acolherá o meu grito desesperado, mandando parar os descabidos saraus, antes que o descrédito seja geral e mais, dentro da minha reduzida esfera de atribuições, irei responsabilizar sua administração pelos danos irreparáveis causados a esses infantes e às suas famílias dignas dos seus olhares.

Paraíba Já

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O Brasil já é isso:
































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O PT ESTÁ ISLAMIZANDO O BRASIL!!!
O mal progride rapidamente – a porta é larga!!! (aqui)


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1º - NÃO AO MOVIMENTO DE APOLOGIA À PEDOFILIA - Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que põem as trevas por luz, e a luz por trevas! Isaias 5:20 (aqui)

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JEAN WYLLYS O BANDIDO REVELADO -    E MUITO AMADO - EM UM PAÍS VERGONHOSO!

"OS ORIXÁS ME DERAM ESTE MANDATO", DIZ DEPUTADO JEAN WYLLYS. ESTADO LAICO?




Pastor Feliciano posta vídeo no twitter
 

NOTÍCIAS DE PORTUGAL! FAMÍLIA DO SOBREVIVENTE DO MECO CONTA COMO FOI ACIDENTE


Fotografia © Vitor Rios - Global Imagens

AS PRAXES (UMA ESPECIE DE TROTE EM PORTUGAL) OU UMA EXPERIÊNCIA MORTAL

A família do sobrevivente do acidente com uma onda na praia do Meco, em Sesimbra, em dezembro do ano passado, declarou esta sexta-feira que o jovem "prestará todos os esclarecimentos" no "local certo e perante as instâncias competentes".

Num carta enviada ontem à Lusa, a família de João Miguel Gouveia, o único sobrevivente do grupo de sete estudantes, sublinha: "Mais do que ninguém, ele deseja que tal ocorra", referindo-se aos esclarecimentos.

"No local certo e perante as instâncias competentes, no tempo necessário para que todas as diligências sejam efetuadas, o sobrevivente prestará todos os esclarecimentos", sustentam os familiares do jovem, que até agora se tem remetido ao silêncio.



Os seis jovens que morreram na praia do Meco faziam parte de um grupo de estudantes universitários que tinham alugado uma casa na zona para passar o fim de semana.
Segundo as autoridades, uma onda arrastou-os na madrugada de 15 de dezembro, mas um dos universitários conseguiu sobreviver e dar o alerta. Os corpos dos restantes foram encontrados nos dias que se seguiram.

Os familiares das seis vítimas apelaram no passado fim de semana para que o único sobrevivente esclareça as famílias das vítimas sobre as circunstâncias em que ocorreu a tragédia.

Esta semana, a Procuradoria-Geral da República anunciou que o procurador coordenador do Círculo de Almada chamou a si o inquérito relativo a este caso e que o processo está em segredo de justiça.

Na extensa carta enviada ontem à agência Lusa, os familiares de João Miguel Gouveia sustentam que "desde o primeiro dia, mesmo em choque, o sobrevivente colaborou com as autoridades seja para contactar as outras famílias, seja para dar indicações sobre o que sucedeu".



A família diz que "os jovens reunidos não conheciam a zona, realizaram alguns percursos a pé e deslocaram-se também até à praia. Pousaram os objetos que traziam no areal e, conversando, passearam na areia. Pararam acima da zona de rebentação e vários sentaram-se".

"Sem que se apercebessem, uma onda, de grandes dimensões, arrastou-os a todos e o desastre aconteceu. Seis jovens perderam a vida e um deles, depois de muito esforço, conseguiu arrastar-se até à areia e, de um dos telemóveis que tinham ficado junto dos objetos que tinham pousado inicialmente, conseguiu pedir socorro para o 112, tendo ficado em exaustão, a vomitar e em hipotermia progressiva, prostrado na areia", segundo o relato dos familiares.

João Miguel Gouveia "foi localizado no areal pela Polícia Marítima e posteriormente estabilizado pelo INEM e internado, por afogamento, no Hospital de Almada".
Sobre o silêncio do jovem, a família justifica que a tragédia exigiu "tempo para o luto e para tentar integrar tão dramática experiência, que marca e marcará para sempre a sua existência".

João Miguel Gouveia

"Em nome de quê, alguém se pode arrogar o direito de especular, falsear, pressionar ou mesmo ameaçar, quem foi também vítima deste terrível acidente?", questionam.
A família de João Miguel Gouveia diz também que "está solidária com a dor imensa das famílias que perderam os seus filhos" e que falou com alguns deles "para prestar os esclarecimentos solicitados".

"Desde o primeiro dia, mesmo em choque, o sobrevivente colaborou com as autoridades, seja para contactar as outras famílias, seja para dar indicações sobre o que sucedeu", sustentam, na carta.

Nega ainda que a audição marcada para 21 de janeiro não tenha sido realizada por uma "alegada amnésia seletiva" do jovem, mas sim desmarcada pelas autoridades.
Na carta, os familiares queixam-se de "injustiça", "especulação, notícias sem explicitação de fontes credíveis e construídas com base em comentários de quem nada sabe sobre os factos ou mesmo assentes em mentiras claras e contradições óbvias, que apenas criam alarme social".

Finalmente, a família do sobrevivente "agradece o apoio disponibilizado pela Universidade desde o primeiro dia, até à presente data".
Os pais dos alunos da Universidade Lusófona que morreram na praia do Meco vão tomar uma posição concertada numa reunião entre todos que está agendada para hoje, disse à Lusa o pai de uma das seis vítimas da tragédia.

Universidade Lusófona

"Vamos reunir (...) para tomarmos uma posição concertada", disse António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que perdeu a vida na praia do Meco, escusando-se, no entanto, a revelar o local e a hora da reunião.

"Temos o direito de saber o que se passou com os nossos filhos, queremos saber o que se passou naqueles momentos. Não queremos encontrar culpados, mas, se os houver, terão que ser responsabilizados, doa a quem doer", acrescentou, reafirmando que fará tudo o que estiver ao seu alcance para apurar as circunstâncias em que morreram os seis jovens.

António Soares esclareceu também que, ao contrário do que terá sido divulgado em alguns órgãos de comunicação social, nunca deu nenhum prazo para que o único sobrevivente da tragédia, João Gouveia, falasse sobre o que aconteceu na praia do Meco.

"Nunca estabeleci nenhum prazo. Pela minha parte, limitei-me a apelar para que o sobrevivente revelasse as circunstâncias em que ocorreu a tragédia e é só isso que quero", disse.

Em declarações à Lusa, António Soares disse ainda está agastado com o comportamento dos responsáveis da Universidade Lusófona, assegurando que, ao contrário do que terá sido divulgado pela reitoria, não recebeu daquele estabelecimento de ensino "nem apoio psicológico, nem sequer uma palavra de conforto".

António Soares lamentou também que a Universidade Lusófona só tivesse decidido a realização de um inquérito 40 dias depois dos factos e considerou "estranho" que o jovem sobrevivente esteja a ser acompanhado por elementos da própria Universidade Lusófona e não por técnicos independentes.

Confrontado com as notícias esta sexta-feira divulgadas por diversos órgãos de comunicação social, com testemunhos de moradores na Aiana de Cima, Sesimbra, que terão visto os seis jovens a rastejarem com pedras atadas aos pés, poucas horas antes de morrerem na praia do Meco, António Soares garante que a filha não lhe transmitiu que iria ser submetida a qualquer ritual de praxe.

"A única coisa que a minha filha me disse é que ia para uma reunião de preparação das praxes e que vinha almoçar connosco no domingo", disse.

Num fim de semana, que viria a revelar-se trágico, sete jovens universitários - quatro raparigas e três rapazes - deslocam-se a uma aldeia costeira, alugam um apartamento, pernoitam nele e, ao longo dessa estada, são vistos trajados a rigor com as vestes tradicionais de capa e batina a realizar variados rituais derivados da praxe acadêmica.

Vários habitantes da aldeia afirmam ter visto as raparigas (só elas!) a arrastar-se pelo chão com as meias rasgadas; foram vistas a andar com pedras atadas aos pés, sempre sob o olhar dominador do chefe (Dux?... Duce?) deste pequeno núcleo de caloiros a praxar. 

Uma das moças, em resposta à surpresa de um dos moradores perante o que via, terá respondido que não se preocupasse, que estava tudo bem e só se tratava de uma experiência de vida. Quando, à noite, o ritual passou para a beira-mar, para uma prova de perguntas e respostas que conduziu o grupo a ir tendo de recuar até à orla do mar em fúria, a experiência passou a ser mortal para seis dos sete jovens.

A seu tempo saber-se-á, em pormenor, tudo o que se passou. O que importa, aqui e agora - tal como fizemos quando uma jovem se queixou de ter sido violada durante a praxe a que fora submetida -, é manifestar o mais frontal repúdio pelas praxes acadêmicas, baseadas na humilhação humana, sobretudo no aviltamento, com inegáveis contornos sexistas, das jovens universitárias. 
As praxes não prosseguem nenhum fim acadêmico louvável. São meros ritos de passagem, sadomasoquistas, de chefetes com veia de ditadores de feira, com o fim de criar círculos de conivência e redes de compadrio, de potencial utilidade no futuro.

Perante os inúmeros e reiterados casos aviltantes conhecidos, é chocante verificar que os estudantes universitários e também a Academia continuam, através de todos os seus componentes, a ignorar, do alto do Olimpo, o que se passa nas praxes do corpo discente. Que, neste caso, voltam a manchar, desta vez com sangue, o nome da Universidade Lusófona.

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. Encontrados mais dois corpos no Meco

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Estudantes prestam homenagem a jovem morto no Meco

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TRAGÉDIA DO MECO - FERNANDO TORDO

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Novo record da maior onda surfada na Nazaré?






- STF MANTÉM ABSOLVIÇÃO DE 4 PELA MORTE DE CALOURO DA USP EM 1999 (aqui)

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Crato chama reitores e alunos para discutir praxes



por Ana Bela Ferreira
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) chamou "as associações de estudantes dos estabelecimentos de ensino superior, públicos e privados" para uma reunião "sobre praxes académicas", na sequência dos casos do Meco e da Universidade do Minho.

O encontro vai realizar-se esta semana, em princípio na quinta-feira. O MEC vai ainda "abordar esta questão" com o conselho de reitores e o conselho coordenador dos politécnicos, durante as reuniões regulares, que estão marcadas para as próximas duas semanas.
Em resposta enviada ao DN, sobre se ia tomar medidas em relação à possível ligação da morte dos seis jovens arrastados por uma onda no Meco a rituais de praxe e o caso do professor da Universidade do Minho que tentou travar uma praxe e diz ter sido humilhado, o MEC respondeu que "está a acompanhar com toda a atenção estes acontecimentos e pretende discutir e estudar com alunos e responsáveis das instituições as melhores formas de prevenir este tipo situações, de extrema gravidade".

































Dux diz que se fizeram cópias mal feitas daquilo que é a praxe

O Dux Veteranorum da Universidade de Coimbra (UC) defendeu hoje que outras instituições do ensino superior fizeram cópias mal feitas daquilo que é a praxe de Coimbra, considerando que "há certas coisas que não podem ser consideradas" praxe.
João Luís Jesus, Dux Veteranorum da UC, que preside às reuniões do Conselho de Veteranos (órgão que regula a praxe em Coimbra), afirmou à agência Lusa que "a praxe tem de ser vista num contexto histórico", lembrando que muitas instituições do ensino superior não têm "algo por trás que justifique as suas praxes", fazendo cópias "com desvios", de modo a criar a sua identidade.
"Noutros sítios, sujam-se os caloiros com lama, ovos ou farinha, quando isso, em Coimbra, é expressamente proibido", exemplificou João Luís Jesus, Dux há 13 anos.
Apesar de considerar que a proibição da praxe não levaria "a lado nenhum", o Dux da UC defendeu que deveria ser "feita uma discussão mais aprofundada da praxe", pois "há certas coisas que não podem ser consideradas praxe, mas que estão associadas a ela".
"A praxe é feita por pessoas, mas se lhes falta alguma formação social ou cívica transportam-na para a praxe", contou João Luís Jesus, relembrando que houve uma atualização do código da praxe, de forma a que determinados princípios "estejam explícitos".
Em março de 2013, o Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra atualizou o código de praxe e passou a proibir expressamente a realização de qualquer pintura sobre caloiros ou novatos, a mobilização destes dentro do horário letivo, a extorsão de bens do "caloiro" e ainda a proibição do "desenvolvimento de atividades que lesem física ou psicologicamente outrem".




sábado, 25 de janeiro de 2014

PEC ACABA COM AUXÍLIO-RECLUSÃO DE CRIMINOSO E CRIA BENEFÍCIO PARA VÍTIMAS DE CRIMES


Antônia Lúcia: é mais justo amparar a família da vítima do que a família do criminoso.


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Pelo texto, o novo benefício será pago à pessoa vítima de crime pelo período em que ela ficar afastada da atividade que garanta seu sustento. Em caso de morte, o benefício será convertido em pensão ao cônjuge ou companheiro e a dependentes da vítima, conforme regulamentação posterior.
A PEC deixa claro que o benefício não poderá ser acumulado por vítimas que já estejam recebendo auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou pensão por morte.
Vítimas sem amparo

Para a autora, é mais justo amparar a família da vítima do que a família do criminoso. “Hoje não há previsão de amparo para vítimas do criminoso e suas famílias”, afirma. Além disso, segundo ela, o fato do criminoso saber que sua família não ficará ao total desamparo se ele for recolhido à prisão, pode facilitar na decisão em cometer um crime.

“Por outro lado, quando o crime implica sequelas à vítima, impedindo que ela desempenhe a atividade que garante seu sustento, ela enfrenta hoje um total desamparo”, argumenta a deputada.
Auxílio aos dependentes de criminosos

Em vigor atualmente, o auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes de trabalhadores que contribuem para a Previdência Social. É pago enquanto o segurado estiver preso sob regime fechado ou semiaberto e não receba qualquer remuneração.

O cálculo do benefício é feito com base na média dos salários-de-contribuição do preso, e só é concedido quando esse salário for igual ou inferior a R$ 971,78, em atendimento ao preceito constitucional de assegurar o benefício apenas para quem tiver baixa renda.
Conforme a autora, o objetivo é destinar os recursos hoje usados para o pagamento do auxílio-reclusão à vítima do crime, quando sobreviver, ou para a família, no caso de morte.
Tramitação

Inicialmente, a proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania quanto à admissibilidade. Se aprovada, será encaminhada para comissão especial criada especialmente para sua análise. Depois será votada em dois turnos pelo Plenário.

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“Para trabalhar com Antonia Lúcia tem que virar bandido”, diz ex-motorista da deputada


Funcionário da Secretaria de Segurança Pública do Acre, José Sales de Araújo Neto, 40, trabalhou durante três anos e meio como motorista da deputada federal Antonia Lúcia (PSC-AC) e denuncia que, no decorrer da “relação de trabalho”, abriu duas contas correntes, sendo uma no Banco do Brasil e outra no Banco Real.
Aproximadamente 60 folhas dos talionários de cheques retirados nos dois bancos foram assinados e entregues à deputada Antonia Lúcia, que utilizou as contas de titularidade do ex-motorista para diversas transações comerciais em seu benefício e em benefício da Rádio e Televisão Boas Novas.
Neto nunca recebeu proventos ou salários que superassem R$ 1 mil por mês, sendo incompatível mais de R$ 200 mil da movimentação financeira constatada por 28 cheques que resgatou e estão em suas mãos.
Os cheques foram emitidos pela deputada Antonia Lúcia para diversas finalidades, como compras de roupas em loja de Brasília e de bens imóveis nas cidades de Senador Guiomard e Rio Branco, ambas no Acre.
Alguns do cheques foram utilizados no pagamento de um veículo adquirido em Brasília pela deputada, em nome do ex-motorista, na concessionária Ford Dakar, mas devolvidos por insuficiência de fundos.
O veículo adquirido junto a Dakar servia ao marido de Antonia Lúcia, o deputado Silas Câmara (PSC-AM), conforme se comprova pelas notas fiscais. O casal de evangélicos, líderes da Assembléia de Deus, respondem a vários processos.
Em setembro, por exemplo, Heber e Milena Câmara, filhos do casal, foram presos no Acre pela Polícia Federal com R$ 475 mil sem origem declarada, dentro de uma caixa de papelão. Segundo o Ministério Público Federal, o dinheiro foi enviado por Silas Câmara, do Amazonas, para a campanha da mulher dele, no Acre, para a compra de votos e despesas de caixa dois.
Neto trabalhou na campanha de Antonia Lúcia e do deputado estadual Walter Prado, em 2006, e participou da listagem de eleitores para a compra de votos.
- Para trabalhar com Antonia Lúcia tem que virar bandido – afirma.
Consultada pela reportagem, a deputada Antonia Lúcia nega as acusações.
- Ele é mentiroso e o meu advogado vai esclarecer tudo.
Neto moveu reclamação trabalhista de R$ 120 mil contra a Rádio e Televisão Boas Novas.
- Ele nunca trabalhou na Rádio e Televisão Boas Novas. Tudo o que ele tem dito não passa de acusações levianas, gratuitas, irresponsáveis e ilegais. Nos vamos adotar todas as medidas judiciais e administrativas contra esse ataque gratuito, difamatório e calunioso – afirma Francisco Valadares Neto, advogado da deputada.
Veja os principais trechos da entrevista exclusiva ao Blog da Amazônia:
O que você fazia quando começou a trabalhar para a deputada federal Antonia Lúcia e para o deputado estadual Walter Prado? Tudo começou na campanha de 2006. Participei da listagem de eleitores para a compra de votos.
Quantos votos foram comprados?
Da minha parte, daqueles que foram pagos por meu intermédio, foram mais de 30 votos. Como o voto era casado, tinha uma diferença. Ela era muito “pesada”, ou seja, muito ruim de voto para ser eleita. Era R$ 50 dele e R$ 50 dela. Cada voto casado custava R$ 100. Para votar nos dois ganhava R$ 100. Ele foi eleito e ela não.
O que aconteceu no ano seguinte?
Em 2007, comecei trabalhando como motorista de Antonia Lúcia na Rede Boas Novas, da qual ela era diretora. Ela disse que eu devia viajar para Brasília, comprar uma caminhonete Ranger cabine dupla, preta, placa NGY 4464, de Anápolis, Estado de Goiás. Ela disse que esse seria o carro no qual eu iria trabalhar na Rede Boas Novas.
Como se deu a compra?
Ela fez com que eu tirasse cheques. Eu já tinha uma conta no Banco do Brasil e outra no Banco Real, mas não movimentava cheques. A pedido de Antonia Lúcia, solicitei inicialmente 30 folhas de cheques ao Banco do Brasil. Assinei todos os cheques em branco e passei para ela. Ela usava meus cheques do Banco do Brasil e do Banco Real. Todas as folhas de cheques que solicitei aos dois bancos foram assinadas por mim e repassadas para ela e para a irmã Vera Lúcia, antiga diretora administrativa da Rede Boas Novas. Ela dava os cheques para cobrir compras de passagens de pastores, do próprio carro que ela estava devendo, pois parcelou a compra da Ranger. Ela também comprava material de construção, tudo.
O dinheiro era depositado na sua conta?
Não. Na maioria das vezes ela preferiu que eu fosse resgatar os cheques junto aos credores. Ela me dava o dinheiro para isso. Acontece que ela não dava baixa nos cheques sem fundo. Eu pedi providências, mas ela mandava eu aguardar, dizia que estava resolvendo  e que em 2008 iria precisar muito da minha conta. Deu tudo errado e eu fui perdendo a paciência. Alguns cheques ela resgatou e pagou, outros elas não pagou, como o cheque do bendito carro. Meus cheques foram usados para pagar até conta de luz.
Você não temia ser prejudicado assinando tantos cheques em branco?
Não porque ela sempre dizia que ia acertar tudo, com juros e correção monetária. Por se tratar de uma evangélica, jamais duvidei da palavra dela. Como falava tanto em Deus, tinha sempre o nome de Deus na frente de tudo, nunca pensei que fosse fazer isso comigo.
Quanto dinheiro ela movimentou usando as suas contas?
Posso afirmar que foi mais de R$ 200 mil. Atrás dos cheques aparecem os nomes dela ou da diretora administrativa. Os nomes delas eram associados no verso dos cheques. Ela não queria  deixar rastro do volume de dinheiro que movimentava.
Você sabe a origem do dinheiro?
Garanto que não é da Rede Boas Novas no Acre. Tudo vem do Amazonas, enviado pelo deputado federal Silas Câmara, marido da deputada Antonia Lúcia. A Rede Boas Novas tem 27 emissoras de rádio e TV, mas o faturamente é insignificante. Pode ser que o dinheiro venha mesmo dos fiéis da Assembléia de Deus.
Você presenciou isso alguma vez?
O dinheiro vinha de avião. Era trazido para o Acre por pessoas ligadas ao deputado Silas Câmara. Tudo vinha de avião, inclusive o material de propaganda. Fora os cheques, cedi um automóvel meu para pagamento de outdoor e até terreno. Ela tem dito que eu quero extorqui-la, mas não é verdade. Tenho tentado apenas receber o que é meu. Ela sempre me pedia paciência e prometia ajeitar minha situação. De lá para cá, passou a dizer que ia dar um jeito na minha vida. E passou a dizer para que eu tomasse cuidado com o delegado. O delegado é o deputado estadual Walter Prado. Não tenho medo dele e nem dela porque não sou bandido. Para trabalhar com Antonia Lúcia tem que virar bandido. Se eu aceitasse continuar, teria sido preso no ano passado pela Polícia Federal. Estaria respondendo com por crime  eleitoral e formação de quadrilha.
Qual foi a conseqüência disso tudo?
Estou sofrendo ameaças de morte e  também estou sendo coagido. Vasculharam até a minha vida funcional.
O governo do Acre ou o PT estão por trás disso?
Não. Acredito que não. Mas o certo é que a deputada e o deputado agem sem o conhecimento do governo e do PT. A Secretaria de Segurança Pública, sem um pedido judicial, cedeu informações de minha vida funcional sem um argumento legal. Bastou um pedido do advogado deles ao secretário.
O que tem de grave na sua vida funcional?
Não tem nada de grave. O que acho grave é que, em 2007, tentei obter a minha ficha funcional e não tive permissão. Estou preocupado com minha segurança e das pessoas próximas de mim, como amigos e parentes. Foi até difícil encontrar advogado para me defender. Ninguém quer enfrentar um delegado da Polícia Civil que é deputado estadual, assim como não quer enfrentar uma deputada federal, casada com deputado federal, donos de uma Rede de Comunicação.
Você se arrepende do que fez?
Com certeza. Não é vida para um homem trabalhar dessa maneira. Existe tanta gente boa, tantos políticos bons no Acre, como a vereadora Ariany Cadaxo, a deputada estadual Antonia Sales e a deputada federal Perpétua Almeida. São mulheres que honram a política. Espero muito e confio na Polícia Federal, no Ministério Público Federal e na Justiça. Se a minha verdade for a minha morte, essa verdade será dita, doa a quem doer. Caso aconteça alguma coisa comigo, outros surgirão para fazer o mesmo que fiz. Espero que o Acre e o Brasil se livrem de políticos que coagem, que compram votos.
NOTA DE ESCLARECIMENTO DA DEPUTADA (atualização às 3 horas de 12 de abril)
“Prezado Altino Machado,
Com a finalidade de esclarecer as inverdades que foram colocadas pelo servidor público, José Sales de Araújo Neto, encaminho a seu conceituado blog, minha versão sobre os fatos relatados, com a plena certeza que levarei a opinião pública, o passo a passo, da ação criminosa de uma pessoa que arquitetou um minucioso plano para burlar não só a minha pessoa, mas todas as pessoas e empresas citadas na entrevista concedida ao Blog da Amazônia.
De verdade nas afirmações do Sr. José Neto, posso dizer que seu serviço como motorista free-lance prestado em um curto período de tempo, foi religiosamente pago, quando utilizado, nas vezes que precisei me deslocar ao interior do Estado. Afirmo categoricamente que em nenhum momento o referido servidor público manteve qualquer vínculo empregatício com a Rede Boas Novas de Rádio e Televisão, ou com meu escritório particular.
O conteúdo da entrevista causou um profundo estranhamento. Todas as minhas despesas sempre foram custeadas com meus próprios recursos, em nenhum momento fiz qualquer transação comercial utilizando serviços ou nomes de terceiros. Mantenho contas antigas e movimentadas na rede bancária. Jamais precisei recorrer a subterfúgios na relação comercial da empresa que hoje é administrada por minhas filhas, ou minhas contas pessoais.
Nas demais acusações, do servidor público da Secretaria de Segurança do Estado do Acre, José Sales de Araújo Neto, sobre utilização de bens de sua propriedade, farei um relato de todas as armações arquitetadas por ele, com finalidade de continuar com o jogo de extorsão.
No final de 2006, depois da campanha eleitoral daquele ano, o Sr. José Neto foi até meu escritório na sede da Rede Boas Novas, para oferecer um terreno no valor de R$ 20 mil, em um loteamento que minha família possui uma propriedade. Naquele momento, ainda com certa dificuldade impostas pelos gastos de campanha, informei que não poderia pagar o valor de uma única vez. Negociamos e fizemos um parcelamento em cinco cheques, cada um no valor de R$ 5 mil, elevando o valor da propriedade para R$ 25 mil, condição estabelecida por ele, para fazer a venda parcelada.
No início de 2007, o Sr. José Sales de Araújo Neto viajou até a cidade de Brasília, onde de alguma forma conseguiu financiar na concessionária Dakar Automóveis Ltda, o veículo Ford Range KLS 12A, preta, placas JIS-0773, modelo 2007 – dando como entrada os cheques do parcelamento do terreno.
Seis meses depois, com serias dificuldades para pagar as parcelas do financiamento do veículo, fui procurada pelo servidor público, que na oportunidade ofereceu o veículo pelo valor de R$ 50 mil. Como afirmou que seria a única forma de ele não perder o dinheiro, resolvi novamente ajudá-lo, comprando o veículo que ficou em seu poder até que eu pudesse levantar o valor solicitado.
Entre junho e julho do ano de 2009 fiz um depósito no valor de R$50.000,00 na conta corrente do Banco do Brasil, cumprindo o acordo firmado na compra do veículo Ranger por acreditar que este veículo seria meu, em decorrência da procuração que ele fez no Cartório Maurício Lemos aqui em Brasília, acontece que, posteriormente ele foi ao cartório e anulou esta procuração. No mesmo mês que o Sr. José Sales de Araújo Neto lavrou a procuração em meu nome, repetiu o ato outras duas vezes, passando uma procuração onde devolvia o carro a concessionária e abria mão do valor da entrada, e outra em nome de um despachante com a intenção de renovar o emplacamento e levar o veículo até a cidade de Rio Branco.
Em 03 de março de 2011, descobri que o Sr. José Sales de Araújo Neto havia passado procuração no dia 15/06/2007 para a concessionária Dakar Automóveis Ltda, conferindo-lhe amplos e especiais poderes para vender, prometer vender, onerar e ou alienar a quem convier e nas condições e preço que convencionar o veículo Ranger como comprova a procuração em anexo, bem como, passando também no mesmo dia (15/06/2007) procuração para o Sr. Gilney Lisboa e Silva, conferindo poderes para representá-lo perante ao Detran, com o fim de requerer a 2ª via do DUT, podendo para tanto, requerer e retirar 2ª via de multas, 2ª via de carnês de IPVA, fazer bloqueio e desbloqueio de documentos, assinar e apresentar quaisquer documentos que forem necessários para o fiel cumprimento deste mandato, podendo ainda representá-lo junto a órgãos públicos, como Receita Federal, Secretaria de Fazenda, DETRANs, CONTRAN.
Sobre a reclamação do veículo Gol, que segundo ele, supostamente utilizou para pagar dívidas de minha campanha, quero esclarecer que em nenhum momento me furtei das responsabilidades e compromisso agendados com meus fornecedores. O desencontro nas informações aconteceu por motivos de doença, quando precisei sair do Estado em tratamento de saúde e, em julho de 2010, quando tomei conhecimento da transação comercial, depositei na agencia nº 2840-1 conta corrente nº 14557-2 da Srª Anésia Pereira Braga- mãe do Sr. José Sales de Araújo Neto – o valor de R$ 9.800,00, referente ao pagamento de um veículo que ele teria repassado para a empresa Acre Publicidade.
Estou entrando com as medidas judiciais cabíveis, a fim de corrigir os danos causados pela ambição de uma pessoa que deixou bem claro, que seu único objetivo é receber direitos trabalhistas que não possui. Todas as acusações do Sr José Sales de Araújo Neto, não passam de inverdades de uma pessoa perturbada, que tenta novamente usar minha pessoa, como pano de fundo, para mais uma de suas armações.
Tenho fortes suspeitas das invasões a minha casa, das ligações e denúncias feitas a Polícia Federal, de ameaças aos delegados da instituição, das supostas mensagens passadas pelo meu telefone, [que em determinadas ocasiões ficou em poder do servidor público, em reuniões e, nas vezes que precisei utilizar serviços bancários no interior] façam parte deste plano de extorsão, desta pessoa que demonstra problemas psicológicos.
Se o intuito deste cidadão é receber supostos direitos trabalhistas e reparação de supostos gastos, a via normal seria a Justiça, não a tentativa de atingir a imagem de uma pessoa pública, como ele tenta fazer, procurando os órgãos de comunicação do Estado, para tentar plantar notícia caluniosa e pejorativa.
Em anexo, duas das procurações emitidas pelo Sr. José Sales de Araújo Neto, que procura esconder a verdade no caso da compra do veículo, que ele afirmar ter sido usado em Brasília, e durante a campanha política das eleições do ano passado.
Antonia Lúcia Câmara
Deputada federal pelo Acre”
Foto: Altino Machado/Terra Magazine

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HOMEM QUE DOOU SÊMEN A CASAL DE LÉSBICAS É OBRIGADO A PAGAR PENSÃO

Foto: AP
Uma juíza do Kansas determinou que um homem (foto), de 46 anos, quedoara sêmen para um casal de lésbicas pague pensão alimentícia, apesar de as partes terem assinado um documento que aliviava William Marotta das obrigações legais como pai biológico da criança que seria gerada. 

Segundo a juíza Mary Mattivi, William e o casal não cumpriram a lei estadual, que exigia a presença de um médico licenciado durante a inseminação artificial. Essa violação, afirmou a magistrada, mantém todos os deveres de William como pai, segundo o "Topeka-Capital Journal". 

Em 2009, William respondeu a um anúncio de Jennifer Schreiner e Angela Bauer no site de classificados Craigslist. Um ano depois da doação de sêmen, Jennifer deu à luz. 

Só que, pouco depois do nascimento da criança, o casal se separou. Após dois ano, Angela sofreu uma lesão e ficou impossibilitada de trabalhar. Jennifer entrou, então, com pedido de pensão do governo. O pedido foi negado. 

O estado do Kansas resolveu recorrer ao pai biológico, pedindo na Justiça que William pagasse pensão para a criança do filho que ele gerara. Venceu a batalha.


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