quarta-feira, 18 de setembro de 2013

MUÇULMANA NO TRIBUNAL NÃO PODE DEPOR USANDO BURCA, DIZ JUIZ





Por Aline Pinheiro IDENTIDADE VISUAL

Ninguém pode depor com o rosto coberto porque as expressões faciais são fundamentais para os julgadores chegarem a um veredicto. Foi assim que decidiu um juiz do tribunal do júri em Londres, na Inglaterra, ao impedir que uma ré muçulmana prestasse seu depoimento usando niqab, véu que deixa apenas os olhos a mostra, mais ou menos como a burca. Pela decisão, a mulher pode participar do julgamento com o rosto coberto, mas precisa retirar o véu se quiser depor.

O caso foi julgado nesta segunda-feira (16/9) pelo juiz Peter Murphy e deve servir de orientação para futuros julgamentos, já que não existe jurisprudência sobre o assunto na Inglaterra. Por conta do princípio da não discriminação, as orientações traçadas pelo juiz valem não só para as mulheres muçulmanas, mas para qualquer um que, por motivo religioso ou não, queira cobrir o rosto.

A muçulmana em questão é acusada de intimidar testemunhas em outro processo. Em agosto, na audiência inicial, a ré recusou o pedido do juiz para mostrar o rosto. Murphy, então, resolveu paralisar o julgamento para poder discutir uma preliminar: se um réu pode comparecer ao tribunal de rosto coberto.

Na quinta-feira (12/9), essa preliminar começou a ser julgada. Inicialmente, o juiz permitiu que a mulher continuasse de burca até que ele tomasse uma decisão. Ela foi obrigada a mostrar o rosto para que uma funcionária do tribunal confirmasse sua identidade e, depois, compareceu à sala de audiência e falou ao juiz coberta. Depois de analisar o caso, no entanto, Murphy concluiu que a liberdade de expressão religiosa não garante a ninguém o direito de depor com o rosto coberto.

Não existe nenhuma lei na Inglaterra que restrinja o uso de burca ou impeça que a vestimenta seja usada nos tribunais. Também não há jurisprudência no país sobre o assunto. O entendimento de Murphy foi firmado a partir dos requisitos básicos para se fazer Justiça e de julgados da Corte Europeia de Direitos Humanos.

O juiz observou que as expressões faciais de quem depõe são importantes para os jurados chegarem a um veredicto e lembrou que nenhum direito é absoluto. A corte europeia já reconheceu ocasiões em que vestimentas religiosas podem ser limitadas, por exemplo, nas escolas. Murphy ainda foi ouvir especialistas na religião islâmica, que explicaram que não há consenso entre os muçulmanos sobre as mulheres esconderem o rosto. O uso da burca ou do niqab é exigido apenas em algumas linhas do islamismo.

A conclusão a que chegou Murphy é que a melhor maneira de conciliar a liberdade de expressão religiosa com as exigências do procedimento judicial é autorizar a acusada a cobrir o rosto durante o julgamento, mas obrigá-la a descobrir na hora do seu interrogatório. Para minimizar os efeitos para a religiosa, o juiz explicou que ela pode depor protegida por um biombo para ficar à vista dos jurados, do juiz, da acusação e da defesa, mas protegida do público que assiste o julgamento. De acordo com a decisão, a ré pode abrir mão do direito de depor caso não queira descobrir o rosto. Clique aqui para ler a decisão, em inglês.

ESCONDERIJOS DE FÉ

O uso de véus que escondem o rosto tem desafiado os países europeus e criado atrito com o mundo árabe. França e Bélgica já proibiram o uso de burca e niqab em ambientes públicos. A Itália discute projeto no mesmo sentido e a Suíça, no próximo dia 22, vai ouvir a população da região de Ticino para saber se impede as pessoas de andarem pelas ruas com o rosto coberto.

O assunto já chegou à Corte Europeia de Direitos Humanos, que vai julgar se um Estado democrático pode impedir o uso de vestimentas religiosas que escondam o rosto. Em maio deste ano, a corte entendeu que dada a importância da discussão, ela deve ser tratada diretamente pela câmara principal de julgamentos do tribunal, e não pelas câmaras secundárias.


Na Inglaterra, na semana passada, uma faculdade foi duramente criticada ao decidir que nenhuma estudante poderia mais frequentar as aulas com o rosto coberto. A medida foi apoiada pelo primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, mas criticada pelo seu vice, Nick Clegg. Na sexta-feira (13/9), depois das críticas, a faculdade voltou atrás e autorizou o uso tanto da burca como do niqab em sala de aula.

Clique aqui para ler a decisão desta segunda-feira (16/9) em inglês.

Aline Pinheiro é correspondente da revista Consultor Jurídico na Europa.
Revista Consultor Jurídico, 16 de setembro de 2013


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terça-feira, 17 de setembro de 2013

O PREÇO DO COMUNISMO! QUANDO OS FATOS NÃO SE ENCAIXAM NA NARRATIVA DO JORNALISMO POLITICAMENTE CORRETO, A NOTÍCIA MORRE

terça-feira, setembro 17, 2013 Aaron Alexis, o assassino.

O artigo que segue após este prólogo é do ILBlog, o blog do Instituto Liberal. Descobri no Blog do Rodrigo Constantino, que escreveu um post excelente sobre o caso do atirador que matou 13 pessoas nesta segunda-feira numa instalação da Marinha dos Estados Unidos em Washington. 
Como Rodrigo Constantino, eu também de início e ao longo do dia fiquei pensando: mas por que diabos esse brutal assassinato de 13 pessoas recebe um tratamento surpreendentemente frio por parte da imprensa? A resposta à minha indagação veio no post escrito por Rodrigo Constantino, quando anotou:

'Parece que a reação ao atentado de ontem nos EUA já perdeu intensidade. Pode ser impressão minha, mas é como percebo as coisas hoje. Perguntar não ofende: seria porque o atirador era negro e budista? Isso pode dar um nó na cabeça da imprensa progressista. Será que se ele fosse branco e católico a coisa estaria “fading out” de forma tão acelerada? Fica a dúvida…".

Imediatamente após esta observação, Constantino informa com absoluta razão que Alexandre Borges, diretor do Instituto Liberal foi diretamente ao ponto em artigo que explica de forma clara e objetiva por que a grande mídia internacional limitou-se a noticiar o atentado de Washington, sem mais delongas. A razão principal desse comportamento midiático decorre de um fato: o sinistro evento não possuia os elementos que poderiam reforçar a narrativa dos jornalistas, sempre dominada, como não poderia deixar, pelo deletério pensamento politicamente correto.

Recomendo que leiam o artigo excelente de Alexandre Borges intitulado "A segunda morte de Aaron Alexis está a caminho", e nunca deixem de passar pelo blog do Rodrigo Constantino também pelo ILBlog. Eis aí um escrito que jamais aparece num veículo da grande imprensa. E também é mais uma prova de que o site da revista Veja continua sendo um oásis nesse deserto jornalístico que caracteriza o século XXI. Leiam:

O interesse da velha imprensa pelo caso do atirador Aaron Alexis, um ex-militar que matou 12 pessoas numa base naval em Washington nesta segunda-feira, tem despencado em queda livre nas últimas horas. O caso é exemplar como prova de que qualquer notícia que não reforce a narrativa dos jornalistas é descartada e que entre o interesse público e a agenda política a segunda sempre vencerá.

Para começar, Aaron Alexis é negro e budista, o que já é meio caminho para que a história seja enterrada junto com ele. Em 2011, quando o esquizofrênico Anders Behring Breivik, um branco norueguês “ultradireitista” (seja lá o que isso signifique), fez seus disparos, a tragédia serviu de desculpa para todo tipo de sociologia de botequim, daquela que a TV brasileira comete sempre que um caso possa servir para vender um embuste ideológico. Já Aaron, que não tem o physique du rôle desejado, deve rapidamente ser esquecido.

Quando Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, Barack Obama deu um discurso em que sugeriu que Martin poderia ser seu filho. E Aaron Alexis, não poderia também? Ou Barack Obama só adota seletivamente os negros que se encaixam na sua narrativa política?

O mesmo fenômeno aconteceu em 2012 com o “atirador de Toulouse”. Minutos depois da notícia de que um atirador havia espalhado o terror naquela cidade do sul da França, jornais do mundo inteiro começaram a especular sobre o crime de ódio dos brancos europeus contra imigrantes até que se descobriu que o terrorista se chamava Mohamed Merah e era um argelino muçulmano com ligações com a Al Qaeda. O nome de Merah foi rapidamente apagado do noticiário e toda sociologia de pé quebrado retirada às pressas das pautas.

O caso de Aaron Alexis é ainda mais embaraçoso para os politicamente corretos e ativistas em geral quando se conhece os detalhes que vão emergindo a cada momento e que vão além da cor e da religião “erradas” para que ele pudesse ganhar teses de doutorado e mesas redondas na CNN e na GloboNews.

Os jornais tentaram emplacar a tese de que Aaron usou uma AR-15 e que uma arma como esta não deveria estar nas mãos de um desequilibrado mental, o que ninguém discute. Só que o atirador, sabe-se agora, não carregava uma AR-15 mas pistolas de mão, daquelas que mesmo os mais ferrenhos ativistas contra as armas legais nos EUA não ousam pensar em proibir.

Outro ponto que a imprensa e os ativistas fogem é o chamado “profiling”, ou seja, um conjunto de medidas preventivas que os órgãos de segurança poderiam adotar para minimizar o risco desse tipo de tragédia. Basicamente o procedimento é monitorar cidadãos com o padrão de comportamento amplamente conhecido pelo FBI como reclusão repentina, súbito interesse por armas, mensagens violentas em redes sociais, entre outros sinais de que algo pode dar errado em breve. Há uma série de procedimentos a se adotar nesses casos e, se houvesse mais denúncias, é claro que muitas mortes seriam evitadas.

Segundo um estudo do próprio FBI, na maioria dos casos os atiradores revelam seus planos para parentes e amigos, que deveriam ser orientados para denunciar o potencial terrorista e tentar salvar a vida de inocentes, muitas vezes crianças. Estes vizinhos, amigos ou parentes, até psiquiatras que em muitos casos acompanhavam o futuro atirador, hoje não são incentivados a reportar para as autoridades o risco potencial identificado naquela determinada pessoa, já que isso seria “preconceituoso” e politicamente incorreto e, em nome dessa escolha ideológica barata, mais e mais pessoas morrem.

Mesmo com tudo isso, o mais importante assunto de todos sobre esses assassinatos seriais é uma aberração assassina chamada “gun free zones” (zonas livres de armas), o que inclui escolas, universidades e bases militares como as de ontem, não por coincidência os locais preferidos dos atiradores.

Uma “gun free zone” é nada mais que um aviso a qualquer assassino em potencial de que, se ele estiver armado, nada vai impedir que ele faça o que quiser naquele local, que ninguém terá como se defender. O inferno das boas intenções.

A “gun free zone” é a materialização de todas as perversões ideológicas num local físico em que serem humanos são transformados em alvos indefesos por políticos que normalmente passam a vida longe desse tipo de risco, trafegando em carros blindados e rodeados de seguranças, como Bill Clinton, seu maior entusiasta e em cujo governo elas se espalharam como praga.

É bom lembrar também o caso ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, quando o major muçulmano Nidal Malik Hasan matou 13 companheiros de trabalho e feriu outros trinta gritando “Allahu Akbar” (Deus é grande) enquanto fazia os disparos em outra “gun free zone”.

Como explicar que uma base naval, local de trabalho de militares, é uma zona proibida para armas, desafia a lógica, o bom senso e a sensatez. Mais do que mortos por balas, as doze vítimas de Aaron morrem por não poderem se defender, mesmo dentro de uma área militar e frequentada por profissionais das forças armadas, que assim vão ficando cada vez menos uma “força” e muito menos “armadas”.

Por que atiradores não escolhem locais repletos de gente armada para fazerem seus disparos? Por que sempre escolhem as “gun free zones”, mera coincidência? Por que não se faz uma campanha de conscientização da população para denunciar potenciais atiradores para as autoridades? Não espere ver qualquer um desses temas debatidos na grande imprensa. Como Aaron Alexis é negro, budista, atirou com pistolas de mão numa “gun free zone”, sua história simplesmente não interessa e tem tudo para ser rapidamente esquecida. Do ILBlog - do Instituto Liberal




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GRUPO RADICAL QUE REIVINDICA ATAQUES CONTRA IGREJAS QUER ESTADO ISLÂMICO NO NORTE DA NIGÉRIA


Igreja de Santa Teresa, em Abuja

Publicado em 2011-12-25 foto SUNDAY AGHAEZE/AFP


O grupo radical islâmico Boko Haram, que reivindicou, este domingo, uma série de ataques na Nigéria, com um balanço provisório de 32 mortos, quer impor um Estado islâmico no norte do país, com a estrita aplicação da 'sharia', a lei islâmica.

Pelos menos 28 pessoas morreram, este domingo, em dois atentados contra igrejas cristãs, em ataques reivindicados pela seita islamita Boko Haram, que promete mais ações.

Outras quatro morreram num ataque suicida contra um posto policial e mais duas explosões foram sentidas este domingo, sem vítimas registadas, num total de cinco atentados reivindicados pela seita islamita Boko Haram.

A seita islamita tem estado nos últimos dias envolvidas em confrontos com as forças de segurança, num balanço que até sábado se admitia chegar aos cem mortos.
Este é o mesmo grupo que reivindicou em 28 de Agosto um atentado à bomba contra a sede das Nações Unidas em Abuja, que provocou 24 mortos.

Lançado em Janeiro de 2004, o movimento é também conhecido por "talibãs nigerianos" por os seus membros afirmarem que são talibãs afegãos. Alguns analistas acreditam que o grupo tem tornado os seus ataques mais sofisticados e pode ter ligações recentes à ala magrebina da al-Qaida (Aqmi).

Até à repressão de 2009, os combatentes islâmicos eram activos na sua fortaleza de Mauduguri, capital do Estado de Borno, perto das fronteiras com os Camarões, Níger e Chade. Depois disso, não se sabe onde se localiza a sua base.

Boko Haram lançou, em 2009, uma insurreição em Maidiguri sob comando do ex-dirigente Mohammed Yusuf. A repressão brutal da revolta pelo exército fez cerca de 800 mortos. A mesquita que serviu de quartel-general ao movimento foi completamente destruída pelas forças de segurança.

Os combatentes islamistas nigerianos não renunciaram mais à violência e continuam a lançar ofensivas mortíferas sobretudo contra responsáveis policiais, bem como contra líderes comunitários e religiosos que se oponham às suas ideias.

Desde meados de 2010, o grupo alargou o campo de acção. Activo sobretudo no Norte (maioritariamente muçulmano) do país mais populoso de África, com mais de 160 milhões de habitantes, estende-se também a outras regiões, sobretudo na capital federal de Abuja, cujo quartel-general da polícia foi atacado, fazendo dois mortos.

Boko Haram, nome que significa "a educação ocidental é um pecado", pretende a implementação de um Estado islâmico no norte da Nigéria, com a estrita aplicação da 'sharia', a lei islâmica.

As ligações do grupo ultrapassam as fronteiras nigerianas. A 15 de Junho, o movimento afirmou, em comunicado, que alguns dos seus membros tinham recebido formação militar na Somália. "Muito em breve, vamos lançar a 'jihad' [guerra santa]. Queremos fazer saber que os jihadistas chegaram à Nigéria vindos da Somália, onde receberam uma formação militar pelos nossos irmãos", lê-se no texto do Boko Haram.
Os membros do grupo também receberam formação no Afeganistão e em Sahel, de acordo com especialistas em terrorismo.


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ALUNO É ESFAQUEADO NA ESCOLA ORLANDO BITAR, EM BELÉM




O estudante Lucas Oliveira disse que estava sendo agredido por três alunos da Escola e reagiu esfaqueou um colega na Escola Estadual de 2º Grau Orlando Bitar, localizada na avenida Governador José Malcher, no centro de Belém. O ataque aconteceu durante o intervalo de aula.

Em depoimento ao delegado Carlos Alberto Antunes, da Seccional de São Brás, o estudante Lucas Oliveira Neves, de 18 anos, disse que estava sendo agredido por três estudantes e decidiu reagir: pegou uma faca em sua mochila e desferiu um golpe na costa de um dos “agressores”.

A diretora da escola, Eliana Paiva, falou que esta é a primeira vez que acontece esse tipo de caso na escola e que ela ficou surpresa com o ocorrido. Quanto ao fato de Lucas ter entrado com a faca na escola, ela disse que o estudante a utilizava para apontar lápis.

Bastante ferido, Lucas foi conduzido à Seccional de São Brás e deve ser encaminhado ao Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” para realizar o exame de corpo de delito. O delegado Antunes registrou um TCO e deve liberar o acusado.

Já o estudante agredido foi socorrido por uma unidade do Samu e encaminhado ao Pronto Socorro Municipal da 14 de março, onde recebeu atendimento médico. Segundo Eliana Paiva, o quadro clínico dele é estável, porém ele deve realizar alguns exames para analisar a gravidade do ferimento.
Fonte: DOL

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A VERGONHOSA ATITUDE DA FAMÍLIA MARINHO, O SBT, O ISLAMISMO, O COMUNISMO, O PETISMO E CUBA (AQUI)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

HOMOFOBIA: TERMO PROPAGANDÍSTICO MANIPULADO




Chama-se Engenharia Verbal a manipulação de certas palavras para exprimir condutas de vida novas e causadoras de polêmica na sociedade.

Amparo, 19 de Abril de 2013 (Zenit.org

Dom Estevão Bettencourt (1919-2008), monge beneditino poliglota, escrevia na revista Pergunte e Responderemos n. 546, dezembro de 2007, p. 558-560, uma constatação importantíssima para os nossos dias quando muito se usa – por “engenharia verbal” – o termo homofobia a fim de condenar quem, em nome de princípios religiosos ou éticos, rejeita práticas (e não pessoas) homossexuais.

Com efeito, diz Bettencourt: “Chama-se ‘Engenharia Verbal’ a manipulação de certas palavras para exprimir condutas de vida novas e causadoras de polêmica na sociedade”. A seguir, ele dá o exemplo da homofobia: “Phobos em grego quer dizer ‘medo’. Em consequência, homofobia seria o medo frente aos homossexuais. Todavia, não é isto que se entende hoje por homofobia; a palavra significa a censura à prática homossexual, de modo que não se poderia condenar em público o homossexualismo, significado este que não está contido no sentido original de homofobia”. Trata-se de manipulação interesseira da linguagem.

A fim de bem ilustrar o que está dito acima, reproduzimos as páginas 45 e 46 do livro Homem e mulher Deus os criou, do Padre David Francisquini (São Paulo: Artpress, 2011).

1) O que é homofobia? – Homofobia é um termo inventado pelo psicólogo americano George Weinberg para desacreditar os opositores do homossexualismo. No seu sentido etimológico, a palavra homofobia deveria significar aversão irracional a pessoas do mesmo sexo, por paralelismo com homoafetividade. No entanto, o movimento homossexual emprega a palavra para rotular de modo depreciativo as pessoas que se manifestam contrárias às práticas homossexuais, que desse modo passam a ser vistas como preconceituosas ou desequilibradas. Uma resolução do Parlamento Europeu a favor da legalização do “casamento” homossexual, emitida em 2006, define homofobia, sem nenhuma base na realidade, como “um sentimento irracional de medo e de aversão em relação à homossexualidade e às pessoas lésbicas, bissexuais e transgêneros e propõe que esse sentimento seja combatido desde a idade escolar.

2) Por que o movimento homossexual insiste em utilizar a palavra homofobia? – Porque se trata de um recurso publicitário, e se tem mostrado eficiente. Arthur Evans, cofundador de Gay Activist Alliance (Aliança de Ativistas Homossexuais), explica como o movimento homossexual criou a palavra homofobia para caracterizar seus opositores: “O psicólogo George Weinberg não-homossexual, mas amigo de nossa comunidade, comparecia regularmente aos encontros do GAA. Observando fascinado a nossa energia e excitação e as respostas da mídia, ele apareceu com a palavra que nos empenhávamos em conseguir:homofobia, que significa o temor irracional de amar alguém do mesmo sexo”. George Weinberg classificou então a oposição moral à homossexualidade como uma anomalia, umafobia. Ele vai além “Eu nunca consideraria um paciente saudável se ele não tivesse superado seu preconceito contra a homossexualidade”.

Fica assim claro o caráter ideológico e propagandístico da palavra, que poderíamos qualificar de arma semântica. Aplicando aos opositores o rótulo de homófobos, os homossexuais procuram intimidá-los e desqualificá-los, descartando como “temores irracionais” os seus argumentos. Porém, pelo contrário, tais argumentos são baseados na reta razão (...).

3) Existe algum fundamento para essa alegada homofobia? – Como expusemos acima, a palavra homofobia foi artificialmente criada e divulgada para facilitar a aceitação social e legal do modo de vida homossexual, e tem como objetivo colocar em posição desconfortável e odiosa todos os que a ela se opõem, ou mesmo criminalizá-los. 
Os que defendem a Lei natural e os Dez Mandamentos devem denunciar e desmontar essa tática desonesta, pois os que fazem esse uso demagógico do rótulo homófobo nunca conseguem apresentar provas científicas dessa suposta fobia, que só existe no arsenal de qualificativos com que a propaganda homossexual procura desmerecer os seus opositores. Corresponde à mesma tática empregada outrora pelos comunistas, que acusavam de fascistas quem se opusesse aos seus desígnios e ideologia.

Até aqui o Pe. David Francisquini. Seu estudo merece muita atenção.
Vanderlei de Lima cursou Filosofia e Iniciação Teológica pela Escola Mater Ecclesiae, no Rio de Janeiro. É formado em Filosofia pela PUC-Campinas, e pós-graduado em Psicopedagogia no processo ensino-aprendizagem pelo Centro Universitário Amparense-UNIFIA.


(19 de Abril de 2013) © Innovative Media Inc.


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O fato é que nunca existiu um homem que matou um viado só por que ele era viado - o resto é pura pilantragem de gente doente e mau caráter.

HOAX O QUE É?



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Dá-se o nome de hoax ("embuste" numa tradução literal, ou farsa) a histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamentos e na Internet em geral, cujo conteúdo, além das conhecidas "correntes", consiste em apelos dramáticos de cunho sentimental ou religioso; difamação de pessoas e empresas, supostas campanhas filantrópicas, humanitárias, ou de socorro pessoal; ou, ainda, avisos sobre falsos vírus cibernéticos que ameaçam contaminar ou formatar o disco rígido do computador.

Ainda assim, muitas pessoas acreditam em coisas impossíveis como alguns hoaxes que circulam pela internet. Existem hoaxes de que pessoas pobres farão uma cirurgia e que alguma empresa irá pagar uma determinada quantia em centavos para cada e-mail repassado.

Este tipo de mensagens tem por finalidade levar os menos informados a distribuir o e-mail pelo maior número de utilizadores, com a finalidade de entupir os servidores de e-mail. Podem ser mensagens ou posts para supostamente atestarem ou simplesmente polemizar sobre algo que sejam contra ou que tenham antipatia a alguma coisa ou a alguém.

Também este tipo de mensagens pode ser utilizado por alguém mal intencionado que, se aproveite dos endereços de e-mails assim obtidos por esta via, para construir uma base de dados, para posterior venda ou envio de SPAM. Hoaxes comuns são sobre o do fim do Orkut, o MSN Messenger tornar-se pago, como reativar uma cópia do Windows, fim da Internet, etc... Esses Hoaxes são criados basicamente para "chamarem atenção", e seu alvo são os usuários básicos.

Índice 


Etimologia

A palavra hoax teria vindo do pretenso encantamento hocus pocus.1 "Hocus pocus", por sua vez, pode ser uma distorção da expressão latina "hoc est corpus" ("este é o corpo") proferido durante a missa. O assunto é controverso entre os etimologistas.
Referências

Jump up↑ hoax. The American Heritage® Dictionary of the English Language: Fourth Edition. 2000.. web.archive.org. Arquivado do original em 11 de janeiro de 2003. Página visitada em 4 de maio de 2012.

Ver também


Ligações externas


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domingo, 15 de setembro de 2013

ISLAMITAS AFIRMAM QUE JUDEUS SÃO COMUNISTA - MENTIRA, ELES ERAM ATEUS! O SHEIKH DIZ QUE ISLÃ NÃO É COMUNISTA.




Fatwa
http://islamqa.info/en/ref/3321

Pequena Lista de COMUNISTAS JUDEUS

Karl Marx (maior inspirador do comunismo).

Friedrich Engels (filósofo comunista).

V.I. Lenin (supremo ditador).

Trotsky (Leon Bronstein, comandante do exército vermelho).

Zinoviev (Grigory Apfelbaum, da polícia secreta soviética).

Solomon Lozovsky (delegado do ministério do exterior).

Litvinov (Maxim Wallach, ministro do exterior).

Yuri Andropov (diretor da KGB e mais tarde ditador da União Soviética).

Jacob Sverdlov (primeiro presidente soviético, responsável pelo assassinato do czar e de sua família).

Jacob Yurovsky (comandante da polícia secreta).

Lazar Moiseyevich Kaganovich (chefiou os assassinatos em massa para Stalin (seu sogro), foi responsável pela morte de milhões de pessoas.

Mikhail Kaganovich (comissário da indústria pesada, supervisor do trabalho escravo e irmão de Lazar).

Rosa Kaganovich (amante de Stalin, irmã de Lazar).

Paulina Zhemchuzina (membro do comitê central e esposa do ministro do exterior Molotov).

Olga Bronstein (oficial da polícia secreta, irmã de Trotsky e esposa de Kamenev).

Genrikh Yagoda (chefe da polícia secreta soviética, comandante de assassinatos em massa).

Matvei Berman e Naftaly Frenkel (fundadores dos campos Gulag).

Lev Inzhir (comissário de administração de campos de concentração).

Boris Berman (oficial executivo da polícia secreta e irmão de Matvei).

K.V. Pauker (chefe de operações da polícia secreta).

Firin, Rappoport, Kogan, Zhuk (chefes dos campos de concentração e trabalho escravo).

M.I. Gay, Slutsky, Shpiegelglas e Isaac Babel (comandantes da polícia secreta).

Aleksandr Orlov (Leiba Lazarevich Feldbin, comandante do exército vermelho, oficial da polícia secreta, chefe de segurança soviética na Guerra Civil Espanhola).

Yona Yakir (general do exército vermelho, membro do comitê central).

Dimitri Shmidt, Yakov ("Yankel") Kreiser, Miron Vovsi, David Dragonsky, Grigori Shtern, Mikhail Chazkelevich e Shimon Kirvoshein (generais do exército vermelho).

Arseni Raskin (comandante do exército vermelho).

Haim Fomin (comandante de Brest-Litovsk, exército vermelho).

Sergei Eisenstein (diretor de filmes de propaganda comunista).

Julius Rosenwald (judeu americano, fundador da KOMZET).

Ilya Ehrenburg (ministro de propaganda soviética).

Solomon Mikhoels (comissário de propaganda soviética).

Mark Donsky, Leonid Lukov, Yuli Reisman, Vasily Grossman,Yevgeny Gabrilovich, Boris Volchok e Lillian Hellman (cineastas propagandistas soviéticos).

Yevgeny Khaldei (propagandista soviético).

Nikolai Bukharin (teórista).

Samuel Agursky, Mikhail Gruzenberg (Borodin) e A.A. Yoffe (comissários).

Karl Radek e Lev Rosenfeld (Kamenev) (membros do comitê central).

David Ryazanov (conselheiro de Lenin).

Lev Grigorievich Levin (médico, envenenava os inimigos de Stalin).

Ivan Maisky (embaixador soviético na Inglaterra).

Itzik Solomonovich Feffer (comissário da polícia secreta).

Abraham Sutskever (guerrilheiro terrorista soviético).

Mark Osipovich Reizen (propagandista, ganhador de três prêmios de Stalin).

Lev Leopold Trepper (oficial de espionagem).

Bela Kun (Kohen, supremo ditador da Hungria em 1919).

Matyas Rakosi (sucessor de Kun, chefe de assassinatos em massa na Hungria).

Zakharovich Mekhlis (chefe das execuções de Stalin).

Henrykas Zimanas (líder de terroristas comunistas).

Moshe Pijade (comandante do exército comunista iugoslavo, presidente do parlamento comunista iugoslavo, comandou massacres de croatas a mando de Tito).

Jacek Rozanski (torturador cabeça da polícia secreta)

Jacob Berman (comandante da polícia secreta e chefe da secretaria de segurança da Polônia).

Minc, Specht (Olszewski) e Spychalski (comissários - Polônia).

Solomon Morel (comandante do campo de concentração comunista para alemães na Polônia depois da Segunda Guerra).

Julius Hammer (fundador do partido comunista americano).

Armand Hammer (financiou Lenin e Stalin).

Lev Davidovich Landau (médico, pai da bomba atômica soviética).

Klaus Fuchs (ajudou na bomba atômica de Stalin).

Ruth Werner (coronel do exército vermelho GRU).

Julius e Ethel Rosenberg (roubaram bombas americanas para Stalin).

Morris Cohen (Peter Kroger, ajudou os Rosenbergs).

Markus Wolf (chefe da polícia secreta comunista alemã).

Howard Fast (propagandista comunista americano).

David Dubinsky (aliado de Stalin).

Victor Rothschild (espião britânico de Stalin).

Mark Zborowski (da KGB e do comitê judaico americano).

Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das "brigadas internacionais" na Espanha).

Leon Rosenthal (nova-iorquino, chefe de propaganda comunista na Espanha).

Albie Sachs e Yossel Mashel Slovo (chefes do Congresso Nacional Africano).

Olga Benário (terrorista comunista alemã, mulher do comunista Luís Carlos Prestes).

Rosa Luxemburgo (líder do movimento espartaquista na Alemanha).

CURIOSIDADES:

Karl Marx era descendente de rabinos judeus por parte do pai e da mãe.

O verdadeiro nome de Kerensky (líder da revolução que derrubou o czar, posteriormente derrubado por Lênin) é Adler, sendo seu pai judeu e sua mãe judia. Morto o pai, a mãe tornou-se a casar com um russo chamado Kerensky, cujo nome o estadista e advogado adotou.
Ninguém até agora pôs em dúvida a nacionalidade de Trotsky, que é judeu, e cujo verdadeiro nome é Bronstein.

Lênin era um quarto judeu e casado com uma judia.

Stalin não era judeu (há quem questione essa informação), mas pertencia a seita caraíta, ligada ao judaísmo.

Os judeus sempre ocuparam mais de 80% de todos os altos cargos do governo bolchevique, apesar de serem 1,5% da população. Em 1918 a mais alta burocracia - Soviets e ministérios - contava com 534 indivíduos, dos quais 429 eram judeus.

O financiamento da Revolução Russa foi feito pelos judeus americanos Jacob Schiff, Felix Warburg, Max Breitung, Otto H. Kahn, Mortimer Schiff, Jerome H. Hanauer, e pelo Banco Kuhn Loeb & Co.


A TURMA ISLAMICOCOMUNSITAS TEM MAIS ESSA MENTIRA


Além, é claro, de alguma expansão pontual da religião islâmica. Do mesmo modo que o cristianismo se expandiu uma época, que os protestantes outra, que o budismo ganhou alguns poucos adeptos em outra época... e agora os evangélicos... . 

A expansão islamita é um fenômeno religioso no mundo árabe e na Africa. mas no caso do Brasil, exótico. não temos muçulmanos no Brasil, se temos é muito pouco.

Não. não. Todo mundo no Brasil está quieto e os islâmicos tinham 12 mesquitas agora eles têm 53. Daqui a pouco eles mandam te prender.
Nos países que eles chegam a dominam eles tocam o terror. Deixaram entrar agora é tarde. Nos países que o Islã domina não pode ter liberdade alguma muito menos religiosa ...
Quem mata os 150 mil cristãos por ano?
Os muçulmanos dizem que são os próprios cristãos que se matam para incriminar o Islã. O argumento é que já que eles já são 2 milhões então todos nós estaríamos mortos.

É muito sério. O islamismo está invadindo o Brasil. Outro dia converteram a filha de minha amiga... Fui falar com ela e os outros islâmicos me ameaçaram de prisão por discriminar a religião deles. Acorda gente... Eles invadiram a França. Meus amigos franceses não suportam mais... Eles acabaram com paris. Onde tem comunismo tem islamismo.

Mais mentiras! Vamos em frente com informações sérias. Vejam que a região da Venezuela já está cercada.



Porcentagem de seguidores do Islão na população mundial.




Distribuição do Islão por país. Verde representa os sunitas maioria e azul representa os xiitas maioria.



O Islão já possui em torno de 2 bilhões de seguidores, cerca de 1/3 da população mundial e é a religião que mais cresce no mundo. 

Isso quer dizer que já é a segunda religião do mundovários países islâmicos pertenciam a União Soviética. 

Países em que são maioria islâmica (mais de 50% da população são muçulmana):


Arábia Saudita, Afeganistão, Argélia, Azerbaijão, Albânia,  Bósnia e Herzegovina, Brunei, Burkina Fasso, Bahrein, Bangladesh, Síria, Saara Ocidental, Somália, Senegal, Serra Leoa, Sudão (até hoje a escravidão é legal lá),  Marrocos, Maldivas, Mauritânia, Malásia, Mali, Macedônia (32%), Turquia, Tunísia, Tajiquistão, Turcomenistão, Omã, Djbuti, Palestina, Paquistão (que foi roubado da Índia, que ainda ficou com uma divida para com o Paquistão), Líbia, Líbano, Indonésia, Iraque, Irã, Iêmen, Cisjordânia, Chade, Cazaquistão, Comores, Costa do Marfim, Catar, Níger, Nigéria Gâmbia, Guiné-Bissau, Guiné,  Jordânia, Uzbequistão, Kuwait, Quirguistão, Emirados Árabes Unidos, Egito, Eritreia, Etiópia e muito mais com menores índice

Fatos interessante: 
- Israel tem 12% - 1 milhão e a China tem 20 milhões de islamitas 1,5%.
- Quantos são desenvolvidos?

Outra mentira: fenômeno mesmo é a expansão das igrejas evangélicas, isso sim!

Mentira, as verdadeiras igrejas evangélicas, as chamadas Protestantes Reformadas (OS WASP - Reformados na América e no mundo) estão se acabando. Elas sim, construirão o mundo livre e desenvolvido - A Frente Ocidental. 

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sábado, 14 de setembro de 2013

TOP 10 PROFISSÕES QUE MAIS (E MENOS) ATRAEM PSICOPATAS




Você já se perguntou se o seu colega de trabalho pode ser um potencial psicopata? Se a resposta for não, é preciso começar a pensar, principalmente se seus colegas são políticos, advogados, jornalistas e até CEOs (Chief Executive Officer).



O psicólogo Kevin Dutton, autor do livro “The Wisdom of Psychopaths: What Saints, Spies, and Serial Killers Can Teach Us About Success”, listou as profissões que mais atraem os psicopatas e as que menos possuem profissionais com esse transtorno de personalidade, coforme publicado no site WND Health.

Dutton conta que psicopatas nem sempre são pessoas conturbadas e altamente perigosas, como muitos acreditam. “Quando psicólogos falam sobre o termo psicopatia, eles se referem às pessoas que têm um conjunto distinto de características de personalidade, que incluem itens como destemor, crueldade, capacidade de persuasão e falta de consciência e empatia”.

Por quê?

As profissões que atraem essas pessoas requerem tomadas de decisões mais frias e objetivas e envolvem muito poder. Por outro lado, as carreiras que precisam lidar com sentimentos e oferecem pouco poder não os atraem em nada.

Veja abaixo as profissões que têm mais e menos psicopatas:

Mais psicopatas:

1. Diretor Executivo (CEO)

2. Advogados

3. Profissional de Rádio e TV

4. Vendedor

5. Cirurgião

6. Jornalista

7. Policial

8. Pastores e padres

9. Chef de cozinha

10. Funcionários públicos

Menos psicopatas:

1. Cuidador de idosos

2. Enfermeira

3. Terapeuta

4. Artesão

5. Estilista

6. Voluntários

7. Professor

8. Artista

9. Médico

10. Contador


Fonte: (aqui)


PSICOPATAS - COMO RECONHECÊ-LOS E SE PREVENIR? (aqui)




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PELA PRIMEIRA VEZ CONCORDO COM OBAMA!

PRÓXIMA MINISTRA DO SUPREMO TRIBUNAL LULOPETISTA ISLÂMICOCOMUNISTA



ATENÇÃO!
ESSA NOTÍCIA NÃO FOI CONFIRMADA, E PRINCIPALMENTE COM RELAÇÃO AO PASTOR MARCOS FELICIANO.


Pastora Suzane Richthofen é nomeada presidente da Comissão de Seguridade Social e Família. Portanto, passou ser funcionária da Câmara de Deputados com salário pago com os impostos que nós (babacas)recolhemos a esse governo.

Pastora Suzane Richthofen nomeada presidente da Comissão de Seguridade Social e Família


Suzane Richthofen, personalidade brasileira que adquiriu seu status após decidir assassinar os próprios pais, parece ter dado outro rumo à sua existência. Presa desde 2002 em regime fechado na Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé(SP), Suzane acaba de se tornar pastora evangélica. Além do mais, devido à sua conduta impecável, logrou, junto à Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mudar o regime de fechado para semiaberto, quando é possível deixar o presídio durante o dia para trabalhar.

Ora, mas também ela só matou o pai e a mãe, que mal há nisso???


E, de fato, conseguiu um trabalho junto a outros criminosos que laboram poucas horas por dia. Devido à intercessão do Deputado Marco Feliciano, Suzane foi compulsoriamente filiada ao PSC (Partido Social Cristão) e, de quebra, foi nomeada para a presidência da CSSF (Comissão de Seguridade Social e Família), mais uma entre as controversas Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados.

VEJA TODA A VERDADE AQUI (AQUI)







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- A VERGONHOSA ATITUDE DA FAMÍLIA MARINHO, O SBT, O ISLAMISMO, O COMUNISMO, O PETISMO E CUBA (AQUI)

- GUERRA DOS SEIS DIAS (aqui)

ROCK IN RIO: FILHO DE PRETA GIL AGRIDE JOVEM E É DETID








Francisco deixa unidade da polícia acompanhado da mãe, Preta Gil Sáb , 14/09/2013 às 10:16 | Atualizado em: 14/09/2013 às 10:16 Agência Estado

Francisco Gil, filho da cantora Preta Gil e do ator Otávio Augusto, foi acusado de agredir uma menina de 13 anos no Rock in Rio, nesta sexta-feira, 13. Francisco teve de ir em um posto da polícia montado no local do evento para prestar esclarecimentos. Na saída, ele foi fotografado ao lado da mãe.

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