quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O CRISTIANISMO NO JAPÃO E, NO JAPÃO TAMBÉM SE FALA PORTUGUÊS



Já sabíamos que no Brasil havia brasileiros japoneses ou japoneses brasileiros. Também sabíamos que a marca Toyota era popular em Portugal e noutros países lusófonos. Mas acontece que no Japão também há, logicamente, japoneses brasileiros ou brasileiros japoneses, e numa cidade, Toyota, há especialmente uma concentração de lusófonos que fazem com que o português seja a segunda língua local. Onde mais, no bairro de Homi Danchi.


Podemos ver bilinguismo... o que falta noutros lugares do planeta... onde se fala português.


Toyota (豊田市; -shi) é uma cidade japonesa localizada na região de Mikawa, na província de Aichi.


Em 2003 a cidade tinha uma população estimada em 358 241 habitantes (incluindo cerca de 12 000 cidadãos estrangeiros) e uma densidade populacional de 1 234,85 h/km². Tem uma área total de 290,11 km².

Koromo, como se chamava antes, era uma das principais produtoras de seda do Japão. Foi particularmente próspera no Período Meiji e Taisho. Quando a procura de seda crua começou a declinar, a economia da cidade começou também a deteriorar-se. Essa conjuntura levou Kiichiro Toyoda, sobrinho de Eiji Toyoda, a procurar alternativas na manufactura têxtil em relação à produção automática de tecidos seguida tradicionalmente pela família. Esta renovação da empresa levou à criação da Toyota Motor Corporation.

A cidade mudou o seu nome para Toyota em 1959 tornando-se, um ano mais tarde, cidade gémea de outra sede da indústria automóvel: Detroit, noMichigan.

A cidade concentra uma expressiva quantidade de brasileiros residentes. O destaque fica por conta do bairro conhecido como Homi Danchi (保見団地), um conjunto residencial no qual residem, segundo estimativas, entre 3 e 4 mil brasileiros. O bairro conta com uma boa infraestrutura comercial voltada a comunidade verde-amarela, incluindo loja de produtos brasileiros, e mais recentemente, um shopping center voltado a comunidade brasileira local.


Câmara Municipal de Toyota

  
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O CRISTIANISMO NO JAPÃO

Entre 1542 e 1543 os portugueses foram primeiros europeus a aportar no Japão.1 As atividades missionárias iniciaram-se de fato em 1549, realizadas por jesuitas ao abrigo do Padroado. De início tiveram um enorme sucesso, estabelecendo várias congregações. Mais tarde, sob o patrocínio espanhol, chegaram ao Japão as ordens mendicantes dos franciscanos e dominicanos. Dos 95 jesuítas que trabalharam no Japão até 1600, 57 eram portugueses, 20 eram espanhóis e 18 italianos.2 Francisco Xavier,3 4 Cosme de Torres e o Padre João Fernandes foram os primeiros a chegar a Kagoshima na esperança de levar o cristianismo e o catolicismo para o Japão. Estima-se que no seu auge tenha chegado a haver cerca de 300 mil cristãos no Japão.5 Mas a intromissão estrangeira em um país em fase de unificação incomodou as autoridades locais, logo o catolicismo foi progressivamente reprimido em várias partes do país 6 até ser proibido após a Rebelião de Shimabara, entre 1637 e 1638 7 passando a ser celebrado em segredo na clandestinidade pelos chamados kakure kirishitan (隠れキリシタン, "cristão escondido"?).6 Em 1859, quando chegaram ao Japão, missionários franceses descobriram que cerca de 60 mil japoneses praticavam o cristianismo na clandestinidade. As comunidades kakure kirishitan existem até hoje.6




A religião era uma influência direta dos portugueses, cujo primeiro contato com os japoneses tinha sido em Kyushu, onde aportaram em 1543, na cidade de Tanegashima. E o porto de Nagasaki, na parte oeste da mesma ilha, foi a principal porta de entrada de embarcações vindas de Portugal entre os séculos 16 e 17. Em princípio, isso não afetava o poder central. Oda Nobunaga, que governou o Japão de 1567 a 1582, chegou até a incentivar o trabalho dos jesuítas para enfraquecer a influência dos monges budistas, com quem disputava poder político.7

Os jesuítas converteram vários daimyos, que em breve foram seguidos por muitos de seus súditos com os quais os dominicanos e agostinianos foram capazes de começar a pregar.8

Mas o ideal de igualdade pregado pelo cristianismo começou a confrotar com os hierarquia imposta pelo xogum.7

A palavra moderna para o cristianismo é kirisuto kyo キリスト教. Kirishitan (吉利支丹, 切支丹, 鬼利死丹, キリシタン?), do português cristão, é a transcrição do termo japonês para nomear os cristãos católicos no Japão e é usado na historiografia em textos japoneses para referir especificamente os católicos no Japão durante os séculos XVI e XVII. Os missionários cristãos eram conhecidos como bateren (do português, "padre")9 ou iruman (do português, "irmão").10 Ambas as transcrições 切 支 丹 e 鬼 利 死 丹 entraram em uso no Período Edo, quando o cristianismo foi uma religião proibida e os carateres kanji utilizados têm conotações negativas.

A situação mudou quando Toyotomi Hideyoshi reunificou o Japão. Uma vez que ele se tornou o governante do Japão, Hideyoshi começou a dar atenção para as ameaças externas, especialmente a expansão do poder europeu na Ásia Oriental. O ponto de virada para as missões católicas foi o incidente San Felipe, onde, tendo ficado sem leme, devido à tempestade, a nau encalhou e começou a afundar. A tripulação e os passageiros, missionários franciscanos vindos das Filipinas, foram salvos em pequenos barcos. Houve tempo também para retirar a carga, constituída de preciosos tecidos de seda. Hideyoshi enviou um agente governamental para inspecionar e avaliar essas mercadorias. Este retornou com duas informações. A primeira, bem objetiva: o valor da carga era suficiente para revigorar as esgotadas finanças do ditador. A segunda, de fonte bastante duvidosa: o piloto da nave lhe teria confidenciado que, nas conquistas espanholas, a pregação missionária precedia e preparava o terreno para a invasão militar. Estas alegações feitas foram suficientes para Hideyoshi suspeitar da religião estrangeira.11 12



Ele tentou frear o catolicismo enquanto mantinha boas relações comerciais com Portugal e Espanha, que poderiam ter prestado apoio militar a Dom Justo Takayama, um daimyo cristão no oeste do Japão. Muitos daimyos converteram-se ao cristianismo, a fim de ganhar acesso mais favorável ao nitrato de potássio, usado para fazer pólvora. Entre 1553 e 1620, oitenta e seis daimyos foram oficialmente batizados, e muitos mais foram simpáticos para os cristãos.13

Em contraste com os jesuítas, os dominicanos, franciscanos e agostinianos estavam pregando abertamente a pessoas comuns, o que Hideyoshi causou preocupação que surgissem plebeus religiosamente leais e perigosos, como na seita Ikkō-ikki de anos anteriores.14

A maioria dos cristãos japoneses viviam em Kyushu, mas cristianização não foi um fenômeno regional e teve um impacto nacional. Até o final do século XVI era possível encontrar pessoas batizadas em praticamente todas as províncias do Japão, muitos deles organizados em comunidades.15

Em junho de 1592, Hideyoshi invadiu a Coreia, entre seus principais generais estava o daimyo cristão Konishi Yukinaga. 16 As ações de suas forças no massacre e escravização de muitos do povo coreano eram indistinguíveis das forças japonesas não-cristãs que participaram da invasão. Após a morte de Hideyoshi e derrota de Konishi na batalha de Sekigahara, Konishi baseado em sua crença cristã se recusou a cometer seppuku e em vez de tirar a própria vida, ele preferiu ser capturado e foi executado.17

As missões japonesas eram economicamente auto-suficientes. A irmandade cresceu em número, para mais de 100 em 1585 e 150 em 1609. Controlada pela elite de Nagasaki, e não por portugueses, tinha dois hospitais (um para leprosos) e uma grande igreja. Até 1606, já existia uma ordem religiosa feminina chamada Miyako no Bikuni (freiras de Quioto) que aceitavam coreanas como Marina Pak, batizada em Nagasaki.15

Após a morte de Toyotomi, as pressões diminuíram. No entanto, Tokugawa Ieyasu, que fundou o grande xogunato Tokugawa, começou a ver os missionários estrangeiros como uma ameaça à estabilidade política e proibiu os kirishitans e ordenou que os missionários fossem expulsos.18 Tokugawa acusava os padres de obedeceram ao papa de Roma antes de obedecerem às suas próprias leis, de brigarem entre si e de dominarem o comércio, favorecendo as nações portuguesa e espanhola, cujas frotas, com base em Manila e Macau, o amedrontava. 19

Na declaração sobre a "expulsão de todos os missionários do Japão", elaborado pelo monge zen Konchiin Suden e publicado em 1614 sob o nome do segundo shogun, Tokugawa Hidetada que governou de 1605 até 1623, foi considerada a primeira declaração oficial e completa de proibição dos kirishitans. 20 No mesmo ano, o bakufu exigiu que todos os indivíduos de todos os domínios se registrassem em seu templo budista local, o que viria a ser uma exigência anual em 1666, consolidando os templos budistas, como instrumento de controle do Estado.21 Torturas físicas e psicológicas foram usadas contra os cristãos. As autoridades criaram o fumiê, que consistia em obrigar os cristãos a pisarem na imagem de Cristo ou da Virgem, apostatando-se de sua fé.22

Em meados do século XVII, o shogunato exigiu a expulsão de todos os missionários europeus e a execução de todos os convertidos.23 Isto marcou o fim do cristianismo aberto no Japão. O bakufu colocou boletins de âmbito nacional, nos cruzamentos e pontes, as quais continham advertências severas contra o cristianismo.24

Nos tempos modernos, um instituto japonês cristão afirma que há provas suficientes para arqueológicos sugerirem que Nestorianos (Igreja Assíria) foram os primeiros missionários que desembarcam no Japão em 199 dC, acredita-se que viajaram pela Índia, China e Coreia antes da Dinastia Tang. Estima que as primeiras igrejas foram plenamente estabelecida no final Século IV, especialmente em Nara, no Japão central.25

Mais tarde foi revelado que dezenas de milhares de Kirishitan ainda sobreviviam em algumas regiões perto de Nagasaki. Alguns retornaram oficialmente à Igreja Católica Romana. Outros permaneciam fora da Igreja Católica e tinham permanecido como Kakure Kirishitan, mantendo suas próprias crenças tradicionais e seus descendentes afirmar que mantem a religião com os costumes dos seus antepassados.26 No entanto, tornou-se difícil para eles manter a sua comunidade e rituais, já que houve aqueles que se convertido ao budismo ou xintoísta, eventualmente. 27 Quando João Paulo II visitou Nagasaki em 1981, ele batizou alguns jovens de famílias Kakure Kirishitan, uma ocorrência rara.28

Referências[editar]

  1. ↑ Documentos de Japon
  2. ↑ Cultural Interactions
  3. ↑ Catholic Encyclopedia, Xavier entry
  4. ↑ Catholic Forum
  5. ↑ Jansen, p. 77
  6. ↑ a b c Portugueses do sol nascente. Editora Abril. Página visitada em 03/10/2010.
  7. ↑ a b c Os últimos samurais cristãos - Aventuras na História. Editora Abril. Página visitada em 22/05/2011.
  8. ↑ Jansen, p. 22
  9. ↑ Jansen, p. 67
  10. ↑ Stephen R. Turnbull. The organization of the Kakure communities and their. The Kakure Kirishitan of Japan: a study of their development, beliefs and rituals to the present day (em inglês). ilustrada ed. Routledge: Japan Library, 1998. 296 p. p. 69. ISBN 9781873410707 Página visitada em 22/05/11.
  11. ↑ Os 26 mártires de Nagasaki, glória da Cristandade japonesa. Colegioarautos.org. Página visitada em 22/05/2011.
  12. ↑ Cooper, p. 160: I have received information that in your kingdoms the promulgation of the law, i.e. Christianity, is a trick and deceit by which you overcome other kingdoms, he wrote in a letter to the Philippines in reply to the embassy led by Navarrete Fajardo in 1597. Christian missionaries, in Hideyoshi's mind, represented the first wave of European imperialism.
  13. ↑ Toshihiko
  14. ↑ Jansen, p. 67-68
  15. ↑ a b Costa, 2003 - Misericordias
  16. ↑ Jansen, p. 29
  17. ↑ Kiernan
  18. ↑ Facts about Tokugawa Ieyasu: attitude toward Christianity, as discussed in Kirishitan (religion): -- Britannica Online Encyclopedia. Britannica Online Encyclopedia. Página visitada em 23/05/2011.
  19. ↑ Alvaro David Thwang. Dicionário. JAPAO, O - DICIONARIO E CIVILIZACAO (em português). [S.l.]: Globo Livros. 1457 p. p. 656. ISBN 9788525046161 Página visitada em 23/05/11.
  20. ↑ Higashibaba, p. 139: The Kirishitan band happened to reach Japan. Not only have they sent merchant vessels to exchange commodities, but they also spread a pernicious doctrine to confuse the right ones, so thay they would change the government of the country and own the country. This will become a great catastrophe. We cannot but stop it.
  21. ↑ Jansen, p. 57
  22. ↑ Cristianismo no Japão (html) (em português). Culturajaponesa.com. Página visitada em 18/01/2010.
  23. ↑ Mullins, 1990
  24. ↑ Jansen, p. 58
  25. ↑ Keikyo
  26. ↑ Miyazaki, pp. 282-3
  27. ↑ Miyazaki, pp.284-286
  28. ↑ Miyazaki, p.287

Bibliografia[editar]

  • Father Juan Garcia Ruiz-de-Medina. Documentos del Japón. 1990, 1995 ed. [S.l.]: Rome.
  • Father Juan Garcia Ruiz-de-Medina. Cultural Interactions in the Orient 30 years before Matteo Ricci. [S.l.]: Catholic Uni. of Portugal, 1993.
  •   "St. Francis Xavier". Catholic Encyclopedia. (1913). New York: Robert Appleton Company. 
  • Saint Francis Xavier on Catholic Forum.
  • Marius B. Jansen. The Making of Modern Japan. [S.l.]: Harvard University Press, 2000.
  • Lopez-Gay. (2003). "St Francis Xavier and the Shimazu Family". Bulletin of Portuguese/Japanese Studies. Uni. Nova de Lisboa, Portugal.
  • Costa, João Paulo Oliveira. (2003). "The misericordias among Japanese Christian communities in the 16th and 17th centuries". Bulletin of Portuguese/Japanese Studies 5: 67–79.
  • Kiernan, Ben. Blood and Soil. [S.l.]: Yale Univ Press, 2007. 125–6 p. ISBN 0-30010-098-1
  • Higashibaba, Ikuo. Christianity in Early Modern Japan: Kirishitan Belief and Practice. [S.l.]: Brill Academic Publishers, Incorporated, 2001. ISBN 9-00412-290-7
  • Shimizu, Hirokazu. Kirishitan Kankei Hosei Shiryo Shu. [S.l.: s.n.], 1977.
  • L. Walker, Brett. (Fall 2002). "Foreign Affairs and Frontiers in Early Modern Japan: a Historio-graphical Essay". Early Modern Japan: an Interdisciplinary Journal 10 (2): 44–62.
  • Kondō (em japonês). Hōryū-ji. Página visitada em 2009-11-23.
  • 五重塔 (em japonês). Hōryū-ji. Página visitada em 2009-11-23.
  • Cooper, Michael. Rodrigues the Interpreter= An Early Jesuit in Japan and China. [S.l.]: Weatherhill, New York, 1974. ISBN 0-83480-319-4
  • Elison, George. Deus Destroyed; The Image of Christianity in Early Modern Japan. [S.l.]: Harvard University Press, 1973. ISBN 0-67419-962-6
  • Nosco, Peter. (1993). "Secrecy and the Transmission of Tradition, Issues in the Study of the 'Underground Christians". Japanese Journal of Religious Studies 20 (1): 3–30.
  • Toshihiko, Abe. Japan's Hidden Face. [S.l.]: Bainbridgebooks/Trans-Atlantic Publications, 1998. ISBN 1-8916-960-5X
  • Mullins, Mark R.. (1990). "Japanese Pentecostalism and the World of the Dead: a Study of Cultural Adaptation in Iesu no Mitama Kyokai". Japanese Journal of Religious Studies 17 (4): 353–374.
  •   "Japan". Catholic Encyclopedia. (1913). New York: Robert Appleton Company. 
  • The Keikyo Institute: "Nestorian Christianity in the Tang Dynasty".
  • Miyazaki, Kentaro. Kakure Kirishitan --Orasho, Figured Bass of Their Souls, (em japonês). [S.l.]: Nagasaki Shimbun Shinsho, 2001. ISBN 4-931493-40-8
  
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

DE ONDE SERÁ QUE VIRÃO OS PROFESSORES QUE MERCADANTE QUER IMPORTAR? TAMBÉM DE CUBA? DE PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA? DA CHINA?


Na onda das eleições, Mercadante pensa em criar o programa "Mais professores" (Foto: Antonio Cruz / ABr)


Do blog Política & Economia Na Real, do jornalista José Márcio Mendonça e do economista Francisco Petros 
28/08/2013 
às 14:35 \ Política & Cia
TAMBÉM QUERO O MEU
Entusiasmado com o que no governo é visto como um grande sucesso de “público” do ministro da Saúde, o programa Mais Médicos, seu colega da Educação, Aloizio Mercadante, que lá no fundo ainda não “revogou” sua pretensão de concorrer ao governo de São Paulo, anunciou que poderá também lançar em sua pasta um sucedâneo do programa de Padilha, o novo programa Mais Professores.
A questão é saber de onde virão esses profissionais se, como no caso dos médicos, não houver brasileiros suficientes para suprir as vagas a serem oferecidas pelo MEC.
Preferencialmente de Cuba também?
Dos países lusófonos?
Do Vietnã, Japão ou China?
E mais serão dispensados, como os médicos de um exame de validação do diploma e de um teste de proficiência em Língua Portuguesa?
Eleição, o que não se faz em seu nome!




Publicado em 01/07/2013
Um pedaço do programa do John Stossel 20/20 apresentado na ABC onde ele expõe as mentiras que Michael Moore conta sobre a assistência médica em Cuba no documentário Sicko .

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OCC - Clamor às Forças Armadas pela Democracia e pela Constituição Federal Contra o Comunismo



http://youtu.be/53fihoTFQt4

PRÉ-SAL - A FARSA DE LULA DA SILVA PT & CIA



Testemunho do PRÉ-SAL. Carlos Galani Dos Santos Em 1978, eu, Carlos Galani dos Santos, trabalhei em uma plataforma marítima de prospecção de petróleo na bacia de Santos. A concessão da área era da British Petróleun, a plataforma era da Pennzóil e a firma em que eu trabalhava, como Auxiliar de Geólogo, era a Oil, (Ocean Inchcape do Brasil).

A plataforma tinha o nome de SEDCO 706. A base era em São Sebastião, de onde saia o helicóptero que nos levava para a plataforma. O tempo de voo era de uma hora e distava aproximadamente 200 KM, já na beira da plataforma continental do Brasil. Com tempo bom se avistava da plataforma a claridade da cidade do Rio de Janeiro em noites claras.

Estas informações são para que se situem na localização aproximada. Pois bem, meu trabalho consistia em recolher amostras coletadas das brocas de perfuração, trata-las e analisa-las quanto à presença de carbono, o que indicaria a possibilidade de haver ou não petróleo naquele furo. E, sim, havia carbono em quase todos os furos que eram feitos.

Mas, a profundidade em que eram encontrados estes indícios da possibilidade de haver petróleo tinham uma lâmina d´agua na média de 176 metros e os furos eram todos com mais de 3.000 metros!!!

Foram centenas de furos e todos devidamente marcados quanto à localização e lacrados com cimento, pois não havia na época tecnologia para que se retirasse o petróleo em segurança, como não temos até hoje. Imaginem minha indignação quando este desgoverno começou a usar estas informações como se fossem "novidades" descobertas por "elles" em... 2005!!!

De lá para cá, iludiram o país inteiro, com a conivência dos políticos, que certamente também tinham estas informações que lhes passo aqui, com a possibilidade, ainda impossível, do país ficar "rico" com este petróleo inviável economicamente, ao menos no atual momento. Era isto que tinha para dizer, meu testemunho de que nosso governo mente, e mente em tudo o mais, inclusive quando se diz "democrático", pois sabemos que o viés é totalitário. Mentem somente... lastimavelmente...

Os Geólogos denunciam. A Petrobrás perdeu 208 bilhões de dólares. O Pré-sal foi descoberto em 1974, no governo Geisel. Foi mapeado no governo Itamar Franco. Foi declarado, no governo Fernando Henrique, como exploração inviável.

No mundo inteiro não há tecnologia para extrair petróleo do Pré-sal. Lula, com o governo em queda, resolveu enganar o povo, dizendo que descobriu o Pré-sal e que os problemas do Brasil estariam resolvidos. 

O que surpreende é que os políticos e governadores "aliados" brigam por sua "divisão". Divisão de quê? O governo Distribuiu dinheiro da Petrobrás à rodo para Petistas e aliados, Cut, Sem-terra. Une, etc, na compra de votos. O povo não sabe nem quer saber. A ignorância é geral. O importante é o PT, LULA E Dilma. O dinheiro acabou. A Petrobras faliu, Agora importa gasolina, óleo, álcool de milho, etc.


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COMISSÃO DA VERDADE ADENTRA EM QUARTÉIS PARA FAZER INSPEÇÕES



DA SÉRIE ACREDITE SE QUISER!


Começam as inspeções nas unidades militares

As Forças Armadas nas mãos de três comandantes militares omissos, bajuladores, que confundem covardia com disciplina militar, estão permitindo que uma comissão que veio do nada, dirigida por cinco marginais, ex terroristas, advogados de militantes da luta armada e simpatizantes, adentrem em quartéis militares e façam inspeções, como se estivessem vistoriando unidades prisionais. A ousadia é tanta que não se sabe quem está comandando a instituição militar se são generais, brigadeiros e almirantes, ou prepostos dos ratos que infestam a administração pública nacional.

É muita falta de dignidade desses pseudos chefes militares. Os incompetentes estão transformando a instituição militar em guarda pretoriana dos governantes de plantão. Aceitam tudo sem qualquer reação, subordinando-se a toda sorte de vilania que é lançada sobre a instituição militar.

É necessário urgentemente restaurar a honra das FFAA brasileiras. E o primeiro passo é retirar de seus gabinetes esse entulho de incompetentes, que não quer largar o osso, perpetuando-se no comando das FFAA armadas como se tivessem se apropriado das mesmas.

Fora com essa casta de gados fardados. Precisamos de homens de atitudes à frente da instituição militar para dar um basta nestes bandidos que estão infelicitando a nação brasileira e desmoralizando as FFAA.
Conclamo o comandante do 1.º Batalhão da Polícia do Exército a não permitir a presença de nenhum membro de comissão, seja da dita ’Comissão da Calúnia’, ou de sua filiada estadual do Rio de Janeiro. Só permita a presença desses bandidos na unidade se a ordem vier de cima, e trazida pessoalmente pelo comandante do Exército, general Enzo Martins Peri. Nenhuma outra autoridade, e sem a presença dele, permita que entre na unidade. Se o covardão do comandante do Exército, o vendido general Enzo Martins Peri, comparecer pessoalmente para fazer média com os comissários, - como é de seu feitio, bajular ex terroristas e ex guerrilheiros, - que entregue o cargo. Os oficiais e graduados do 1BPEx deverão seguir o exemplo de seu comandante, solicitando a transferência da unidade.

Uma unidade militar não pode ser ultrajada pela invasão de grupos de marginais travestidos de autoridades civis. Basta a covardia do comandante da AMAN que por duas vezes permitiu que se ultrajasse a instituição de ensino que forma os oficiais do Exército Brasileiro.
Chega de desmoralização! A cada reação corresponde uma reação. Se persistir esse quadro de aceitação obsequiosa de desmoralização das FFAA, a reação começará a vir de baixo. Sem controle e devastadora. Fizemos ontem; faremos hoje e sempre!"
ESTAMOS VIVOS!

José Geraldo Pimentel
Cap Ref EB
RG: 018796130-5

Rio de Janeiro, 18 de agosto de 2013

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terça-feira, 27 de agosto de 2013

PIAUÍ REGISTRA 1ª PREFEITURA QUE PEDE EXCLUSÃO DO MAIS MÉDICOS




No Estado, 24 médicos aderiram ao programa, sendo um estrangeiro que irá para o município de Bocaina. 
22/08/13, 18:12

O município de Alto Longá ( a 76 km de Teresina) será o primeiro do Estado a pedir a exclusão do programa “Mais Médico”. A decisão foi tomada pelo município após ouvir os esclarecimentos de técnicos do Ministério da Saúde, que realizaram vídeo conferência, e palestra presencial nesta quinta-feira (22) com prefeitos e secretários de Saúde do Piauí. Os gestores se frustraram ao saber que a prefeitura terá que bancar parte da presença dos médicos nos municípios.


Fotos: Evelin Santos


A secretária de Saúde de Alto Longá, Luciane Leal Sousa, comunicou o prefeito da cidade que irá excluir o município do programa. “É trocar seis por meia dúzia. Não compensa, o município vai arcar com parte das despesas com o salário do médico, por isso esse incentivo do governo federal é fictício”, disse a secretária.

Ela conta que Alto Longá conta com seis médicos que ganham entre R$ 8 mil a R$ 10 mil. E com a chegada do médico do governo federal, a prefeitura terá que bancar com 60% do seu salário.

O vice-prefeito de Amarante, Clemilton Queiroz, que participou da conferência também afirmou que o município vai rever a decisão e poderá desistir do programa “Mais Médico”. 
“Os municípios já têm muitos encargos sociais e não está compensando da forma que foi posto o programa”, disse Clemilton Queiroz.

Participaram da vídeo conferência, o secretário de Saúde de Teresina, Noé Fortes e os prefeitos José Joaquim de Sousa Carvalho (Cabeceiras), Ricardo José Gonçalves (Santana do Piauí), Waldélia Sales (Jaicós), Florentino Neto (Parnaíba) e José Araújo Resende (Boa Hora). Além de secretários, vice-prefeitos e assessores da saúde.




Os técnicos do Ministério da Saúde tiraram dúvidas dos prefeitos. Sobre a carga horária, um questionamento unânime dos gestores, o Ministério informou que a carga horária do médico será de 40 h, sendo 32 h trabalhando na unidade básica de saúde e as 8h restantes em atividades de especialização. 

O salário será de R$ 10mil e o governo federal dará incentivo de R$ 20 mil para a implantação no município.

A prefeitura bancará moradia, transportes e alimentação. O contrato será de três anos, podendo ser renovado por mais três anos. Os médicos brasileiros irão iniciar os trabalhos no Piauí a partir do dia 2 de setembro. Os estrangeiros somente no dia 16 de setembro. 
Os técnicos do Ministério da Saúde deixaram claro que os médicos que não cumprirem a carga horária serão desligados do programa. 




No Piauí, 24 médicos aderiram ao programa, sendo um estrangeiro que irá para o município de Bocaina. Dos 224 municípios, 165 cidades piauienses querem médicos e aderiram ao “Mais Médico”.

O Brasil vai receber até 4.000 médicos cubanos até o final de 2013, 400 deles imediatamente, dentro do programa federal Mais Médicos.

Segundo informou o Ministério da Saúde, os profissionais não poderão escolher as cidades em que vão atuar: os primeiros 400 serão direcionados para 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum profissional na primeira etapa do programa, 84% deles no Norte e no Nordeste do país.


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DEP. RONALDO CAIADO CRITICA O PROGRAMA MAIS MÉDICOS PARA O MINISTRO ALEXANDRE PADILHA



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SARGENTO DO EXÉRCITO PRESO PROTESTANDO NA PONTE RIO NITERÓI




Sargento do Exército diz à polícia que fazia protesto contra a situação dos militares no Brasil
Maria Inez Magalhães e Tiago Frederico terça-feira, 27 de agosto de 2013

Rio - Um sargento do Exército foi preso na manhã desta terça-feira após fazer rapel na Ponte Rio-Niterói, na altura do Vão Central, na pista em direção a Niterói. De acordo com Vinicius Feliciano Machado, de 29 anos, ele realizou o ato para protestar contra a situação dos militares no Brasil. 


Vinicius disse que planejava o protesto há dois anos. "Quando se vai protestar, tem que ser feito algo que cause impacto. Avaliei o risco, fiz alguns ensaios. Nunca tive tanto medo na vida", disse o sargento que não se arrepende do ato.

"Vou responder pelo que fiz, causei risco de acidentes, mas não me arrependo. Espero o apoio das pessoas, que se sensibilizem com a situação de todos profissionais de segurança do Brasil", afirmou o sargento que prometeu entrar em greve de fome até ouvir pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff sobre o caso.

Uma megaoperação de resgate foi montada em instantes para que o homem fosse resgatado. Agentes do Grupamento Marítimo, um helicóptero da Polícia Militar e uma equipe da Polícia Rodoviária Federal e da CCR foram acionados para a ocorrência, por volta das 6h40. Vinicius foi levado ao local por um amigo, que ficou dentro do carro, no acostamento.
O resgate durou cerca de 20 minutos. Uma faixa da via precisou ser interditada para o trabalho das equipes. Segundo a CCR, o tráfego em direção a Niterói ficou lento desde os acessos no Rio.

Os militares não aguentam mais o desrespeito com que são tratados, embora não oferecesse resistência a prisão, o jovem Sargento foi algemado, o que era dispensável.

Não se admire se mais casos acontecerem, já é o limite. Na semana passada O vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro Celso Amorim (Defesa) foram vaiados durante a cerimônia de entrega de Espadins a 476 cadetes do 1º ano da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende, no Rio.


Não faltará oportunidade para que os militares dispensem sonoras vaias a presidANTA Dilma.

Greve de fome no primeiro protesto #002

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 Apresentação do protesto #001 

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Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

- INVESTIGADOR É DETIDO APÓS REAGIR A ASSALTO (aqui)

GOVERNO BRASILEIRO SOLICITOU DADOS DE 857 USUÁRIOS DO FACEBOOK NO 1º SEMESTRE


PUBLICIDADE DE SÃO PAULO 27/08/2013 - 14h56


O Facebook liberou nesta terça-feira (27) seu primeiro relatório de requerimentos governamentais por dados de usuários, referente ao período entre 1º de janeiro e 30 de junho deste ano, durante o qual o governo brasileiro fez 715 solicitações, abrangendo 857 usuários da rede social.
Um terço (33%) dessas solicitações foi atendido pelo Facebook por conta de determinação judicial. A companhia não divulga quais foram os usuários que tiveram sua conta aberta a órgãos governamentais.

Os dados liberados podem incluir endereço de IP (identificação do computador), nome e registro de atividades e costumam ser pedidos a fim de auxiliar investigações criminais, como em casos de fraudes eletrônicas ou de sequestros, segundo a empresa.
Da lista, que pode ser vista nesta página, o Brasil fica em sétimo lugar em solicitações, atrás de:
  1. EUA (entre 11 mil e 12 mil pedidos): 20 mil e 21 mil usuários envolvidos
  2. Índia (3.345): 4.144 usuários
  3. Reino Unido (1.975): 2.337 usuários
  4. Alemanha (1.886): 2.068 usuários
  5. Itália (1.705): 2.306 usuários
  6. França (1.547): 1.598 usuários
Um total de 74 países realizou 38 mil pedidos.
O governo americano também tem uma das maiores proporções de pedidos atendidos: 79%, ante 37% da Alemanha e de 39% da França, por exemplo.

Brasileiros compõem a segunda maior nacionalidade do Facebook, atrás apenas dos EUA.
"Esperamos que este relatório possa ser útil para usuários no atual debate sobre os padrões de pedidos governamentais por informações de usuários em investigações", escreveu Colin Stretch, advogado do Facebook, no comunicado em que o relatório foi divulgado.

No relatório de transparência que é divulgado pelo Google, o Brasil também costuma figurar entre os que mais fazem solicitações (no caso do buscador, os requerimentos são para remoção de conteúdo). No mais recente, o país ficou no topo da lista.

No ano passado, o Facebook foi acusado pelo Ministério Público Federal no Paraná de retardar em 15 dias o cumprimento de determinação judicial para liberar informações sobre usuários que estavam sendo investigados em um caso de pornografia infantil, o que acarretaria em multa de R$ 750 mil.

À época, o MPF disse que Google, Microsoft e Yahoo! haviam colaborado com a investigação, sem atrasos.

O Facebook negou que tivesse sido negligente no fornecimento de dados para as autoridades.
Também no ano passado, o diretor do Google no Brasil, Fabio José Silva Coelho, foi preso depois de a companhia americana ter desobedecido uma determinação judicial que ordenava a retirada de um vídeo com ataques a um candidato à prefeitura de Campo Grande (MS) do YouTube.

Pedro Ladeira - 15.ago.13/Folhapress
Bruno Magrani, gerente de relações governamentais do Facebook do Brasil, durante depoimento em Brasília
Depois da prisão (e da liberação do executivo), o Google tirou o vídeo do ar.

ESPIONAGEM

O Facebook foi uma das empresas citadas como as que cujos usuários tiveram dados espionados pelo governo americano por meio do programa Prism, revelado em junho.
Neste mês, contudo, a companhia --ao lado de Google e Microsoft-- negou que tivesse facilitado o acesso a informações de brasileiros para os EUA.
O representante do Facebook na comissão, organizada pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), era Bruno Magrani, gerente de relações governamentais da empresa no país. "Não houve nenhum acesso em grande escala", disse na ocasião.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

QUANDO FHC TROUXE CUBANOS, A REVISTA VEJA APLAUDIU. QUAL A REAL DIFERENÇA PARA HOJE?



AQUI ESTÃO, MAIS UMA VEZ, AS PROVAS DE QUE A REVISTA VEJA É DE CENTRO ESQUERDA E FHC É COMUNISTA

Revista da Editora Abril afirma que "o milagre veio de Cuba" numa reportagem de outubro de 1999, quando o presidente era Fernando Henrique Cardoso e o ministro da Saúde, José Serra, ao descrever a situação de municípios como Arraias, em Tocantins, que não tinham médicos; a matéria chega a dizer que "os cubanos são bem-vindos"; agora que Dilma Rousseff e Alexandre Padilha propõem socorrer as cidades sem médicos com profissionais cubanos, eles são chamados de escravos e de espiões comunistas por Veja

26 DE AGOSTO DE 2013 

247 – Numa reportagem publicada na edição número 1.620, de 20 de outubro de 1999, a revista Veja elogiou a vinda de médicos cubanos ao Brasil. "O milagre veio de Cuba", chega a colocar o texto, depois de descrever a precária situação do, na época, único hospital do município de Arraias, em Tocantins. A matéria explica o motivo pelo qual o hospital ficou fechado por quatro anos depois de ser inaugurado, em 1995: "Faltavam médicos que quisessem aventurar-se naquele fim de mundo". Foi quando a cidade "conseguiu importar cinco médicos da ilha de Fidel e, assim, abrir as portas do hospital".

Infelizmente, a situação de hoje não é muito diferente. O governo da presidente Dilma Rousseff, com Alexandre Padilha no ministério da Saúde, anunciou a contratação de quatro mil médicos cubanos para trabalhar em 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum profissional inscrito no programa Mais Médicos. Diferente de quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso firmou o convênio com Cuba, no entanto, desta vez a revista cobriu o assunto escancarando seu preconceito. Chamou o que antes era "a tropa vestida de branco de Cuba" de "espiões comunistas". O colunista Reinaldo Azevedo os chamou de escravos.

Em outro trecho, a matéria diz: "os cubanos são bem-vindos", ressaltando, porém, que a contratação desses médicos era irregular, motivo que também é trazido à tona atualmente. Apesar dessa pequena crítica, o destaque do texto de 1999 fica para histórias de personagens cubanos que pretendiam melhorar de vida no Brasil e trabalhar com amor. Inexplicavelmente, agora, sob o governo petista, a posição da revista mudou completamente. Por quê?