sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O mito da minoria radical muçulmana


Em 07/01/2015 Por Felipe Moura Brasil


Bem mais grave do que o mito da “minoria infiltrada de vândalos” nos protestos do Movimento Passe Livre em 2013 no Brasil é o da minoria radical muçulmana, decerto defendido pelos “especialistas” da Globo News. Não é difícil disseminá-lo. Basta mostrar às pessoas que os terroristas que matam inocentes são minoritários entre os muçulmanos e daí concluir que a maioria é pacífica uma vez que não comete atentado algum. Diga ainda que líderes de tais e quais entidades muçulmanas condenam os atos e pronto. Já convenceu os incautos.
O problema é que terroristas recebem apoio moral, financeiro e religioso daqueles que não são os próprios terroristas, mas que podem e devem ser chamados de radicais. No vídeo legendado abaixo, Ben Shapiro mostra por meio dos dados de pesquisas feitas em cada país com população muçulmana quantos indivíduos são radicais de fato.
Pois é. Mais de 800 milhões de muçulmanos são radicais. Mais da metade da população muçulmana na Terra. E, infelizmente, o mito da minoria radical muçulmana “ainda vai matar muita gente civilizada”, como supostamente aconteceu nesta quarta-feira em Paris, já que durante o atentado, parcialmente filmado por testemunhas nos prédios vizinhos, os agressores gritavam “Alá é grande”, em árabe. (A chargista Corinne Rey, que assina como Coco, presenciou o ataque e afirmou ao jornal francêsL’Humanité que os terroristas “falavam francês perfeitamente” e “reivindicaram ser da Al Qaeda”.)
Eu também havia falado aqui, aqui e aqui da histeria politicamente correta que, sob a bandeira do multiculturalismo, impede não só certas medidas de segurança que eventualmente podem salvar vidas, mas o próprio debate sobre quais delas seriam as mais eficazes para conter o avanço dos radicais islâmicos sobre o Ocidente.
Citei os casos emblemáticos do atirador de Fort Hood e dos terroristas de Boston, em que a morte de inocentes poderia ter sido evitada não fosse a irresponsabilidade – para dizer o mínimo – disfarçada de “tolerância” promovida pelo governo Obama, o mesmo que abriu caminho, como mostrei aqui, aqui eaqui, para os terroristas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS, na sigla em inglês) cometerem as maiores atrocidades no Iraque, decapitando e executando cristãos, yazidis e até jornalistas internacionais.
Como escrevera João Pereira Coutinho no artigo “Nós, os vermes“: “Mas já seria um grande contributo se o Ocidente fosse um pouco mais intolerante com a intolerância daqueles que recebemos, alimentamos, sustentamos – e enlouquecemos de ódio com o ódio que sentimos por nós próprios.” Em seu livro A civilização do espetáculo, Mario Vargas Llosa também defende ideia semelhante, enfatizando que é o imigrante quem tem de se adaptar à cultura local, não o contrário.
Na Inglaterra, vale lembrar que Mohammed já é o nome mais popular entre os bebês do sexo masculino; e, só para se ter uma ideia de como o pavor de ferir suscetibilidades vai se transformando na pura submissão de um país às imposições de uma religião minoritária que representa apenas 4,5% de sua população, a rede Subway resolveu abolir todos os derivados de porco (basicamente presunto e bacon) de seu cardápio para, segundo eles, não ofender os muçulmanos.
Os conservadores, tratados no mínimo como porcos pelos esquerdistas, também tiveram suas ideias – ainda mais saborosas que presunto e bacon – abolidas do cardápio universitário ocidental para não ofender os professores militantes. E o resultado prático está aí: um rastro interminável de sangue.
* Veja também os vídeos abaixo:
1) Achando que conseguiria pegar David Horowitz no contrapé durante palestra no campus de UC San Diego (um dos mais esquerdistas dos EUA), uma estudante radical é confrontada com sua própria incoerência e admite publicamente o que poucos admitem:
2) A jornalista libanesa e sobrevivente do terror islâmico Brigitte Gabriel dá uma resposta arrasadora a uma estudante identificada como Saba Ahmedo em debate promovido pela Heritage Foundation sobre as mortes de quatro americanos em atentado em Bengasi, na Líbia.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil
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COMENTÁRIOS DO BLOG:


O discurso da Brigitte Gabriel teve uma falha: se a maioria é pacífica, por que os palestinos, sabendo que o Hamas é radical, escolheram, em eleição, esse grupo terrorista para governá-los?

As mutilações genitais das meninas (crianças mesmo) são feitas com lâminas enferrujadas, sem anestesia e muitas morrem de hemorragia sem qualquer assistência. Uma brutalidade sem igual, um terror. Basta ver o filme “A Flor do Deserto”. Esse islã não faz parte do mundo moderno, nem o comunismo. Mas nossa presidenta apóia o Estado Islâmico.

Drácula só deteve esses monstros empalando seus asseclas. Ai eles deixaram a Romênia em paz.
O Alcorão manda MATAR o que eles chamam de infiéis. Veja: 5 ayahs do Alcorão que promovem a violência…
“Sempre que recebem informação de que um grupo islâmico levou a cabo mais um ato de violência, os maometanos ocidentalizados dirão que esses atos não representam o verdadeiro islão, e que esses homens não são muçulmanos genuínos. Eles responderão que as raízes da sua fé são inteiramente pacíficas, e que a sua religião – o islão – é inteiramente pacífico.

Obviamente que isto logicamente levanta a questão do porquê tantos maometanos estarem a matar pessoas, e a alegar que o Alcorão apoia os seus atos. Eu proponho que eles têm razão no que dizem, e que o Alcorão de fato prescreve o assassinato daqueles que eles consideram como “infiéis”. Eis aqui 5 ayahs que promovem a violência:

1 – “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.” – Alcorão 47:4
Os estudiosos liberais frequentemente dirão aos seus estudantes que a palavra ” decapitam” não aparece nesta passagem, e eles têm razão. Em vez da palavra “decapitem” o Alcorão (isto é, Maomé) disse aos maometanos para golpear os pescoços dos incrédulos até que tenha infligido matança.

2 – “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. … E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos.” – Alcorão 2:191,193
O contexto histórico desta passagem não é uma guerra defensiva. Os maometanos tinham acabado de chegar a Medina e não estavam a ser atacados. Maomé não está a ordenar aos seus seguidores que tomam ações contra os inimigos que os estão a perseguir, mas sim a ordenar os seus fiéis a subjugar as povoações dos infiéis e matá-los.

3 – “Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão. Tal é a lei que Deus vos impõe.” – Alcorão 2:24
Quando o Alcorão fala sobre “as que tendes à mão”, ele refere-se àquelas que estão na sua posse – propriedade sua. No contexto da surah 4, o Alcorão fala das mulheres que eles capturaram em guerra. Aquelas mulheres que foram capturadas como reféns numa guerra são aquelas que “tendes à mão”. Maomé sancionou o abuso sexual destas mulheres capturadas em guerra.

Alguns maometanos interpretam este verso como sendo um que dá permissão aos maometanos que tenham relações com múltiplas esposas, mas o versículo claramente faz distinção entre as esposas que aquelas que “tendes à mão”.

4 – “Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído parceiros a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso.” – Alcorão 3:151
Quando o versículo diz “por terem atribuído parceiros a Deus”, refere-se a idolatria; politeísmo. Uma vez que alguns maometanos acreditam que o conceito Cristão de Cristo é politeísmo, esta ayah também se refere a eles.

5 – “Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial” – Alcorão 2:216
Sabemos a partir da Tradição islâmica (Hadeeth) que o contexto desta passagem não é uma guerra defensiva. Maomé narra esta ayah como forma de motivar e encorajar os seus discípulos a atacar as caravanas dos mercadores de Meca. Ele diz-lhes que embora eles odeiam combater, qualificando isso de imoral, isso é uma ordem a qual eles, como maometanos, estão obrigados a seguir.”

Bahá’u’lláh (1819-1892) foi prisioneiro do Império Otomano por mais de 4 décadas e perseguido pelo clero da Pérsia xiíta desde a década de 1840, e ao fundar a Fé Bahá’í em 1863, dentre os princípios para seus seguidores prescreveu:
“Bem-aventurado e feliz é aquele que se levanta para promover os melhores interesses dos povos e raças da Terra.”
“O povo de Bahá deve pairar bem alto acima dos povos do mundo.”
“Em assuntos de religião, toda forma de fanatismo, ódio, dissensão e contenda é estritamente proibida.”
“Esforçai-vos, ó povo de Bahá, para que o tumulto da dissensão e luta religiosa que agita os povos da terra possa ser aquietado e todos os seus vestígios completamente obliterados. Por amor a Deus e àqueles que O servem, erguei-vos para ajudar esta sublime e solene Revelação. O fanatismo religioso e o ódio são um fogo que devora o mundo, cuja violência ninguém pode abafar. Somente a Mão do Divino poder é capaz de libertar a humanidade desta desoladora aflição.”
Fonte: bahairesearch.com
Segue link de Pesquisa
É muito engraçado ver que 12 jornalistas valem mais que 50, 100 mil cristãos!

Nós, temos denunciado isso incansavelmente sem ninguém dar ouvidos, aí surge a liberdade de expressão, a santíssima, ainda que a perseguição aos cristãos tenham total ligação com ela, porém não se pode ser tão descabido e desvalorado para que 12 mortes signifique mais que 50 mil.

Espero que o ocidente ao menos dê atenção para esta ideologia genocida de uma vez por todas.

Perfil de perseguição aos cristãos:


A lei deveria ser muito simples:
“Um único atentado dentro do nosso país, iremos colocar no chão todas as mesquitas e se houver um próximo atentado, todos mas, todos mesmo os muçulmanos serão expulsos do país”. Chega de tolerância!

COMENTÁRIO DO BLOG:

O mito de que todo árabe é muçulmano... tem gente que não gosta de árabes independente da religião que sejam.
O mito de que existe ou já existiu a Palestina e que eles seriam árabes é o maior mito que conheço.

Itália! Imigrantes ilegais reclamam e amotinam-se com a desculpa de ''más condições de vida"



Em 25 de ago de 2015


Protesto em campo de migrante da Cruz Vermelha em Bresso, perto de Milão, contra o fracasso em obter uma autorização de residência e supostamente por "pobres condições de vida?".


Eles têm condições limpas, apesar da sua falta de asseio, eles estão bem vestidos, não estão desnutridos, o cara tem até fones de ouvido que com esse dinheiro gasto poderia alimentar uma criança africana para dois dias, isso não é o sofrimento de refugiados.

Vocês sabem por que não são agradecidos?
Por que é uma invasão.


Eles querem que as mulheres brancas ... eles querem o seu trabalho, a sua casa e, eles vão buscá-las podem acreditar.

Você não tem que ajudar ninguém. Essa é a mentira que está sendo vendida. O Japão é um país rico e eles não aceitam qualquer um - são racistas mesmo. Eles são mais do que 98% japonês. Eles não estão ajudando esses muçulmanos e africanos porque eles são inteligentes e sabem que eles não vão fazer nada além de causar problemas. O Japão tem uma população enorme com uma taxa de homicídios tão baixo quanto a da Islândia. São países homogêneos e pacíficos. Não há migrantes para estuprar suas mulheres ou provocar distúrbios em suas ruas.

Watch African migrants destroy southern Italy - Assistam migrantes africanos destruindo o Sul da Itália


Publicado em 5 de jun de 2015





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Hungarian Police Battle with Muslim Protesters in Migrant Camp Debrecen City - Polícia Húngara em batalha com manifestantes muçulmanos em Campo de Migrantes




Em 12 de jul de 2015

Hungarian police have fired tear gas to subdue hundreds of people fighting each other and throwing rocks in an overcrowded camp for migrants in the eastern city of Debrecen, authorities have said.

While African Muslims leaks into Europe through Italy, Balkan Muslims leak in through Hungary. And with it comes Afghanistan-style Islamic riots. Meanwhile, in lack of EU’s willingness to effectively defend its borders, Hungary has decided to build a 200 km long, 4 meter high fence on the border to Serbia…

…A conflict of a religious nature between two refugees (a turkish and an afgan) at the Debrecen camp was allegedly behind the riots that happened on a nearby road on Monday afternoon. About 100 migrants staying at the refugee camp in Debrecen, in eastern Hungary, started throwing stones at cars passing by on road 471 and beating the vehicles with sticks, according to eye-witnesses.

Later, police said one officer took a hit from a stone and was slightly injured. Police appeared in raid gear and managed to drive the refugees back into the camp, behind a fence where they remained in a line, facing police and shouting, the correspondent said. The conflict turned violent after 2.30 pm when two refugees engaged in a row over religious (islam) matters, the local county police said.

The argument turned heated and “hundreds of others” joined in, including a man who allegedly “stamped his feet on the Koran”, police said, citing eyewitnesses. Another witness said one refugee took the other’s Koran, which contained 200 euros hidden among the pages. Police spokesperson Erika Demeter said the refugees blocked the nearby highway, lit rubbish bins and threw stones at cars passing by.

Rioting migrants also set fire to rubbish and a policeman was injured on Monday when a rock struck him in the head, Interior Ministry spokesman Attila Samu said.

"The conflict broke out after a Turkish migrant seized the Quran of an Afghan migrant and [because] allegedly there were 200 euros of cash inside the Koran," Samu told the Reuters news agency.

"This set off the initial conflict, in which subsequently hundreds were embroiled. They broke out of the camp, occupied a road, pelted rocks and set fire to garbage containers. Police then forced them back into the camp."

The camp, which was designed to hold about 823 people but is now crammed with 1,655, is located on the outskirts of Debrecen, 230km east of the capital Budapest.

Hungary, a landlocked central European country of 10 million people, is in the European Union's Schengen visa-free travel zone and thus an attractive destination for tens of thousands of migrants entering Europe through the Balkans from the Middle East and Africa. Most then move on to western Europe.

High number of refugees

Prime Minister Viktor Orban's government has started constructing of a 175km fence along its border with Serbia, angering its southern neighbour.

The government has also sent the public questionnaires linking immigration to "terrorism" and launched a nationwide poster campaign urging migrants not to break laws or take jobs from Hungarians. 

In a visit to Debrecen last month, Orban said the camp should be closed for good.

Police spokesman Denes Dobo said police had arrested one Turkish migrant. "Right now there is calm in the camp, police are upholding public order and security," he said.

Samu said an extra 154 policemen were scrambled to the scene from nearby districts to restore order. They will remain on site as long as necessary, Samu added.

'Boat is full'

Earlier this month, Hungary indefinitely suspended the application of a key EU asylum rule, which requires claims by migrants to be processed in the EU country they first arrive in.

Zoltan Kovacs, the Hungarian government spokesman, said "the boat is full," referring to the recent influx of migrants. 

"We all wish for a European solution, but we need to protect Hungarian interests and our populaton," he said.

The EU has asked Hungary to urgently clarify its suspension of the rule.

In the first six months of this year, the number of migrants crossing into the EU via Hungary's border with Serbia exceeded 66,000, overtaking even the number arriving in Italy.

The increase in migrants is fuelling public hostility to the EU's open borders and to the EU project as a whole.

EU summit talks last week over how to cope with the problem exposed sharp differences between 
Mediterranean states, which have borne the brunt of the influx, and poorer, former Communist central and east European countries, who fear costly disruptions from proposals to make them take in a share of those in transit.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O Islã é o Cavalo de Troia do comunismo no mundo



O Islã é o Cavalo de Troia do comunismo no mundo.Os islâmicos financiam o comunismo no mundo.Refugiado não tem que...
Posted by Osvaldo Aires Bade on Segunda, 7 de setembro de 2015

PARA DESCONTRAIR Joelma afirma: O chimbinha me traiu



PARA DESCONTRAIR
Joelma afirma: O chimbinha me traiu.
Posted by Osvaldo Aires Bade on Quinta, 10 de setembro de 2015

A História da Bíblia e dos Cristãos


UMA SÍRIA DENUNCIA OS FALSOS REFUGIADOS E AS MANIPULAÇÕES DO OCIDENTE - Discurso feito durante um protesto em Belgrado (Sérvia) - 06.09.2015



Publicado em 07 de setembro de 2015


Queridos amigos, eu estou aqui, junto com o orgulhoso povo sírio, para falar a vocês sobre a situação do meu país, o que também é importante para a Sérvia. Nós éramos um povo amado e respeitado. Antes desta guerra, o nosso maior problema era a Palestina. À luz do que temos hoje, nossos problemas eram mínimos: nós queríamos então encontrar uma solução para a burocracia, para a corrupção em determinadas áreas. Nós não conhecíamos a injustiça, o terrorismo ou a criminalidade. Nós trabalhamos duro nos últimos 10 anos antes desta guerra e tínhamos feito grandes progressos. Havia coisas importantes que a Síria não tinha antes desta guerra.

UMA SÍRIA DENUNCIA OS FALSOS REFUGIADOS E AS MANIPULAÇÕES DO O...
Discurso feito durante um protesto em Belgrado (Sérvia) - 06.09.2015 http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2015/09/uma-siria-denuncia-os-falsos-refugiados.html.
Posted by Osvaldo Aires Bade on Quinta, 10 de setembro de 2015

Nós tínhamos uma profunda identidade nacional. As pessoas que vocês veem nas ruas de Belgrado indo para a Alemanha ou a Holanda, não são verdadeiros sírios. Não entendam mal o que eu digo, eu amo o meu povo, aqueles que estão lutando pela Síria, pelo nosso país.

Sim, os civis sofrem com esta guerra, mas quem não sofre?

Por que o resto dos sírios permanece e resiste?

Se eles fossem verdadeiros refugiados, eles teriam escolhido ficar em lugares seguros mais próximos, a fim de não entrarem em conflito com a polícia húngara para ir para a Alemanha.

Deixe-me fazer esta pergunta: se o ocidente não quer que os refugiados pereçam no mar, por que eles não suspendem as sanções contra o povo sírio, que já custaram 143 bilhões de dólares para a Síria?

Se não está na agenda do ocidente, por que não ajudar os sírios a ficar [em casa] ajudando o exército sírio para se livrar dos terroristas e fazer da Síria um país seguro novamente?

Por que não ajudar a reconstruir as casas destruídas com o dinheiro que ele gasta com os refugiados?

Ele retira da Síria pessoas que podem reconstruir o país. Ele quer quebrar a Síria e o povo sírio. Por um lado, ele quer roubar os médicos sírios e seus melhores alunos, e isso vai causar uma fuga de cérebros. E, por outro lado, as empresas multinacionais querem mão de obra barata para baixar os salários.

Até agora, nós perdemos cem mil soldados que lutavam contra os extremistas. Eu não vi o Ocidente chorar por aqueles que deram suas vidas para defender a nação, deixando para trás famílias enlutadas que precisam de ajuda. E, por outro lado, ele está tentando ajudar as pessoas que fogem do seu país. Muitos deles são jihadistas e, além disso, eles são pagos com milhares de euros para isso.

Deixe-me dizer a vocês que o dinheiro que eles gastam para vir é suficiente para comprar uma casa em um lugar seguro na Síria para uma família de cinco pessoas, e ter um pequeno trabalho e viver bem. Estes não são refugiados. Estes são migrantes econômicos. Depois de quatro ou cinco anos, a nossa nação continua a cumprir os seus compromissos internacionais. O nosso litoral é muito bem guardado, sem qualquer barco de migrantes partindo daqui. Uma outra razão é fazer com que os cristãos saiam da Síria, historicamente uma das primeiras terras cristãs. O que temos hoje na Síria é semelhante ao que vocês tinham antes na Sérvia. Seu objetivo: a nossa identidade, a nossa unidade e a nossa soberania.

Viva a Sérvia!

Eu quero enfatizar que as nações sérvia e síria sempre foram amigas. Nós temos uma grande comunidade ortodoxa e respeitada. A Síria reconheceu a independência de Kosovo e temos muitos inimigos em comum. Vocês deveriam saber que quando vocês lutam contra os políticos que trabalham para a nova ordem mundial, quando lutam contra os interesses dos EUA e as migrações maciças, vocês salvam, ao mesmo tempo, muitas vidas. Nós ficamos, então, mais ligados. São os mesmos terroristas albaneses que lutavam em Kosovo que agora estão matando civis na Síria. E isso se tornou possível por intermédio dos próprios políticos corruptos nos EUA, pelos seus aliados na UE, e pelos seus cúmplices aqui na Sérvia. E tenham cuidado para que a onda de migração não retorne à Sérvia um dia desses.

Caros amigos, o que eu lhes peço, hoje, é para estarem conosco como povo. Ao nos defender, vocês se defendem a si mesmos. Estejam conosco no nosso exército e na nossa causa justa, pois, se perdermos esta guerra, os jihadistas não vão parar na Síria.

Juntos, nós iremos resistir até a vitória.

Obrigada.

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Fonte:


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Tradução e postagem: Portal dos Anjos e das Estrelas de Luz

Muçulmanos "pedem" para retirar a Cruz da bandeira da Suíça


A absurda exigência de abolir a Cruz, símbolo nacional da Suíça, agrada aos muçulmanos e aos movimentos de esquerdas laicista e anticristã.

Imigrantes Muçulmanos exigem a remoção da cruz da bandeira suíça

Second@s Plus, associação de imigrantes muçulmanos na Suíça, anunciou uma campanha nacional visando remover a Cruz branca da bandeira nacional, informou o Hudson Institute, seção de New York, especializado em geoestratégia.

Em linguagem pós-moderna…

O grupo argumenta que é um “símbolo cristão que não mais corresponde à Suíça multiculturalde hoje”. Ivica Petrusic, vicepresidente do grupo muçulmano, explicou que a Cruz ofende os imigrantes maometanos e que os suíços, portanto, deveriam escolher outro símbolo.
Para Petrusic, “é necessário separar a Igreja do Estado”. Ele ainda escarneceu dos suíços dizendo que não acreditam mais na Cruz.

… para atingir uma meta nada moderna

O líder islâmico propôs uma bandeira verde, vermelha e amarela, mais parecida com as da Bolivia e de Ghana. Na verdade, é um meio termo rumo a uma futura bandeira com as cores rituais islâmicas: verde, vermelho, preto e branco.
Líderes islâmicos suíços. Pregadores católicos
são presos em terras de Islã
Símbolos corânicos figuram nas bandeiras de muitos países islâmicos e quem falasse em remové-los poderia ser judicialmente condenado à morte.
E, naqueles países onde há minorias cristãs, ninguém ousa falar em multiculturalismo. Pelo contrário, só se houve falar em perseguição religiosa.

Reação

O conservador Partido do Povo Suíço (SVP), o maior do país, recusou a proposta como“totalmente inaceitável”. Termos análogos foram empregados pelos porta-vozes do Partido Democrata Cristão (CVP) e Liberal.
A reação imediata dos grandes partidos foi um sinal que eles perceberam a periculosidade da proposta e as conotações explosivas que a envolvem.

Outra reivindicação: impor a Lei Islâmica (Sharia)

Na Suíça há por volta de 400.000 muçulmanos, que possuem 200 mesquitas e 1.000 locais de culto. Eles promovem uma infinidade de processos jurídicos para impor os preceitos islâmicos nos costumes do país.
Muçulmanos na Holanda: ousadia
não pára de crescer
O chefe da comunidade islâmica da Basileia foi processado porpregar a implantação da Lei Islâmica (Sharia) no país e a flagelação pública de mulheres, tendo sido liberado em nome da “liberdade de expressão”. Nos países islâmicos, um pregador público do Evangelho pode ser condenado à morte.
Em 2009 os suíços aprovaram em plebiscito a proibição constitucional dos minaretes, e em 2010 exigiram pelo mesmo processo regras severas contra os imigrantes condenados por crimes graves.

Movimentos de esquerda laicista, aliados do muçulmanos

Por causa dessas decisões livres e democráticas de bom senso, o país foi vituperado pelas esquerdas internacionais, inclusive as católicas “ecumênicas”. Hoje, a referida absurda exigência de abolir a Cruz, símbolo nacional, agrada às mesmas esquerdas laicistas e anticristãs.

Os Europeus ainda vão entregar suas filhas e mulheres para os islâmicos
Com dois dias de chuva imigrantes muçulmanos na fronteira da Macedônia recusam-se a recolher a comida porque é da cruz vermelha e a cruz simboliza o cristianismo.Entendendo a invasão de imigrantes islâmicos na Europa http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2015/09/entendendo-invasao-de-imigrantes.html.
Posted by Osvaldo Aires Bade on Domingo, 6 de setembro de 2015

ESSE VÍDEO ME FEZ CHORAR E VAI FAZER VOCÊS TAMBÉM!!!


ESSE VÍDEO ME FEZ CHORAR E VAI FAZER VOCÊS TAMBÉM!!!
AS ASAS DO MEU IDEAL, A GLORIA DO MEU BRASIL!!!Quantas vezes você escutar é emoção na certa.Ordem e Progresso Já!.
Posted by Osvaldo Aires Bade on Quinta, 10 de setembro de 2015

Gregório Duvivier pratica gravíssimo crime de calúnia contra eleitores de Eduardo Bolsonaro. Será processado?


Gregório Duvivier, um pretenso humorista que acha ser engraçado viver em defesa de um governo totalitário como o petista, resolveu mandar o time todo para o ataque, em total desespero de causa: em um Prêmio chamado Congresso em Foco 2015, notou que Eduardo Bolsonaro saltou na dianteira. O curioso é que logo em seguida ele pedia votos para Jean Wyllys, cujas propostas políticas são tão totalitárias quanto as que o “humorista” defende.
Apelando à calúnia mais desqualificada, Duvivier resolveu dizer que todos os eleitores de Bolsonaro são neonazistas. Agora cabe uma ação civil tanto lançada diretamente por Eduardo Bolsonaro contra ele, como também uma ação coletiva para todos os votantes que foram falsamente acusados de serem neonazistas.
É vital deixar os termos bem claros: o que Duvivier praticou não pode passar batido. Se os eleitores de Bolsonaro, assim como o próprio, não reagirem a isso, é sinal de que não estão dispostos a lutar politicamente.
Pergunta a Bolsonaro e aos seus eleitores: isso vai ficar de graça?

Gregório Duvivier

Cúmplice moral de genocídio, capacho do PSOL e adepto de narcotraficantes como George Soros, Gregório chama os eleitores e admiradores de Jair Messias Bolsonaro de neo-nazistas.

Para o pseudo-artista chapa branca, bom mesmo é o PSOL, que apoia o bolivarismo genocida da Venezuela ou os frouxos e caloteiros do Syriza na Grécia.

Bandido que atira para matar tem que tomar tiro para morrer diz delegado de Jacobina


Bandido que atira para matar tem que tomar tiro para morrer di...
Bandido que atira para matar tem que tomar tiro para morrer diz Coordenador da 16ª COORPINBandido que atira para matar tem que tomar tiro para morrer diz delegado de Jacobina
Posted by Osvaldo Aires Bade on Quinta, 10 de setembro de 2015



Em uma entrevista coletiva o Delegado Coordenador do 16 ª COORPIN de Jacobina fez um relato da sua ótima atuação e de toda sua equipe que vem elucidando vários crimes na cidade e região.

O Dr. Eduardo Brito fez uma avaliação da operação realizada no período de festas de São Pedro e mostrou que é importante combater a criminalidade. E ainda deixou um recado para os marginais. “Bandido que atira para matar tem que tomar tiro para morrer” 

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Bolsonaro e o Comandante do Exército no Plenário



Ouçamos com atenção o discurso do Comandante do Exército na Câmara dos Deputados, no dia 8 de setembro último. Segue o trecho que considero mais importante.

"Deputado Bolsonaro, no período da década de trinta à década de oitenta do século passado, nesse interregno de cinquenta anos, o Brasil foi um dos países do mundo que mais cresceu. No entanto, ao final desse período, cometemos o erro, a sociedade brasileira cometeu o erro de permitir que a linha de confrontação da Guerra Fria fracionasse a sociedade brasileira. Nós perdemos o sentido de projeto nacional e a ideologia de desenvolvimento. E é urgente que hoje recuperemos essa coesão, esse sentido de projeto e os caminhos de desenvolvimento do país."

A palavra do general pode soar ambígua, talvez permitindo uma interpretação pró-PT de que é necessário a "união nacional para superação da crise". Consideremos que talvez o comandante do Exército não possa falar abertamente o que pensa, incorrendo no risco de ser acusado de insubordinação. Mas no teor geral das palavras e nas entrelinhas do discurso, além do fato de ele dirigir-se expressamente ao deputado Bolsonaro, percebe-se que há uma referência implícita à saída dos militares do governo e a consequente entrega do poder à esquerda, com o advento da Nova República.


Recado dado, Exmo Sr Cmt EB Gen Eduardo Dias Da Costa Villas Boas. Muito nos honra seu pronunciamento e dá-nos a certeza do quão empenhados estão as FFAA em recuperar o sentido de projeto e os caminhos do desenvolvimento do País. Contem conosco, senhores. 

Contem com o povo brasileiro, pois estamos coesos num mesmo sentimento: recuperar o desenvolvimento que lentamente nos foi negado por ideologias que não coabitam o mesmo lugar que o da paz e o da liberdade. 
Poderemos finalmente estar tomando o caminho correto se fizermos tomar forma esse projeto em que todos assumirão ser parte integrante dele. Não seremos apenas meros coadjuvantes de uma nova história. Construiremos um novo Brasil encima de bases sólidas e não sobre castelos de areia, onde qualquer um, com o poder da retórica demagoga o pode tombar. Unidos estamos pelo Brasil, pela família, pela honra e pela bandeira verde, amarelo, azul e branco.

É hora de desmascarar Maomé -- por Geert Wilders



O artigo abaixo foi publicado ontem, 31 de março de 2011, na revista holandesa "HP/De Tijd" e traduzido para o inglês pelo site do grupo European Freedom Initiative.

Geert Wilders: European Freedom Initiative via Wikio-Islam, 31 de março de 2011
Tradução: Dextra



Para saber por que o Islam é um perigo mortal, deve-se considerar não só o Corão, mas também o caráter de Maomé, que concebeu o Corão e o Islam em sua totalidade.

O Corão não é só um livro. Os muçulmanos acreditam que o próprio Alá o escreveu e que ele foi ditado a Maomé na versão original, oUmm al-Kitab, que fica sobre uma mesa no Céu. Consequentemente, não se pode discutir seu conteúdo.

Quem ousaria discordar do que o próprio Alá escreveu? Isto explica muito do comportamento maometano, da violência da jihad ao ódio e à perseguição aos judeus, cristãos e outros não-muçulmanos e apóstatas.

O que nós no Ocidente consideramos anormal é perfeitamente normal para o Islam.
Um segundo problema insuperável para o Islam é Maomé. Ele não é qualquer um. Ele é al-insan al-kamil, o homem perfeito. Para se tornar muçulmano, deve-se pronunciar a Shahada (o credo muçulmano). Ao prounciar a Shahada, a pessoa testifica que não há deus que mereça ser adorado, exceto Alá, e testifica que Maomé é seu servo e mensageiro.

O Corão e, portanto, Alá, estabelecem que a vida de Maomé deve ser imitada. As consequências disto são horrendas e podem ser testemunhadas em uma base diária.

Muito se analisou a sanidade mental de Maomé. Apesar de todas as pesquisas disponíveis, elas raramente são mencionadas ou debatidas. É tabu discutir a verdadeira natureza do homem que um bilhão e meio de muçulmanos ao redor do mundo consideram um profeta sagrado e um exemplo a ser seguido. Este tabu deve ser quebrado no Ocidente e aqui nos Países Baixos.

Ali Sina é um ex-muçulmano iraniano que fundou a organização de apóstatas doIslam Faith Freedom International. Em seu último livro, ele sustenta que Maomé é um narcisista, um pedófilo, um assassino em massa, um terrorista, um misógino, um parasita, um líder de culto, um louco, um estuprador, um torturador, um assassino e um saqueador (*). Sina ofereceu 50 000 dólares para quem puder provar o contrário. Ninguém ainda reclamou a recompensa. E não é de se admirar, já que a descrição se baseia nos próprios textos islâmicos, como os hadiths, as descrições da vida de Maomé a partir do testemunho de seus contemporâneos.

O Maomé histórico foi o líder selvagem de uma gangue de assaltantes de Medina. Sem escrúpulos, eles saquearam, estupraram e assassinaram. As fontes descrevem as orgias de selvageria em que as gargantas de centenas de pessoas foram cortadas, mãos e pés foram amputados, olhos foram arrancados, tribos inteiras massacradas. Um exemplo é a extinção da tribo judia de Banu Qurayza, em Medina, em 627. Um dos que arrancou suas cabeças foi Maomé. As mulheres e crianças foram vendidas como escravas. Ao nos depararmos com a loucura dos terroristas islâmicos de hoje, não é difícil descobrir de onde esta loucura vem.

Em Viena, a ativista de direitos das mulheres Elisabeth Sabaditsch-Wolff foi recentemente condenada a pagar uma multa por insultar uma religião, ao chamar Maomé de pedófilo. Entretanto, isto é verdade. Vários hadiths contêm testemunhos da esposa favorita de Maomé, a esposa-criança Aisha. Aisha literalmente diz: "O profeta me desposou quando eu tinha seis anos de idade e teve relação comigo quando eu tinha nove."
De acordo com o historiador Teófanes (752-817), Maomé era epilético. Crises de epilepsia às vezes são acompanhadas por alucinações, transpiração na testa e espuma na boca, os mesmos sintomas que Maomé apresentava durante suas visões.

Em seu livro "The Other Muhammad” [O outro Maomé] (1992), o psicólogo flamengo dr. Herman Somers conclui que, na casa dos quarenta anos, o "profeta" começou a sofrer de acromelagia, uma doença causada por um tumor na glândula pturitária, um pequeno órgão situado logo abaixo do cérebro. Quando o tumor na glândula pturitária causa pressão demais no cérebro, a pessoa começa a ver e ouvir coisas que não estão lá. Eis o diagnóstico psico-patológico da doença de Maomé, segundo Somers: distúrbio alucinatório orgânico com características paranóicas.

O historiador médico Armin Geus fala de uma esquizofrenia alucinatória paranóica. Uma análise similar pode ser encontrada no livro “The Medical Case of Muhammad” [O caso clínico de Maomé], do dr. Dede Korkut.

Em seu livro “Psychology of Mohammed: Inside the Brain of a Prophet” [A psicologia de Maomé: Por dentro do cérebro de um profeta], o Dr. Masud Ansari chama Maomé de "a encarnação perfeita de um psicopata no poder." Maomé tinha uma personalidade paranóica fora de controle, com um complexo de inferioridade e tendências megalomaníacas. Na casa dos quarenta anos, ele começa a ter visões que o levam a acreditar que ele tem uma missão cósmica e que ninguém vai detê-lo.

A verdade nem sempre é agradável ou politicamente correta. Com base nas pesquisas acima mencionadas, pode-se sustentar que o credo islâmico obriga um bilhão e meio de pessoas ao redor do mundo, incluindo o milhão vivendo nos Países-Baixos, a tomarem Maomé como seu exemplo. Não há retorno depois que uma pessoa se torna muçulmana, pois embora o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirme que toda pessoa tem o direito a "mudar sua religião ou crença", no Islam há a pena de morte por deixar a fé.

Quem quer que expresse críticas ao Islam e a Maomé está em grave perigo pessoal -- como é o meu caso. E quem quer que tente escapar da influência do Islam e de Maomé corre risco de vida. Não podemos continuar a aceitar este estado de coisas. Um debate público sobre a verdadeira natureza e o caráter de Maomé podem resultar na conscientização e no apoio aos muçulmanos do mundo inteiro que desejam deixar o Islam.

Os apóstatas são heróis e mais do que nunca eles merecem o apoio dos que amam a liberdade em todo o mundo. Os partidos políticos não devem interferir neste assunto. É hora de nós ajudarmos estas pessoas, expondo Maomé.


Geert Wilders é deputado nos Países-Baixos. Ele é presidente do Partido da Liberdade (PVV)


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Anão faz strip-tease na festa de delegacia de São Paulo. O Brasil em queda: Putaria na delegacia. Onde falta Deus o diabo faz show



Anão faz strip-tease em festa em delegacia de São Paulo.
Posted by Osvaldo Aires Bade on Quarta, 9 de setembro de 2015
Publicado em 8 de set de 2015



O vídeo de um anão fazendo strip-tease em uma delegacia de São Paulo na última quarta-feira viralizou após um dos convidados publicá-lo em redes sociais. Nas imagens, o homem aparece fazendo danças sensuais em uma mesa e pulando de cueca no colo de uma mulher. O Departamento de Narcóticos (Denarc) de SP solicitou a abertura de inquérito sobre o ocorrido.


A mulher que aparece com o gogo boy no vídeo seria uma escrivã da polícia que fazia aniversário. Segundo o diretor do Denarc, Ruy Ferraz Fontes, em entrevista à "Folha de SP", a festa ocorreu fora do horário de expediente e a princípio não houve abuso de bebida alcoólica.

Nas imagens, é possível observar diversas pessoas bebendo e, inclusive, uma caixa de papelão repleta de latas de cerveja.