terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

GRAY STATE: A Nova Ordem Mundial está chegando


Publicado em 7 de ago de 2012

O trailler que você assistiu acima  está na fase de projeto. É um trailler-conceito. Agora o desafio é realmente produzi-lo.

Esta é uma produção independente. Por favor, apoiem o filme e ajudem-no a ser um filme comercialmente viável; visite a página: http://www.indiegogo.com/graystatemovie e faça alguma contribuição.

SINOPSE

GRAY STATE, ou "ESTADO CINZA", é uma filme distópico pré-apocalíptico que retrata o colapso da sociedade, que está chegando, por consentimento ou pela força.


O mundo cambaleia com os rumores de guerra, desastres geológicos e colapso econômico, enquanto os americanos continuam a submergir em ilusões de segurança e imunidade. Enquanto os direitos individuais são restringidos em troca de segurança, o governo federal, inchado de poder, inicia um confisco sistemático das liberdades com o propósito de instaurar uma Nova Ordem Mundial.

Os americanos, mantidos em quarentena em distritos militarizados, tornam-se uma população propícia para o controle tirânico.

Atemorização, terrorismo, estado policial, lei marcial, guerra, prisões, internamentos, fome, opressão, violência, e GRAY STATE, ou "ESTADO CINZA", é uma filme distópico pré-apocalíptico que retrata o colapso da sociedade, que está chegando, por consentimento ou pela força.

O mundo cambaleia com os rumores de guerra, desastres geológicos e colapso econômico, enquanto os americanos continuam a submergir em ilusões de segurança e imunidade. Enquanto os direitos individuais são restringidos em troca de segurança, o governo federal, inchado de poder, inicia um confisco sistemático das liberdades com o propósito de instaurar uma Nova Ordem Mundial.

Os americanos, mantidos em quarentena em distritos militarizados, tornam-se uma população propícia para o controle tirânico.

Atemorização, terrorismo, estado policial, lei marcial, guerra, prisões, internamentos, fome, opressão, violência, e resistência - estes são os novos termos pelos quais os americanos definem suas existências. Vizinho se volta contra vizinho assim que o valor do dólar cai a zero, os suprimentos de alimentos são exauridos, e cada indivíduo se torna suspeito de terrorismo. Há prisões. Desaparecimentos. Ataques biológicos. Execuções públicas mesmo de quem seja apenas suspeito de dissidência. Até rumores de campos de concentração em solo americano. - estes são os novos termos pelos quais os americanos definem suas existências. Vizinho se volta contra vizinho assim que o valor do dólar cai a zero, os suprimentos de alimentos são exauridos, e cada indivíduo se torna suspeito de terrorismo. Há prisões. Desaparecimentos. Ataques biológicos. Execuções públicas mesmo de quem seja apenas suspeito de dissidência. Até rumores de campos de concentração em solo americano.

Esta é a cortina de fundo de cenário de uma reveladora estória de resistência. Milícias americanas preparam-se para a guerra de guerrilha. Há defecções em massa das forças armadas assim que verdadeiros patriotas tentam se reagrupar em torno da Constituição e defender a liberdade, preparando uma insurgência contra as forças federais, sabendo muito bem que esta será a última vez na história que os oprimidos serão capazes de organizar uma resistência.

É um tempo de transição, de mudança de aliança, de despertar das massas e de execuções em massa. é uma tempestade iminente, uma manhã cinzenta que se impõe como consequência de décadas de muito conforto e complacência, e os americanos acordam em uma terra natal ocupada

É um tempo de listas - lista negra, lista branca, e ainda aqueles que são enquadrados no meio, aqueles que se arriscam até à morte por sua própria vontade e aqueles que vendem suas almas para manter seus pensamentos vazios e confortos fáceis. É no Estado Cinzento que a perpetuação da liberdade humana será contestada, ou esmagada.  

É este o futuro próximo, ou este é o presente? O Estado Cinzento está chegando - por consentimento ou pela força. Este é o campo de batalha chamado EUA.


O Projeto.

GRAY STATE, ou "Estado Cinzento" (o título em português ainda nã foi definido), tem sido um esforço de dois anos de David Crowley, Mitch Heil, e Danny Mason. O roteiro tem sido produzido por este núcleo com a ajuda de generosas contribuições dos melhores profissionais da comunidade de filmagem e interpretação de Minnesota.


Nós sabemos que esta é uma estória que não deve ser contaminada por interesses corporativos milionários, e então é por isto que é nossa intenção mantê-lo como um projeto independente.

Contudo, da mesma forma, não queremos comprometer o necessário escopo da estória restringindo-a a um orçamento pífio. Aí está o porquê de necessitarmos a sua ajuda para contar a estória do GRAY STATE (Estado Cinzento)  em um nível de qualidade comparável e se possível, até superior aos padrões de Hollywood.

O que nós precisamos. O que você receberá

O primeiro empurrão de fundos deste projeto será aplicado em nossas necessidades pré-produção - um amplo planejamento para o roteiro, um completo "storyboarding" (desenhos prévios das cenas a serem filmadas), taxas, licenças musicais, elaboração dos papéis dos personagens, construção de cenário, figurino e seleção das locações, licenças para filmagem das locações, marketing, divulgação, promoção, alimentação e ensaios. Se conseguirmos e excedermos esta meta, resta assegurar que estes fundos sejam aplicados nas próximas fases da produção.

Os que se envolvem no negócio do cinema sabem que produzir um filme é uma tarefa monumental, e que não é barato. A produção do conceito de GRAY STATE (Estado Cinzento) custou-nos apenas US$ 6.000,00 (sem contar as milhares de horas de trabalho doado), e isto envolveu os esforços de mais de 150 pessoas e um ano de pós-produção.
Contudo, os recursos extrapolaram em mais de 20 vídeos promocionais, filmagens dos bastidores, e profundos mini-documentários-conceito com celebridades e políticos. Nós somos sérios sobre o que estamos fazendo, nós sabemos como colocar o dinheiro pra funcionar e não sabemos o que são festinhas em limusines. Não estamos nisto para fazer dinheiro, mas para mostrar a Hollywood que cineastas independentes podem vencê-los em seu próprio jogo. 

Como você pode ajudar: acesse http://www.indiegogo.com/graystatemovie

Verifique e escolha os quadros à direita da página acima (Perks for your contribution)para ver como você pode contribuir para este esforço. 

O Impacto

Este é um filme com que cada um pode se identificar. Não é apenas um filme de características narrativas, mas que utiliza ideias muito reais e aterradoras que já estão acontecendo no mundo real de hoje, essencialmente mostrando as possíveis consequências distópicas sobre o modo com que negligenciamos as liberdades conquistadas com o sangue dos nossos antepassados. O filme transcende raças, gênero e credo, em nome da liberdade e da autonomia - os princípios que estão sendo atacados sob todos os ângulos, queiramos ou não tomar conhecimento disto. Agora mais que nunca, o cidadão comum pode ver a necessidade pungente de um filme tal como GRAY STATE (Estado Cinzento). O sucesso deste filme não irá apenas ressoar entre os cineastas independentes no país inteiro, mas também proporcionará um ponto de vista aguçado justamente no quanto todos nós deveríamos cuidar mais da nossa liberdade. 

 Este será um projeto que você terá orgulho de ter ajudado a tornar-se realidade.

Apoie a campanha

Ao mesmo tempo que cada dólar conta, assim também cada palavra de promoção e divulgação. Se você não tem condições de apoiar GRAY STATE financeiramente, por favor utilize as funções de compartilhamento do IndieGoGo (para quem fala português, do site ou blog que o publicar, como este aqui), para ajudar-nos a espalhar a mensagem a alcançar tantas pessoas quanto possível. Enquanto nós não temos as centenas de milhões de dólares para campanhas de marketing, o que temos é o poder das pessoas de começar a acender as fogueiras necessárias para trazer à luz este projeto.

Siga-nos no facebook. Visite nosso website. Participe do movimento GRAY STATE.


Há ainda muito mais material a ser mostrado. Você não vai querer perdê-lo!

** Nota: Se você fizer uma contribuição, por favor nos envie um e-mail para perks@graystatemovie.com para indicar o tamanho de sua camiseta e qual a opção PERK que você escolheu (se for o caso). isto se aplica especialmente ao Champion of Liberty e True Patriot perks!



Publicado em 7 de ago de 2012

GRAY STATE SYNOPSIS
The world reels with the turmoil of war, geological disaster, and economic collapse, while Americans continue to submerge themselves in illusions of safety and immunity. While rights are sold for security, the federal government, swollen with power, begins a systematic takeover of liberty in order to bring about a New World Order.

Americans, quarantined to militarized districts, become a population ripe for tyrannical control.

Fearmongering, terrorism, police state, martial law, war, arrest, internment, hunger, oppression, violence, resistance -- these are the new terms by which Americans define their existence. Neighbor is turned against neighbor as the value of the dollar plunges to zero, food supplies are depleted, and everyone is a terror suspect. There are arrests. Disappearances. Bio attacks. Public executions of those even suspected of dissent. Even rumors of concentration camps on American soil. 

This is the backdrop to an unfolding story of resistance. American militias prepare for guerilla warfare. There are mass defections from the military as true Patriots attempt to rally around the Constitution and defend liberty, preparing a national insurgency against federal forces, knowing full well this will be the last time in history the oppressed will be capable of organized resistance. 

It is a time of transition, of shifting alliance, of mass awakening and mass execution. It is an impending storm, an iron-gray morning that puts into effect decades of over-comfort and complacency, and Americans wake up to an occupied homeland. It is a time of lists -- black list, white list, and those still caught in the middle, those who risk physical death for their free will and those who sell their souls to maintain their idle thoughts and easy comforts. It is in this Gray State that the perpetuation of human freedom will be contested, or crushed.

Is it the near future, or is it the present? The Gray State is coming - by consent or conquest. This is battlefield USA. 

Watch in 720HD for best quality.
Watch a higher quality version of this trailer at Vimeo at https://vimeo.com/46700540.

This is an independently produced concept trailer. We achieved our initial financial goals for the project - view the results at http://www.indiegogo.com/graystatemovie. For additional details on where the project is now, visit http://www.graystatemovie.com.

http://www.facebook.com/graystatemovie

Diretor de Filme Anti-NOM é encontrado Morto em Casa, Sob Circunstâncias Suspeitas

SEXTA-FEIRA, 30 DE JANEIRO DE 2015 LEAVE A COMMENT
 
David Crowley, o diretor de "Gray State", um filme sobre a Nova Ordem Mundial e o estado mental oculto da elite foi encontrado morto em sua casa, junto com sua esposa e filha. O Dakota County Sheriff’s Office afirmou que as mortes pareceram "suspeitas".

David Crowley escreveu e dirigiu "Gray State", um filme inacabado sobre a militarização da polícia, a imposição de uma lei marcial, a vigilância de alta tecnologia, os chips RFID e o estado mental oculto por trás de tudo. A página do Facebook do filme afirma que a história é sobre "um veterano ferido que lidera a insurgência contra um governo corrupto após lei marcial em todo o país ser declarada". Aqui está o trailer do filme.


Em uma entrevista ao INFOWARS em 2012, Crowley afirmou que ele sentiu que era sua responsabilidade espalhar a mensagem sobre a possibilidade de um declínio dos Estados Unidos em detrimento de uma Nova Ordem Mundial. A entrevista descreve o filme como "um filme independente prevendo um estado policial brutal, a lei marcial e a repressão, a identificação biométrica, um estado de vigilância onipresente, e tropas da FEMA colocando dissidentes em campos de refugiados."

 Um cartaz do filme inédito "Gray State". 

Em 17 de janeiro, os corpos de David Crowley, sua esposa Komel e de sua filha de cinco anos foram encontrados em sua casa.


Os corpos de David, Komel e sua filha foram descobertos no sábado pelo vizinho de Crowley, Collin Prochnow. Foi relatado que os corpos estavam dentro da casa por várias semanas. Prochnow disse que ele não tinha visto qualquer atividade na casa de Crowley desde por volta do Natal, e ele tinha presumido inicialmente que a família estava viajando durante os feriados. Prochnow disse que as cartas foram acumulando na porta da casa e percebeu que as luzes no interior estavam acesas de dia e de noite, então ele decidiu verificar o lar da família no fim de semana passado. 

Prochnow, estava olhando pela janela da casa e descobriu três corpos, juntamente com um revólver no chão. Um cão, que estava vivo, também estava presente. O áudio de rádio da polícia obtido por MnPoliceClips.com revelou que a polícia havia encontrado vários corpos, obviamente, mortos na frente da casa e havia um "cão muito bravo lá dentro." A polícia afirmou que a situação parece ter sido um homicídio seguido de suicídio

– Deaths Of “Gray State” Director And Family Under Investigation, Ben Swann

As mortes de Komel e da menina foram dadas como assassinato, enquanto a morte de Crowley foi dada como suicídio. A arma foi encontrada ao lado de seu corpo.

O capitão John Bermel da polícia Apple Valley notou alguns detalhes suspeitos, visto que não havia nenhum sinal de violência ou luta na cena do crime e que uma porta deslizante no fundo estava destrancada e "ligeiramente entreaberta".


O capitão John Bermel da polícia Apple Valley disse que o médico legista não encontrou sinais físicos de uma luta nos corpos ou no interior da casa. Bermel também apontou que a casa estava intacta, embora o áudio gravado da polícia tinha afirmado após a descoberta dos corpos que uma porta deslizante na parte de trás da casa de Crowley estava destrancada e "só encostada". Bermel disse: "Se houve uma briga, você esperaria encontrar talvez algo quebrado, talvez algo derrubado."

"Não havia nada como isso", disse Bermel. 

Os investigadores afirmaram que a última "atividade verificada" dentro da casa foi no final de dezembro.

Bermel disse: "O que estamos percebendo agora é que houve uma certa quantidade de uso de substância lá, algum estresse financeiro e - como vimos em algumas das histórias (Notícias) - o que estamos vendo é que estava começando a existir algum isolamento", embora Bermel não exponha sobre o tipo de uso da substância." O que eu posso dizer é que estamos recebendo algumas indicações do que pode ter contribuído para isso", disse Bermel. 

Charlie Hubbell, um ator que apareceu no trailer "State Gray", disse a Twincities.com que David Crowley "parecia mais focado e centrado do que se prestar a fazer qualquer coisa caótica." 

"Toda a vez que eu trabalhei com ele não havia nada agressivo ou caótico ou estranho ou anormal. Ele foi um dos que eu tirava o meu chapéu, aquele que estava indo para o sucesso", disse Hubbell. 

 - Ibid.

Enquanto os relatórios policiais preliminares indicam que Crowley cometeu homicídio seguido de suicídiodepois de meses de depressão e isolamento, outros observadores acreditam que ele foi morto pelo próprio sistema ao qual seu filme estava se opondo. A investigação ainda está em andamento.

Fonte: VC

Veja Mais
Novo Laudo diz que Brittany Murphy Estava Sendo Vigiada e Foi Envenenada  
Estranha Coincidência na Morte de Robin Williams 



  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

Está provado: Comunista gosta mesmo é de uma boa teta




Candidata derrotada à Presidência da República, a esquerdista radical, Luciana Genro (PSOL), assumiu na última terça-feira (3) um cargo público na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A ex-deputada vai trabalhar como coordenadora-geral da bancada do PSOL na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, com um salário de R$ 16,9 mil mensais, pago pelos contribuintes gaúchos.

Detalhe: A bancada do partido é composta de um só deputado.

A propósito, a moça, que se tornou um dos grandes baluartes nacionais contra a desigualdade de renda no país, vai receber, mensalmente, para coordenar uma bancada de um só membro, quase tanto quanto o trabalhador brasileiro médio ganha em um ano.

É como dizem por aí: comunista que se preza só é igualitarista da boca pra fora, e gosta mesmo é de uma boa teta.


Sobre o autor
João Luiz Mauad
Administrador de Empresas e Diretor do Instituto Liberal
João Luiz Mauad é administrador de empresas formado pela FGV-RJ, profissional liberal (consultor de empresas) e diretor do Instituto Liberal. Escreve para vários periódicos como os jornais O Globo, Zero Hora e Gazeta do Povo.
  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 





- Está provado: Comunista gosta mesmo é de uma boa teta 
(aqui)

1º - ENTREVISTA CONCEDIDA À FOLHA DE S. PAULO POR LUCIANA GENRO (aqui)
.
2º - PARTIDOS E POLÍTICOS QUE DEFENDEM O TERRORISMO DO HAMAS (aqui)
.
3º - ACONSELHADA A ESTUDAR, LUCIANA GENRO DIZ QUE VAI FAZER PRÓXIMA PROVA DO ENEM (aqui
.
4º - O PETISTA TARSO GENRO PAGOU ATÉ PASSAGENS PARA 19 ESTRANGEIROS LIGADOS ÀS FARC (aqui
.
5º - #EstudaLuciana (aqui
.
6º - ASSESSORES DE LUCIANA GENRO PRECISAM ESTUDAR LÓGICA: AGORA QUEREM PROCESSAR DANILO GENTILI POR TIRINHA SENSACIONAL. E SEM MOTIVOS (aqui
.
7º - LUCIANA GENRO: A GRANDE ATACANTE DENTRE OS PRESIDENCIÁVEIS DE 2014 (aqui)
.
8º - CONFLITO EM GAZA VIRA PLATAFORMA ELEITOREIRA NO BRASIL (aqui)
.
9º - AULA DE HISTÓRIA... COMENTARISTA LÚCIA HIPPÓLITO MERECE UM TROFÉU!
(aqui)
.
10º - PASSE LIVRE AGORA ESTÁ COM MEDINHO DO POVO? (aqui
.
11º - COMO A METAFÍSICA PETISTA CRIOU A VIOLÊNCIA DOS REMELENTOS E DAS MAFALDINHAS INCENDIÁRIOS. OU: O CASAMENTO DO ESTADO-BABÁ COM O ESTADO PREVARICADOR (aqui)
.
12º - DESCOBERTA A ORIGEM DE MAIS UM GRUPO QUE AJUDA A TOCAR O TERROR EM SÃO PAULO. VEJAM! OU: ELES TROCARAM MARX POR UMA MISTURA DE LAFARGUE COM BAKUNIN! (aqui)
.
13º - GUERRILHEIROS ESTRANGEIROS INVADEM A ZONA URBANA DE SÃO PAULO E TODO O BRASIL (aqui)
.
100º - MANIFESTO À NAÇÃO XLV (aqui

"Garota Exemplar" e a tragédia como delineadora da vida, por Sonielson de Sousa



 terça-feira, fevereiro 10, 2015  Wilson Roberto Vieira Ferreira  No comments

Grande favorito ao Oscar (provavelmente nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator/Atriz, Melhor Roteiro e Melhor Diretor, dentre outros) “Garota Exemplar” (Gone Girl, 2014) é um suspense de aproximadamente duas horas e meia que tem a habilidade de mostrar a tênue linha entre a normalidade e a face nebulosa das pessoas - a “Sombra” de que fala Jung.

"O Homem é o lobo do homem, em guerra de todos contra todos" (Thomas Hobbes)

Baseado no livro homônimo escrito por Gillian Flynn, o filme trata da estória de Amy Dunne (Rosamund Pike), que na infância é tratada pelos pais e por todos à sua volta com extrema excepcionalidade e que, depois de casada, é obrigada a ter uma vida mediana e a morar no interior para acompanhar o marido. Dunne desaparece no dia do seu quinto aniversário de casamento, deixando o esposo Nick (Ben Affleck) em apuros. Neste ínterim, Nick torna-se o principal suspeito do desaparecimento, e conta com a ajuda da irmã para tentar provar sua inocência.

O diretor David Fincher (de Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres) transpôs para as telas, dentre outras coisas, o chamado “fruto tardio do romantismo”, traduzido essencialmente como o que alguns intelectuais chamam de “fracasso afetivo”, tema amplamente debatido pelos filósofos Luiz Felipe Pondé (PUC-SP) e Daniel Omar Perez (Unicamp), e pelo pensador Michael Foley, só para citar alguns. Neste processo, o amante é “incompleto e errante” e, no fundo, procura “um encontro consigo mesmo sem ter a menor ideia do que procura de si no outro” (PEREZ, 2014). No percurso, pode-se descobrir de forma dolorosa que não é nada fácil (re)conhecer o outro (e, de quebra, a si mesmo).



No filme, Nick é o marido que vive à sombra da esposa e que, enquanto tal, a complementa. Dunne, por sua vez, é a mulher perturbada, apenas uma leve lembrança daquela pessoa que um dia teria projetado tantas glórias. De comum entre os dois, no decorrer da trama (e do próprio relacionamento), há apenas a apatia comum nas relações matrimoniais marcadas pela falta de admiração mútua, e pela acomodação que beira ao ressentimento. Tudo muda, no entanto, quando Dunne descobre que o marido – até então apático e aparentemente inofensivo – a trai sistematicamente com uma mulher mais jovem. O filme tem uma guinada quando a protagonista Dunne se apropria, dentre várias leituras possíveis, de elementos da tragédia como alternativa para resignificar sua existência e vingar-se do marido.

Para tanto, Amy Dunne conduz a vida num enredo onde o real e o imaginário se confunde, e a catarse – objeto preponderante na tragédia e elemento de “purificação e transformação” – é um alvo insistentemente perseguido (mesmo que de forma inconsciente). A protagonista encena a própria vida como forma de voltar a ser centro/referencial, já que em dado momento o marido não mais orbita à sua volta. Neste movimento há, também, traços de sobreposição da personagem feminina sobre a representação do masculino (o que, obviamente, seria tema de novo artigo), tendo em vista que para atuar diligentemente como “senhora da própria vida”, é necessário superar o temor de encarar a solidão “do encontro consigo mesmo”, o que poucos conseguem.


Em Garota Exemplar há, assim, uma encenação dentro da encenação. Na estória, há o personagem principal (a mulher outrora excepcional), cuja vida é complexa e digna de ser contada a partir de uma linguagem laboriosa e/ou elevada e, por fim, que resulta em arroubos de destruição ou instabilidade, algo próximo da loucura. Há, portanto, uma possibilidade de destino infeliz para a protagonista, situação que é subvertida no longa, tendo em vista que Amy consegue impingir uma espécie de “castigo eterno” ao seu algoz (que é forçosamente redimido pelas circunstâncias e que, então, volta a ser amante), numa dubiedade típica dos bons suspenses.

Amy Dunne encarna a verdadeira protagonista da tragédia ao rejeitar a possibilidade de sucumbir ao destino que aparentemente lhe aguardava (o de ser abandonada pelo marido). Ela é alguém com vontade, ciente de suas atitudes (atitudes estas altamente discutíveis no âmbito da Ética, mas que demonstram uma tenacidade frente a um objetivo), que não vê outra saída senão “aquela determinada pelos acontecimentos que vão se descortinando frente ao protagonista”. No início do filme, esse arquétipo não tem as pompas e o amplo significado emprestado pelos gregos. Trata-se apenas de alguém fruto da instantaneidade e da visibilidade que lhe impingem (algo semelhante à “sua majestade a criança”, de que fala Freud em Introdução ao Narcisismo), que consegue se sustentar apenas pelo valor que lhe atribuem, e não por seus feitos em si. Uma personagem, então, mais inclinada para a definição do que seria um anti-herói ou “herói às avessas”. Lentamente esta realidade ganha novos contornos e se altera, com cada ação milimetricamente pensada (ou readaptada em decorrência das circunstâncias) por Amy.


No âmbito da Psicologia, o comportamento de Ammy se enquadraria perfeitamente numa espécie de “desvio de personalidade” ou enfraquecimento dapersona junguiana, quando os papéis sociais perdem o sentido para o indivíduo, que passa a atuar em comunhão com “aquelas tendências, desejos, memórias e experiências que são rejeitadas por serem incompatíveis com a Persona e contrárias aos padrões e ideais sociais”. Essa atitude pode se confundir com a loucura, mas também flerta com a arte. Amy, então, em que pese o valor de suas ações, transforma a sua vida, que é explicitamente trágica, numa espécie de obra de arte, marcada pela originalidade e pelo deleite (no caso do filme, um deleite mórbido) ocasionado pela força do impacto com que se impõe.

Tanto o filme quanto a protagonista, desta forma, são verdadeiras obras primas. Causam um misto de admiração com espanto, graça com repulsa, precisão com desconexão. Estas são características comuns aos grandes artistas, como o espanhol Salvador Dalí.


Garota Exemplar é um antagonista dos tempos de “relações líquidas”, como denunciam Pondé e Bauman, onde a possibilidade de se romper os laços é ensejado como uma conquista inalienável. Na personagem interpretada por Rosamund Pike, embora o “descarte” da relação tenha sido inicialmente uma opção almejada, o ponto alto se dá na perpetuação deste (relacionamento), cuja remissão e ressignificação das dores e dos sofrimentos agem como uma espécie de “remédio amargo” e “correção perene” (no caso do filme, para o marido Nick), justamente o oposto do que se espera das atuais relações afetivas, onde a opção por “insistir para concertar ou para evitar a ruptura” não é algo visto com bons olhos.

Em Garota Exemplar a engenhosidade resultante de alguém que conduz a própria vida (a qualquer custo, diga-se de passagem) é algo que pulsa, que salta aos olhos e que lembra a “vontade de poder” nietzschiana. Novamente mostra, assim como na arte, que observar estes movimentos pode resultar em contemplação. É algo que vai “contra a corrente”, que é transgressor e que, portanto, pode provocar insights e até mesmo gerar perspectivas estéticas. No entanto, na ficção ou não realidade, ai daqueles que cruzam/desafiam os caminhos de personagens como Amy Dunne. Nesta estrada, apenas uns poucos loucos/trágicos/heróis/artistas têm (e merecem) passagem. Os demais que se arriscarem, como no caso de Nick, podem “naufragar” nas próprias pretensões e, ao final, pagar um alto preço por isso.


REFERÊNCIAS

Garota Exemplar: sinopse. Disponível em <http://www.adorocinema.com/filmes/filme-217882 > - Acesso em 03/12/2014;
A Tragédia (definição concisa). Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Trag%C3%A9dia > - Acesso em 01/12/2014;
Por que Garota Exemplar é um filme extraordinário. Disponível em <http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-garota-exemplar-e-um-filme-extraordinario/ > - Acesso em 01/12/2014;
PEREZ, Daniel Omar. Amor e a procura de si. Disponível na Revista Filosofia Ciência & Vida – Ano VIII, n99, de outubro/2014.
NIETZSCHE, Friedrich. O Nascimento da Tragédia. São Paulo: Companhia de Bolso, 2007;
COMTE-SPONVILLE, André. Dicionário Filosófico. São Paulo: WMF, 2011;
O Livro da Filosofia (Vários autores) / [tradução Douglas Kim]. – São Paulo: Globo, 2011;
MORA, José Ferrater. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2001;
A personalidade para Jung. Disponível em <https://www.psicologiamsn.com/2011/12/personalidade-para-jung.html > - Acesso em 30/11/2014;

HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo, SP: Martin Claret, 2008.

Sonielson Luciano de Sousa é publicitário (CEULP/ULBRA), pós-graduado em Educação (Docência Universitária), Comunicação e Novas Tecnologias (Unitins), editor do jornal e site O GIRASSOL, graduando em Filosofia (UCB-DF), colaborador do (En)Cena e do Portal Educação.


Ficha Técnica

Título: Garota Exemplar (Gone Girl)
Diretor: David Fincher
Roteiro: baseado no livro de Gillian Flynn
Elenco: Bem Affleck, Rosamund Pike, Neil Patrick Harris, Tyler Perry, Carrie Coon, Kim Dickens, Patrick Fugit
Produção: 20th Century Fox, Regency Enterprises
Distribuição: Fox Filmes
Ano: 2014
País: EUA

  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

Why the Left Hates American Sniper

‘American Sniper’ star Bradley Cooper in a scene from the surprise blockbuster (Warner Brothers).

By  | 

American Sniper is a film of soaring patriotism and an ode to our courageous military. For too long Americans have lived with only two percent of the population losing arms and legs and dying so that the other ninety-eight percent can be safe and free. If we’re not going to copy the heroes of the military at least we can salute them. But the prerequisite of gratitude is knowledge and so few of us really know how much our military sacrifices that it’s hard to feel indebted. That’s what makes American Sniper a movie that portrays Hollywood at its best, telling the story of a valiant and selfless soldier with complexity, truth, and depth.
So why are so many people on the left attacking the film? What is their issue with a hero like Chris Kyle, who dedicated his life to saving Americans from murder and was himself killed when he tried to help a psychologically damaged marine?
The answer lies in our failure to hate evil. What American Sniper is really about is the battle by decent men against truly dark forces of wickedness. The American soldiers who battle the terrorists in Iraq do not hide their contempt for the killers. They hate them, despise them, loathe them, and want to kill them. Not because they have any bloodlust and not because they enjoy violence. Rather, they are committed to life and are well aware of the fact that the only way to prevent the murderers from slaughtering the innocent is through the necessary evil of conflict.
From time immemorial theologians have debated what makes a person truly righteous. How do we know when someone’s faith is sincere? Some say it is evidenced by a love of humanity. But I have met legions of confirmed atheists who are the finest human beings alive. Others argue that it is martyrdom and a readiness to lay down one’s life for a great cause. But suicide bombers blow themselves up in the name of their faith all the time. Still others argue that goodness is judged by religious ritual observance. But we all know religious people who are devout church and synagogue-goers but who are utterly unethical in other spheres.
Which brings me to this conclusion. The most accurate standard in judging our commitment to humanity is the  extent to which we fight to preserve life. For some that fight involves research in a lab to defeat cancer. For others it involves climbing a ladder in a terrible inferno to rescue a stranded child. And for some it involves going to war against barbarous terrorists so that they cannot blow up pregnant women.
Hating evil is just as important as loving the good. Because if you don’t, you’re likely to give evil a pass. A man as enlightened as George Bernard Shaw called Hitler a great man. Distinguished Americans like Charles Lindbergh compromised themselves utterly through their admiration of the Fuhrer.
To be truly righteous, it’s not enough to love good people. You have to hate—and fight—bad people.
The phrase “Hate the sin but not the sinner” applies only to sins where the crime is not truly monstrous. But something as horrible as terrorism cannot be purged from the sinner. The terrorist becomes one with his crime.
If you don’t hate Kim Jong Un, who is starving his people to feed his military; if you feel only indifferent to the Klan when they blow up black kids; if you are not filled with odium at Hamas terrorists who use Palestinian children as bullet-proof vests, you have a broken moral compass.
Proverbs declares, “The fear of the Lord is to hate evil,” and King David declared regarding the wicked, “I have hated them with a deep loathing; they are as enemies to me.
Abraham Lincoln had no hesitation declaring his hatred for the abomination of slavery. In 1854 in Peoria he said, I cannot but hate slavery. I hate it because of the monstrous injustice of slavery itself.”
Churchill spoke openly of his utter hatred of Hitler. “I hate no man but Hitler.” And because he hated the beast he inspired a nation to fight him. The French, who did not hate Hitler, collaborated with him and sent Jews and many others to the gas chambers instead.
But on the political left, hatred has gone out of vogue.
Many of the mainline Protestant denominations speak of loving one’s enemies. They quote Jesus as to the need to “turn the other cheek.” But Jesus never said to love God’s enemies, those whose entire existence is dedicated to mayhem and murderer. And he never exhorted his followers to turn the other cheek to those who behead hostages or use children to blow up American soldiers.
Critics of American Sniper believe that it is wrong to hate evil. Indeed, evil can always be rationalized. Suicide bombers in Israel have been excused as being offended by Israeli checkpoints and the lack of an economic future. Hamas terror rockets, aimed at Israeli cities, are dismissed as resulting from a naval blockade. Al Qaida killed marines in Iraq because America had no business invading a Muslim country. This kind of muddled moralizing is dangerous and is exactly why the West has not fully summoned the iron determination to defeat terrorism.
I completely understand why Chris Kyle hated the Islamist terrorists who fought America in Iraq. The United States was there to set up choice and democracy. The terrorists were there to impose their faith by force. I too despise them. I hate these terrorists cowards who shoot women in the head with every fiber of my being.
Those who do not hate the wicked harbor an insufficient love of the innocent. Our responsibility is to protect the vulnerable from the ravenous claws of the terrorists rather than finding excuses for their slaughter.
Murder is always wrong. Period. There are no excuses.
Forgetting how to hate can be just as damaging as forgetting how to love. Exhortations to hate all manner of evil abound in the Bible. Hatred is a valid emotion — an appropriate response — when directed at the truly evil: those who have gone beyond the pale of human decency by committing acts which unweave the basic fabric of civilized living.
Men like Chris Kyle did not hate as a form of revenge but for the preservation of justice. They believed that the citizens of Baghdad deserved the same freedoms as the people of New York. And in hating evil passionately brave American troops found the determination to fight it fervently. It makes we who watch it feel uncomfortable. But were it not for their sacrifice in fighting evil, there would be precious few of us to watch. We would be victims rather than witnesses.
Martin Luther King, Jr., famously said, “We will have to repent in this generation not merely for the vitriolic words and actions of the bad people but for the appalling silence of the good people.”
Let armchair warriors condemn heroes like Chris Kyle and the Hollywood producers who have immortalized his heroic story. Let them stand over campfires and sing kumbaya. I have no truck with those who clamor for peace. God bless them. We all wish for peace. We all believe in love. But, strange as it may sound, sometimes we can only create a world based on love if we summon the will to fight those who only believe in hate.
Rabbi Shmuley Boteach, whom Newsweek and The Washington Post call “the most famous Rabbi in America,” is the Founder of This World: The Values Network, the world’s leading organization defending Israel in world media. Follow him on Twitter @RabbiShmuley.



  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook