quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

MULHER USA HENNA, PRECISA AMPUTAR POR FORTE ALERGIA E PAIS PEDEM QUE ELA RECEBA INJEÇÃO LETAL PARA MATÁ-LA



Uma paquistanesa estava prestes a se casar quando enfeitou seu corpo com a famosa tatuagem de henna.

O alerta surgiu após o médico Imran Ansari, do Hospital Universitário Aga Khan, no Paquistão, relatar o caso. Ela havia aplicado a tatuagem nos braços e nas pernas durante dois ou três dias seguidos e uma vermelhidão e intensa coceira começou a aparecer. Os produtos químicos se espalharam por sua perna e ela precisou dar entrada com urgência ao hospital.

Os médicos disseram que ela teve uma fortíssima alergia aos produtos químicos usados na henna e que não havia outra saída a não ser amputar seus membros, antes que os produtos tóxicos caíssem na corrente sanguínea e ela morresse lentamente. Ao que tudo indica, os pais não concordaram com isso e pediram que o médico dessem uma injeção letal que pudesse matá-la sem dor e o mais rápido possível.

Os relatos, que não possuem confirmação oficial por parte do governo paquistanês, garante que o médico deu a injeção e começou a divulgar o caso, pedindo que noivas não usassem o produto como adorno corporal de casamento. A notícia foi reproduzida por inúmeros portais em mais de 15 línguas.

O que há de verdade?

A henna é um tipo de planta que produz flores. As folhas transformadas em pó são usadas como “tatuagem” em diversas partes do mundo, especialmente em países islâmicos e indus. A moda de enfeitar a noiva se estende pelo Paquistão, Marrocos, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Índia, Bangladesh, etc.

Usar henna faz parte de um ritual com a intenção de trazer bênçãos e prosperidade, além de alegria por deixar a mulher mais bonita. A henna de forma natural tem baixíssimo risco de provocar alergias sérias, embora o risco exista e seja uma realidade.

O problema, no caso, é que alguns fabricantes do produto adicionam substâncias nocivas como para-fenilenodiamina (PPD), o-aminofenil e fenol, para deixar o produto com cor ainda mais escura ou permitir uma leve coloração.


O PPD, por exemplo, é usado em corantes para cabelos de forma permanente, mas não é recomendado para tinturas não-permanentes, como a henna. Algumas pessoas que usam henna contendo PPD podem desenvolver alergias e ficar com a pele muito sensível.

Essas substâncias misturadas com a henna podem provocar bolhas, erupções cutâneas, ardor, inchaço da garganta, confusão mental, queda na pressão arterial, etc. Quem já tem uma sensibilidade mais aguçada a estas substâncias, pode ter reações ainda mais graves.

O FDA, que é o órgão americano que controla medicamentos e cosméticos, com o mesmo tipo de atuação da ANVISA aqui no Brasil, afirma que a henna só pode ser usada em tinturas de cabelo e nunca na pele. O FDA ainda abordou que alguns fabricantes ou esteticistas usam aditivos para deixar o produto ainda mais negro, por tanto, adulterando suas propriedades, o que pode levar a sérios ferimentos.

O Veredicto

Usar a henna natural e de forma sensata, pode ser uma boa alternativa para tingir cabelos ou produzir lindas figuras na pele. O cuidado deve ser feito, especialmente evitando usando estes produtos em profissionais na rua ou em outros países onde a preparação já está feita em um pote e você não pode nem ver a embalagem, bem como dados do fabricante.

É importante salientar que um teste de alergia feita na pele é fundamental para garantir que não terá o corpo todo repleto de bolhas ou precise de ajuda médica.

Em algum momento alguém vai provar que isso é hoax, certo?

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MÃE RECONHECE QUE JOVEM GAY ACHADO MORTO EM SP COMETEU SUICÍDIO




A mãe de Kaique Augusto Batista dos Santos, jovem homossexual que foi achado morto em um viaduto da região central de São Paulo há dez dias, reconheceu nesta terça feira, 21, que o filho se suicidou. A hipótese, segundo ela, foi reforçada pelas investigações da polícia e as mensagens de despedida encontradas no diário apreendido na casa do rapaz de 17 anos. Inicialmente, a família falava em homofobia.

"Foi um choque. Ele não apresentava sinais de depressão", afirmou a cabeleireira Isabel Cristina Batista. As anotações do adolescente indicam que ele havia passado por uma decepção amorosa. Havia ainda mensagens de despedida para a família.




As informações preliminares da pericia também indicam que o jovem se atirou do viaduto, após sair de uma casa noturna onde estava com amigos. A investigação é conduzida pelo 3º Distrito Policial (Campos Elísios).

*Estadão/SP




Dr. Alan Keyes Dizendo Algumas Verdades Sobre o Comunismo!

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A FARSA ESQUERDISTA É LONGA E MUITO CRIMINOSA!

DE QUANTOS MORTOS PRECISA O BRASIL PARA REAGIR CONTRA A HOMOFOBIA?
Por Jean Wyllys - O que entende também de puta (Fonte: aqui)
16 de janeiro às 17:02 


Mais um.

Em outros países, o brutal assassinato de um adolescente homossexual de 16 anos de idade seria uma notícia que comoveria a sociedade e nos chocaria a todos como poucas notícias nos chocam. Um garoto que ainda estava na escola, com toda uma vida pela frente, arrancado da existência, despojado de toda humanidade, com todos os dentes arrancados e uma barra de ferro dentro da perna. Um menino cheio de futuro que acaba seus dias com traumatismo craniano e intracraniano, com o corpo todo sujo, abandonado sem vida numa avenida da região central de São Paulo.

Em outros países, seria manchete de capa de todos os jornais. A Presidenta falaria em cadeia nacional. O país inteiro reclamaria justiça. Os poderes públicos reagiriam de imediato.


No Chile, um crime semelhante mudou as leis do país e fez governo e oposição coincidirem na necessidade de políticas públicas para enfrentar o preconceito contra a população LGBT. Daniel Zamudio, falecido no dia 27 de março de 2012 depois de vinte dias de agonia em um hospital de Santiago, acabou dando seu nome à lei contra a homofobia que o próprio presidente Piñera (um empresário católico de direita) se decidiu a apoiar. Daniel tinha sido golpeado até ficar inconsciente. 

Apagaram cigarros no corpo dele, desfiguraram seu rosto, o apedrejaram reiteradas vezes, arrancaram parte de sua orelha, bateram com uma garrafa na cabeça dele, quebraram suas pernas fazendo alavanca com elas até o limite da resistência dos ossos e desenharam três cruzes esvásticas na sua pele com troços de vidro. 

O país inteiro reclamou justiça e os assassinos, quatro jovens como ele que acreditavam que, por ser gay, não merecia viver, foram condenados pela justiça num processo histórico. O líder do grupo recebeu prisão perpétua.

Mas no Brasil, Kaique Augusto Batista dos Santos é mais um, só mais um. Um dado mais numa estatística que, de tão terrível, já passa despercebida. Em 2012, o mesmo ano em que Daniel Zamudio perdeu a vida no Chile, 338 pessoas foram assassinadas por serem gays, lésbicas, travestis ou transexuais no Brasil, 27% mais que no ano anterior, que registrou 266 homicídios homo/lesbo/transfóbicos, 317% mais que em 2005, quando o Grupo Gay da Bahia contabilizou 81 casos. E esses números são apenas o pouco que sabemos, porque o Estado não investiga. 


São estatísticas informadas por uma organização da sociedade civil, recolhidas de matérias publicadas na imprensa e informação das famílias. O número real, portanto, deve ser maior. Kaique é mais um nessa estarrecedora lista de mortos com a qual o Brasil convive com naturalidade. Sua morte não é uma exceção, não surpreende ninguém, não abala o país.

A Presidenta, como sempre, não disse nada. Para o governo Dilma, aliado do fundamentalismo religioso e das máfias que pregam o ódio contra todos aqueles que amam diferente, a morte desses meninos não é um fato importante, que mereça a atenção do Estado. A própria Presidenta já disse, justificando o cancelamento de políticas públicas de prevenção e combate à homofobia e ao buyilling nas escolas, que não faria "propaganda da homossexualidade", como se aquilo fosse possível. Vocês já imaginaram um governante dizendo, para explicar por que se opõe a qualquer política pública contra o racismo, que não admitirá a "propaganda da negritude"?

Como eu já escrevi tempo atrás, em ocasião de outros assassinatos como este, em cada caso aparece, como pano de fundo, o discurso de ódio alimentado por igrejas caça-níquel e pela bancada fundamentalista no Congresso federal, que em 2013 ganhou de cínico presente, com o apoio da bancada governista, a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. É claro que a violência é praticada por pessoas violentas e os agressores são responsáveis por seus atos, mas não é por acaso que as vítimas dessas agressões sejam, repetidamente, jovens homossexuais, e que muitas vezes as pancadas venham acompanhadas por citações bíblicas. 


A culpa não é da Bíblia, mas dos charlatães que, em nome de uma fé que não têm, distorcem seu texto e seu contexto para usá-la contra a população LGBT, pregando o ódio e convocando a violência. Eles fazem isso por dinheiro e poder — ou você acha que realmente acreditam em alguma coisa? — e o resultado é um país que já se acostumou a assistir no Jornal Nacional à morte de mais um jovem gay, mais uma jovem lésbica, mais uma travesti ou uma pessoa transexual, vítimas do ódio irracional que os fundamentalistas promovem.

Essa loucura tem de parar! E tem que parar a hipocrisia e o oportunismo dos políticos sem coragem que fazem de conta que não veem o que acontece e continuam subindo fazendo acordos com o fundamentalismo para ganhar minutos de TV e palanques na campanha. Isso custa vidas!

Semanas atrás, o Senado federal enterrou o PLC-122, um projeto de lei que pretendia equiparar a homofobia ao racismo, agravando as penas dos crimes de ódio contra a população LGBT e punindo as injúrias homofóbicas e a incitação à violência e ao preconceito. É público que eu tenho diferenças de concepção com o texto desse projeto, porque acho que não é apenas pela via do direito penal que vamos acabar com a homofobia e porque acredito que o aumento do estado penal, inclusive nesses casos, não é uma boa ideia. 


Acredito que a homofobia deve ser crime, sim, e que não pode receber um tratamento diferente ao que recebem os crimes de motivação racista. Acredito, também, que os crimes violentos cometidos por motivo de ódio contra alguma das "categorias suspeitas" que o direito internacional reconhece (negros, judeus, mulheres, homossexuais, transexuais, estrangeiros de nacionalidades estigmatizadas, pessoas com deficiência etc.) devem ter suas penas agravadas, e que as injúrias e atos discriminatórios não-violentos devem receber penas alternativas — não a cesta básica ou a simples multa, mas penas socioeducativas que sirvam para "curar" essa doença social que chamamos preconceito. 

Contudo, também acredito que com isso não basta e que o direito penal não pode ser o eixo da política pública contra esse problema: precisamos de programas contra o buylling nas escolas, de campanhas nacionais contra o preconceito, de investimento público em políticas em favor da diversidade, de uma legislação que permita às pessoas se defenderem da discriminação no trabalho, no acesso aos serviços públicos e em outros âmbitos da vida social. Precisamos de uma forte e decidida ação dos poderes públicos para acabar com a violência homofóbica e com todas as formas de discriminação legal que a legitimam, por isso meu mandato impulsionou a campanha pelo casamento igualitário e a lei de identidade de gênero e promove regras para a inclusão e políticas afirmativas que favoreçam as minorias estigmatizadas.

Contudo, a decisão do Senado de enterrar o PLC-122 não foi motivada por uma discussão séria sobre qual é a melhor política contra a homo/lesbo/transfobia, mas pela decisão da maioria dos senadores de que não haja nenhuma política contra ela. Não é por acaso que o pastor Silas Malafaia, um dos líderes do Ku Klux Klan antigay brasileiro, parabenizou os senadores e, em especial, o senador Lindberg Farias, um dos líderes da causa homofóbica no governista Partido dos Trabalhadores. 


E o enterro do PLC-122 veio coroar uma política de Estado, implementada pelo governo Dilma, que incluiu o cancelamento do programa "Escola sem homofobia", a destruição de todos os programas e projetos contra a discriminação no âmbito da saúde pública, a oposição ao casamento igualitário (regulamentado pelo Conselho Nacional da Justiça após uma ação promovida pelo meu mandato junto ao PSOL e à ARPEN-RJ, mas ainda engavetado no Congresso), além daquela desastrada declaração da Presidenta sobre a "propaganda homossexual", em linha com a retórica internacionalmente repudiada do governo russo de Vladimir Putin.

Em meio a tudo isso, Kaique foi morto. Mais um. E mais outros virão.

Quantos? De quantos mortos o Brasil precisa para reagir?

Eu já disse uma vez e vou repetir. Cada uma dessas vítimas tem um algoz material — o assassino, aquele que enfia a faca, que puxa o gatilho, que "desce o pau", como o pastor Malafaia pediu numa de suas famosas declarações televisivas. Mas há outros algozes, que também têm sangue nas mãos. São aqueles que, no Congresso, no governo e nas igrejas fundamentalistas, promovem, festejam, incitam ou fecham os olhos, por conveniência, oportunismo, poder e dinheiro, cada vez que mais um Kaique é morto. Eles também são assassinos.

Como deputado federal, mas também como cidadão gay desse país, e antes disso tudo, como ser humano não consegue conviver com a violência e o ódio como se fossem naturais, ficarei à disposição da família e dos amigos de Kaique e farei tudo o que puder para que esse e outros crimes sejam esclarecidos e não fiquem impunes. Como dizia o poeta Pablo Neruda, chileno como Daniel Zamudio, "por esses mortos, nossos mortos, eu peço castigo".

MAIS UM GAY É MORTO. E O CONGRESSO NACIONAL PODE TER SIDO CÚMPLICE
Leonardo Sakamoto - O Detetive de cu suicida homofóbico (Fonte: aqui).
16/01/2014 11:07



Kaique, negro e homossexual, de 16 anos, foi encontrado morto na madrugada de sábado (11). Segundo familiares que reconheceram o corpo, não havia dentes na boca do rapaz e ele apresentava sinais de tortura, hematomas na cabeça e uma barra de ferro cravada na perna. De acordo com matéria de Felipe Souza e Ricardo Senra, na Folha de S. Paulo, desta quinta (16), ele havia sido visto pela última vez em uma balada gay no Centro da capital paulista.

Antes de mais nada, uma curiosidade: sabe como a Polícia Civil do 2º DP registrou o caso segundo a matéria? Suicídio. E a Secretaria de Segurança Pública não vai comentar a tortura porque o laudo da morte seria sigiloso e haveria uma investigação em andamento.
Gente… Sério? Registrar como suicídio?
O Estado não aprendeu que não se “suicida'' alguém diante de elementos que apontam o contrário? Os casos são diferentes, mas me lembrei da morte de Vladimir Herzog e de tantos outros “suicidas'' da ditadura. Depois quando digo que a gente tem uma ferida aberta e mal resolvida que influencia o dia a dia da força policial, o pessoal que é saudoso dos Anos de Chumbo dá chilique. 

Da última vez em que disse isso, muitos gastaram um bom tempo, em uma página de amigos da Rota, defendendo que eu fosse torturado. Deveriam ter aproveitado e lido um bom livro de história contemporânea brasileira…

Bem, Marco Feliciano está deixando a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Viva! Mas me assusta a quantidade de pessoas, teoricamente com acesso à informação, que “discordavam, mas entendiam'' as posições do profeta, que dizer, pastor, veiculadas durante 2013. O que preocupa, uma vez que as “abominações'' continuam morrendo.

Tenho a certeza de que se Jesus, o personagem histórico, vivesse hoje, defendendo a mesma ideia presente nas escrituras sagradas do cristianismo, mas atualizando-a para os novos tempos, seria humulhado, xingado, surrado, queimado, alfinetado e explodido. Tachado de defensor de bicha, mendigo e sem-terra vagabundo. Olhado como subversivo, acusado de “heterofóbico'' e “cristofóbico''. Alcunhado como agressor da família e dos bons costumes.

Você, sim, você que diz que não é homofóbico.
Acha um absurdo homossexuais serem surrados, mas “entende'' quando gays “extrapolam'' em suas liberdades, tiram outras pessoas do sério e “exageros'' acabam acontecendo.

Defende a igualdade perante a lei, mesmo que vivamos em uma sociedade com pessoas que, historicamente, tiveram mais direitos que outras e, portanto, estão em uma situação privilegiada.

Acredita, acima de tudo, na proteção à família cristã, com pai e mãe, como solução para todos os males do mundo.

Você pode ser dodói e, talvez, nem perceba. Pois o diabo, ele sim, não está apenas na morte de Kaique, mas também nos detalhes que causam dor no cotidiano.

Você fica no fundo da sala de aula tirando barato da colega só porque descobriu que ela é lésbica?
Senta no sofá da sala e concorda com seu pai que alguma coisa precisa ser feita pois o mundo está indo para o buraco e a prova disso é um casal de “bichas” ter se beijado na saída do cinema?

Na hora de contratar alguém no escritório, prefere o hétero inexperiente do que a travesti mais do que adequada para a função?

Fica possesso por um hétero se juntar a um grupo de gays e reclamar das piadinhas estúpidas e sem sentido que você faz?

Vê seu filho brincando de boneca com a amiguinha e, imediatamente, manda ele voltar para casa e nunca mais permite que a veja de novo, pois não quer má influências na formação dele?

Acha uma aberração às leis de Deus duas mulheres ou dois homens se dedicarem à criação de uma criança, mas gasta todo o seu tempo livre com amigos, terceirizando seus filhos para uma babá?

Considera que falar sobre preconceito, igualdade, tolerância e homofobia para as crianças na escola fazem com que elas “aprendam” a ser gays e lésbicas?

Fica lisonjeado quando recebe uma cantada de mulher, mas transtornado quando o gracejo vem de um homem?

Acha que beijar uma pessoa do mesmo sexo, demonstrando afeto, faz de você gay?
Você acha tudo isso uma grande besteira?

A família de Kaique, provavelmente, não.
Não sei onde estão os que executaram a ação, mas sugiro que os cúmplices sejam procurados no mais imponente dos prédios da Praça dos Três Poderes, em Brasília, onde, por trás da imunidade parlamentar, se escondem entrincheirados defensores da discriminação, do preconceito e da intolerância. 

Deputados e senadores que bradam indignados mediante a tentativa de aprovação da lei que criminaliza a homofobia. Supostos representantes dos interesses de Deus na Terra que afirmam lutar pelo direito de expressarem suas crenças. Mas que droga de crença é essa que diz que A é pior que B, gerando ódio sobre o primeiro, só porque A curte alguém do mesmo sexo?

Pode parecer exagero, mas não é. O Ministério Público Federal deveria co-responsabilizar os membros da bancada evangélica em Brasília por conta desses atos bárbaros de homofobia que pipocam aqui e ali. Pois ao travar uma medida que contribuiria com a solução, eles ajudam na manutenção das condições que geram o problema. São parte dele.

Cada homossexual que for espancado e morto deve ser acrescentado na conta desses representantes políticos. Mas como não acredito em acerto de contas no juízo final ou na celeridade da Justiça brasileira, muito menos em uma ação dos eleitores desse pessoal, só me resta ter fé.

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JOVEM FOTOGRAFA AMIGO E FLAGRA LADRÃO INVADINDO CASA NO GUARUJÁ

Arquivo Pessoal/Divulgação

Vítima publicou foto em rede social e polícia conseguiu identificar o bandido; um dos comparsas foi preso

SANTOS - Uma brincadeira entre amigos flagra um ladrão, cuja imagem vai parar nas redes sociais. O fato ocorreu na tarde de sábado, 18, em uma residência de veraneio na Praia de Pernambuco, no Guarujá, litoral de São Paulo. Uma jovem de 19 anos fotografava as piruetas de um rapaz na piscina, quando flagrou um ladrão armado, pulando o muro da casa. O marginal abriu o portão liberando a entrada de mais dois comparsas, que roubaram vários pertences de nove turistas. Um dos comparsas foi preso na madrugada desta terça-feira, 21.

O bandido só não esperava que a jovem que registrou as imagens conseguisse se esconder para que ele não roubasse a câmera fotográfica. A partir da imagem, a polícia conseguiu identificar o ladrão, que já tem várias passagens pela delegacia, mas ainda não foi preso. A jovem que fez as imagens contou que conseguiu se esconder atrás da porta de um dos cômodos e que o marginal chegou a invadir o quarto, mas não percebeu a presença dela. 
Os três assaltantes levaram celulares, máquinas digitais, dinheiro e joias. De acordo com a moça, que não quis se identificar, somente no dia seguinte do roubo é que ela percebeu o flagrante em uma conversa com a sogra, ocasião em que lamentava ter feito apenas uma foto do local.

Ao colocar a imagem no Facebook, a vítima desabafou: "Você trabalha de segunda a sexta, ganha o seu dinheiro e, quando vai tirar um lazer, olha o que acontece. Até onde essa impunidade vai", escreveu a jovem.
De acordo com a polícia, o suspeito preso ainda não foi reconhecido pelas vítimas.

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O EFEITO DUNNING-KRUGER


Justin Kruger

Efeito Dunning-Kruger é o fenômeno pelo qual indivíduos que possuem pouco conhecimento sobre um assunto acreditam saber mais que outros mais bem preparados, fazendo com que tomem decisões erradas e cheguem a resultados indevidos, porém esta própria incompetência os restringe da habilidade de reconhecer os próprios erros. Estas pessoas sofrem de superioridade ilusória.

Por outro lado, a competência real pode enfraquecer a auto-confiança e algumas pessoas muito capacitadas podem sofrer de inferioridade ilusória, achando que não são tão capacitados assim e subestimando as próprias habilidades, chegando a acreditar que outros indivíduos menos capazes também são tão ou mais capazes do que eles.


David Dunning

O fenômeno foi demonstrado em uma série de experimentos realizados por Justin Kruger e David Dunning, à época ambos da Universidade de Cornell. Seus resultados foram publicados no Journal of Personality and Social Psychology em dezembro de 1999.1 Kruger e Dunning perceberam que vários estudos anteriores sugeriam que em habilidades tão distintas como compreensão de leitura, operação de veículos motorizados, e jogar xadrez ou tênis,

"ignorância, com mais freqüência do que o conhecimento, gera confiança".

Eles propuseram as seguintes hipóteses, dada uma habilidade típica que humanos possam possuir em maior ou menor grau:
  1. Indivíduos incompetentes tendem a superestimar seu próprio nível de habilidade,
  2. Indivíduos incompetentes não reconhecem habilidade genuína em outros,
  3. Indivíduos incompetentes não reconhecem o grau extremo de sua inadequação,
  4. Se treinados substancialmente para melhorar seu nível de habilidade, estes indivíduos serão capazes de reconhecer e admitir sua prévia falta de habilidade.



Eles testaram estas hipóteses em alunos da Universidade de Cornell registrados em vários cursos de psicologia.

Numa série de estudos, Kruger e Dunning examinaram auto-avaliações de habilidade lógica, habilidade gramática, e humor. Depois de confrontados com suas notas nos testes, pediu-se aos avaliados que novamente estimassem seu nível de habilidade. Neste momento o grupo competente na habilidade estimou seu nível corretamente, enquanto o grupo incompetente na habilidade superestimou seu nível. Dunning e Kruger constatam:

"Em 4 estudos, os autores detectaram que participantes com notas integrando o quartil mais baixo da pesquisa em avaliações de humorgramática, e lógica superestimaram de forma brutal seu desempenho na avaliação e sua própria habilidade. Apesar do resultado de seus exames os colocarem no 12.º percentil, eles estimaram estar no 62.º"

Enquanto isso, pessoas com real conhecimento tenderam a subestimar sua competência.
Um estudo seguinte sugere que estudantes incompetentes melhoram seu próprio nível de habilidade e sua habilidade de estimar seu nível perante seus pares apenas depois de extenso treinamento nas habilidades que eles não possuíam.

Dunning e Kruger receberam o prêmio IgNobel pelo seu trabalho.







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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

BADERNA. DE ONDE VEM ESSA PALAVRA?



Segundo o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, a palavra Baderna deriva do nome de uma mulher, uma bailarina italiana chamada Marietta Baderna, uma artista que esteve no Rio de Janeiro em 1851.

Grande artista, mulher dotada de extrema sensualidade, tinha uma legião de fãs que costumavam fazer uma tremenda confusão e gritaria por causa dela. Essa “histeria” dos fãs era tão intensa que seu nome, Baderna, acabou virando sinônimo de confusão, balbúrdia. No século 19, a palavra baderna já constava do dicionário de Antonio Joaquim de Macedo Soares como substantivo comum.

Rolezinho. Conforme descrito hoje na Veja OnLine, “a origem imediata do rolezinho é óbvia: a gíria brasileira rolé (ou rolê), já velha de algumas décadas, usada quase exclusivamente na locução “dar um rolé (ou rolê)” e que significa “pequeno passeio, volta”.

Embora rolé tenha a maioria das preferências, dicionários respeitáveis ainda não se puseram de acordo sobre a grafia da palavra, o que é esperado no caso de uma criação popular relativamente recente.”

A língua, porém, é um elemento vivo, que altera significados das palavras ao longo do tempo. Um vocábulo que hoje significa uma coisa amanhã pode ter seu sentido totalmente modificado por um modismo qualquer. Assim, rolezinho, que em princípio deveria ser uma voltinha rápida, um passeio sem compromisso, enfim um flanar sem destino e sem algum objetivo específico, começa a ser associado com uma atitude violenta, uma confusão com hora marcada, quase um vandalismo coletivo.

Isto posto, cabe perguntar: alguém que tenha um mínimo de juízo irá a um Shopping Center sabendo que lá irá ocorrer um “rolezinho”?

A atitude de nossa esquerda e de algumas autoridades que querem enxergar nessa história o “grito dos excluídos” não contribui em nada para resolver o problema. Essa molecada que marca encontro via redes sociais está muito longe de se constituir um bando de desvalidos ou famélicos. Ao contrário, confirmam nas diversas entrevistas aos mais variados órgãos de comunicação que são frequentadores assíduos daqueles estabelecimentos, detonando, de cara, a versão de exclusão ou apartheid social, de resto tão estúpida quanto aqueles que a defendem.

Ou alguém acha que um grupo de investidores que enfia centenas de milhões de reais na construção de um Shopping, seja em uma área central, seja na periferia, irá discriminar seus potenciais consumidores?

Afirmar isso só pode ter duas motivações: burrice ou má-fé.
Enfim, o “rolezinho” não tem nada de inocente. Trata-se de uma manifestação explícita da enorme falta de educação do nosso povo, a quem vem sendo dito sistematicamente que todos têm direito a tudo, sem que se atente para o fato de que quando todos podem tudo rapidamente ninguém poderá nada, pois o caos se instaurará e, no vazio de poder formado, um grupo de aventureiros de vocação totalitária assumirá o comando da situação, impondo a voz de liderança desejada pela maioria exausta de tanta bagunça para por fim à confusão.

E aí, quem sabe, em um futuro distante, lá pelo século 23, alguém leia em um Houaiss ou Aurélio do futuro que:
“Rolezinho, palavra derivada do francês, cujo sentido original foi perdido, mas que a partir do início do século XXI passou a significar vandalismo, coação, ou mais propriamente, BADERNA.”

A maior vergonha que uma brasileira já passou na vida foi em NY, na Bloomingdale’s.
Anos atrás, foi a essa loja para comprar uma roupa qualquer (estava indo para uma reunião de trabalho e uma chuva a pegou no caminho) quando ouvi pelo microfone: “Atenção, muita atenção: estão desembarcando na porta da loja vários ônibus com brasileiros. Redobrem os cuidados, principalmente os setores com pequenas mercadorias expostas.”

Se fez de morta, saiu de fininho e continuou com a roupa molhada.


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1º - ENQUANTO O BRASIL DEBATE "ROLEZINHOS", CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVANÇAM NO MUNDO CIVILIZADO. TÁXIS FLUTUANTES COMEÇAM A FUNCIONAR EM ISRAEL NESTE ANO DE 2014! (aqui)

2º - ROLEZINHOS: “EU NÃO QUERO IR NO SEU SHOPPING”(aqui)

3º - O DEPUTADO GAY QUE AMA CHE GUEVARA QUER ME VER PRESO! (aqui)

4º - MARCAS DE LUXO USADAS NOS ROLEZINHOS SAEM PREJUDICADAS? (aqui)

5º - BADERNA. DE ONDE VEM ESSA PALAVRA? (aqui)

O DEPUTADO GAY QUE AMA CHE GUEVARA QUER ME VER PRESO!



17/01/2014
 às 21:14 \ CulturaRacismo

Existem algumas certezas na vida. Uma delas é a seguinte: se o deputado Jean Wyllys, aquele grande pensador do BBB, faz algum elogio a você, é porque você fez alguma coisa errada. Esse é do tipo cujo ataque prova que você está no bom caminho. Por isso, só tenho a agradecer ao deputado por seu texto publicado em uma revista que pouca gente lê, mas que recebe belas verbas estatais.
Jean Wyllys destacou aquela minha passagem que fala sobre a inferioridade CULTURAL de pessoas sem educação, que não respeitam os demais, que pensam que shopping center é local para baile funk ou qualquer tipo de arruaça e baderna. Com sua inteligência ímpar, eis sua analogia: Como a classe média brasileira se comportaria se as elites dos EUA e Europa fechassem suas fronteiras aos seus “rolezinhos” nos shoppings de Miami, NY e Paris?
Não sei se o deputado sabe, mas não ocorrem “rolezinhos” no Aventura Mall ou no Bal Harbor. Pelo simples motivo que não seriam tolerados por lá. E isso, nem preciso dizer, não tem ligação alguma com classe social ou cor da pele, e sim com o direito que os demais clientes do shopping têm de passear, comprar ou ir ao cinema em paz, sem uma horda de gente pulando e cantando em volta.
Tampouco a fronteira é escancarada hoje. O deputado pode não ter conhecimento, mas é preciso solicitar um visto, passar por entrevista, e somente depois se está autorizado a entrar nosStates. Cuba, que o deputado admira, não deixa ninguém do povo sair para dar “rolezinho” no Caribe ou em qualquer outro lugar. E o PT do Acre quer fechar a fronteira para impedir o “rolezinho” dos haitianos, negros e miseráveis.
Mas para Jean Wyllys nada disso importa. Usei a palavra inferioridade e, horror dos horrores!, reconheci que há alguns com mais educação e cultura do que outros, que respeitam os demais. Para o ex-BBB, isso é como defender o Apartheid, o nazismo (nacional-socialismo), o extermínio de bárbaros! Fique tranqüilo, Jean, não quero exterminá-lo. Mas permita-me usá-lo como símbolo da nossa decadência moral.
O que seria de Jean Wyllys sem o sensacionalismo barato de quinta categoria? O homem subiu na vida fazendo isso! Portanto, claro que tinha de citar a jornalista Eliane Brum. Poderia ter sido o Sakamoto também, que deve ter ficado com ciúmes. Diz ele: “Como diz a jornalista Eliane Brum, eles estão sendo criminalizados por ousarem cruzar as fronteiras físicas e simbólicas que os separam dos privilégios das elites e os distinguem destas”.
Mesmo? E eu poderia jurar que gente da periferia já freqüenta shopping center à vontade, na própria periferia (onde, aliás, começaram os tais “rolezinhos”) e nos centros urbanos. Até quando essa gentinha vai insistir na palhaçada de que o problema é a classe social, e não o comportamento grupal? Há local e local para as coisas.
Por exemplo: como liberal, estou pouco me lixando para o que o Jean Wyllys faz entre quatro paredes. Mas se ele resolver agir como alguns militantes do movimento gay, que acham que estão acima das leis e das normais civilizadas de conduta, e partir para o atentado ao pudor em plena praça pública, como instrumento de protesto, será por mim condenado e deveria ser pela polícia reprimido.
O artigo do socialista continua na toada do apelo emocional feito sob medida para idiotas úteis, e não vou me alongar. Vai que ele gosta! O fato é que um leitor seu veio afirmar que cometi crime de racismo (contra que raça?), e a acusação foi endossada pelo deputado: “o MP pode avaliar a questão caso haja denúncia pública. Eu considero de um racismo odioso!”

Gostaria de cobrar, então, do deputado Jean Wyllys essa resposta: racismo contra qual raça? Qual foi a raça que eu discriminei em meu texto? Só se há alguma raça para gente baderneira e sem educação que não conheço. Porque logo depois do trecho destacado pelo deputado, eu digo que isso não depende da cor ou da classe social, uma passagem que o seletivo deputado ignorou.
Por que perco tempo rebatendo a falta de caráter de figuras desse naipe? Simples: porque isso tem importante efeito pedagógico, para mostrar como nossa esquerda radical age, de forma pérfida, sensacionalista e abjeta. Esperar o que de um líder de movimento gay que se veste com boina no estilo Che Guevara para enaltecer seu herói, um porco assassino que perseguia gays e achava que eles deveriam ser “curados” com trabalho forçado?

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Isso aí é para quem acredita que o PSOL quer fazer um novo tipo de política. Na verdade é só uma versão ridízula do PT, metida a besta.



Dr. Alan Keyes Dizendo Algumas Verdades Sobre o Comunismo!  .


Jean Wyllys chama o povo brasileiro de ignorante



Jean Wyllys: deputado ganha pouco
 


CHÊ, QUE VARA OU CHE QUERVARA!

Nada mais capitalista que o espírito gay. Gay gosta de badalação, moda, música disco, brilhar na passarela enfim, “fechar”.
Estivesse vivo, o filósofo Abelardo Chacrinha Barbosa certamente diria que esse deputado só não é um perfeito idiota porque ninguém é perfeito.

Esse Jean Aero-Willys não tem importância nenhuma; é insignificante! Perigosos mesmo são Gilberto Carvalho e Rui Falcão, porque estes têm seguidores enquanto aquele tem simpatizantes.

Quantos Alan Turing cubanos o psicopata homofobico Che Guevara, herói de Jean Wyllis, levou ao desespero, à demência e ao suicídio?

OS ESQUERDISTAS DE VERDADE SÃO OPORTUNISTAS QUE VIVEM À CUSTA DO POVO OCUPANDO ESPAÇOS NO GOVERNO

Na essência da visão de mundo desses militantes da “liberdade”, nada se pauta pela responsabilidade do indivíduo por seus atos.

É da responsabilidade individual que eles tentam escapar, seja para cativar os admiradores de seu “vanguardismo” e assim continuarem na mídia ou na política, ou em qualquer lugar que dê sentido às suas vidas e/ou dinheiro em suas carteiras; seja, ainda, para se acobertarem na manada.

Nos EUA, isso não cola.

Séculos e séculos de convívio com a responsabilidade pessoal não deixam o americano médio propenso a conviver com o “coitadismo fascista” que é regra na América Latina. Vale dizer: lá, se você fez, cadeia! (nessas horas é que aparece sempre de algum lugar um espertinho para dizer coisas como “mas lá não é perfeito” e outras obviedades do gênero, e que podem até ser verdadeiras, mas que não invalidam o reconhecimento da instituição da responsabilidade pessoal como um valor na sociedade americana).

Dizem as más línguas que além do Che, somente mais um homem faz suspirar o nobre deputado Jean: o seu colega Jair Bolsonaro.


JEAN WYLLYS VESTIDO COMO CHE GUEVARA EQUIVALE A UM JUDEU VESTIDO COMO HITLER

Acabo de voltar de uma sessão da meia-noite em um dos meus Shoppings favoritos, na Vila Olímpia, em São Paulo. Preço do ingresso, cerca de 50 Reais. Não tinha rolezinho, mas tinha gente conversando no meio do filme e usando iPhone. A falta de educação dos pobres é grotesca, e a falta de educação da classe média é cafajeste. Não há muita diferença entre os dois mundos. Aqueles janotas falando alto no meio do filme merecem as mesmas palmadas dos maloqueiros do rolezinho.

MAMONAS ASSASSINAS

Há 20 anos os Mamonas Assassinas brincavam na música XOPIS CENTIS, e naquela época tudo mundo entendeu e ria, principalmente a periferia. Não existia a patrulha ideológica, ainda.

Há 20 anos a letra já falava do pobre no shopping, dando rolezinho. E agora a esquerda vem com essa que pobre não frequenta shopping. Em que mundo os esquerdopada vivem? É muita maconha, só pode…
Segue trecho da letra:

Esse tal “Chópis Cêntis”
É muicho legalzinho,
Pra levar as namoradas
E dar uns rolêzinhos

A PESSOA MENOR QUE CLODOVIL

Ele pode chamar os outros de “negro gordo” no twitter, mas ai de quem chamá-lo de negro gay…

Com certeza, não deve ter visto nenhum mal nessa foto, que associa o Joaquim Barbosa a um macaco:

ou nos vários tweets racistas contra o Barbosa, feitos por petistas:

ou dessa comissionada petista que chamou um blogueiro negro de “negro que se vende por um espelho”:


São vários exemplos que provam que ELES é que são os racistas. E querem o monopólio da prática do racismo também.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

1º - ENQUANTO O BRASIL DEBATE "ROLEZINHOS", CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVANÇAM NO MUNDO CIVILIZADO. TÁXIS FLUTUANTES COMEÇAM A FUNCIONAR EM ISRAEL NESTE ANO DE 2014! (aqui)

2º - ROLEZINHOS: “EU NÃO QUERO IR NO SEU SHOPPING”(aqui)

3º - O DEPUTADO GAY QUE AMA CHE GUEVARA QUER ME VER PRESO! (aqui)

4º - MARCAS DE LUXO USADAS NOS ROLEZINHOS SAEM PREJUDICADAS? (aqui)

5º - BADERNA. DE ONDE VEM ESSA PALAVRA? (aqui)
Pronunciamento no Plenário Alertando os Abusos da Lei da Palmada