domingo, 22 de dezembro de 2013

QUANDO A IGUALDADE JÁ NÃO INTERESSA





Apesar de nós sentirmos genuína simpatia pelas vítimas do barco italiano que tem estado nas notícias, não podemos deixar de ver o humor nas queixas levantadas por algumas mulheres presentes no mesmo. Segundo foi reportado, esta coisa da igualdade não é vantajosa para as mulheres quando elas estão em situações de calamidade.

Sobreviventes do Costa Concordia expressaram-se de um modo zangado ao descreverem o pesadelo da evacuação; aparentemente algumas mulheres e crianças foram deixadas para trás.

Durante os momentos aterradores que se seguiram ao acidente, geraram-se lutas pelos barcos salva-vidas. À medida que eles abriam caminho (empurrando) como forma de escaparem com vida, os homens recusaram-se a dar prioridade às mulheres, às grávidas e às crianças.

A tripulação ignorou os passageiros, deixando os chefes e os empregados de mesa para levarem a cabo a ajuda.

Enquanto ela esperava pelo vôo para casa, a avó Sandra Rogers, de 62 anos, disse o seguinte ao Daily Mail:

A política "mulheres e crianças primeiro" não foi levada a cabo. Houve apenas homens fortes, membros da tripulação, a abrirem caminho através de nós como forma de chegarem aos barcos salva-vidas.
Foi repugnante.

Isto não só era previsível como foi previsto. Durante os últimos 90 anos, quer seja activamente quer seja passivamente, as mulheres têm atacado metodicamente o conceito da honra masculina e do dever masculino. No entanto, agora queixam-se que não recebem tratamento preferencial só porque um barco está a afundar.

Alguma feminista me explique o porquê dos homens terem que dar "prioridade às mulheres, grávidas e crianças". Quais são os motivos que levam a que elas esperem que os homens façam isso quando as bases desse tipo de comportamento hoje em dia são catalogados de "odiosos", "sexistas" e "preconceituosos"?

Aqueles homens, grandes e fortes, que empurraram as mulheres à medida que davam prioridade à sua escapatória, deveriam estar a usar t-shirts a dizer "Este é o aspecto duma feminista".



As feministas não podem de maneira nenhuma continuar a fazer este jogo duplo. Ou a igualdade é total ou não há igualdade. Se elas querem ser tratadas como iguais aos homens, então têm que levar em conta que isso aplica-se em todas as situações, e não só nos privilégios masculinos.

Isto demonstra o que outras pessoas já disseram: as feministas não querem igualdade com os homens. Elas querem TRATAMENTO PREFERENCIAL sempre que possível, e igualdade QUANDO LHES CONVÉM.

Para as mulheres que não subscrevem à parvoíce do feminismo: a política que defende que em caso de calamidade a vida das mulheres e das crianças têm prioridade sobre a vida dos homens baseia-se (também mas não só) na desigualdade de papéis de uns e de outros.

Desde o princípio da Criação que o homem está construído para ser o protector e provedor de mulheres e crianças. Essa tendência natural do homem está embutida nele; não é uma construção social e nem é algo que se aprende; é algo que ele é.

Só que com a chegada do esquerdismo e do feminismo (e a sua ânsia em usar a psicologia feminina para destruir a família natural), o papel do homem tem sido atacado, ridicularizado e criticado; agir de forma cordial em relação às mulheres agora é "sexismo".

Pois bem!
Se isso é assim, então não há motivos lógicos para os homens darem a sua vida em prol das mulheres.

Crianças, sim, mulheres não.

Igualdade é igualdade.

Oh, mais uma coisa (especialmente para as burras feministas): na tragédia do Titanic não houve muita igualdade:

114 mulheres morreram, 324 mulheres sobreviveram: 72% das mulheres sobreviveu.
1339 homens morreram, 325 sobreviveram: 19% dos homens sobreviveu.

Ou seja, quando a masculinidade era defendida e respeitada, todos beneficiaram com ela, especialmente as mulheres e as crianças. Hoje que a masculinidade está a ser alvo de ataques organizados, as mulheres começam a sentir os efeitos deste gesto.

Se o feminismo continuar a avançar da forma que tem avançado, pode ser que durante a próxima calamidade morram mais mulheres e menos homens.

Em caso de dúvida, perguntar à avozinha Sandra Rogers.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

CAPITÃO FRANCESCO SCHETTINO - O PRIMEIRO GRANDE FEMINISTA DO SÉCULO 21

Aparentemente as igualitárias não esperavam que o homem-feminista tentasse salvar a sua vida primeiro, antes de colocar as vidas dos tripulantes a salvo.
Incrível como as noções de "igualdade" desaparecem da conversa quando estamos no meio duma calamidade.





SANTA MARINELLA, Itália, 23 de janeiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Que tipo de homem foge, sob o manto da escuridão, de seu navio que está afundando, deixando aproximadamente 4.200 passageiros e tripulação para se virarem sozinhos?
Que tipo de homens empurra violentamente mulheres idosas, menininhas e jovens mães para entrar primeiro nos botes salva-vidas? Ora, ora, os homens modernos, os homens sexualmente emancipados que foram criados conforme as doutrinas do feminismo e de nossos costumes “modernos”.

O que significa uma expressão como “mulheres e crianças primeiro” para homens modernos que foram ensinados a vida inteira que as mulheres nada mais são do que brinquedos sexuais e que as crianças nada mais são do que uma carga descartável?

Os detalhes do tombamento do Costa Concordia, um dos maiores navios cruzeiros que navegam pelo Mediterrâneo, chegaram à imprensa de língua inglesa uma semana mais tarde e todo mundo agora conhece a conversa de telefone gravada na qual o capitão da guarda costeira, Gregorio De Falco, ordena furiosamente que o capitão do navio, Francesco Schettino, volte a seu navio. Schettino respondeu mentindo repetidamente, enquanto estava tentando fugir num bote salva-vidas.

Os passageiros foram abandonados para se resgatarem sozinhos, ajudados por artistas contratados e poucos membros da tripulação. Uma mulher disse: “Havia homens grandalhões, membros da tripulação, empurrando todos nós para entrarem nos botes salva-vidas”. Outra passageira, uma avó, disse: “Eu estava ao lado dos botes salva-vidas, e homens grandalhões estavam me acertando e empurrando as meninas com brutalidade”.

Nos primeiros dias depois que o Costa Concordia tombou na água rasa a quase 300 metros da praia, toda a Itália foi pega em vergonha com as reportagens sobre a conduta de Schettino. Ele foi preso depois que chegou à praia e acusado de homicídio involuntário e abandono de seu navio. Ele foi apanhado tentando entrar num táxi, tendo, pelo que foi relatado, pedido ao taxista: “Tire-me daqui o mais rápido possível”.


Francesco Schettino (“Capitão Covarde”) é o símbolo do moderno homem sexualmente emancipado, criado por uma cultura feminista.

Apelidado de “Capitão Covarde”, Schettino se tornou o centro da fúria nacional para os italianos que já estão fartos do estereótipo — que com demasiada frequência é acurado — dos homens italianos como permanentes adolescentes vaidosos, preguiçosos, irresponsáveis, egoístas e inconfiáveis.

Mas o problema não está limitado à Itália. A propósito, na mesma semana do caso do navio o grande apologista católico americano Michael Voris estava fazendo uma série de vídeos sobre a feminilização dos homens e o efeito do feminismo na Igreja Católica e no mundo em geral, um assunto que poucos na Igreja Católica ousam puxar.

Num vídeo, Voris mencionou o tipo de homem que é aprovado pelos meios de comunicação controlados pelas feministas: fraco, burro e inútil, que precisa ser governado por mulheres fortes, modernas e inteligentes. Nos 50 anos passados, a Igreja Católica vem seguindo o mundo ao adoptar o modelo feminista. 

Esse ideal, diz Voris, expulsou os homens fortes da Igreja e da vida familiar, empurrando-os para encontrar um canal para sua masculinidade em caminhos prejudiciais como a criminalidade e o tratamento das mulheres como meros objectos.

Depois de assistir ao vídeo, enviei um email a Michael perguntando se ele havia se lembrado de falar sobre o outro lado do feminismo: o ódio feminista aos homens e sua atitude de difamar e demonizar a força dos homens. De acordo com as doutrinas da ideologia feminista, os homens fortes são violentos, malignos e apavorantes. Em vez de heróis protegendo mulheres e crianças, o feminismo retrata homens fortes como monstros brutais, surradores de esposas e estupradores de crianças.

O desastre do Costa Concordia trouxe ao centro das atenções os efeitos que o feminismo, e sua filha prostituta, a Revolução Sexual, tiveram nos homens. O feminismo matou a prioridade cultural dos homens protegendo e se responsabilizando pelas mulheres.

Num vídeo, Michael Voris falou da “jornada do herói”, o modelo original da cultura ocidental do rapaz que deixa o lar, enfrenta e vence adversidades e se torna um homem com capacidade de proteger uma família. Mas nossa cultura inspirada pelo feminismo, juntando forças com o materialismo consumista que mata a alma, jogou esses conceitos na lata de lixo.

Ao dizer às mulheres que elas não precisam dos homens e ao demonizar o valor da masculinidade, o feminismo ao mesmo tempo diz aos homens que eles nunca precisam crescer. Se o feminismo disse às mulheres que elas podem sair por aí dormindo com qualquer um “como se fossem homens”, devemos nos lembrar de que isso significa que os homens podem, em retribuição, fazer a mesma coisa. 

Em vez de insistirem em que os homens cresçam, se casem com uma mulher e protejam e cuidem de seus filhos, o feminismo oferece aos homens as mulheres como brinquedos e ao mesmo tempo oferece às mulheres a pílula anticoncepcional, aborto e tribunais para resolver questões de pensão alimentícia como plano B.

O feminismo define “igualdade” como homens e mulheres competindo igualmente no mercado de trabalho e usando um ao outro igualmente como objectos.

Algum tempo atrás li um site interessante, embora profundamente assustador, que afirmava dar apoio aos homens contra o mundo feminista. Num artigo, os homens claramente irados apontavam para o injusto padrão duplo nas leis relativas à família. O sistema legal, agora preso firmemente nas garras das feministas, mantém os homens financeiramente responsáveis pelos filhos que eles geram quando se separam da mãe. 

Mas o artigo apontou, com suficiente lógica, que ao mesmo tempo o feminismo exige que a contracepção e o aborto sejam disponibilizados gratuitamente. Por que então, se as mulheres têm agora a liberdade de usar os homens como objectos sexuais, um homem deveria em algum momento ser responsabilizado pela paternidade?

Por que os homens deveriam ser rotineiramente arruinados por acções legais de pensão alimentícia quando o aborto é legal e muito mais barato e fácil de conseguir?

Realmente, por quê? O feminismo, pelo fato de que é essencialmente desonesto, pueril e age só em causa própria, nunca confessará francamente as conclusões lógicas de suas suposições.

Recentemente, os papas escreveram contra o tipo de feminismo que promove o aborto e a contracepção e ao mesmo tempo cria uma divisão de hostilidade entre homens e mulheres. 

A promiscuidade geral, a contracepção, o aborto legal, o divórcio fácil, junto com uma cultura que adora a juventude e é loucamente materialista, disseram eles, criaram uma sociedade individualista de consumidores isolados para os quais todos os relacionamentos rotineiramente terminam em abandono. 

Uma vasta catástrofe cultural que deixa os filhos sem pais, diz às mulheres que elas não precisam dos homens e que diz aos homens que eles podem permanecer a vida inteira como adolescentes felizes e despreocupados.

Essa mensagem parece ter tido resultado especialmente evidente na Itália onde é facílimo encontrar homens que são a personificação do estereótipo consumista. O homem-criança efeminado é uma praga na Itália; meninos das mamães vaidosos, convencidos, superficiais e egoístas que vivem na casa dos pais quando já estão com trinta e quarenta anos de idade.

Outrora, o centro de vida dos italianos era a família; agora eles estão cada vez mais se divorciando ou se recusando a casar em primeiro lugar.

A jornalista italiana Rosaria Sgueglia escreve no Huffington Post que o ex-capitão do Costa Concordia é um daqueles homens italianos que estão à altura desse estereótipo ponto por ponto. Os italianos estão “furiosos”, escreveu ela, com “gente como o sr. Schettino que não fazem nada a não ser comprometer a imagem já danificada que o resto do mundo tem do povo italiano”.

“Diz-se que o homem italiano comum é narcisista, egomaníaco, covarde, egoísta, incapaz de seguir procedimentos básicos e incapaz de seguir as regras. Verdade ou não, é um estereótipo, um estereótipo que é fortemente comprovado pelos eventos trágicos mais recentes na Itália”.

Embora os italianos estejam descarregando sua fúria em Francesco Schettino por ser tudo o que eles odeiam em si mesmos, precisamos nos lembrar de que muitos países estavam representados na lista da tripulação do Costa Concordia. O desastre tem, por todos os lados, as impressões digitais de nossa cultura ocidental que está envenenada e morrendo.

Lendo as reportagens do Costa Concordia, não pude evitar reconhecer os resultados das novas prioridades de nossa sociedade. Muitos observadores fizeram a comparação com o desastre do Titanic. Cem anos atrás, os homens da primeira classe levantaram as mulheres e crianças da classe pobre e as colocaram nos botes salva-vidas tendo plena consciência de que estavam dando suas vidas. 

O capitão do Titanic, de acordo com os relatos, foi visto pela última vez segurando uma criança em seus braços buscando um jeito de salvá-la. Cem anos mais tarde, o que vemos é um oficial da guarda-costeira gritando para o “Capitão Covarde”: “Vada a bordo, cazzo!” que significa “Volte à bordo, caralho!”

Eis nosso admirável novo mundo sexualmente emancipado.

Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: LifeSiteNews



Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

BIOLOGIA SUPERA IDEOLOGIA




O Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) negou a trabalhador o direito ao intervalo de 15 minutos entre a jornada de trabalho e o horário extraordinário, previsto no art. 384 da CLT especificamente para trabalhadoras mulheres, e o condenou a pagar multa por litigância de má-fé, por ter pleiteado direito sabidamente indevido.

O motorista de caminhão, que trabalhava para a Cooperativa Central dos produtores rurais de Minas Gerais Ltda (Itambé), interpôs recurso no Tribunal contra decisão da juíza Fabíola Evangelista, que negou o benefício. Ele alegou que “é vedado distinguir homens e mulheres”.

A relatora do processo, desembargadora Kathia Albuquerque, acompanhou entendimento do Tribunal Superior do Trabalho no sentido de que a proteção especial à mulher, prevista no art. 384 da CLT, foi recepcionada pela Constituição Federal e não é extensiva aos trabalhadores do sexo masculino.

A relatora cita vários julgados do TST em que o órgão ressalta que embora homens e mulheres sejam iguais em direitos e obrigações, “diferenciam-se em alguns pontos, especialmente no que concerne ao aspecto fisiológico, merecendo, portanto, a mulher, tratamento diferenciado quando o trabalho lhe exige um desgaste físico maior, como nas ocasiões em que presta horas extras, razão pela qual somente elas têm direito ao intervalo de quinze minutos antes do início do período extraordinário”.

A magistrada concluiu que o motorista, sendo do sexo masculino, não faz juz à fruição do referido intervalo nos dias em que houve prorrogação da jornada legal. Ainda, acolhendo sugestão do desembargador Geraldo Rodrigues do Nascimento, a Turma decidiu condenar o trabalhador por litigância de má-fé, por ter pleiteado direito sabidamente indevido. Assim, ele terá de pagar multa no valor de 1% sobre o valor da causa, conforme o art. 18 do Código de Processo Civil. Ainda conforme a decisão, a empresa Itambé foi condenada a pagar horas extras devidas ao trabalhador.

Processo: 0002009-83.2012.5.18.0002

Lídia Neves - Núcleo de Comunicação Social
..
* * * * * * *
Portanto, os homens e as mulheres devem receber  o mesmo tratamento, excepto de a mulher puder ser favorecida. 

Se as feministas realmente lutassem pela igualdade de direitos e obrigações entre homens e mulheres, elas colocar-se-iam do lado do homem em questão, e exigiriam que ele tivesse o mesmo direito que as mulheres. Mas, como já ficou mais do que óbvio, o feminismo não milita pela igualdade mas sim pelo favorecimento da mulher [esquerdista].


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

PINK FLOYD-ANOTHER BRICK IN THE WALL E OUTROS

. Alvin Lee & Ten Years After- The Bluest Blues . Alvin Lee - Hey Joe 1979 . . Alvin Lee - Rocking Rendezvous (Rock Hits Collection) - The Bluest Blues (2010) . One of These Days-Ten Years After . Ten Years After Recorded Live At The Winterland Ballroom Arena = Farewell U.S.Tour . DENISE REIS - NEGRO GATO (Getúlio Cortes) LUCIANA (Denise Reis/Renata Thurler) PERSEGUIÇÃO (Denise Reis/Renata Thurler) . Denise Reis no Programa do Jô - De quebra , um dos maiores guitarristas brasileiros, Marcelo Nami. . BSS - Trompete Bucal - DENISE REIS - JÔ SOARES . DENISE REIS and YONI RECHTER - Miss Celie`s blues composers: QUINCY JONES/LIONEL RICHIE/ROD TEMPERTON .
.PINK FLOYD - HEY YOU .
PINK FLOYD-ANOTHER BRICK IN THE WALL [HQ] . . YES OWNER OF A LONELY HEART 1983 .


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

GUARDA METROPOLITANA DE MANAUS / AM PARTICIPA DA OPERAÇÃO CENTRO SEGURO E FECHA SETE HOTÉIS E UM BINGO CLANDESTINO




A Guarda Metropolitana de Manaus e o Governo do Amazonas deflagraram, na quinta-feira, a operação Centro Seguro 4. Ao todo, sete hotéis e um bingo foram fechados durante o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão. Entre os estabelecimentos lacrados está o Rêmulos Club, onde a Polícia Civil e a Divisão de Vigilância em Saúde (Dvisa) encontram drogas e transgressão às normas sanitárias, elétricas, fiscais.

Sob a coordenação da Secretaria Municipal do Centro (Semc), 70 funcionários das secretarias e órgãos da administração municipal fiscalizaram 20 estabelecimentos no mesmo trecho em parceria com o Corpo de Bombeiros, concessionárias de serviços básicos como Manaus Ambiental e Eletrobras Amazonas Energia e a empresa Net. 

A Guarda Metropolitana de Manaus, Polícia Militar, o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), o Conselho Tutelar e as secretaria municipais de Assistência Social e Direitos Humanas (Semasdh) e de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp) participaram da ação assim como a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) e outros órgãos.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

O MICTÓRIO DA ESTÉTICA



Vocês imaginam quantos comentários das “feminazi” estou recebendo por escrever "Contra a cafonice"? É um tal de “direito” e “julgamento” pra cá, “machismo” e “preconceito” pra lá, que acho até que serei obrigado a fazer um “best of”.
Elas não admitem que um homem com nome e sobrenome erga sua voz, em meio ao turbilhão de apelos publicitários (das novelas, inclusive) produzidos em boa parte por homens anônimos, para dar algum retorno sobre a estética da mulherada consumista. Não pode. A mulher é “livre”, afinal, para ser como quiser. E quem disse que não é? Ninguém, claro. A mulher é livre até para ser uma “feminazi”. O que não quer dizer que vou aprovar seus comentários histéricos, como se eu tivesse julgado o caráter de alguém pelo estilo.
Leonardo Da Vinci devia ser um “cagador de regra” preconceituoso quando dizia que “A simplicidade é a última forma de sofisticação”. Vinícius de Moraes, um tirano machista quando dizia “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental”. Todos nós – e aqui surgem aqueles: “Você está se comparando a Da Vinci e Vinícius?” – devemos ser homens muito malvados que, quando veem alguma peça ou mulher que não sejam simples nem belas, mandam a polícia imediatamente apreendê-las. Tudo bem que as maquiadas eu até mandaria para um chuveiro frio, tipo o do Dirceu, mas juro que eu tiraria o Dirceu primeiro, ok?
Marcel Duchamp revolucionou os padrões artísticos do Ocidente estabelecendo que um mictório também é uma obra de arte. A partir daí, foram desaparecendo os consensos mínimos sobre os valores estéticos, gerando uma confusão entre o que é belo e o que é feio, o que é bom e ruim em artes plásticas. Em matéria de moda feminina, a supremacia da comunicação visual sobre as outras nem precisou de muitos Duchamps. O mictório da estética é a imagem. Quanto mais as moças vivem para sair “bem” na foto, mais perdem, literalmente, o tato com os rapazes.

Mictório de Marcel Duchamp. "Fonte" (urinol) - Marcel Duchamp (1917)
Se criticadas, alegam ser “vaidosas” e “femininas”. Não sei que “vaidade” é essa que enfeia. Não sei que “feminilidade” é essa que artificializa. Se as mulheres se vestem umas para as outras, como reza o mais cafona dos sensos comuns, não sei por que desabafam no Lulu quando são preteridas pelos homens. Não sabem que se embonecar, assim como fumar ou emborrachar os seios, pode ser um fator de descarte, senão para uma relação descompromissada, para uma relação amorosa duradoura? Se homem gostasse de beijar tinta, boneca inflável vinha com pincel. (Se gostasse de beijar borracha, comprava duas pra fazer ménage.)
Vocês são lindas, mocinhas – ainda que feias, ainda que velhas. Lindas como as “feminazi” nunca poderão ser. Não há cafonice maior do que a ideológica. Mas o bom é que, quando as duas se juntam numa pessoa só (e são várias), a gente acaba se divertindo em dobro.
Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

COM QUEM CASAR: A DECISÃO MAIS IMPORTANTE NA VIDA DE UMA MULHER



20/12/2013
às 15:11 \ Comportamento


[Nota: Já que o IBGE descobriu que as mulheres brasileiras estão casando mais tarde, aproveito para lembrar aqui a tradução que fiz de um texto de Suzanne Venker - um daqueles de pirar as feminazi - sobre a importância do casamento para as mulheres. Reflitam, mocinhas:]


Formada em Princeton e mãe, Susan Patton considera “surpreendente” a reação ao seu artigo que aconselha as princetonianas a encontrar um marido antes da formatura. Eu não tenho dúvida alguma de que a reação é chocante para a sra. Patton, mas não é nem um pouco chocante para mim. Tenho sofrido essa mesma reação acalorada por desafiar o ‘status quo’ quando o assunto são mulheres, trabalho e família.
Mulheres modernas supostamente não deveriam falar sobre casamento, muito menos abraçar essa ideia. Elas deveriam ficar focadas em sua educação e suas carreiras e presumir que o resto da vida vai cair em seu lugar naturalmente. É tudo tão triste, uma vez que se casar e ter filhos marca o início da vida — não o fim.
Eu sei que é chique pensar sobre o casamento como algo que as mulheres fazem depois de terem curtido suas liberdades sexuais, percorrido a Trilha dos Apalaches, e mergulhado fundo em suas psiques para “encontrar a si mesmas”. Eu sei que o pressuposto é de que o homem dos seus sonhos e o casamento estão esperando prontinhos como um prêmio por toda essa busca pela própria alma. Mas, honestamente, isto não funciona assim.

No entanto, devo discordar respeitosamente da solução da sra. Patton, segundo a qual as mulheres devem encontrar seus maridos na faculdade. Um plano melhor, na medida das possibilidades de que as mulheres afinal planejem tais circunstâncias, é encontrar um marido nos cinco anos subsequentes — no caso, um homem que seja alguns anos mais velho.


A geração moderna está a anos-luz da maturidade que seus pais exibiam quando eram jovens, e isto é especialmente verdadeiro para os homens. Antigamente, os rapazes da faculdade estavam propensos a se tornar bons pais de família. Eles queriam ter relações sexuais, o que geralmente – e essa é uma das razões – significava casar. Os homens também eram respeitados como provedores e protetores da família, o que significava que eles levavam seus planos de carreira a sério.

Aqueles dias se foram. O casamento não é mais necessário para o sexo, e os homens podem viver com suas namoradas sem compromisso. Eles tampouco esperam ser o provedor único quando e se, de fato, se casarem. O resultado é que os homens levam o dobro do tempo para crescer. Eles não têm um plano de carreira claro, e fogem do casamento como o diabo foge da cruz. Eles sabem que podem constituir família mais tarde, simplesmente se casando com uma mulher mais jovem. As mulheres não têm essa opção.

Mas o aspecto mais importante da discussão é o seguinte: de todas as escolhas que as mulheres vão fazer na vida, nenhuma é tão importante quanto decidir com quem casar. Nenhuma. Estar ou não feliz em seu casamento vai ditar todo o curso da sua vida. Vai medir o fluxo dos seus dias, ser o fator determinante para o bem-estar dos seus filhos, e até mesmo colorir a sua visão do mundo. Você vai levar um casamento bom ou um casamento ruim com você aonde quer que você vá. Isto é o barômetro para todas as outras coisas que você faz.

Por que, então, incentivaríamos as mulheres a gastar todo o seu tempo e energia preparando-se exclusivamente para uma carreira? Como Patton observa acertadamente: “Foi colocado foco demais em encorajar as mulheres jovens só para a realização profissional. Eu acho que, no fundo de suas cabeças, todas elas sabem disso, mas ninguém o está dizendo.”

Eu venho dizendo isso há anos. Eu escrevi quatro livros e inúmeros artigos incentivando as mulheres não apenas a se esforçarem para abrir um amplo espaço para o casamento e os filhos, mas para abraçar esse lado da vida. Há mais vida para além do trabalho. Mesmo quando o trabalho é poderoso e lucrativo, não é o suficiente.
Mas as mulheres não podem absorver esta mensagem, enquanto suas carreiras são tidas pela sociedade como sua ‘raison d’être’. Na verdade, o problema que as mulheres modernas enfrentam é duplo: como encontrar um homem maduro para se casar, e como corrigir o seu desejo de independência com o seu desejo de amor.

A resposta para a primeira parte é simples: as mulheres precisam parar de ser tão sexualmente disponíveis para os homens. Fazer os homens merecerem seu amor e seu corpo. Os homens precisam de incentivo para casar — eles não precisam se aninhar como as mulheres precisam.

A resposta para a segunda parte tampouco é complicada; é apenas diferente do que as mulheres foram ensinadas a acreditar. Noutro dia, recebi um e-mail de uma mulher chamada Alana, de 28 anos, que escreve:
“Eu amo crianças. Eu não tenho as minhas próprias e a sociedade me convenceu, sim, a fugir do lar, como você colocou. É verdade, e é triste. Agora me sinto como se eu precisasse terminar o meu relacionamento com um homem perfeitamente bom para perseguir as minhas aspirações profissionais. Por que me sinto assim, e qual é o caminho correto? Ao chegar a este ponto, o objetivo era correr atrás da minha carreira com fervor. Devo negar esses impulsos agora que sou finalmente capaz de me sustentar e de me sentir confortável com o que espero que venha a ser uma carreira significativa?”

Mulheres como Alana estão por toda parte. Eu sei disso porque eu as ouço o tempo todo, e todas elas pedem alguma versão da mesma coisa: Quando é que as mulheres poderão se sentir bem em relação ao seu desejo de casar e ter filhos?

Deixe-me então dizer uma coisa a Alana e a todas as outras mulheres por aí que estão nesse mesmo barco: Não, você NÃO deve negar o seu desejo de ninho. De construir uma família, e torná-la o centro de sua vida. Há um tempo e um lugar para tudo nessa vida.
Não a deixe passar por você.
Fonte: Fox News
Site da autora: http://suzannevenker.com/
Tradução: Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
Leia também:


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 


1º - COM QUEM CASAR: A DECISÃO MAIS IMPORTANTE NA VIDA DE UMA MULHER (aqui)

2º - CONTRA A CAFONICE (aqui)

3º- O MICTÓRIO DA ESTÉTICA (aqui)

4º - BIOLOGIA SUPERA IDEOLOGIA (aqui)

5º - QUANDO A IGUALDADE JÁ NÃO INTERESSA (aqui)

6º - MITO: MAOMÉ CASOU-SE COM VÁRIAS MULHERES COMO FORMA DE AS FAVORECER (aqui)

7º - IBGE: CASAMENTOS DE MULHERES MAIS VELHAS COM HOMENS MAIS NOVOS AUMENTAM NO PAÍS (aqui)

9º - MÃES PRESAS, FILHOS CONDENADOS (aqui)

10º- LGBTS PROMOVEM AGENDA NA ONU NO DIA DOS DIREITOS HUMANOS (aqui)

11º - IAN WATKINS VOCALISTA DE BANDA BRITÂNICA RECEBE 35 ANOS DE PRISÃO POR ABUSO DE CRIANÇAS 
(aqui)

12º - ARREDAI-VOS, HOMENS COVARDES (aqui)

13º - PRECISAMOS FALAR SOBRE O TINDER 
(aqui)

14º - ‘TINDER É MAIS QUE UM APP. ELE RECRIA SENSAÇÃO DA PAQUERA’ 
(aqui)

MARGINAL TEM A MÃO DILACERADA AO TENTAR EXPLODIR CAIXA DO BRADESCO



A tentativa de estourar um caixa eletrônico em uma agência do banco Bradesco na cidade de Mazargão a cerca de 190 quilômetros de Goiânia, quase deixa morto um elemento acusado de integrar uma quadrilha que iria roubar o banco, quando o mesmo preparava a bomba para explodir o equipamento bancário.

Com a mão dilacerada, o bandido foi deixado para trás pelos comparsas que fugiram e também deixaram uma caminhonete, uma motocicleta e um Uno que ajudava na operação criminosa.  Equipes do Comando de Operações de Divisas (COD) patrulhavam a cidade de Corumbaíba, onde era alvo inicial dos bandidos, que ao perceberem a presença dos policiais resolveram assaltar o bando da cidade de Mazargão.

O bandido que se acidentou foi preso por policiais do Grupo de Patrulhamento Tático de Caldas Novas (GPT). Os policiais também informaram que um dos bandidos deixou o celular para trás, logo em seguida a mulher dele ligou e o sargento atendeu fingindo ser o bandido e a mulher confirmou a suspeita: "o que vcs foram fazer em Mazagão, não era pra ser em Corumbaíba?"

O acusado foi conduzido para um hospital que não teve o nome revelado e a segue sendo atendido.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

QUE PENINHA!!!
Devia ter explodido na cara dele também...
Os amigos fugiram sem prestar socorro?
Poxa o que os direitos humanos vão fazer com esse ato tão cruel?
Coitado!
E quem socorreu?
Foi a Polícia Militar?
O Grupamento de bombeiros?
Vão abrir sindicância para ver se o atendimento do marginal foi de primeira?
Coitado da vítima social, além de perder a mão, ficar sem o dinheiro do assalto e ainda foi preso.
Acho que a polícia vai ser punida porque não avisaram a Maria do Rosaria Masoqueissu, Masoqueissu, Masoqueissu, Masoqueissu, Masoqueissu!

SUSPEITO DE TENTATIVA DE HOMICÍDIO LEVA TIRO DE BORRACHA PARA SER CONTIDO




Fonte: Apoio Policial

Difícil a atuação do policial quando se depara com essas situações, sem saber se o cara sofre algum transtorno psiquiátrico ou está sob o efeito de drogas, pois para aguentar um tiro de elastômero e ficar em pé, normal esse cara não estava.


TENTOU HOMICÍDIO E LEVOU TIRO DE BORRACHA PRA SER CONTIDO

.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

Difícil mesmo é a situação do Brasil para com o crime.
A polícia chega e encontra o bandido sentado e ainda na companhia de outro suspeito.
Os bandidos dão seu show particular de marginal e a polícia fica na roda.
Um até vai embora, e depois, com muito mais policiais é que ele é pego.
A impressão que dá é que se os marginais quisessem enchiam de porrada a polícia.