Sejam Bem Vindos! O que queremos ainda Não Sabemos.O Brasil é um país onde o povo é passivo. O crime compensa. A corrupção é a mãe de todos os crimes e a impunidade embala. A bandidagem seria bem menor sem os bandidos de toga e sua máfia no STF. Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim é a mágica cura do amor e da ciência. Aqui relembramos os fatos que não podem ser esquecidos e frisamos que os que mais podem e sabem são os que nada fazem.
Dilma dando lição aos concorrentes rivais às eleições de 2014: com que base? (Foto: Folhapress) 15/10/2013 às 20:36 \Política & Cia
Como se estivesse com o mundo na barriga, sabendo sobre tudo, a presidente Dilma Rousseff recomendou a seus adversários na campanha presidencial que “estudassem” para poder governar o Brasil.
Fez essa recomendação a Aécio Neves (economista, ex-deputado federal, ex-presidente da Câmara dos Deputados, duas vezes ex-governador de Minas Gerais e atualmente senador da República pelo PSDB), Eduardo Campos (economista, ex-deputado estadual, ex-deputado federal, ex-ministro de Ciência e Tecnologia, atual governador de Pernambuco pelo segundo mandato consecutivo, pelo PSB) e a Marina Silva (bacharel em história, pós-graduada em psicopedagogia, ex-vereadora, ex-deputada estadual, ex-senadora da República — pelo PT — e ex-candidata à Presidência pelo PV, em 2010, com 20 milhões de votos).
Curiosa essa arrogância da presidente.
Ela se formou, tardiamente, em economia, por seu envolvimento com a luta armada e os anos que passou na clandestinidade e no cárcere. Depois, tentou e não terminou uma pós-graduação e um doutorado na mesma área.
Antes de ser presidente, jamais exercera cargo eletivo algum. Foi uma ministra de Minas e Energia de Lula que não deixou grandes lembranças e uma chefe da Casa Civil também do ex-presidente que se viu transformada em “mãe” de um Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que já tem quase dez anos e não atingiu nem um terço de seus objetivos.
Com que moral a presidente passa lição de casa e pito em seus adversários, dois deles administradores experientes e a terceira com formação acadêmica melhor que a sua e várias vitórias eleitorais no currículo, além de cinco anos como ministra de Estado?
Ela recomenda aos adversários “estudar”?
O que recomendaria a seu guru, Lula, que nunca quis se aproximar de qualquer curso depois que passou a ter possibilidades, e que apregoa com orgulho sua falta de instrução?
Para Lindbergh, preciso acabar com a herança da ditadura nas policiais e criar
uma segurança pública mais humanizada
Proposta surge como uma alternativa para uma profunda reforma no sistema policial do País. Humberto Costa é o relator na Comissão de Constituição e Justiça.
Apresentada no mês passado, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 51/2013), de autoria do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) prevê uma profunda reformulação do atual modelo de polícia brasileiro com a desmilitarização e a unificação das Polícias Militar e Civil. Avançada, a PEC pretende corrigir duas distorções: a partição do ciclo de policiamento e a inexistência de carreiras únicas em cada instituição. A matéria aguarda na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado parecer do relator, senador Humberto Costa (PT-PE).
A iniciativa ocorre em meio ao debate sobre a violência da Polícia Militar nas manifestações de junho em várias capitais do País e, recentemente, no Rio de Janeiro, nos protestos dos professores. Nas redes sociais, corre grande apoio à desmilitarização, já recomendada pela Organização das Nações Unidas (ONU) ao Brasil. Vale ressaltar também que o combate à criminalidade não tem surtido o efeito esperado. O Brasil contabiliza de 25 a 27 homicídios dolosos por 100 mil habitantes - 50 mil casos por ano e o 2º lugar mundial. O País ainda contra com a 3ª maior população carcerária do mundo - aproximadamente 540 mil presos – e alta impunidade (com uma média de 8% dos homicídios dolosos investigados com êxito).
Diante de números estarrecedores e do quadro alarmante, Lindbergh fala em transformação “radical” das polícias e chama atenção para o legado da repressão contido na atuação dos policiais. “Nas últimas décadas o Brasil mudou, mas o campo da segurança pública permaneceu congelado no tempo, prisioneiro da herança legada pela ditadura. Mantemos ainda nossos pés no pântano das execuções extrajudiciais, da tortura, da traição aos direitos humanos e da aplicação seletiva das leis”, ressalta o senador.
A PEC 51 prevê a transferência aos Estados da autoridade para definir o modelo policial mais adequado para a realidade daquela região. Porém, as mudanças devem obedecer a diretrizes que possam garantir a transformação democrática das polícias e evitar um ambiente descoordenado e desarticulado no trabalho policial.
De acordo com o texto do senador petista, além da reorganização interna das funções policiais, passa a ser obrigatória a exigência do ciclo completo da carreira policial, se iniciando na atividade ostensiva/preventiva (atualmente prerrogativa da PM), caminhando, no decorrer da carreira, para a área da investigação (atualmente prerrogativa da PC), formando assim, a carreira única.
O texto ainda prevê o cumprimento do que já determina a Constituição Brasileira, em que a polícia é definida como instituição de natureza civil que se destina a proteger os direitos dos cidadãos e a preservar a ordem pública democrática, a partir do uso comedido e proporcional da força.
A PEC 51 ainda estabelece a criação de uma Ouvidoria Externa para as polícias, dirigida por um Ouvidor-Geral, não integrante de carreira policial, para mandato de 02 (dois) anos, vedada qualquer recondução, pelo Governador do Estado ou do Distrito Federal, ou pelo prefeito do município.
Caso seja aprovada, a União, os Estados e Municípios passam a ter o prazo de seis anos para se adequarem ao que prevê a PEC 51.
Veja os modelos de carreira previstos na PEC:
-Polícia Unificada Civil Estadual: Polícia unificada responsável pela provisão de segurança pública a toda a população do estado, cobrindo todo seu território, por meio do cumprimento de suas funções, envolvendo as atividades ostensivo/preventivas, investigativas e de persecução criminal.
- Polícia Metropolitana: sempre civil e de ciclo completo - Nesse caso, uma polícia civil de ciclo completo é responsável pela provisão de segurança pública à população da região metropolitana daquele estado. Nessa hipótese, uma polícia unificada civil estadual será responsável pela provisão de segurança pública à população dos municípios do estado em questão não atendidos pela ou pelas polícias metropolitanas.
- Polícia Municipal: sempre civil e de ciclo completo - Nesse caso, uma polícia civil de ciclo completo é responsável pela provisão de segurança pública à população de um, de alguns ou de todos os municípios do estado em questão. O critério da decisão será escolhido pelo Estado. Exemplos: pode ser a escala demográfica (privilegiando, por exemplo, apenas a capital ou os municípios cujas populações excedam 500 mil habitantes, etc ...), pode ser o histórico da criminalidade ou pode ser generalizada, aplicando-se a todos os municípios do Estado em pauta. Adecisão de criar polícia municipal envolve a definição de fonte de receita compatível com a magnitude das novas responsabilidades orçamentárias.
- Polícia Distrital ou Submunicipal: De área interna ao município. Nesse caso, uma polícia civil de ciclo completo é responsável pela provisão de segurança pública à população de um distrito ou uma área interna ao município. Assim, uma cidade pode criar várias polícias locais e uma polícia municipal responsável pelas áreas não cobertas pelas polícias locais.
Desmilitarização
O Rio de Janeiro ainda se mantém como centro de grandes protestos populares. Nas últimas semanas, os professores da rede pública do município entraram em conflito com policiais militares durante manifestação contra o novo plano de cargos e salários da categoria. Policiais militares têm sido flagrados por abuso, agressões, uso do gás de pimenta e prisões injustificadas.
A indignação com a atuação da PM do Rio atingiu seu ápice com o caso de maior notoriedade, o do ajudante de pedreiro, Amarildo de Souza, que foi torturado e morto por policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), da comunidade da Rocinha. Com o inquérito descobriu-se que, de março a julho deste ano, outras 22 pessoas foram torturadas por PMs na Rocinha, mas sobreviveram e fizeram denúncias.
“A Polícia Militar nasce para proteger a Corte Portuguesa que veio para o Brasil para reprimir escravos. Logo em seguida, também passou a cuidar da defesa do patrimônio. Ou seja, não há, em sua origem, uma preocupação com o cidadão. De um jeito ou de outro, isso ainda permanece na instituição”, avalia o professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, Fábio Araújo.
Em seu blog, o consultor em segurança pública e professor da Cátedra de Direitos Humanos no Centro Universitário Metodista (IPA), Marcos Rolim, afirma que em todo o mundo civilizado cada polícia atua desde os serviços de patrulhamento até as tarefas de investigação. Porém, no Brasil, por questões históricas, o modelo vigente opta pela partição do ciclo. “Como regra, os patrulheiros atuam uniformizados e os policiais dos departamentos de investigação se dedicam ao esclarecimento de crimes. Estas duas dimensões básicas do trabalho policial formam o chamado “ciclo de policiamento” e estão presentes em todas as polícias do mundo, menos no Brasil”, explica.
Para ele, no Brasil “não temos duas polícias em cada estado, mas duas metades de polícia”. Esta divisão, na sua opinião, é a responsável pela persistente hostilidade entre as duas polícias que, como regra, não dividem informações, não compartilham recursos e alimentam infinitas disputas de prerrogativas. Outro fator apontado por Rolim são das divisões dentro de cada instituição - na Polícia Civil, o corte se dá entre delegados e não-delegados e na PM, entre oficiais e não-oficiais, o que favorece interesses específicos e mecanismos de seleção diferentes e, entre elas, há enormes desigualdades salariais, de poder e prestígio.
“Talvez o Brasil também tenha acordado para a gravidade do tema e se tenha criado a oportunidade de discutir o cesto ao invés das maçãs”, analisa Marcos Rolim.
A reunião da presidente
Dilma Rousseff com o governador de Brasília, Agnelo Queiroz, no Palácio
do Planalto, trouxe à discussão um tema polemico que
pode causar uma verdadeira guerra fardada na capital federal. A presidente
aguarda o senador Pedro Taques, que está na relatoria da comissão especial
dedicada a estudar saídas para o aumento da criminalidade e
da violência, entregar o seu relatório em 90 dias.
O projeto de
Agnelo é a unificação das polícias civis e militares, criando um único
comando.
A presidente Dilma
exigiu do governador um relatório minucioso num prazo de 60 dias. Agnelo
viajou para Europa e ficou de, no retorno, se empenhar para atender as
ordens da presidente.
Enquanto isso a
assessoria técnica do governador tenta correr com o projeto para
apresentá-lo antes mesmo do senador Pedro Taques concluir os
trabalhos da comissão.
O Movimento Viva Brasil recebeu com exclusividade trecho do Esquerda Caviar, o mais novo livro de Rodrigo Constantino, onde ele mostra de forma clara e inequívoca a ideologia que se esconde (não muito) por trás do desarmamento do cidadão honesto no Brasil. Abaixo o texto, veja o cronograma de lançamento do livro.
"Um corolário do pacifismo é a campanha do desarmamento. Como os criminosos não são responsabilizados, a arma logo se torna um suspeito interessante a que culpar pela criminalidade. Dessa forma, as chacinas em escolas, os homicídios e até as guerras existem por causa das armas, esses elementos independentes. Se ao menos o governo proibisse a venda de armas para os cidadãos de bem...
O que parece escapar à lógica esquerdista é que o criminoso já está fora da lei. Ou seja, não será ele a entregar sua arma voluntariamente ao governo, e sim aquele sujeito decente, que a usaria somente como instrumento de defesa. Não importa: a esquerda caviar dá vida ao objeto inanimado, e eis que a arma, não as próprias pessoas, passa a matar inocentes.
Um típico esquerdista caviar prega leis de desarmamento alegando que isso impediria as pessoas de possuir armas, e o faz enquanto participa de uma roda em que circula um cigarro de maconha. Droga ilegal! Pouco coerente. É o caso de um ator famoso, que já teve problemas com drogas, mas não deixou de gravar um vídeo para a Campanha Nacional do Desarmamento, em 2011. Ao menos o público das redes sociais enxerga melhor as coisas. Das mais de 20 mil visualizações, menos de setenta pessoas curtiram a mensagem, e mais de 5.500 reprovaram.
Os dados empíricos tampouco interessam aos pacifistas do desarmamento. Não conseguem sequer traçar uma correlação entre a quantidade de armas e a criminalidade, que dirá encadear um nexo de causalidade. A Suíça possui mais armas per capita que qualquer outro país do mundo, mas é dos mais tranquilos. Israel também possui muitas armas por habitante, mas o risco, contudo, vem de fora, do terror islâmico, enquanto cidades como Tel Aviv possuem baixíssima taxa de violência.
Existem vários estudos mostrando que o desarmamento da população pode levar ao aumento da criminalidade, não o contrário. Os livros Guns and Violence, da historiadora Joyce Lee Malcolm, e More Guns, Less Crime, de John R. Lott, merecem menção. Neles, fica claro que o caminho contra o crime não está no desarmamento dos civis inocentes.
Dizer que não precisamos de armas porque há a polícia é como afirmar que não precisamos de extintores de incêndio porque há o corpo de bombeiros. Em algumas situações, somente a reação imediata e local pode salvar vidas. O bandido ficará certamente mais intimidado se souber que há gente de bem armada na região, pronta para reagir.
Winsconsin, nos Estados Unidos, aproveitou essa lógica para afugentar potenciais criminosos. Na entrada do estado, o governo colocou a seguinte placa:
Bem-vindo a Winsconsin
Atenção, criminosos e terroristas:
Mais de 170 mil residentes de Winsconsin
têm permissão legal para carregar uma arma de mão.
Eles estão armados e preparados para defender a si
e aos outros contra atos de violência criminal.
VOCÊ FOI AVISADO.
Illinois e Chicago, no entanto, estão desarmados para sua conveniência.
Desarmar os civis sempre foi uma meta de aspirantes ao totalitarismo também. Nada como uma população indefesa para a implantação de um regime de controle total. Sara Brady, esposa do ex-secretário de Imprensa da Casa Branca James Scott Brady, entregou o real objetivo da cruzada desarmamentista do casal quando disse: "Nossa tarefa de criar uma América socialista só pode ter sucesso quando aqueles que resistiriam a nós forem totalmente desarmados".
Com essa ideia em mente, quase nunca expressa com tamanha franqueza, a esquerda usa os assassinatos para condenar as armas, extrapolando as estatísticas para criar um clima de insegurança propício ao seu real objetivo. No livro Risco: a ciência e a política do medo, o jornalista canadense Dan Gardner calculou que a probabilidade de um estudante americano ser assassinado na escola era praticamente irrisória – menos de uma em 1,5 milhão. Nos últimos trinta anos morreram, em média, três vezes mais pessoas atingidas por raios nos Estados Unidos do que vítimas de atiradores surtados.
Mas, sempre que algum psicopata sai atirando em inocentes, a esquerda caviar, liderada por gente como Michael Moore, logo aparece para apontar o culpado: a arma! Há ataques terroristas com armas brancas também. Na China, vários assassinatos ocorrem pelo uso da faca. No Brasil, também é comum homicídio com faca. Será que a esquerda caviar proporá agora a proibição da venda de facas?
O desejo de se esquivar da realidade leva a esquerda caviar à tática do sofá: se sua mulher é pega no flagra com um amante sobre as almofadas, então culpe os objetos, jogue-os fora e salve o casamento: malditas almofadas!. Claro que, no mundo real, essa estratégia é a garantia de continuar sendo um corno manso.
Da mesma maneira, culpar as armas e bani-las do mercado legal é convidar aqueles já inclinados ao crime para o ato. Ciente de que não haverá resistência, de que as vítimas em potencial estarão totalmente indefesas, o criminoso fica mais ousado e confiante. A criminalidade só tende a aumentar.
Um editorial do Estadão, do final de dezembro de 2012,acertou em cheio quando disse: “A cada Campanha Nacional do Desarmamento, como a que está sendo veiculada, a sociedade fica mais vulnerável, e os bandidos, mais à vontade”. A conclusão do jornal merece maior reflexão:
O fato é que as campanhas de desarmamento não são a panaceia contra a violência, e a interpretação que se faz da legislação vigente trata o cidadão possuidor de armas como um delinquente. Isso só é possível num país em que as autoridades, para escamotear sua incompetência na área de segurança pública, atribuem a responsabilidade por parte da violência à própria vítima. Os bandidos agradecem.
CRONOGRAMA DE LANÇAMENTO DO LIVRO
BELO HORIZONTE
28/outubro, segunda-feira, às 19h
Livraria Leitura – Pátio Savassi
SÃO PAULO
29/outubro, terça-feira, às 18h30
Livraria da Vila – Alameda Lorena
RIO DE JANEIRO
30/outubro, quarta-feira, às 19h
Livraria da Travessa – Shopping Leblon
PORTO ALEGRE
31/outubro, quinta-feira, às 19h
Livraria FNAC – Barra Shopping Sul
CURITIBA
07/novembro, quinta-feira, às 19h
Livrarias Curitiba
Osvaldo Aires Bade
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Caetano e Gil: ao lado de Feliciano e Maluf 7:19 \ Congresso
O Procure Saber, grupo de músicos que defende a censura prévia de biografias não-autorizadas, tem pelo menos 71 deputados que concordam com suas teses.
Este é o número de parlamentares que protocolou em abril um recurso paralisando a tramitação do projeto de lei 393/2011. A proposta altera o Código Civil e garante o fim da censura às biografias.
Eis alguns exemplos de quem está ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque & Cia no Câmara: Anthony Garotinho, Jair Bolsonaro, Marco Feliciano, Paulo Maluf e Tiririca.
(Atualização às 19h23: a assessoria de Anthony Garotinho entrou em contato e informou que o deputado vai retirar o seu nome do recurso que emperra o projeto de lei desde abril. Garotinho afirma que, ao assinar o recurso, queria que houvesse maior discussão do projeto)
Paula Lavigne proibiu o site Terra de revelar onde Caetano estaciona seu carro
ODARA - Orientado por Paula Lavigne, Leãozinho proibiu Caetano Veloso de citar o seu nome. "Dados biográficos de foro íntimo foram expostos de forma vil. Agora todo mundo sabe que sou um filhote de leão raio da manhã", disse, caminhando sob o sol.
Na mesma onda, Geni resolveu processar Chico Buarque. "Foram décadas sendo apedrejada, cuspida e acusada de me relacionar com qualquer um. Nunca autorizei a citação de meu nome em músicas biográficas. Chega!", desabafou, partindo num enorme Zeppelin.
No final da tarde, Lobão fez uma sugestão a Chico Buarque. "Resolver o problema é simples: basta trocar Geni por Lavigne", tuitou.
Pronto. Só faltava o
Chico Buarque. Agora O Globo está completo:http://oglobo.globo.com/cultura/penso-eu-10376274. Pena que
estou indo dormir. Quando eu acordar, provavelmente Reinaldo Azevedo já terá
cuidado dele. Mas deixo aqui uma tradução sintética do seu artigo, contrário às
biografias não autorizadas.
É assim: "Se eu processasse o autor e mandasse recolher o livro [já
publicado], diriam que minha honra tem um preço e que virei censor." Então
prefiro ser chamado de censor censurando o autor previamente mesmo.
****
Espero que Chico escreva mais, em vez de só colocar seu nome em um monte de
abaixo-assinados a favor das maiores canalhices da Terra. Quando escreve em
buarquês o que pensa em caetanês (ou vice-versa), ele mostra quem é: apenas um
esquerdista histérico que posa de coitadinho para reivindicar leis a seu favor.
Paula Lavigne, a ex-mulher do Caetano Veloso e presidente da ong Procure Saber
que tenta impedir biografias não autorizadas e pagas, fez um jantarzinho com
artistas e intelectuais para levantar uma grana para a viúva do Amarildo, o
pedreiro que sumiu numa operação da polícia na favela da Rocinha.
Arrecadou 250 mil reais. Para a viúva foram 50 mil e os duzentos restantes foi
para a ongue do advogado que cuida do caso...
Então. Essa estória está em pauta porque quem contou dessa sintomática
distribuição da grana angariada entre a esquerda chamada caviar foi o colunista
Rodrigo Constantino, que escreve na Veja.
Ele não falou exatamente falar mal do Amarildo, mais um entre centenas de
favelados que somem na mão da polícia diuturnamente no Rio - e no Brasil. Ele
só perguntou se o Amarildo era mesmo ajudante de pedreiro. Ou se faria bicos no
crime, como andou sendo escrito no noticiário.
O fato é o seguinte: esse caso Amarildo tem uma desmedida na cobertura que
ganhou da imprensa. A troco está em pauta no noticiário há quase dois meses?
Por quê? O colunista do semanário lembra, a propósito dessa desmedida na
atenção com Amarildo, da ação de imprensa em tempos passados, quando Tom Wolfe
ironizou os "radicais chiques" de seu tempo, que se reuniam em
coberturas luxuosas de Manhattan, em jantares refinados, para levantar fundos
para os terroristas marxistas dos Panteras Negras. Aqui, ele vê uma
orquestração gôche usando Amarildo como bandeira para a atacar a polícia.
E repara: alguém já viu um jantarzinho chique para levantar grana pra mulher de
soldado morto (foto) pelo crime organizado?
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O que você faria se visse um piano bonito na entrada de um edifício e soubesse tocar muito bem?
Aposto que muitos teriam uma louca vontade de tocar, porém, não teriam a coragem e nem permissão para chegar perto. Não é o que aconteceu com a banda Smallpools. Eles viram um grand piano, com um sistema automático, no lobby de um grande edifício, e resolveram aproveitar o momento para tocar seu sucesso e fazer um vídeo, sem a permissão de ninguém.
É claro que a polícia chegou rapidamente, mas não tiveram coragem de interromper o sensacional show.
Pra quem não sabe, a banda já é bem conhecida e a música “Dreaming” é deles. Também é trilha sonora do Fifa 14.
Mandaram bem no vídeo!
Osvaldo Aires Bade
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