domingo, 22 de setembro de 2013

MEMÓRIA: MARGARET THATCHER, UMA DAMA DO LADO DIREITO DA HISTÓRIA


VISÃO DE FUTURO -- A premiê, férrea na gestão do Estado, em 1981: a validade de suas ideias era e, em grande parte, ainda é universal (Foto: Peter Marlow / Magun / Latin Stock)
























Reportagem de Duda Teixeira, com colaboração de Tatiana Gianini eNathalia Watkins, publicada em edição impressa de VEJA 
20/04/2013 
às 19:00 \ Vasto Mundo


UMA DAMA DO LADO DIREITO DA HISTÓRIA
Margaret Thatcher salvou a Inglaterra do declínio econômico e político. O conjunto de suas ideias ganhou um nome, thatcherismo, algo que nenhum outro premiê britânico alcançou – nem Winston Churchill
Margaret Thatcher morreu dia 8 de abril, vítima de derrame. Ela tinha 87 anos. Andou esquecida até que Merryl Streep a representou no cinema, em um filme espetacular que se fixou mais no outono de sua vida, quando Thatcher, viúva e senil, conversava com Denis, o marido morto havia anos, como se ele estivesse tomando café da manhã com ela. Comovente e triste.
Mas Thatcher, feita baronesa depois de deixar o posto de primeira-ministra, se permitia raras demonstrações públicas de emoção. Ela estava com os olhos marejados de lágrimas quando diante da imprensa se despediu do cargo, ocupado por ela por onze anos, entre 1979 e 1990.
Nesse período, transformou a política no Reino Unido, ajudou a enterrar o moribundo comunismo soviético e criou uma doutrina de política econômica, o thatcherismo, que, em diferentes gradações, dominou o período áureo da globalização na década de 90, dando racionalidade aos políticos no poder e tirando milhões de pessoas da miséria em países tão díspares quanto o Vietnã e o México.
Foi chamada pela primeira vez de Dama de Ferro por um jornal oficial soviético, que julgou estar ofendendo-a. Ela adorava o apelido. Fez jus a ele na vida pública. Mostrou que governo e povo não são a mesma coisa. Governo é uma gigantesca burocracia cujos interesses só em alguns poucos casos, aqueles em que há ganho político, coincidem com os do povo. Por isso é preciso vigiar os governantes, cobrar eficiência deles e diminuir seus poderes.
Thatcher foi demonizada pelas esquerdas retrógradas por ter obtido sucesso em suas políticas e tê-las imitadas em quase todas as partes do mundo. Com razão, pois o salvacionismo insurrecional das esquerdas só tem, na cabeça de seus seguidores, alguma chance quando tudo dá errado em um país e a miséria se instala.
Tolice.
Se fizessem uma pequena pesquisa histórica, descobririam que, no Ocidente, os partidos de esquerda crescem mesmo é nos momentos de bonança econômica, quando o capitalismo produz excedentes econômicos bastantes para sustentar a imensa turma de socialistas e assemelhados que invariavelmente ganham a vida sem trabalhar. Foi assim nos Estados Unidos.
Durante a dura recessão dos anos 30, o partido comunista do país praticamente desapareceu. Foi só no esplendor econômico do pós-guerra, quando a classe média enriqueceu e os pobres viraram classe média, que as ideias socialistas e comunistas ganharam maior projeção nos Estados Unidos.
Não é por outra razão que o esquerdismo no Ocidente tem sempre um quê de esnobismo, um ar de superioridade moral, intelectual e de classe.
Isso vem da certeza de que, enquanto derrubam o sistema nos bares e em ambientes chiques, o capitalismo continua firme produzindo o excedente econômico que permite aos militantes viver sem trabalhar e aos ricos dizer-se de esquerda sem o temor de perder tudo para os revolucionários.
O esquerdismo no Ocidente é apenas um estado de espírito. Quando passa disso, cobra um alto preço.
AMIZADE À PRIMEIRA VISTA -- Thatcher com Ronald Reagan, em 1985: "Ela era agradável, feminina, graciosa, inteligente, e ficou evidente nas nossas primeiras palavras que éramos almas gêmeas", disse o presidente americano (Foto: Gamma)
AMIZADE À PRIMEIRA VISTA -- Thatcher com Ronald Reagan, em 1985: "Ela era agradável, feminina, graciosa, inteligente, e ficou evidente nas nossas primeiras palavras que éramos almas gêmeas", disse o presidente americano (Foto: Gamma)
Na Grã-Bretanha deu-se um fenômeno semelhante. O conservador Winston Churchill, vencedor na II Guerra Mundial, não foi apeado do poder pelos socialistas no alvorecer da paz por causa das penúrias impostas ao povo.
Livres da guerra e da pobreza pela ajuda dos Estados Unidos, os eleitores britânicos sentiram-se confortáveis o bastante para embarcar na experiência socializante que afundaria o Reino Unido – até que Thatcher salvasse o país.
Entre 1945 e 1951, praticamente todas as grandes companhias de bens e serviços foram estatizadas e passaram a se pautar por aquela dinâmica antiprogresso, antitecnologia e antieficiência que caracteriza a esquerda no poder.
A British Telecom, por exemplo, conseguiu bloquear a entrada do fax no Reino Unido. A empresa temia que o aparelho fosse uma ameaça ao uso do telefone para falar. Em quadro muito familiar aos brasileiros antes das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso, um telefone na Inglaterra podia ficar mudo seis semanas antes que aparecesse um técnico da estatal para tentar resolver o problema.
Sem concorrência, sob a proteção do monopólio, as estatais tripudiavam sobre os usuários e o público. Prejuízos? O governo cobria. Mas de onde tirar tanto dinheiro? Ora, aumentando os gastos públicos e deixando a inflação devorar o poder de compra das pessoas.
Somados todos os sindicatos, os dias de trabalho eliminados por greves na Inglaterra antes de Margaret Thatcher se contavam em dezenas de milhões por ano. Thatcher chegou e acabou com o processo de destruição do país. “A Inglaterra antes de Thatcher era como a Argentina de hoje, mas sem a maquiagem dos índices”, resume o economista Maílson da Nóbrega, que vivia em Londres naquele período.
Na campanha para as eleições de 1979, o Partido Conservador sagrou-se vitorioso e Margaret Thatcher assumiu como primeira-ministra. Suas convicções, formatadas no liberalismo, foram fortalecidas por valores morais e religiosos (ela era metodista e converteu-se ao anglicanismo após se casar). A inflação, segundo ela, era um “mal moral traiçoeiro”. A liberdade individual, um valor moral a ser defendido em sua totalidade.
UNIÃO -- Margaret Roberts, filha de um quitandeiro, em 1951, no casamento com o comerciante Denis Thatcher, com quem teve um casal de gêmeos (Foto: Keystone)
UNIÃO -- Margaret Roberts, filha de um quitandeiro, em 1951, no casamento com o comerciante Denis Thatcher, com quem teve um casal de gêmeos (Foto: Keystone)
O governo Thatcher teve um começo difícil. Para combater a alta dos preços, ela elevou os juros e passou a faca nos gastos governamentais. Como resultado imediato, a atividade econômica esfriou e o desemprego triplicou. A popularidade dela afundou, mas suas convicções não se abalaram.
Em 1982, um fator inesperado contou a seu favor. Em abril, o ditador argentino Leopoldo Galtieri ordenou a invasão das Ilhas Malvinas (Fal­klands para os britânicos), governadas pelos ingleses desde o início do século XIX. Em defesa dos kelpers, a população local, Thatcher mandou reconquistar as ilhas, o que ocorreu dez semanas depois.
O retorno dos soldados vitoriosos foi uma festa. “As Malvinas empurraram a popularidade de Thatcher para cima”, diz o economista John Van Reenen, da London School of Economics. “Sem a guerra, ela provavelmente teria perdido a eleição de 1983.”
Em seu segundo mandato, Thatcher comprou briga com os sindicalistas, a maioria deles agraciada e controlada pelo Partido Trabalhista. Os mineradores estavam entre os mais paparicados. As minas de carvão, que sustentaram a Revolução Industrial do século XVIII, estavam mais profundas e eram de difícil exploração. Com isso, o produto importado da China custava 25% menos.
FESTA POPULAR -- A primeira-ministra em visita a soldados nas Ilhas Malvinas após a guerra de 1982: os bem treinados britânicos foram muito superiores aos recrutas argentinos. A vitória inglesa levou ao fim da ditadura no país latino-americano, um ano depois (Foto: Gamma / Sigla)
FESTA POPULAR -- A primeira-ministra em visita a soldados nas Ilhas Malvinas após a guerra de 1982: os bem treinados britânicos foram muito superiores aos recrutas argentinos. A vitória inglesa levou ao fim da ditadura no país latino-americano, um ano depois (Foto: Gamma / Sigla)
Antes de Thatcher, a pressão dos funcionários garantia o monopólio do carvão nacional e obrigava o governo a pagar pesados subsídios ao setor. Proteger um setor ineficiente não fazia sentido para Thatcher. “Você não sai de casa para comprar um paletó quatro vezes mais caro só para manter as pessoas no trabalho”, disse ela. O Sindicato Nacional de Mineradores convocou uma greve e Thatcher chamou policiais de outras cidades para combater os piquetes, para que não tivessem dó de usar o cassetete. Um ano depois, a paralisação acabou e a Justiça multou o sindicato.
Com os sindicatos enfraquecidos, inflação controlada e previsibilidade na política econômica, a Inglaterra atraiu investidores estrangeiros. Um deles foi a montadora japonesa Nissan, que instalou uma fábrica na cidade de Sunderland, no norte do país. Em 1987, cinquenta indústrias japonesas já haviam se estabelecido na Inglaterra.
O investimento externo triplicou. “Se Thatcher não tivesse existido, a Inglaterra seria hoje mais pobre, mais influenciável por outras nações e estaria totalmente afundada na crise europeia”, diz o historiador Timothy Knox, diretor do Centro de Estudos Políticos, em Londres, fundado por ela. “E suspeito que a Guerra Fria teria durado mais.”
Não por acaso, os detratores de Thatcher são os mesmos reacionários que tentam recompor a barreira que dividia Berlim em duas. Gente mais sensata vê no liberalismo de Thatcher parte da explicação para as crises financeiras recentes. Pode até ser, mas ela não tinha como prever o surgimento dos subprime e dos derivativos, mecanismos de alto risco que maquiaram a bolha especulativa.
Seu legado é altamente positivo, a começar pela conversão dos socialistas do Partido Trabalhista inglês ao sistema produtivo de mercado, o capitalismo. Thatcher dizia ter sido essa sua maior conquista. Em 1995, o Partido Trabalhista alterou o seu programa, eliminando a cláusula que previa a socialização dos meios de produção. Disse o chefe de estratégia do premiê trabalhista Tony Blair: “Somos todos that­cheristas, agora”.

COMPETÊNCIA -- A premiê com George Jefferson, um executivo da indústria aeroespacial que assumiu a presidência da British Telecom após a privatização, em 1984. Thatcher contratou headhunters para escolher os diretores das novas companhias (Foto: Nisyndication)
COMPETÊNCIA -- A premiê com George Jefferson, um executivo da indústria aeroespacial que assumiu a presidência da British Telecom após a privatização, em 1984. Thatcher contratou headhunters para escolher os diretores das novas companhias (Foto: Nisyndication)
SABEDORIA QUE FAZ FALTA
Thatcher era direta, incisiva e, muitas vezes, intransigente, mas mantinha a coerência e a clareza de ideias sempre
“Não, não, não.”
Discurso no Parlamento inglês contra um plano de transferência de poderes para a Comissão Europeia, em 1990
“‘Liberdade, igualdade, fraternidade’ – eles se esqueceram de obrigações e deveres, eu acho. E então, é claro, a fraternidade desapareceu por muito tempo.”
Sobre a Revolução Francesa, em entrevista ao jornal francês Le Monde, em 1989
“Não seja tolo, senhor Gorbachev, vocês mal conseguem alimentar seus próprios cidadãos.”
Em resposta ao então secretário de Agricultura da União Soviética, quando ele afirmou que o comunismo era superior ao capitalismo durante visita à Inglaterra, em 1984
DISTÚRBIOS EM LONDRES -- Policiais tentam conter protestos de mineiros na capital inglesa, em 1984: os sindicalistas que paralisaram o país contavam com o apoio do Partido Trabalhista, de oposição a Thatcher (Foto: PopperFoto / Getty Images)
DISTÚRBIOS EM LONDRES -- Policiais tentam conter protestos de mineiros na capital inglesa, em 1984: os sindicalistas que paralisaram o país contavam com o apoio do Partido Trabalhista, de oposição a Thatcher (Foto: PopperFoto / Getty Images)
“O problema do socialismo é que uma hora ele acaba com o dinheiro dos outros.”
Em entrevista na televisão inglesa, um ano após assumir a liderança do Partido Conservador, em 1976
“Nós queremos uma sociedade em que as pessoas sejam livres para fazer suas próprias escolhas, cometer seus erros, ser generosas e misericordiosas. É isso o que nós entendemos por uma sociedade moral.”
Discurso na Universidade de Zurique, na Suíça, em 1977
“O problema com você, John, é que a sua espinha dorsal não alcança o cérebro.”
Ao secretário John Whittingdale, que insistia em apoiar o Tratado de Maastricht, que estabeleceu a unificação política da Europa, em 1992
“Esse é o nosso povo, nossas ilhas. Eu disse imediatamente: se elas forem invadidas, teremos de trazê-las de volta.”
Ao ministro da Defesa John Nott, sobre a invasão argentina das Falkland/Malvinas, em 1982

Thatcher: mudou o Reino Unido e ajudou a mudar o mundo -- para melhor (Foto: telegraph.co.uk)

08/04/2013 
às 20:08 \ Vasto Mundo

O que é que vou escrever sobre Margaret Thatcher, depois de uma cobertura de qualidade como a do site de VEJA, depois do que escreveram o Reinaldo Azevedo e o Caio Blinder?
Mas não se pode silenciar quando um gigante tomba — e a primeira-ministra que governou o Reino Unido de 1979 a 1990 e, como muito se lembrou hoje, alterou a agenda do grande país a ponto de mudar os rumos do próprio partido adversário era, efetivamente, uma estadista de porte gigantesco.
Pode-se concordar ou não com Thatcher, sua agenda liberalizadora, sua determinação férrea — daí o apelido –, sua autoconfiança não raro transmudada em arrogância.
Não se pode, porém, negar a brutal importância que teve para seu país, que ela retirou do atraso estatista rumo a uma economia extremamemente dinâmica a ponto de empresários britânicos dominarem, hoje, setores inteiros da economia da nação mais rica do mundo, os Estados Unidos. Thatcher colocava em segundo planos os grandes custos sociais que resultaram do enxugamento do Estado por considerar que o capitalismo, devidamente livre de amarras, cria riqueza suficiente para que a sociedade dê um salto conjunto de qualidade.
No poder, conseguiu o que um ou outro antecessor conservador timidamente havia tentado, como Edward Heath (1970-1974), em vão: quebrar a espinha dos sindicatos, que mandavam e desmandavam em setores-chave da economia, não admitiam modernizações  de qualquer espécie que implicassem em perda de empregos, paralisavam o país a três por dois e controlavam o Partido Trabalhista, a única alternativa de poder ao Partido Conservador.
O Reino Unido não tinha um estadista de grande porte desde Winston Churchill, um dos maiores senão o maior do século XX, que governou a Grã-Bretanha de 1940 a 1945 — foi um dos vencedores do maior conflito militar da história, a II Guerra Mundial — e, depois, de 1951 a 1955. E nem teve, depois dela.
Sua firme postura de confrontação com a União Soviética e o bloco comunista, ao lado do presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan — e com a contribuição inequívoca do papa João Paulo II –, revelou-se importante para a derrubada do Muro de Berlim e o fim das ditaduras “socialistas” que oprimiam a Europa Oriental.
Até na América Latina sua firmeza se fez sentir, ao derrotar implacavelmente em 1982, numa guerra rápida e cruenta, a ditadura militar argentina que determinou uma invasão suicida das ilhas Malvinas/Falkland, território britânico desde 1833 — a guerra teve como saldo positivo o fim da ditadura e a volta da democracia ao país vizinho.
Não se poderá, no futuro, falar na história mundial do século XX sem incluir um nutrido capítulo sobre Margaret Thatcher. Com o fim das ditaduras comunistas e a chegada da democracia e a melhoria nas condições de vida na maior parte dos países da Europa Oriental — vários deles, hoje, integrando a União Europeia –, o mundo mudou, muito. E para melhor.
Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

AMAZONAS (MITOLOGIA)


Um click na amazonas mitológica! a natureza cabocla, búfalo da Ilha de Marajó Pará Brasil Amazônia!





Amazona ferida, cópia de Fídias, nos Museus Capitolinos, de Roma.



As Amazonas (em grego antigo Αμαζόνες, transl. Amazónes) eram as integrantes de uma antiga nação de guerreiras da mitologia grega. Heródoto as colocou numa região situada às fronteiras da Cítia, na Sarmácia. Entre as rainhas célebres das amazonas estão Pentesileia, que teria participado da Guerra de Troia, e sua irmã, Hipólita, cujo cinturão mágico foi o objeto de um dos doze trabalhos de Hércules. Saqueadoras amazonas eram frequentemente ilustradas em batalhas contra guerreiros gregos na arte grega, nas chamadas amazonomaquias.

Na historiografia greco-romana, existem diversos relatos de incursões das amazonas na Ásia Menor. As amazonas foram associadas com diversos povos históricos, ao longo da Antiguidade Tardia. A partir do período moderno, seu nome passou a ser associado com quaisquer mulheres guerreiras em geral, e hoje, o termo é frequentemente utilizado para se referir a mulheres que montam a cavalo, participando em provas de equitação em destreza ou salto.

O termo amazona (em grego Αμαζών, transl. Amazón) tem uma das etimologias mais controversas da mitologia grega; existem inúmeras teorias a respeito da origem da denominação.1

Entra as principais hipóteses, estaria uma provável derivação do gentílico iraniano *ha-mazan-, que significaria originalmente "guerreiras". Já outra teoria diz que o termo significa "sem seio", em grego, já que, segundo algumas versões do mito, as amazonas cortavam um dos seios para melhor manejar os arcos.

Segunda outra fonte, a etimologia folclórica que relaciona os seios é incorreta pois não há imagens ou fontes que a refiram. De origem cítia, as amazonas eram iranianas conhecidas por montar a cavalos; os jônicos, sempre ameaçados pelos persas (que eram os mais importantes dentre os iranianos), foram os primeiros a entrar em contato. Amazōn é a forma jônica para a palavra ha-mazan de origem iraniana, cujo significado é lutando junto.1 2

No livro Matriarchat in Südchina: Eine Forschungsreise zu den Mosuo (Taschenbuch), a autora, Heide Göttner-Abendroth, revela a raiz comum da palavra Ama para a sociedade matriarcal ainda existente na China, no povoado de Moso, cujo significado é mãe, na língua local dos mosos; a palavra encontra a mesma raiz no norte da África, onde também o matriarcado existiu e os quais se auto denominavam amazigh. Por esta razão, a antiga palavra Ama tem o significado de Mãe no sentido mais estrito e no sentido figurativo denomina cultura matriarcal.3 4



O prefixo relaciona-se também com a mitologia babilônia e sua deusa suprema, Tiamat: algumas fontes identificam-na com uma serpente do mar ou dragão. No poema Enuma Elish, o épico babilônio da criação, ela dá vida à primeira geração. Os céus e a terra são formados a partir de seu corpo dividido. Thorkild Jacobsen a Walter Burkert ambos relacionam-na com a palavar acádia para mar, tâmt'u', derivado de 'ti'amtum. Tiamat pode derivar também da palavar suméria ti, vida, e ama', mãe.'
.Tacacá
.
Maniçoba
.
Açaí com tapioca
.Castanha do Pará
.

Vatapá paraense
.
Mitologia grega

Amazonomaquia (luta entre gregos e amazonas), relevo de sarcófago (cerca de180), encontrado em Salónica, Grécia, 1836.

As amazonas teriam vivido na região do Ponto, parte da atual Turquia, próximo à costa do mar Euxino (o mar Negro). Teriam formado um reino independente, sob o governo de uma rainha, das quais a primeira teria se chamado Hipólita ("égua solta, indomada").5 De acordo com o dramaturgoÉsquilo, num passado distante as amazonas teriam vivido na Cítia, no Palus Maeotis ("Lago Meótis", o atual mar de Azov), porém teriam se mudado posteriormente para Temiscira, no rio Termodonte (atual Terme, no norte da Turquia). Heródoto as chamou de Androktones ("matadoras de homens"), afirmando que no idioma cita elas eram chamadas de Oiorpata, que ele assegurava ter este significado.

Em certas versões do mito, nenhum homem podia ter relações sexuais, ou viver na comunidade amazona; porém uma vez por ano, de modo a preservar a sua raça da extinção, as amazonas visitavam os gargáreos, uma tribo vizinha. As crianças do sexo masculino que nasciam destas relações eram mortas, enviadas de volta para os seus pais ou expostas à natureza; já as crianças do sexo feminino eram mantidas e criadas por suas mães, treinadas em práticas agrícolas, na caça e nas artes da guerra.6


Um cartógrafo de Londres não-identificado estabeleceu em 1770 as amazonas no norte da Sarmátia Asiática, baseado em fontes de informações literárias gregas.

Na Ilíada, de Homero, as amazonas foram chamadas de Antianeira ("aquelas que lutam como homens").

As amazonas também aparecem no mito de Jasão e os Argonautas, que teriam aportado na ilha de Lemnos, em seu caminho até a terra da Cólquida. Descobriram que a ilha era habitada somente por mulheres, governadas pela rainha Hipsípile. Deram à ilha o nome deGynaikokratumene, palavra grega que pode ser traduzida como "reinada por mulheres". Apolônio de Rodes escreveu que as mulheres receberam Jasão e seus companheiros em formação de batalha - "Hipsípile assumiu as armas de seu pai, e liderou as tropas, estonteante em seus encantos". A jovem rainha contou então ao herói que Lemnos havia sido invadida, e todos os homens assassinados, convidando os Argonautas a tomarem os lugares dos seus falecidos esposos. Sem perceber o ardil, já que na realidade eles seriam assassinados como aqueles que os haviam antecedido, os Argonautas decidem ir embora e, enquanto velejam pelo Helesponto, para dentro do mar Euxino, ouvem: "fuja da costa amazônica, ou Temiscira logo, com rude alarme, reunirá e armará suas amazonas."

As amazonas aparecem na arte grega do período arcaico da história da Grécia, associadas à diversas lendas. Teriam invadido a Lícia, porém foram derrotadas por Belerofonte, que foi enviado para combatê-las por Ióbates, rei daquela nação, na esperança de que o herói morresse nas mãos delas, tamanha era a confiança na força das guerreiras, na época..7 A tumba de Mirina é mencionada na Ilíada; interpretações posterioras a viram como uma amazona; de acordo com Diodoro Sículo,8 a rainha Mirina teria liderado as amazonas numa vitória contra a Líbia e as górgonas.

Teriam também atacado os frígios, que foram auxiliados por Príamo, então um jovem rapaz.9 No entanto, anos mais tarde, próximo ao fim da Guerra de Troia, suas antigas oponentes se juntaram a ele contra os gregos, sob a rainhaPentesileia "trácia por nascimento",10 morta por Aquiles no Aethiopis, épico de Artino de Mileto que continuou aIlíada.11

Um dos doze trabalhos impostos ao herói Héracles (Hércules) por Eristeu foi o de obter a cinta da rainha amazonaHipólita.12 Foi acompanhado por seu amigo, Teseu, que raptou a princesa Antíope, irmã de Hipólita, um incidente que levou a uma invasão retaliatória da Ática na qual Antíope morreu, lutando ao lado de Teseu contra suas compatriotas. Em certas versões, no entanto, Teseu se casa com Hipólita, enquanto noutras casa-se com Antíope e ela sobrevive. A batalha entre os atenienses e as amazonas é frequentemente celebrado num tipo específico de arte, chamado de amazonomaquia, em baixos-relevos de mármore como os que existiam no Partenon, ou as esculturas do Mausoléu de Halicarnasso.

Taléstris, rainha das amazonas, visita Alexandre, o Grande (ilustração de 1696).



As amazonas também teriam empreendido uma expedição à ilha de Leuke, na foz do rio Danúbio, onde as cinzas de Aquiles teriam sido depositadas por sua mãe, Tétis. O fantasma do herói morto apareceu, assustando tanto os cavalos das guerreiras, que estas foram derrubadas e pisoteadas por eles, forçando-as a fugir.[carece de fontes] Pompeu teria encontrado-as no exército de Mitrídates IV do Ponto.[carece de fontes]

Biógrafos de Alexandre, o Grande mencionam a rainha amazona Taléstris, que teria visitado o grande rei macedônio e tido um filho com ele. No entanto, diversas outras fontes refutam a alegação, incluindo Plutarco que em seus escritos menciona o momento em que o comandante navalsecundário de Alexandre, Onesícrito, teria lido a passagem sobre as amazonas de sua história de Alexandre para o rei Lisímaco, da Trácia, que também estava na expedição original; o rei, ao ouvir o relato, teria sorrido e dito: "E onde estava eu, então?"

A caracterização feita pelo escritor romano Virgílio da donzela guerreira volsca Camila, na Eneida, foi fortemente influenciada pelo mito das amazonas.
Culto às amazonas.

De acordo com as fontes antigas (Plutarco, no seu Teseu, e Pausânias), tumbas das amazonas podiam ser encontradas frequentemente por todo o mundo grego, juntamente com estátuas que as representavam. Tanto em Cálcia como em Atenas, segundo Plutarco, existia um Amazoneu, ousantuário dedicado especialmente às amazonas, o que implicava a presença de um culto. No dia que antecedia a Teseia, em Atenas, sacrifícios eram feitos anualmente às amazonas. Em tempos históricos, as donzelas gregas de Éfeso executavam uma dança circular, vestindo escudos e armas, uma tradição que teria sido estabelecida por Hipólita e suas amazonas. As amazonas também teriam erguido uma bretas, ou estátua de madeira, da deusa Ártemis.13
Amazonas na arte grega.

Relevo antigo mostrando duas gladiadoras, com seus nomes (Amazonia e Achillea).

Nas obras de arte, as batalhas entre as amazonas e os gregos eram colocadas no mesmo nível, e frequentemente associadas com as batalhas entre gregos e centauros. Sua aparência, no entanto, uma vez que passaram a ser aceitas e introduzidas na poesia e na arte nacional do povo grego, foi alterada gradual e drasticamente, passando a ter cada vez menos o aspecto de seres incomuns. Suas ocupações eram a caça e aguerra; suas armas, o arco e flecha, lanças, machados ou labrys, um meio-escudo, quase sempre em formato de crescente, chamado de pelta, e, na arte mais antiga, um capacete, modelado aparentemente no que era usado pela deusa Atena. Na arte posterior sua aparência se aproxima daquela de Ártemis, e vestem vestidos finos, e por vezes até mesmo com roupas de origem persa, como calças apertadas e uma boina alta chamada de kidaris. Quase sempre eram retratadas sobre os cavalos, e podem ser identificadas nas pinturas em vasos pelo fato de usarem apenas um brinco. A batalha entre Teseu e as amazonas (Amazonomaquia) é um tópico favorito nos frisos dos templos,14 vasos e relevos emsarcófagos; em Atenas, estavam representadas no escudo da estátua gigantesca de Atena Partênope, em murais no Theseum e na Stoa Poikile.

Amazona ferida de Sosikles, Museus Capitolino.
Amazonas na historiografia greco-romana.

Heródoto relatou que os sármatas eram descendentes das amazonas e dos citas, e que as suas mulheres ainda observavam alguns costumes maternais antigos, como "frequentemente sair para caçar a cavalo com seus maridos; participar da guerra; e vestir o mesmo tipo de roupa que os homens". Ainda segundo ele, "nenhuma garota [sármata] se casa até que tenha matado um homem em batalha". Heródoto também conta a história do grupo de amazonas que cruzou o lago Meócio (atual mar de Azov) rumo à Cítia, próximo a uma região de penhascos (no atual sudoeste da Crimeia). Após aprender o idioma cita, elas teriam concordado em se casar com os homens citas, sob a condição de que não fossem obrigadas a seguir os costumes das mulheres citas. De acordo com Heródoto, este grupo teria se deslocado rumo ao nordeste, e se assentado definitivamente além do rio Tánais (atual Don), e tornaram-se os ancestrais dos sauromatas - que, também de acordo com Heródoto, teriam lutado juntamente com os citas contra Dario, o Grande, no século V a.C..

Hipócrates descreveu-as como não tendo os seios direitos, alegando que desde a tenra infância os bebês eram mutilados por instrumentos de bronze em brasa, construídos para este propósito; estes eram aplicados contra o seio, forçando a cauterização, de modo a interromper seu crescimento, pois acreditavam que desta maneira a força e a potência seriam desviados para o ombro e braço direitos.

As amazonas desempenharam um papel importante na historiografia romana. Júlio César lembrou ao senado romano sobre a conqusita de grandes partes daÁsia por Semirâmide e as amazonas. Incursões bem-sucedidas das amazonas contra a Lícia e a Cilícia eram contrastadas com a resistência efetiva feita pelacavalaria lídia contra os invasores romanos.15

Gneu Pompeu Trogo presta atenção particularmente detalhada às amazonas; o relato de que elas teriam sua origem numa colônia capadócia de dois príncipes citas, Ylinos e Scolopetos, é sua.

Diodoro relata a história de Hércules, que teria derrotado as amazonas em Temiscira. Filóstrato coloca o lar das amazonas nas montanhas Tauro. Amiano Marcelino, por sua vez, coloca-as a leste de Tánais, próximas aos alanos, enquanto Procópio as descreve como nativas do Cáucaso.

As amazonas continuam a ser vistas por toda a Antiguidade tardia como históricas, embora Estrabão apresente algum ceticismo quanto à sua historicidade. Diversos dos primeiros intelectuais cristãos falam das amazonas como pessoas reais. Solino cita o relato de Plínio, e Claudiano comenta o caso de diversas mulheres góticas que teriam se identificado como amazonas. O relato de Justino foi utilizado como fonte por Orósio, e continuou a ser lido durante toda a Idade Média europeia. Autores medievais também adotaram a tradição de localizar as amazonas no norte;Adam de Bremen teria as situado no mar Báltico, enquanto Paulo, o Diácono as sitou no coração da Germânia.16
Renascimento[editar]

As amazonas continuaram a ser discutidas pelos autores do Renascimento europeu; autores medievais e renascentistas creditavam às amazonas a invenção dos machados de batalha, o que provavelmente estaria relacionado ao sagaris, uma arma similar a um machado associada com as tribos citas pelos autores gregos (ver Kurgan de Aleksandrovo). Paulus Hector Mair, célebre estudioso de armas e artes marciais, expressa algum assombro com o fato duma "arma masculina" ter sido inventada por uma "tribo de mulheres", porém aceita o fato em respeito à autoridade de sua fonte, o filólogo e historiador Johannes Aventinus.

Foram também referidas pelo viajante medieval Sir John Mandeville, no capítulo XVII do livro que relata as suas viagens.

O poema épico Orlando furioso, de Ludovico Ariosto, menciona uma nação de guerreiras, comandadas pela rainha Oronteia; o épico descreve a sua origem como a do mito grego, na qual as mulheres, após serem abandonadas por um grupo de guerreiros infiéis, se juntam para formar uma nação na qual os homens têm seu número drasticamente reduzido, de forma a prevenir que eles reconquistem o poder.
Contexto histórico.

Segundo o classicista Peter Walcot, "sempre que as amazonas eram situadas geograficamente pelos gregos, fosse em algum ponto do mar Negro, no distante a nordeste, ou na Líbia, no mais longínquo sul, eles sempre as colocavam além dos confins do mundo civilizado. As amazonas existiam fora do alcance da experiência humana normal."17

Ainda assim não faltam teorias sobre um possível fundo histórico do mito das amazonas na historiografia grega, com os candidatos mais óbvios sendo as regiões históricas da Cítia e da Sarmácia, de acordo com o relato de Heródoto - embora alguns autores prefiram uma possível comparação com as diversas culturas da Ásia Menor, ou até mesmo da Creta minoica.

A especulação de que a ideia das amazonas possa conter um fundo de realidade vem sendo baseada nos últimos anos em descobertas arqueológicas feitas em sepulturas, que apontam para a possibilidade de que algumas mulheres sármatas participavam dos combates, ao lado dos homens. Estas descobertas levaram alguns estudiosos a sugerir que a lenda das amazonas possa ter sido "inspirada por guerreiras reais",18 embora esta continue sendo uma opinião minoritária entre os historiadores e classicistas.

Cítia

Amazona cavalgando em roupas citas, num vaso ático, ca. 420 a.C..

As evidências arqueológicas parecem confirmar a existência de "mulheres-guerreiras" entre os sármatas, além do papel ativo das mulheres tanto na vida social quanto nas operações militares daquela sociedade. As sepulturas com corpos de mulheres sármatas armadas correspondem a cerca de 25% do total encontrado, e quase todas eram enterradas com arcos.19

Segundo a arqueóloga russa Vera Kovalevskaya, enquanto os homens citas estavam longe, guerreando ou caçando, as mulheres assumiam um estilo de vida nômade, e aprendiam a defender a si mesmas, aos seus animais e pastos de maneira competente. Antes que a arqueologia moderna descobrisse diversas sepulturas citas destas guerreiras, enterradas sob kurgans na região das montanhas Altai e da Sarmácia,20 dando uma forma minimamente concreta, finalmente, aos contos gregos de amazonas a cavalo, a origem da história das amazonas tinha sido sujeitada a inúmeras especulações, por diversos estudiosos da filologia clássica.

Creta minóica

Quando a arqueologia da Civilização Minoica ainda estava em sua infância, uma teoria foi levantada num artigo científico sobre as amazonas feito porLewis Richard Farnell e John Myres para o livro Anthropology and the Classics ("Antropologia e a Filologia Clássica"), de Robert Ranulph Marett(1908),21 que colocava a possível origem das amazonas nesta civilização surgida na ilha de Creta, ao sul da Grécia, apontando diversas semelhanças entre as duas culturas. De acordo com Myres, a tradição, interpretada sob a luz das evidências fornecidas pelos supostos cultos às amazonas, parece ter sido muito semelhante, e até mesmo se originado na cultura minóica."22

América do Sul
Ver artigo principal: Icamiabas

O explorador espanhol Francisco de Orellana, desbravando a floresta tropical sul-americana, em 1541, afirmou haver lutado com mulheres guerreiras que, das margens do rio Maranhão, disparavam-lhes flechas e dardos de zarabatanas. O mito difundiu-se nos relatos e livros, sem escopo popular algum,23 mesmo assim fazendo com que aquelas regiões viessem a receber o nome das mulheres guerreiras da mitologia grega.
Referências

Jump up↑ Esta área foi ocupada no fim da Idade do Bronze por um grupo nômade conhecido pelos hititas como Kaŝka; embora não fossem conhecidos diretamente pelos gregos, os arqueólogos modernos detectaram que eles conseguiram infligir uma derrota nos próprios hititas em cerca de 1200 a.C.; não teriam deixado inscrições.
Jump up↑ Ilíada, vi. 186
Jump up↑ Livro ii.45-46; livro iii.52-55.
Jump up↑ Ilíada, iii. 189.
Jump up↑ Quinto Esmirneu i.; Justino II. 4; Virgílio, Eneida i. 490.
Jump up↑ Pausânias, Descrição da Grécia, Livro I: Ática.
Jump up↑ Friso do templo de Apolo em Bassae, atualmente no Museu Britânico, em Londres.
Jump up↑ F. A. Ukert, Die Amazonen, Abhandlungen der philosophisch-philologischen Classe der Königlich Bayerischen Akademie der Wissenschaften (1849), 63.
Jump up↑ Walcot, P. "Greek Attitudes towards Women: The Mythological Evidence" Greece & Rome2nd Series 31.1 (abril 1984, pp. 37-47) p 42.
Jump up↑ "Warrior Women of Eurasia", Archaeology Magazine, Volume 50 Número 1, Janeiro/Fevereiro 1997 (acessado em 7/10/08).].
Jump up↑ Marett, R. R. Anthropology and the Classics, pp. 138ff.
Jump up↑ Ibid., p. 153 ff
Ver também[editar]
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VER TAMBÉM

ESCÂNDALO: DINHEIRO PÚBLICO PARA SE OBTER A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL





Tendo como tema “ESTRATÉGIAS PARA A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL: Projeto de alteração do Código Penal e experiências de legislação em outros países”, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, programou para o dia 26 de setembro audiência a fim de “ouvir a opinião pública”… [banner abaixo] Entretanto, a parceria com o “Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher” — movimento feminista declaradamente favorável ao aborto — leva a crer que as cartas estão marcadas. Só ouvirão uma opinião: a opinião favorável ao “Direito” da mulher eliminar o bebê no ventre materno. Apenas pretendem dar voz e vez ao“lobby pró-aborto”.
O pretexto para tal programação, “ouvir a opinião pública”, é uma mera artimanha, pois só querem ouvir uma parte: a turma do aborto! Só convidam para falar um lado: a mesma turma e pessoas que desejam mostrar as manobras utilizadas em outras nações para enganar a opinião pública e obter, assim, a legalização do aborto — a legalização do crime!


No vídeo acima, o Cel. Paes de Lira faz a denuncia: a promoção do aborto com o dinheiro público do contribuinte paulista — mesmo daqueles que são contrários a esse crime infame! A Defensoria Pública do Estado de SP servindo-se de instrumento da “Revolução Cultural”, desagregadora da família.

Recomendo aos Amigos ampla propagação da denúncia contida nesse vídeo.


BOLSONARO VERDADE E A IMPRENSA QUE OMITE



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1º - DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM 
MOVIMENTO GAY OFICIALIZA GENOCÍDIO CULTURAL CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DO BEIJO GAY EM CULTOS EVANGÉLICO 
(AQUI)