sexta-feira, 5 de julho de 2013

COMUNISMO NO BRASIL SEMPRE EXISTIU. CARLOS MARIGHELA, O ASSASSINO TERRORISTA!



"A Presidência comunica às Senadoras e aos Senadores que será realizada Sessão Especial no dia 8 do corrente, segunda-feira, às 11 horas, destinada a comemorar o centenário de nascimento do político e guerrilheiro Carlos Marighela, nos termos dos..."

No link: http://www.senado.gov.br/ordemdodia/menu.asp?dat=04%2F07%2F2013
 



Só os militares mesmos. intervenção militar já:


                                       http://youtu.be/n9VxhtbynQg


Coronel Ustra


CENTENÁRIO DE MARIGHELLA - VIVA FLEURY!
Fonte (aqui)

Carlos Marighella

Carlos Marighella veio ao mundo em 5 de Dezembro de 1911 e foi expulso do planeta em 4 de Novembro de 1969 pelo eficiente delegado Fleury do DOPS paulista. Antes,em 1967 já havia sido também expulso do próprio Partido Comunista Brasileiro,que discordava de sua pressa em derramar sangue. Mas assim que resolveu pegar em armas por conta própria,durou tão pouco como o colega Che Guevara. 

Mas devo reconhecer: o Mini Manual de Guerrilha Urbana escrito por Carlos Marighella é uma obra profissional e competente para os sujos fins que se destina,tendo sido adotado por terroristas e assassinos em todo o mundo, ao contrário do livrinho de escoteiros conhecido como Manual de Guerrilha de Che Guevara, uma coleção de asneiras só apreciado por jovens imberbes sem experiência de vida e de combate.


Assunto encerrado


Carlos Marighella morto - Imagens da Tv TupiFoi devidamente entregue ao Capeta.

                                           http://youtu.be/iG7ey1H3YG0

Autor de atentados à bomba,assassinatos e roubos a bancos na década de 60,foi morto ao reagir quando,traído pelos comparsas,caiu numa emboscada do DOPS, delegado Fleury à frente. 

Marighela cometera o erro de se unir com gente mais perigosa que ele, os frades dominicanos, que presos já abriram a boca no primeiro bom dia dos agentes, revelaram até as senhas e tomaram parte importante na emboscada. 

Marcado um encontro, assim que Marighella entrou no fusquinha onde se encontravam dois frades dominicanos estes se jogaram para fora - nada de avisar o colega ou de orações ao Senhor, foram espertamente ao chão para escapar do tiroteio que se seguiu, pois o terrorista de imediato reagiu com seu revólver, morrendo também, provavelmente por fogo cruzado um motorista que passava pelo local e a heroica investigadora de polícia Estela Borges de Morato de apenas 22 anos. 

Não sei se a família de Estela foi indenizada pelo estado, mas a viúva do criminoso já teve a sua aprovada, pois a Comissão de Mortos e Desaparecidos do MJ concluiu que seu marido foi executado, abatido... Como pergunta o Coronel Ustra: se Marighela foi morto à queima-roupa, por que o tiroteio?


 Delegado Fleury 


Por que a morte da investigadora e do transeunte? 

E perder a grande oportunidade de interrogá-lo e extrair informações que ajudariam a acabar com a ALN, sua organização?
  
Carlos Marighella foi substituído no comando por Câmara Ferreira; Fleury o liquidou no ano seguinte... Até 1974, cerca de 23 terroristas da ALN foram mortos, seu último chefe fugiu esbaforido para a França e os gatos pingados revolucionários que ficaram se dissolveram e foram procurar um empreguinho honesto cedido por algum capitalista até entrarem na milionária indústria das indenizações...

Câmara Ferreira

Marighella tal Guevara, não passou de um extremista sanguinário que matava aleatoriamente para forçar a repressão e provocar descontentamento popular em busca de apoio. 

Reza seu manual: ...o governo não tem alternativa exceto intensificar a repressão. As batidas policiais, busca em residências, prisões de pessoas inocentes tornam a vida na cidade insuportável. O sentimento geral é que o governo é injusto, incapaz de solucionar problemas e recorre pura e simplesmente à liquidação física de seus opositores.

Em outra palavras, criava um problema antes inexistente e oferecia para resolvê-lo com a revolução popular...


Marighella teve sua carreira armada encurtada por homens como Fleury, que ao contrário de outros colegas, tratava terroristas como realmente eram, ladrões de bancos, assassinos, latrocidas e usava técnicas policiais e não militares para combatê-los e exterminá-los com sucesso. 

Apenas cumpria sua tarefa de limpar a sociedade dos marginais que a infestavam...



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AS 10 MULHERES QUE ABALARAM O PAQUISTÃO

AS 10 MULHERES QUE ABALARAM O PAQUISTÃO

O recente atentado contra a vida de, Malala Yousafzai, à ativista de 14 anos de idade que luta pelo direito a educação, levantou em todo o Paquistão e no mundo, questões sobre a segurança dos ativistas no país islâmico.

Mas, infelizmente, Malala não é a única vítima do ódio dos fundamentalistas. O jornalista paquistanês, exilado em Washington, Malik Siraj Akbar, listou em artigo, as mulheres que, assim como a pequena Yousafzai, sofreram terrivelmente por defender aquilo em que acreditam em uma terra de intolerância. São mulheres que foram vítimas dos bárbaros costumes locais, ou que contra qualquer expectativa lutaram por uma vida melhor para si e para todas as paquistanesas. Histórias que envolve estupros, assassinatos, agressões, e que demonstram uma cultura de discriminação e impunidade. Eis as “dez mulheres que abalaram o Paquistão”:

Malala

Malala Yousafzai: No dia 9 de outubro, homens do Taliban interceptaram uma van escolar cheia de meninas e dispararam contra Malala Yousafzai. Os tiros acertaram na cabeça e no pescoço. Malala despertou o ódio terrorista com suas mensagens publicadas em seu blog na BBC, no qual relatava a dificuldade para que mas meninas, do Vale de Swat, onde residia, pudessem ter acesso a educação. O grupo terrorista, Taliban, considera a educação de mulheres, como anti-islâmica, e destruíram quase todas as escolas femininas da região. Segundo a revista Time, entre os anos de 2007 e 2009, foram destruídas 473 escolas. Malala passou a ser a voz que clamava e denunciava esse absurdo, ela encontrou-se pessoalmente com altos funcionários do governo paquistanês e até com diplomatas americanos, onde pediu ajuda de todos, para que as meninas possam ter uma educação digna. A menina segue internada em um hospital na Inglaterra e o Taliban prometeu matá-la caso sobreviva.

Ramsha Masi: É uma adolescente paquistanesa que sofre de Síndrome de Down, e que foi detida pelas autoridades de Islamabad sob a acusação de “crime de blasfêmia” em agosto de 2012, por supostamente ter queimado páginas do Alcorão. Com a comprovação do crime, a pena para a blasfêmia é a morte. O caso de Ramsha mostrou mais uma vez como vivem vulneráveis as minorias religiosas paquistanesas, onde qualquer um pode ser subjugado por clérigos muçulmanos sob a Lei da Blasfêmia. Descobriu-se posteriormente que um clérigo plantou provas para acusá-la. Mesmo livre, a segurança da menina é uma preocupação, pois pode ser morta a qualquer momento.

Sharmeen recebendo a premiação

Sharmeen Obaid Chinoy: Cinesta, levou orgulho a seu país em 2012, tornando-se o primeiro paquistanês a ganhar um Oscar. A coragem de, Saving Face, seu premiado filme, surpreendeu o mundo ao expor o fenômeno desprezível dos ataques com ácido contra as mulheres. O filme chamou à atenção internacional, para a prática, até então, para muitos desconhecida, de lançar ácido nos rostos das mulheres que fizerem algo que desagrade seus maridos, pais, parantes homens e militantes do Taliban, ou caso façam algo contrário as leis islâmicas.

Rankil Kumari: O caso desta menina hindu de 17 anos chamou à atenção pública para outra prática, comum e inquietante: à conversão forçada de meninas não-muçulmanas, e seus posteriores casamentos forçados com muçulmanos. Em 24 de fevereiro de 2012, um influente político muçulmano, sequestrou Rankil de sua residência na província de Sindh. Quando ela apareceu depois de alguns dias, as autoridades informaram que ela “de bom grado” havia abraçado o Islã e se casado com um homem muçulmano, o que foi desmentido pela família e pela própria garota. A comunidade hindu, afirma conviver diariamente com a insegurança no Paquistão, onde a cada mês, cerca de 25 meninas são sequestradas, forçadas à abraçarem o Islã e depois são casadas com homens muçulmanos. De acordo com uma estimativa, 300 meninas hindus são convertidas a força no Paquistão a cada ano.

A cristã Asia Bibi

Asia Bibi: É uma cristã que tornou-se vítima da Lei de Blasfêmia. Em novembro de 2010, um tribunal de Punjab condenou-a à morte por cometer “blasfêmia” contra o Islã. Seus advogados recorreram da sentença, no entanto, o processo ainda corre na corte superior. O caso de Asia Bibi, também demonstra a improbabilidade da abolição, ou reforma, da Lei de Blasfêmia. Salmaan Taseer, governador de Punjab, foi morto por seu próprio guarda-costas depois de ter defendido publicamente a cristã, propondo a revisão dessa lei draconiana. Shahbaz Bhatti, também foi assassinado por lutar contra a Lei de Blasfêmia e por defender, Asia Bibi. Essas mortes calaram o debate sobre a essa infame lei, e a cristã, segue sem destino certo, tendo ainda a ameaça de que será assassinada caso seja absolvida.

Chand Bibi: Em abril de 2009, um vídeo publicado no Youtube, mostrou o Taliban açoitando publicamente uma garota de 17 anos de idade, era Chand Bibi. O vídeo chocou o mundo ao expor o bárbaro “sistema de justiça” da Sharia, a lei islâmica, aplicado pelo grupo terrorista. Conforme o próprio Taliban, a jovem, foi acusada de adultério e como pena por seu crime, foi condenada ao açoitamento público. A reação ao vídeo foi tão intensa que serviu de pretexto para o exército paquistanês realizar uma operação contra os Talibãs no Vale do Swat.

As meninas de Baba Kot: Em agosto de 2008, a Asian Human Rights Commission (AHRC) informou que cinco meninas haviam sido baleadas e enterradas vivas, sob ordens de um poderoso líder tribal de Baba Kot, cidade da província do Baluchistão. As cinco meninas, cujo o número é muitas vezes contestado, foram enterradas vivas por terem optado casar por amor, ao invés de aceitar os casamentos arranjados por suas famílias. Quando a tragédia foi noticiada na mídia, desencadeou um grande clamor público em repúdio ao crime. No entanto, um senador paquistanês, defendeu a terrível ação publicamente no senado alegando que “faz parte do nosso costume tribal”. Os autores dos assassinatos nunca foram punidos. Todos os anos, centenas de meninas são mortas em nome da honra, principalmente por familiares do sexo masculino.

Benazir Bhutto

Benazir Bhutto: Ela inspirou uma geração inteira de mulheres muçulmanas em 1988, quando com 35 anos, tornou-se a primeira mulher muçulmana a chefiar um governo. Benazir foi eleita por duas vezes para o cargo de primeiro-ministro do Paquistão, tornando-se um símbolo de coragem feminina. Em 27 de dezembro de 2007, Bhutto foi assassinada durante um comício na cidade de Rawalpindi. Apesar de uma investigação comandada pelas Nações Unidas, nunca descobriram os responsáveis pelo assassinato.



Dra. Shazia Khalid: Uma prestigiada médica, que tinha 32 anos quando foi estuprada em 2 de janeiro de 2005 no rico Sui, por um capitão do exército paquistanês. O exército, sob orientação do general, Pervez Musharraf, fez de tudo para acobertar o caso, mas o incidente acabou sendo divulgado pela mídia e causando revolta na tribo Bugti, já que o crime ocorreu em seu território. O general Musharraf, declarou publicamente por diversas vezes que seu capitão era “100% inocente”. O episódio serviu de pretexto para o incio do conflito entre a tribo Baloch e o exército, uma guerra que perdura até hoje. O exército nunca levou o capitão responsável pelo estupro a julgamento, e diante das ameaças de morte, Dra. Khalid fugiu para a Inglaterra.

Mukhttaran Mai

Mukhttaran Mai: Foi vítima de outro tipo de abuso imposto as mulheres paquistanesas, o estupro em grupo por ordem de um conselho islâmico. Em junho de 2002, um conselho tribal na província de Punjab, ordenou o estupro. A jovem foi obrigada a desfilar nua na frente de centenas de pessoas e estuprada pelos homens da tribo. Mas, ao contrário da maioria das vítimas desse crime, Mai escolheu falar e iniciou uma batalha jurídica para que seus estupradores fossem punidos. Sua coragem foi tanta que perturbou oex-ditador militar do Paquistão, Pervez Musharraf, que chegou a colocar o nome de Mai no Pakistan’s Exit Control List (ECL), a lista negra como nomes de pessoas proibidas a deixar o país. Masharraf temia que se ela contasse sua história no exterior a imagem do país ficasse manchada. Mai também foi proibida de falar com seu advogado. A “Glamour Magazine” classificou Mai como “a mulher mais corajosa do mundo” e elegeu-a à “Mulher do ano de 2005″. Desde então, Mukhttaran Mai, tornou-se modelo para as mulheres paquistanesas. Ela criou uma organização para ajudar as mulheres das áreas rurais.


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quinta-feira, 4 de julho de 2013

MARIDO CORTA OS DEDOS DE SUA ESPOSA

"EU TENHO UMA SURPRESA PARA VOCÊ: MARIDO BLINDFOLDS SUA ESPOSA .... E, EM SEGUIDA, CORTA OS DEDOS PARA IMPEDI-LA DE ESTUDAR PARA UM GRAU
Por REPORTER DAILY MAIL 


Hawa Akhter já disse que vai continuar os seus estudos, apesar do terrível ataque


Um marido ciumento enfrenta pena de prisão perpétua depois de decepar os dedos de sua esposa porque ela começou a estudar para um grau sem a sua permissão.
Rafiqul Islam, 30 anos, com os olhos vendados sua esposa Hawa Akhter, 21, e gravou sua boca, dizendo-lhe que ia dar-lhe um presente surpresa.
Em vez disso, ele a fez segurar sua mão e cortou os cinco dedos. Um de seus parentes, em seguida, jogou os dedos de Ms Akhter na lata de lixo para garantir médicos não conseguiram recolocá-las.


Sr. Islam, que é um trabalhador migrante, nos Emirados Árabes Unidos, tinha avisado sua esposa haveria "conseqüências graves" se ela não desistir de seus estudos.
"Depois que ele voltou para Bangladesh, ele queria ter uma conversa comigo, 'Ms Akhter disse ao The Times.
"De repente, ele me vendaram e amarraram minhas mãos. Ele também gravou a minha boca dizendo que ele iria me dar alguns brindes surpresa. Mas, ao invés disso ele cortou meus dedos. "
 
Mohammed Saluddin, o chefe da polícia de Bangladesh afirmou que o Sr. Islam confessou depois que ele foi preso na capital, Daca, e enfrentará acusações de deformação permanente.

Grupos de direitos humanos pedem prisão perpétua.

"Ele ficou furioso. Ele estava com ciúmes porque enquanto ele só tinha uma nota oito educação padrão, ela foi para a faculdade para prosseguir estudos superiores ", disse o Sr. Saluddin.

Ms Akhter diz que está aprendendo a escrever com a mão esquerda e está determinada a retomar seus estudos. Ela agora está de volta na casa de seu pai.
O ataque é o mais recente em uma série de atos destinados às mulheres educadas na companhia de maioria muçulmana.
Em junho, um homem desempregado arrancados os olhos de sua esposa, um professor assistente na Universidade de Dhaka, aparentemente porque ele não podia suportá-la prosseguir estudos superiores de uma universidade canadense.


Read more: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2075435/Husband-chops-wifes-fingers-stop-studying-degree.html#ixzz2Y6QPpk8m
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terça-feira, 2 de julho de 2013

MONUMENTO ÁS VÍTIMAS DO COMUNISMO


"o objetivo deste memorial encontra-se expresso na sua respectiva inscrição: "para os mais de cem milhões de vítimas do comunismo e para os que amam a liberdade."

COMUNISMO POR QUEM VIVEU NA PRÓPRIA CARNE!

No dia 22 de maio de 2002 era inaugurada esta polêmica escultura de homenagem às vítimas do regime comunista que controlou o país entre 1948 e 1989. O trabalho, da autoria do escultor Olbram Zoubek e dos arquitectos Jan Kerel e Zdenek Hoelzel, era inicialmente constituído por um grupo de sete estátuas - uma delas foi destruída por um ataque à bomba em 2003 - representando a degeneração que um regime daquele tipo provoca no ente humano. 

O monumento, designado em Theco de Pomník Obětem Komunismu, encontra-se disposto numa plataforma em escada, onde se pode ler uma placa explicativa: 205,486 prisões, 170,938 exilados, 4,500 mortos nas prisões, 327 abatidos enquanto tentavam fugir, 248 executados.

Para além dos números, consta a frase: "este memorial é dedicado a todas as vítimas: não apenas aos que foram emprisionados e perderam a vida, mas também aos que viram a sua existência arruinada pelo despotismo totalitarista".

A inauguração foi marcada por alguma controvérsia. Alguns notaram a inexistência de figuras femininas entre as esculturas. e a confederação dos prisioneiros políticos, que basicamente coordenou todo o processo, realçou a inexistência de apoios por parte do governo central: a disponibilização do local e a maioria dos fundos necessários provieram daquilo a que podemos chamar de junta de freguesia de Praga 1, na altura controlada pelo partido democrata cívico, liderado então pelo atual presidente, Vaclav Klaus, que contudo decidiu não estar presente na cerimônia de inauguração.

O conjunto de estátuas de bronze representa de forma bastante gráfica a decomposição humana. da primeira para a última o avanço da malevolência é notada pela queda de "bocados". A primeira figura, apesar da expressão de sofrimento facial e da postura corporal, mostra um corpo completo, enquanto a segunda mostra aparentemente a mesma pessoa, parcialmente amputada... e a degeneração prossegue, mal se reconhecendo a morfologia humana da última escultura.

O monumento é interessante durante o dia, porque os pormenores podem ser observados nas melhores condições, mas é à noite, em virtude de um dramático sistema de iluminação, que o impacto é maior. Se a zona estiver coberta de neve, o efeito é ainda mais intenso.



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Ocupação Amarildo de Souza - Florianópolis

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MONUMENTO AO GENOCÍDIO DE INOCENTES VÍTIMAS DO COMUNISMO



1º - MONUMENTO ÁS VÍTIMAS DO COMUNISMO (aqui)

2º - HOMENAGEM AOS MORTOS NA INTENTONA COMUNISTA DE 1935 (aqui)

3º - A FOME NA UCRÂNIA - UM DOS MAIORES CRIMES DO ESTADO FOI ESQUECIDO (aqui)

4º - O FASCISMO Foi durante muitos anos, o mais sólido interlocutor do comunismo (aqui)

OPERÁRIO SER ATINGIDO POR VERGALHÃO E NÃO TER SEQUELA É UM MISTÉRIO PARA A CIÊNCIA, DIZ MÉDICO

OPERÁRIO SER ATINGIDO POR VERGALHÃO E NÃO TER SEQUELA É UM MISTÉRIO PARA A CIÊNCIA, DIZ MÉDICO
Do UOL, no Rio




Imagem mostra como o vergalhão atravessou o crânio de Eduardo Leite
Operário se recupera após retirar vergalhão que atravessou sua cabeça
Crea fiscaliza obra onde operário foi atingido por vergalhão e aponta falhas na segurança
MP-RJ interdita obra onde homem teve crânio perfurado por vergalhão; operário segue na UTI
Após 2 semanas, operário atingido por vergalhão deixa hospital

Casos como o do operário carioca Eduardo Leite, de 24 anos, que teve o crânio perfurado por um vergalhão de quase dois metros de comprimento, no último dia 15 de agosto, ainda desafiam os limites da ciência e mostram que o cérebro é ainda muito mais resiliente do que médicos imaginavam.
“O cérebro ainda é um desconhecido, representa a última fronteira do conhecimento”, disse ao UOL o diretor do hospital municipal Miguel Couto no Rio de Janeiro, o médico Luiz Alexandre Essinger, que cuidou do caso de Eduardo.

“Ele teve sorte, pois o vergalhão não atingiu a área responsável pelos movimentos chamada de giro pré-central (principal área motora do cérebro, o córtex motor) em nenhum dos dois lados, não pegou nenhum vaso sanguíneo que gerasse hemorragia ou algum coágulo que poderia tê-lo levado à morte antes de chegar ao hospital. O vergalhão atingiu apenas pequenas artérias, não afetou a fala ou a visão, nem a consciência”, resume Essinger.


O diretor do hospital garante que, por enquanto, Eduardo Leite se encontra psicologicamente bem. “O acidente não afetou as áreas do raciocínio ou conexões entre neurônios. A área atingida foi praticamente compensada pelas outras partes do cérebro, o cérebro foi se adaptando. O cérebro é gelatinoso e se acomodou”, explicou.
Essinger comentou ainda que é possível que pessoas com acidentes desta complexidade possam ter sequelas de comportamento, mudança de personalidade ou alteração do humor, como um caso registrado em 1848 com o americano Phineas Gage que, numa explosão, foi atingido por uma barra de 20 centímetros que perfurou sua bochecha esquerda e saiu pelo topo de seu crânio.

Naquela época, segundo registros, ele ainda conseguiu andar mais de um quilômetro até um posto médico. Ele perdeu o olho esquerdo e teve a parte frontal do cérebro totalmente comprometida, além de ter o temperamento alterado.
Até agora,  não foi observada nenhuma mudança no comportamento do operário, admitiu o diretor do hospital. O paciente recebeu alta médica no fim da manhã desta quinta-feira (30) e já pôde voltar para casa.


Entenda o caso
O jovem deu entrada por volta das 10h30 no hospital municipal Miguel Couto, na Lagoa, zona sul do Rio, no último dia 15, após ser atingido por um vergalhão que estava sendo içado na obra em que trabalhava, no bairro de Botafogo, e que despencara de uma altura de 15 metros.
A barra de ferro perfurou a região parietal direita de cima para baixo e de trás para frente do cérebro, atravessando o crânio e saindo no meio dos olhos, um pouco acima do nariz, descreveu Essinger, que estava presente naquela manhã de quarta-feira.

“Ele chegou no hospital acordado, falando e consciente. Os bombeiros tiveram que serrar o vergalhão para que o paciente fosse transportado para o hospital; ele veio imobilizado com proteção no pescoço”.
Ainda lúcido, o paciente passou por uma tomografia computadorizada e seguiu direto para a sala de cirurgia para uma operação que levou cerca de cinco horas para a retirada do vergalhão.
O importante, destacou o médico, “foi a agilidade no atendimento inicial, em meia hora ele já estava no centro cirúrgico”.
A equipe médica era composta de três neurocirurgiões, dois anestesistas e dois cirurgiões bucomaxilofacial para, em seguida da retirada da barra, reconstruírem a face do operário.
A cirurgia 
“A equipe fez uma abertura do lado direito do cérebro, foram 15 centímetros de diâmetro de osso retirados do crânio para expor todo o cérebro do lado direito. O vergalhão foi retirado pela região do nariz no seio frontal. Se tivéssemos retirado pela outra direção, por cima do cérebro, poderia ter causado contaminação. A parte que estava fora foi limpa com uma solução antisséptica”, detalhou.
Na cirurgia, o paciente estava desacordado e com anestesia geral. “O vergalhão foi puxado com o crânio aberto para que os médicos monitorassem qualquer atividade ou impacto sobre o cérebro. Ainda com o crânio aberto fizeram uma limpeza do cérebro com soro, depois o osso foi fixado com quatro pinos permanentes”.
A cirurgia foi considerada um sucesso pela equipe. Depois de cinco dias no CTI (Centro de Terapia Intensiva), o operário foi para a enfermaria onde ficou até esta quinta ao levar alta.
Caso único
Apesar de o hospital ser uma unidade de referência para emergência de traumas, o diretor do Miguel Couto admitiu que um caso desta envergadura foi uma “novidade” para toda a equipe.
“A gente recebe o tempo todo pacientes encaminhados por bombeiros com trauma. Estamos acostumados, recebemos um volume contínuo de pacientes com traumatismo, acidentes de trânsito e vítimas de tiros”, disse.
O hospital tem diariamente equipes a postos para receber casos de alta complexidade com médicos de neurocirurgia, ortopedia e cirurgia vascular, além de cirurgia geral.
Houve épocas que a unidade municipal chegou a receber 540 casos por ano de traumas oriundos de tiros. O mais comum, hoje, são traumatismos cranianos de pessoas que se envolvem em acidentes de trânsito, uma média de dois por dia. Só casos de acidentes com moto contabilizam 1.100 por ano.
Mas Leite foi o primeiro na história do hospital a ser vítima de um impacto tão grande e a sobreviver sem nenhuma sequela.
O operário está agora em casa e, em 15 dias, terá que retornar ao Miguel Couto para fazer uma revisão médica com testes neuropsicológicos para avaliar seus reflexos, reações, raciocínio e todos os sentidos. Em casos de trauma, os pacientes são acompanhados pelos médicos por um ano.
APÓS 2 SEMANAS, OPERÁRIO ATINGIDO POR VERGALHÃO DEIXA HOSPITAL
30/08/2012 - 12h09 MARCO ANTONIO MARTINS DO RIO
O operário Eduardo Leite, 24, recebeu alta do hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, no Rio, após ficar duas semanas internado na unidade.

O operário Eduardo Leite, 24, atingido na cabeça por um vergalhão numa obra, na zona sul do Rio, deixou o hospital na manhã desta quinta-feira. Caminhando e de boné, o operário teve alta após duas semanas de internação.



Apesar de ter tido alta, o operário continuará a ter acompanhamento médico e, em alguns meses, fará um exame neuropsicológico para verificar se teve alguma sequela em decorrência da perfuração. Ao deixar o Hospital Miguel Couto, na região do Leblon, o operário apenas acenou e não falou com os jornalistas.

Antes de ser liberado, Eduardo Leite passou por exames em uma clinica particular onde mediu as funções do cérebro, além de capacidade de raciocínio e da memória. A barra de ferro da grossura de um dedo polegar entrou pela parte posterior do crânio e saiu entre os olhos.


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