quarta-feira, 17 de abril de 2013

IMAGENS DA POLÍCIA MOSTRAM OBJETOS LIGADOS A BOMBAS EM BOSTON

Fotos foram feitas na área da explosão e divulgadas pela investigação. Materiais, como panelas de pressão e pregos, são de fácil manuseio.
17/04/2013 01h27 - Atualizado em 17/04/2013 08h40


A divisão responsável pela investigação das explosões ocorridas em Boston divulgou nesta terça-feira (16) imagens de objetos encontrados nos locais do ataque que estão ligados a bombas caseiras.
As imagens mostram partes retorcidas de panelas de pressão, pregos e artefatos eletrônicos. Segundo a polícia, os artefatos domésticos são de fácil manuseio.


Vestígios de uma panela de pressão foram encontrados no local onde houve a explosão em Boston, diz polícia. (Foto: Reuters/Joint Terrorism Task Force of Boston)Restos retorcidos de uma panela de pressão foram encontrados no local onde houve explosões em Boston. (Foto: Reuters/Joint Terrorism Task Force of Boston)

Fragmentos encontrados no local da explosão mostram materiais que podem ter sido usados em bombas que foram detonadas em Boston. (Foto: Reuters/Joint Terrorism Task Force of Boston)Fragmentos encontrados no local da explosão mostram materiais que podem ter sido usados em bombas que foram detonadas em Boston. (Foto: Reuters/Joint Terrorism Task Force of Boston)
Panfleto do Departamento de Segurança Interna dos EUA de junho de 2010 alerta sobre como panela de pressão pode ser usada para fazer um artefato explosivo (Foto: AP)
Panfleto do Departamento de Segurança Interna
dos EUA de junho de 2010 alerta sobre como
panela de pressão pode ser usada para fazer um
artefato explosivo (Foto: AP)

Um funcionário do governo dos EUA, que não quis ser identificado, disponibilizou as imagens à Reuters.
O funcionário disse que as fotos foram tiradas pela Força Tarefa Conjunta contra Terrorismo de Boston na cena onde duas bombas mataram três pessoas e feriram 176, 17 delas gravemente, na segunda-feira, na linha de chegada da Maratona de Boston.
Uma imagem mostra alguns centímetros de fio queimado ligado a uma pequena caixa, e outra retrata um prego de 1,3 centímetro e um zipper manchado de sangue.
Outra mostra uma bateria da marca Tenergy ligada a fios pretos e vermelhos através de uma tampa de plástico quebrada.
Várias fotos mostram uma tampa de metal retorcido com parafusos. O FBI disse na terça-feira que uma panela de pressão pode ter sido usada para construir as bombas.
O FBI informou no fim da tarde desta terça que, até agora, ningúem assumiu responsabilidade pelo ataque, e que o leque de suspeitos e motivos continua "totalmente em aberto".
- BARACK OBAMA CLASSIFICA ATENTADO EM BOSTON COMO ATO COVARDE

                                    http://youtu.be/JjYtlWbzwpI
Fontes de investigação disseram que os dois explosivos usados nas bombas estavam em duas panelas de pressão de seis litros escondidas em bolsas de viagem pretas colocadas no chão.
Um panfleto obtido pela agência AP mostra que, em junho de 2010, o Departamento de Segurança Interna dos EUA alertava a polícia e as forças de segurança sobre a possibilidade de fazer um explosivo caseiro improvisado usando panela de pressão.
Dentro das panelas, além dos explosivos, havia pólvora, pregos e pedaços de metal, que teriam o objetivo de aumentar os estragos feitos pelas bombas nas vítimas.
FBI - que chefia a investigação - e a polícia de Boston se negaram a revelar detalhes da investigação em curso e se as explosões estariam relacionadas a extremistas estrangeiros ou americanos.
arte mapa boston versão 5 (Foto: 1)Explosões na Maratona de Boston (Arte G1)
Uma equipe de cerca de 30 especialistas em bomba e cães farejadores vasculharam a área - a linha de chegada da famosa maratona -, enquanto as autoridades pediam à população que entrasse em contato, caso tivesse alguma informação importante.
"Vai levar muitos dias para processar este cenário", comentou Gene Marquez, agente especial encarregado do Escritório de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos em Boston.
A polícia informou que a área foi varrida duas vezes antes da maratona e nenhum outro explosivo foi encontrado.
As equipes de resgate e os médicos que trataram das vítimas relataram que as bombas parecem ter dispersado fragmentos de pregos e de metal, causando ferimentos, sobretudo, na parte inferior do corpo, o que incluiu pelo menos 10 casos de amputação.
"Há uma variedade de objetos pontiagudos que nós encontramos nos corpos", disse o chefe do Departamento de Cirurgia do Trauma do Hospital Geral de Massachusetts, George Velmahos.
"Provavelmente, essas bombas tinham múltiplos fragmentos metálicos nelas. Removemos pregos e estilhaços", acrescentou. Os artefatos foram "colocados provavelmente no chão e, desse modo, ferimentos nas extremidades inferiores são esperados", explicou Velmahos.
O alcance relativamente pequeno das duas explosões e a fumaça branca que subiu depois da deflagração parece eliminar explosivos plásticos do tipo militar, como C-4 ou Semtex.
De acordo com especialistas, esse tipo de artefato tende a produzir detonações mais poderosas com fumaça preta.
Reportagens na imprensa americana, que citam investigadores anônimos, têm se concentrado em artefatos improvisados, possivelmente uma bomba-tubo, ou um explosivo de peróxido de acetona - ambos relativamente fáceis de preparar e de esconder.
Um explosivo de acetona, ou TATP (Triperóxido de triacetona), foi usado no atentado em Londres em 2007, em um ataque cometido nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, e na tentativa fracassada do "Shoe Bomber" Richard Reid, em dezembro de 2001, de detonar um artefato em um voo com destino a Miami.
O peróxido orgânico é altamente instável e sensível ao calor e à fricção, com os próprios homens-bomba se ferindo durante a preparação do artefato.
Manuais sobre como fazer bombas, disponíveis em fóruns jihadistas on-line, incluindo um aberto pelo braço da rede terrorista al-Qaeda no Iêmen, sugerem com frequência o uso de panelas de pressão, de acordo com o SITE Intelligence Group, que monitora mensagens de grupos extremistas.
Em 2010, a primeira edição em inglês de uma revista da Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP), braço iemenita da rede, incluía um artigo explicando como fazer um explosivo com uma panela de pressão e estilhaços. O artigo, intitulado "Faça uma bomba na cozinha da sua mãe", era acompanhado da foto de uma mochila escondendo o explosivo.
De acordo com o SITE, grupos de supremacia branca nos Estados Unidos tomaram conhecimento do artigo e, em um dos fóruns on-line, o "Stormfront", o manual é citado como uma "leitura altamente recomendada".
A secretária de Segurança Interna dos EUA, Janet Napolitano, disse que o ataque em Bostonnão faz parte de um complô terrorista mais amplo. Mas, segundo ela, as medidas de segurança "visíveis e invisíveis" serão mantidas em todo o país.
O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que o caso está sendo tratado como um "ato de terror" e que ainda não se sabe quem fez o ataque, nem com qual intenção.
Galeria de fotos (aqui)
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EM DOIS ANOS, JUSTIÇA DEIXA PRESCREVER 2,9 MIL AÇÕES POR CORRUPÇÃO E LAVAGEM




















Relatório do CNJ mostra que dos 3.742 processos por improbidade administrativa que ingressaram na Justiça em 2012, apenas 1.074 foram julgados
A Justiça brasileira deixou prescrever 2.918 ações envolvendo crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e atos de improbidade administrativa nos anos de 2010 e 2011. Um crime só prescreve quando transcorre o prazo máximo para que o réu cumpra a pena caso seja condenado. O dado foi revelado ontem num levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – criado para auxiliar a Justiça do país.
Até o final do ano passado, tramitavam 25.799 processos de corrupção, lavagem de dinheiro ou atos de improbidade em todo o Poder Judiciário. Comparativamente, isso significa que os processos prescritos somente em 2010 e 2011 representam mais de 10% de todas as ações em tramitação atualmente envolvendo pessoas denunciadas por estas ilegalidades. Se condenados após a prescrição, esses réus não serão punidos.
Justiça do Paraná não encaminhou informações
O Tribunal de Justiça do Paraná foi um dos seis tribunais que não encaminharam os dados solicitados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) referentes aos processos envolvendo crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e as ações de improbidade administrativa. Além do Paraná, os tribunais do Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e de Rondônia não responderam. O CNJ informou que dará um prazo de 60 a 90 dias para que os tribunais prestem as informações.
A Gazeta do Povo entrou em contato ontem com a assessoria do TJ do Paraná questionando o motivo pelo qual não foram remetidos os dados ao Conselho, mas nada foi respondido até o fechamento desta edição.
Improbidade
O Ministério Público do Paraná, por sua vez, informou o número de ações civis de improbidade administrativa propostas e o de procedimentos abertos para investigar possíveis atos de improbidade em todo o estado. Segundo dados do MP, em 2011 foram instaurados 3.080 procedimentos e propostas 368 ações civis públicas por crimes dessa natureza. Em 2012, o MP abriu 2.497 investigações e apresentou 474 ações civis de improbidade. Neste ano, os promotores já propuseram 88 ações e apuram 725 casos de improbidade.
No início deste mês, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e também do CNJ, ministro Joaquim Barbosa, questionou o sistema de prescrição no Direito Penal Brasileiro. “Prescrever ao longo da tramitação [do processo] é indicação de um sistema que não quer punir”, afirmou Barbosa, durante um debate no CNJ.
O balanço do andamento das ações referentes a tais ilegalidades é incompleto, já que alguns Tribunais de Justiça não encaminharam os dados, entre eles o Paraná (veja mais nesta página), mas o cenário é preocupante e pode ser ainda pior. Além da alta taxa de prescrição, o estudo revela o baixo número de condenados por estes crimes e por improbidade (veja no gráfico). Uma das razões é a morosidade do Poder Judiciário do país que, consequentemente, resulta na sensação de impunidade.
Denúncias
O levantamento do Con­­­selho mostra ainda que, só no ano passado, o Judiciário brasileiro aceitou 1.763 ações feitas pelo Ministério Público Estadual e Federal denunciando crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. E recebeu ainda 3.742 ações cíveis de ato de improbidade administrativa. De todos os 5.505 processos que ingressaram na Justiça em 2012 destas naturezas, foram julgados apenas 1.637, ou 29% da demanda, que resultou na condenação definitiva de 205 pessoas.
A divulgação do estudo dá uma ideia de como os tribunais estão atuando em relação ao cumprimento da Meta 18 – que determina prazo de até o fim deste ano para julgar ações de improbidade administrativa e ações penais relacionadas a crimes contra a administração pública, distribuídas até 31 de dezembro de 2011. O compromisso com a Meta 18 foi assumido pelos presidentes dos tribunais em novembro do ano passado durante o VI Encontro Nacional do Poder Judiciário.
Um dos objetivos da pes­­­quisa, diz o CNJ, é responder às indagações do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), que avaliou de forma desfavorável as ações do Brasil para o combate a esses crimes, especialmente em decorrência da falta de estatísticas processuais. Os dados devem servir também para subsidiar o país no processo de avaliação da implantação da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção (Uncac) e dar cumprimento à Estratégia Nacional contra a Corrupção e a Lavagem de Dinheiro (Enccla), coordenada pelo CNJ.
Entrevista
Rodrigo Chemim, promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná
O que precisa mudar no sistema penal brasileiro para evitar as prescrições?
O maior problema do modelo brasileiro é a chamada prescrição retroativa que só existe no Brasil. O Código Penal prevê que a prescrição é calculada levando em conta a pena abstrata e quando sai a sentença condenatória o cálculo é feito na pena fixada em sentença – que normalmente é a mínima. É aí que entra a prescrição retroativa.
O que deveria mudar?
Acabar com esta prescrição retroativa, que já foi pior, criando mais causas interruptivas que faz recontar do zero. Teria que mudar a tabela de cálculo da pretensão punitiva [quando o Estado mostra interesse em punir] em relação a executória [executar a pena]. Isso já seria suficiente para diminuir a prescrição.
Por que o número de prescrições é bem menor em casos de ações de improbidade?
Porque o cálculo da prescrição é diferente. Na improbidade, conta cinco anos a partir de quando o agente público deixa o cargo.
Existe, em sua opinião, morosidade da Justiça brasileira em ações que apontam crimes do colarinho-branco?
A Justiça é morosa como um todo. Essas ações envolvendo crimes de colarinho branco são ações mais complexas e os processos são mais volumosos. A questão do foro privilegiado também contribui porque alguns tribunais não são preparados para investigar.


Entrevista
Gilberto Valente Martin, conselheiro do CNJ e coordenador do estudo
O que mais lhe chamou a atenção neste levantamento?
O baixo índice de condenados, de julgamentos, o grande número de ações propostas e o fato de o Judiciário não estar dando conta de julgar. Se esta proporção se mantiver, vamos ter muitas ações pendentes.
Essas ações são de crime do colarinho branco. Por isso a morosidade?
Essas ações são de complexidade diferenciada, mas não se justifica a prescrição. O Judiciário tem de se estruturar para enfrentar essas ações, criando, por exemplo, corpo técnico para auxiliar os magistrados.
Qual a opinião do senhor sobre as quase 3 mil ações prescritas?
Isso mostra que o Judiciário não está tratando o assunto com a prioridade necessária. Durante o acompanhamento da Meta 18 vamos apurar se os TJs disponibilizam estrutura mínima e se houve leniência ou descaso por parte dos magistrados para julgar estas ações.
O senhor defende mudanças no sistema de prescrição?
Os prazos prescricionais não são muito propícios para fazer justiça e acabam por favorecer, de certa forma, os acusados. Agora não pode deixar de existir a prescrição.
A criação de mais TRFs agilizaria os julgamentos?
Temos de propor o aumento da máquina judiciária de acordo com a demanda, mas não tenho esses números. O que não pode é o CNJ ter ficado a margem desta discussão técnica.










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PÉROLA DE ELIZABETH TAYLOR LEILOADA POR US$ 11 MILHÕES
14/12/2011 às 00h11 - Atualizada em 14/12/2011 às 08h55


A joia pertencia à milionária coleção de Elizabeth Taylor


A famosa "Peregrina", pérola única do século XVI que fazia parte da coleção da atriz Elizabeth Taylor, foi arrematada nesta terça-feira, em Nova York, por 11,84 milhões  de dólares, um recorde mundial para este tipo de joia.

O valor da joia, que além da pérola traz um colar de rubis e diamantes, era estimado em entre 2 e 3 milhões de dólares.


A "Peregrina" era a peça principal do leilão que ofereceu mais de 80 joias de Elizabeth Taylor, falecida em março passado, aos 79 anos.



Um par de brincos de pérolas e diamantes também obteve o preço recorde de 2 milhões de dólares.

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BEBÊ MORRE APÓS CONTRAIR VÍRUS DO HERPES EM BEIJO DO PAI
Recém-nascido teve falência múltipla de órgãos
04/03/2013 às 12:31


Kaiden ainda na incubadora. Reprodução / Daily Mail


De acordo com médicos, o vírus da herpes é letal nas primeiras seis semanas de vida devido à baixa imunidade dos recém-nascidos. A transmissão ocorre por meio de contato físico, o que inclui beijo e até a amamentação. Foi o que aconteceu com um bebê da Inglaterra. 


Kaiden McCormick nasceu prematuro e estava na incubadora há seis semanas lutando pela vida. O que os pais jamais poderiam imaginar é que com um beijo eles estariam assinando a sentença do filho: o bebê contraiu o vírus da herpes que foi transmitido por um beijo dado pelo pai, que tinha herpes labial. Aos dois meses, Kaiden morreu por falência múltipla dos órgãos, segundo reportagem do Daily Mail.

"Quando o médico disse que foi por transmissão do herpes labial, eu olhei para o Carl e ele, instintivamente, tocou em seus lábios. Naquele momento eu vi o coração dele quebrar em dois", conta a esposa de Carl Maclaren, Marrie-Claire McCormick, que está grávida novamente e luta para que o governo inglês faça uma campanha alertando para os perigos do vírus para os bebês. "Eu me culpo, mas não tinha ideia. Se eu não tivesse chegado perto dele, ele estaria aqui até hoje", conta o pintor e decorador.



O beijo fatal. Reprodução / Daily Mail
Herpes labial é fatal para bebês

Um vírus que é comum entre os adultos, mas pode ser letal para os bebês. O vírus da herpes pode causar a morte de recém-nascidos e são um perigo até as seis semanas de vida. Transmitido por contato físico, como divisão do mesmos itens de higiene, talheres e copos, beijo e até amamentação, o vírus quando ataca um bebê é difícil de ser detectado.

Os sinais mais comuns são falta de fome, sonolência, febre, moleza e choro incomum. Entidades inglesas sugerem que nenhuma pessoa com herpes, afta ou sintomas virais beije um bebê por causa da baixa imunidade do organismo. 

Carl e Marrie, que estão 'grávidos' de oito meses, lutam para que a Secretaria de Saúde local comece uma campanha alertando as grávidas e os pais de primeira viagem para os perigos do vírus.

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CONHEÇA O ESTILO EXTRAVAGANTE DE UMA MILIONÁRIA DE SEIS ANOS DE IDADE

Atualizado: 16/04/2013 08:28 | Por InfoMoney, InfoMoney




SÃO PAULO – Isabella Barrett tem apenas seis anos de idade e um estilo de vida extravagante. Segundo matéria publicada pelo jornal Daily Mail na última segunda-feira (15), a pequena possui mais de 60 pares de sapatos, vestidos de US$ 10 mil e costuma pedir pratos como filet mignon e lagosta nos hotéis que costuma se hospedar.

“Nós viajamos muito e ela desenvolveu um gosto por hotéis cinco estrelas (...) Eu sei que parece pomposo, mas para nós é apenas engraçado e faz parte da personalidade dela”, diz a mãe da menina ao defender o estilo extravagante da filha.

Dona de sua própria linha de joias, Isabella iniciou sua fortuna aos quatro anos, quando começou a participar de concursos de beleza. A partir daí, aproveitando a popularidade da garota, foi lançada diversos produtos inspirados na menina, como batons, pulseiras e jaquetas de veludo.


Segundo a mãe da pequena milionária, a maior parte do dinheiro ganho por Isabella é gasto em roupas e sapatos. “Eu vou admitir quando se trata do guarda-roupa de Bella, nenhuma despesa é poupada.”

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Isabella Barrett lançou uma linha de joias infantis

Foto: Reprodução In Touch / Michael Todd

Faturar o primeiro milhão é para poucos, mas conquistar a independência financeira aos 6 anos de idade é um desafio e tanto. Foi o que aconteceu com Isabella Barrett, que lançou uma linha de joias e maquiagem para crianças que virou febre nos Estados Unidos. 

A fama de Isabella Barrett começou quando a menina participou de um reality que mostra a vida de crianças que disputam concursos de beleza em busca do sonho de ser uma celebridade. Ao deixar o programa, a mãe da menina aproveitou o embalo e, junto com as ideias de Isabella, lançou uma coleção de joias, pingentes, pulseiras e batons infantis. "É muito divertido! Eu sou a chefe", diz Isabella na reportagem da revista InTouch.

Pulseira personalizada com os títulos de beleza da menina 

A ideia para criar uma empresa e fazer a coleção de joias surgiu ainda na época em que a menina disputava os concursos de beleza infantil. Toda vez que Isabella ganhava uma coroação, a mãe mandava gravar o título em uma pulseira para que ela "pudesse se gabar de suas realizações", diz Susanna Barrett. A pulseira fez sucesso entre as crianças fãs de concursos e a família viu uma oportunidade de negócio. 



Isabella mostra as joias e maquiagens. Foto: Reprodução InTouch / Michael Todd

A mãe garante que investe todo o dinheiro em um fundo que Isabella só pode movimentar ao completar 18 anos. "Eu só estou tentando criar uma criança feliz e saudável", conta ela, afirmando que sempre pensou em usar a fama dos concursos para outros projetos. "Nos ajudou a pavimentar o caminho que estamos agora", explica.






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