sexta-feira, 13 de julho de 2012


Delúbio é o Macarrão dos mensaleiros
09/07/2012
 às 17:56 \ 
Direto ao Ponto

Na reportagem sobre o assassinato de Eliza Samudio, ocorrido em 2010, VEJA divulgou neste fim de semana uma carta endereçada pelo ex-goleiro Bruno a Luiz Henrique Romão, o amigo com quem tramou a execução da ex-namorada e mãe de seu filho. No manuscrito, Bruno propõe a “Maka” o que chama de Plano B, concebido em parceria com o advogado: para inocentar o remetente, o destinatário deveria esquecer o que já disse e afirmar que fez tudo sozinho, à revelia do atleta engaiolado.
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Há duas semanas, uma reportagem do Estadão revelou que, com a colaboração dos clientes, os advogados de José Dirceu e José Genoíno arquitetaram uma jogada parecida com a sugerida na carta do algoz de Eliza Samudio. Nesse plano B dos mensaleiros, o papel de Macarrão caberia a Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT e da quadrilha que executou a grande roubalheira descoberta há sete anos. Caso sustente que fez tudo sozinho, acreditam os pais da ideia, Delúbio poderá salvar a pele dos demais quadrilheiros.
Se a carta de Bruno tivesse chegado às mãos do parceiro, a proposta dificilmente seria recusada. Os dois são ligados por laços que ultrapassam a solidariedade entre cúmplices, informa a tatuagem que enfeita as costas de Macarrão desde o dia em que, a pedido do amigo, sequestrou a condenada à morte: “Bruno e Maka. A amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir. Amor verdadeiro”.
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Sempre disposto a curvar-se ao partido, especialmente aos apelos formulados pelos cardeais da seita lulopetista, também Delúbio não se furtará a mais um sacrifício. Ele já salvou a pele dos companheiros recorrendo ao silêncio: sabe tudo, mas jamais contou a verdade. Por que não manter a turma longe da cadeia usando a voz para contar mentiras? O tempo de gaiola não serã tão longo. E vai ficar mais curto o atalho que leva ao mundo dos ricaços.
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Falta saber quem terá o nome tatuado nas costas de Delúbio. Dirceu? Genoíno? Lula? Os três? Para evitar a propagação de boatos constrangedores até para meliantes irrecuperáveis, é melhor que a declaração de amor verdadeiro do Maka do mensalão seja destinada não a um dos integrantes da trinca, mas a todos os militantes do PT.
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OS MILITARES E SUAS OBRAS TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO

Quatro perguntas: 

1ª) por que o Exército tocou as obras? 

2ª) por que o Exército pagou passagens e hospedagens a jornalistas que foram cobrir o acontecimento? 

3ª) por que os jornalistas aceitaram? 

4ª) por que não é feito uma comparação estatística (quantidadexqualidade) com as empreiteiras como a Delta por exemplo

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Nessa quarta-feira (20), após terem sido investidos R$ 143,2 milhões, o Exército Brasileiro entregou as obras do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco ao Ministério da Integração Nacional, em Cabrobó, no Sertão de Pernambuco.
Dia 20 de junho, após terem sido investidos 143,2 milhões de reais, o Exército Brasileiro entregou ao Ministério da Integração as obras do Eixo Norte do do canal de transposição do rio Rio São Francisco em Cabrobó (PE) (Foto: Exército Brasileiro)

Reproduzo nota publicada por Carlos Brickmann no Observatório da Imprensa.
Quem paga?
Grandes jornais cobrem a inauguração do primeiro trecho pronto do canal de transposição do rio São Francisco, entregue pelo Exército. Duas dúvidas
1. É missão do Exército supervisionar obras, exceto talvez em emergências? Certamente não falta competência às Forças Armadas, mas estará a construção civil entre suas atribuições específicas?
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As obras começaram há cinco anos e foram executadas diretamente pelo 2º Batalhão de Engenharia de Construção pertencente ao 1º Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Nordeste
As obras começaram há cinco anos e foram executadas diretamente pelo 2º Batalhão de Engenharia de Construção, subordinado ao Comando Militar do Nordeste (Foto: Exército Brasileiro)

2. Por que órgãos de imprensa são convidados (e, portanto, recebem passagem e hospedagem) do Exército?
É missão dos veículos de comunicação informar seu público quando uma obra importante é realizada, sem necessidade de pagamento extra para isso. Cabe aos meios de comunicação arcar com suas despesas.
Quanto às Forças Armadas, o que se sabe é que seus orçamentos são exíguos, insuficientes, inadequados. É correto transferir parte deles, mesmo pequena, para veículos economicamente saudáveis?



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A REVISTA ("FREE") QUE FOI APREENDIDA PELO PT
OS INOCENTES ! ! !
 

Versão condensada da revista, com apenas 500 k, que pode ser repassada com facilidade.
A Internet, realmente, tornou inútil qualquer ação de censura!!!
Consta que a revista foi apreendida!

http://issuu.com/comunnica/docs/freesp_32#download

" Sempre haveremos de precisar uns dos outros" Mário Quintana.



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NÃO É ROUBANDO A PALESTINA, É COMPRANDO ISRAEL


ESCRITO POR DANIEL PIPES | 06 JULHO 2011
INTERNACIONAL - ORIENTE MÉDIO

Os israelenses deveriam andar de cabeça erguida e salientar que a construção do seu país baseou-se no movimento menos violento e mais civilizado do que qualquer outro povo da história.



Logo depois de institucionalizar o Cristianismo Imperial, o Imperador Constantino, decretou que todos os judeus abandonassem Roma, em 325 E.C/D.C, o que seria o prenúncio dos tempos dificies para o antigo povo escolhido do que iria enfrentar. Uma citação do Erudito do Antigo Testamento. H.L. Ellis sobre a legalização do cristianismo, por parte de Constantino, diz: "Quando a Igreja foi oficializada por Constantino, a discriminação legal contra os judeus apenas se acentuou, e gradualmente eles foram sendo privados de todos os direitos" (H.L.Ellis, The Lion Concise History Of Christianity – Londres: Lion Publishes, 1983). Não foram privados somente de direitos civis, também do direito dado pelo próprio D´us, de serem chamados de Israel, direito que lhes foi lhe retirado pelo Concilio Cristão Imperial, ao denominar a Igreja de " O Novo Israel", além de serem expulsos de sua própria terra, pelos romanos, que passaram a chamar de Palestina (significa: terra dos filisteus).

Concilio de Niceia, onde se adotou a teologia da substituição: A IGREJA, O NOVO ISRAEL

Os sionistas roubaram terras palestinas: é esse o mantra que tanto a Autoridade Palestina quanto o Hamas ensinam aos seus filhos e disseminam na mídia. Essa alegação tem uma importância enorme, conforme explica o Palestinian Media Watch: "Apresentar a criação do estado [israelense] como um ato de ladroagem e a continuação de sua existência como uma injustiça histórica serve como base da AP para o não reconhecimento do direito de Israel istir". A acusação de roubo também corrói a posição de Israel internacionalmente.
Contudo, essa acusação é verdadeira?
Não, não é. Ironicamente, a criação de Israel representa uma das mais pacíficas migrações e criações de um estado na história. Para entender porque, requer considerar o sionismo no contexto. Colocado de maneira simples, conquista é a norma histórica, em todos os lugares governos foram estabelecidos por meio de invasões, praticamente todos os estados se formaram às custas de alguém. Ninguém fica permanentemente no comando, as raízes de todo e qualquer indivíduo se originam em algum outro lugar.
Tribos germânicas, hordas da Ásia Central, czares russos e conquistadores espanhóis e portugueses redesenharam o mapa. Os gregos modernos têm apenas uma conexão tênue com os gregos da antiguidade. Quem é capaz de enumerar quantas vezes a Bélgica foi invadida? Os Estados Unidos foram criados com a derrota dos americanos nativos. Reis saquearam a África, os arianos invadiram a Índia. No Japão, os falantes do idioma Yamato eliminaram praticamente a todos, menos alguns minúsculos grupos como o Ainu.
O Oriente Médio, devido a sua centralidade e posição geográfica, viu a sua cota de invasões passar da conta, incluindo os gregos, romanos, árabes, cruzados, seljúcidas, timúridas e europeus modernos. Na região, ressentimento e tormento dinástico fizeram com que o mesmo território - o Egito por exemplo - fosse conquistado e reconquistado.


A terra que constitui o Estado de Israel de hoje, não é exceção. Em Jerusalem Besieged: From Ancient Canaan to Modern Israel, Eric H. Cline escreve sobre Jerusalém: "Por nenhuma outra cidade se combateu de maneira tão implacável através de sua história". Ele fundamenta a alegação enumerando "pelo menos 118 conflitos distintos, em e por Jerusalém durante os últimos quatro milênios". Ele calcula que Jerusalém foi destruída por completo ao menos duas vezes, sitiada 23 vezes, capturada 44 vezes e atacada 52 vezes. A AP fantasia que os palestinos de hoje são descendentes de uma tribo do antigo Canaã, os jebusitas; de fato, mas a maioria esmagadora é descendente de invasores e imigrantes a procura de oportunidades econômicas.

Contra esse quadro de conquistas, violência e golpes incessantes, o empenho sionista em construir uma presença na Terra Santa até 1948 se destaca como espantosamente moderada, mais mercantil do que militar. Dois grandes impérios, o otomano e o britânico governaram Eretz Yisrael; contrastando, os sionistas careciam de poder militar. Eles não poderiam alcançar a soberania por meio da conquista.
Como alternativa, compravam terras. Adquirir propriedade quilômetro quadrado por quilômetro quadrado, fazenda por fazenda, casa por casa, estava no coração do espírito empreendedor sionista até 1948. O Fundo Nacional Judaico, fundado em 1901 com o objetivo de comprar terras na Palestina "para ajudar na formação de uma nova comunidade de judeus livres comprometidos com atividades produtivas e pacíficas", foi a instituição chave - e não a Haganah, a organização de defesa clandestina fundada em 1920.
Os sionistas também se concentraram na reabilitação do árido e do considerado imprestável. Eles não só fizeram o deserto florescer como também drenaram os pântanos, limparam os canais de água, recuperaram terras devolutas,reflorestaram colinas despojadas, removeram rochas e retiraram sal do solo. O trabalho de recuperação e saneamento judaico reduziu radicalmente o número de mortes relacionadas a doenças.
Somente quando a potência mandatária britânica desistiu da Palestina em 1948, imediatamente seguida pelo ataque dos países árabes usando todos os recursos e meios disponíveis para esmagar e expulsar os sionistas, que eles tiraram a espada da bainha em legítima defesa e passaram a adquirir terras através da conquista militar. Mesmo então, segundo demonstra o historiador Efraim Karsh em Palestine Betrayed, a maioria dos árabes fugiram de suas terras, sendo que um número extremamente reduzido foi forçado.
Essa história contradiz a explicação palestina de que "gangues sionistas roubaram a Palestina e expulsaram a sua gente", que levou à catástrofe "sem precedentes na história" (de acordo com um livro escolar do 3º ano do ensino médio da AP) ou que os sionistas "pilharam as terras e os interesses nacionais palestinos e estabeleceram seu estado sobre as ruínas do povo árabe palestino" (conforme escreve um colunista no diário da AP). Organizações internacionais, editoriais de jornais e petições de faculdades reiteram essa falsidade em todo o mundo.
Os israelenses deveriam andar de cabeça erguida e salientar que a construção do seu país baseou-se no movimento menos violento e mais civilizado do que qualquer outro povo da história. Gangues não roubaram a Palestina, comerciantes compraram Israel.



Publicado na National Review Online.

Tradução: Joseph Skilnik


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